Litoral do PR terá dois desafios neste domingo
As praias do Paraná recebem neste domingo dois grandes eventos de Vôlei de Praia. Um envolvendo os melhores jogadores nas competições do Estado que será em Caiobá e outro envolvendo dois campeões olímpicos em Guaratuba.
Desafio Olímpico:
O Desafio Olímpico vai colocar frente a frente nas areais de Guaratuba na Arena da RIC TV. O jogo começa as 10h30min Emanuel e Jorge Edson, consagrados nas areias e nas quadras. O Desafio dos medalhistas olímpicos vai ser composto por mais três feras do voleibol paranaense em cada equipe. Confira as equipes:
Emanuel, paranaense, campeão olímpico Atenas 2004, 09 vezes campeão do Circuito Mundial, 06 vezes campeão do Circuito Nacional, maior vencedor da história do Vôlei de Praia Mundial.
Clésio Prado, primeiro parceiro de Emanuel no Vôlei de Praia, fez dupla com Giba no Vôlei de Praia, atuou em seleções brasileiras de base e disputou os Jogos Panamericanos.
Compõem o quarteto ainda Raphael e Arthur, atuais campeões do Circuito Paranaense 2008/2009, e entre as 15 melhores duplas do Brasil em 2009.
Já na equipe adversária, Jorge Edson comanda o quarteto. Ele foi campeão olímpico em Barcelona em 1992, campeão da Superliga, e hoje é técnico do Sion/Nutry em Curitiba.
Ao lado de Jorge Edson, jogará João Paulo, jogador de Superliga das equipes de Maringá. Completam o quarteto Léo e Edu Bandeira, irmãos que jogam juntos, são atuais vice líderes do Circuito Estadual 2009/2010 e os melhores colocados no Estadual do Banco do Brasil de 2009.
O jogo será disputa em dois sets vencedores de 21 pontos, e haverá ações promocionais, distribuição de brindes para o público que estiver presente na arena da RIC TV na praia de Guaratuba ao lado do Morro do Cristo.
Desafio Fantástico
Nas areias de Caiobá haverá um desafio fantástico. Um jogo 4×4 pela manhã as 10h00min e dois jogos a partir de 17h00min. No desafio 4×4 participam os atletas com melhor desempenho no Vôlei de Praia nas competições organizadas pela Paraná Esporte em 2009. As duplas campeãs nos Jogos Colegiais, Jogos da Juventude e Jogos Abertos do Paraná vão compor os dois quartetos.
Serão oito atletas nos naipes feminino e masculino que farão três apresentações na arena da Paraná Esporte, em Caiobá. Às 10h, partida mista, com quatro atletas para cada lado. O desafio terá transmissão da TV Educativa para todo o Brasil. Às 17h acontece partida no feminino e, às 17h30, confronto no masculino. O objetivo do Desafio Fantástico é valorizar os campeões do Paraná.
Confirmados para o Desafio Fantástico as atletas Dirce Lara, Andressa Chacorowski, Juliana Paula Simões e Sandressa Lorandi. No masculino, os atletas Rodrigo de Oliveira, Felipe Cavazin, Daniel Lazzari e Felipe Queiroz do Vale.
Circuito Paranaense
A maioria dos atletas que estarão disputando os dois desafios neste domingo disputará a etapa do Circuito Paranaense de Vôlei de Praia em Guaratuba a partir do dia 22 de janeiro. A etapa de Guaratuba será realizada na praia do Morro do Cristo na Arena da RIC TV.
Peneiras de Voleibol
l A equipe de Londrina realizará peneira para formar base em 2010. Será no dia 23 de janeiro a partir das 14 horas no Ginásio Moringão.
l A equipe da Liga de Voleibol de Guarapuava realizará peneira de voleibol para o ano de 2010, no dia 30 de janeiro de 2010, no Ginásio de Esportes Aldebaran de Rocha Faria (Ginásio Santa Terezinha), a partir das 17:00 hs no naipe feminino. A Liga de Voleibol de Guarapuava oferece às atletas: bolsa de estudos em colégio particular; ajuda de custo para sua manutenção na cidade; alimentação e moradia. A equipe dispõe de excelentes condições de treinamento com a comissão técnica composta por técnico nível III da Confederação Brasileira de Voleibol, preparador físico e auxiliares técnicos, participação de vários campeonatos como: jogos colegiais; jogos da juventude e campeonato da federação paranaense de voleibol.
l No dia 27 de janeiro, quarta-feira. Meninas nascidas em 1995 (15 anos) Horário na parte da manha: 09hs às 12hs, tarde das 15hs às 18hs. * No dia 28 de janeiro, quinta-feira. Meninas nascidas em 1994 (16 anos) Horário da manha: 09hs às 12hs, tarde das 15hs às 18hs. * No dia 29 de janeiro, sexta-feira. Meninas nascidas em 1993 (17 anos) Horário da manha: 09hs às 12hs, tarde das 15hs às 18hs. OBS: Todas as atletas dentro da sua idade receberam alimentação no dia do teste e local para descanso. Atleta que venham juntas com idades diferentes será oferecido um local para alojar, (cada atleta devera trazer roupa de cama, higiene pessoal e cada atleta devera custear suas passagens ate Camboriú) CONTATO: 47 – 9992-8282 / doriedsondovolei@hotmail.com Outrossim, coloco-me a disposição para quaisquer informações e/ou esclarecimentos que se fizerem necessário. Sem mais para o momento, aproveito o ensejo para apresentar ao Senhor, expressões de consideração e apreço. Atenciosamente, ______________________ Doriedson Garcia Pereira Presidente Associação de Voleibol de Camboriú CREF 4465-P/SC CBV Nível III Rua: Pedro Honorato Amorim, n° 580, Bairro Centro Fone: (47) 9992-8282
l O Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa realizará peneira de voleibol masculino visando a formação das equipes competitivas para 2010. Esta peneira inclui as equipes de aperfeiçoamento e de competição, ou seja, para os períodos de treinamento da manhã e da tarde.
Dia 26/01 – Terça-feira – às 13h00 –
Nascidos em 1997/1998/1999 – (Cat. Iniciantes e Pré Mirim),
Nascidos em 1994/1995 - (Cat. Infantil)
Dia 27/01 – Quarta-feira – às 13h00 –
Nascidos em 1996 - (Mirim),
Nascidos em 1992/1993 - (Infanto Juvenil)
Comparecer com uniforme de treino (camiseta, calção, tênis e meia) e documento de identidade.
Os benefícios oferecidos pelo Centro Olímpico aos atletas das equipes de competição aprovados nas peneiras são os seguintes:
* Bilhete Único (para todos os dias de treinos e jogos)
* Lanche após treinos
* Tratamento Fisioterápico (Centro de Traumatologia do Esporte/Unifesp)
* Assistência Médica (Clínico Geral, Ortopedista, Cardiologista, Pediatra)
* Exames laboratoriais
* Setor de Fisiologia
* Assistência Odontológica
* Nutricionista
* Psicólogos
* Assistente Social
* Uniforme de treino
Todos os atletas interessados em participar das peneiras em ambos os dias deverão retirar no Departamento de Atendimento ao Público do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, sito a Avenida Ibirapuera, 1315, telefone 3396 6452, a ficha de inscrição específica de nossa modalidade do dia 18 à 22 de Janeiro, ou acessar o site www.adcentroolimpico.com.br
Redirecionr para o NING e procurar no item notícias EVENTOS, e no calendário achar as datas das peneiras e solicite a impressão do REQUERIMENTO, sendo que os atletas que irão participar da peneira terão que apresentá-la no dia do respectivo teste com a assinatura do responsável legal e mais seu documento de identificação.
l A equipe de Voleibol do Ibirapuera de São Paulo estará realizando sua peneira no mês de Janeiro para formação de suas equipes masculinas e femininas que participarão dos campeonatos organizados pela Federação Paulista de Volleyball em 2010.
Os interessados deverão comparecer ao Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiro, localizado na Rua Abílio Soares n. 1300, Ibirapuera – São Paulo, com cédula de identidade ou certidão de nascimento, além do material de treino conforme dias e horários referentes à sua categoria.
Obs: Atletas de outras cidades só terão direito ao alojamento em caso de serem selecionados na peneira.
Masculino – Dia 20/01/10 (Quarta-feira)
às 14h (Nascidos no ano de 94 e 95)- Infantil.
às 16h (Nascidos no ano de 92 e 93)- Infanto.
Feminino – Dia 21/01/10 (Quinta-feira)
- às 14h (Nascidas no ano de 95 e 96)- Infantil.
- às 16h (Nascidas no ano de 93 e 94)- Infanto.
Dúvidas ou mais informações entrar em contato pelo telefone (11) 3887-3500 – Ramal 208 (Falar com Marília ou Flávio)
l Realizada anualmente em dezembro, a peneira revelou grandes estrelas do vôlei nacional, como Gustavo, Ricardinho, Rodrigão, Murilo, Marcelo Negrão e Giovane, entre outros. A 26ª edição, no entanto, está adiada por tempo indeterminado. O motivo é a falta de patrocínio.
Sem um investidor garantido para 2010, o Brasil Vôlei / São Bernardo não quer correr o risco de selecionar jogadores sem a definição da formação das equipes de base (juvenil e infanto-juvenil). “Não vamos dar falsas esperanças à garotada. Não podemos realizar a peneira sem a certeza de que teremos as equipes”, destaca o presidente do Brasil Vôlei / São Bernardo, José Montanaro Jr. “Espero que em janeiro tenhamos boas definições para aí sim realizarmos o processo seletivo.”
Ex-jogador da seleção brasileira e medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, Montanaro lamenta a situação, mas nutre esperanças na captação de recursos. “Este trabalho de base deve ser sistemático. Por isso fizemos a peneira em 25 edições consecutivas. O intervalo de alguns anos pode interromper o ciclo e aí perde-se uma geração.”
Ainda segundo o presidente, o custo mensal para manter um atleta de base chega aos R$ 4.500,00. “Na peneira recebemos jovens de todas as regiões do Brasil, de todas as classes sociais. Além do salário (Lei Pelé), damos bolsa de estudo integral, moradia, alimentação, transporte e demais auxílios. O esporte de alto-rendimento, mesmo que de base, é caro. Por isso precisamos de parceiros para viabilizar nossos projetos”, contabiliza.
Nas equipes de base, o Brasil Vôlei / São Bernardo possui 32 jogadores. A idéia inicial da diretoria para 2010 era, inclusive, formar um time infantil, aumentando o número para 47 atletas. “Sem os patrocinadores não conseguiremos manter nem a base atual”, revela Montanaro.
Desde a primeira edição, em 1983, cerca de 20 mil jovens passaram pela peneira. Somente em 2008, 661 candidatos de todo o Brasil participaram do processo de seleção. Entre eles, dois foram selecionados para integrar a equipe juvenil do Brasil Vôlei (campeã paulista, em outubro) e outros 10 ingressaram na infanto-juvenil (vice-campeã estadual, em novembro).
Campeões mundiais com a Seleção Brasileira Juvenil neste ano, os opostos Renan e Najari, o ponta Ygor e o meio-de-rede Isac foram alguns dos que participaram da peneira nos últimos anos. Hoje o quarteto já integra a equipe principal do Brasil Vôlei / São Bernardo
Bernardinho elogia Bruno: ”É difícil substituir Maurício e Ricardinho’

Técnico da seleção comemora título de melhor levantador conquistado pelo filho. Serginho é eleito o melhor líbero da Copa dos Campeões
Em agosto de 2008, as lágrimas de Bruninho eram o retrato do tamanho da decepção de um grupo campeão que se via fora daquele que foi seu lugar por longos anos: o alto do pódio olímpico. O que ele não poderia imaginar é que se tornaria o maestro do retorno ao topo, ainda que de um torneio não tão importante, um ano depois. De quebra, ainda deixou a Copa dos Campeões com o título de melhor levantador da competição.
- Foi uma surpresa. Tirando o Serginho, que na maioria das vezes acaba levando, o Brasil dificilmente tem destaques individuais. É um time muito forte, um conjunto onde ninguém se destaca sozinho. Fico feliz em retribuir a froça e confiança que os jogadores me deram e dedico esse prêmio a eles – disse Bruninho, estendendo o agradecimento pela conquista à mãe, irmãos e avós quer ficaram no Brasil.
Ao pai, o técnico Bernardinho, coube o abraço apertado.
- Eu só pego no pé dele, por isso que não dedicou a mim o título – brincava o treinador. – Ele jogou muito bem. Esteve um mês parado por causa da mão e soube tirar forças. O importante é que o grupo desenvolveu uma confiança nele. É uma herança muito pesada substituir Maurício e Ricardinho, grandes da história do vôlei mundial. Isso náo é simples. Ele tem que conquistar a confiança dos jogadores, saber viver esse momento e saber levar o time onde ele tem que chegar – afirmou Bernardinho.
Além do jovem levantador, Serginho também foi eleito o melhor líbero da competição. Ele não escondeu a satisfação pela conquista de Bruninho.
- Eu nunca espero ganhar prêmios individuais porque a gente precisa ganhar no coletivo. Fiquei contente pelo Bruninho, por ter sido reconhecido como melhor levantador – disse.
Brasil passa pelo Irã e se mantém 100% na Copa
Quem imaginou que o Brasil teria facilidade para vencer o Irã, nesta quinta-feira (19.11), pela Copa dos Campeões, cometeu um grande engano. O atual campeão da competição, que busca o tricampeonato, teve que suar para vencer a seleção iraniana por 3 sets a 1 (25/22, 25/18, 23/25 e 25/19), em 1h43 de jogo, no ginásio municipal de Osaka, no Japão, e assim garantir os 100% de aproveitamento.
Nesta sexta-feira (20.11), não haverá jogos, já que todas as equipes viajarão para a cidade de Nagoya, onde serão disputadas as demais partidas da competição. O próximo confronto brasileiro será diante da Polônia, atual campeã europeia, no sábado (21.11), às 1h30. A partida terá transmissão ao vivo do canal Sportv.
Ciente de que não viu a melhor atuação de sua equipe, o técnico Bernardinho, que entrou com uma equipe diferente nesta quinta – sem Giba e Lucas –, fez questão de amenizar os erros de hoje, mas sem escondê-los.
- Estivemos abaixo de nosso potencial. O time não foi tão agressivo e, em alguns momentos, pode ter pensado que nossa experiência decidiria o jogo. Isso não aconteceu. Tivemos que jogar duro contra eles até o fim para vencer. Aí entra o mérito de nossos adversários. Em todos esses anos a frente da seleção brasileira, eu nunca havia enfrentado o Irã. É um time bom, que mostra muita vontade em quadra e que possui uma boa defesa e um bom bloqueio. Impressionei-me realmente – afirma Bernardinho, pensando já nos poloneses.
- Não gostei da postura do Brasil. Espero que consigamos recarregar as baterias para o confronto com os poloneses. Esse time venceu campeonato europeu e possui bons jogadores, técnicos, além de meios-de-rede fortes – explica o técnico Brasileiro.
Sem contar com a experiência do capitão Giba, o outro ponteiro, Murilo, assumiu no fim do jogo o papel de líder em quadra. No entanto, ele fez questão de ressaltar que o time não sentiu a falta dos atletas poupados.
- Sei que não fizemos nossa melhor partida hoje, mas o importante é ganhar. Estamos numa competição curta e é isso que conta. Nosso grupo é formado por 14 grandes jogadores, todos em condições de entrar e dar conta do recado. O Brasil possui muitos talentos e esse é motivo de estar sempre brigando para estar entre os melhores – diz Murilo.
Autor de sete pontos diante do Irã, o meio-de-rede Rodrigão tentou explicar o motivo de o Brasil ter passado um pouco de sufoco em alguns momentos.
- Em alguns momentos, quando se está ganhando, acontece de o time dar uma desconcentrada. Além disso, não conhecíamos o time iraniano. Esse fator complica um pouco para qualquer um – analisa Rodrigão.
O maior pontuador da partida foi o oposto brasileiro Leandro Vissotto, que assinalou 21 pontos, sendo 18 de ataque, um de bloqueio e dois de saque. Pela seleção iraniana, o maior pontuador foi também um oposto, Karem, com 17.
O jogo
Famosa por sempre brigar por títulos nas divisões de base, a seleção iraniana começou o jogo um pouco assustada. Apesar de o Brasil cometer mais erros, o Irã não conseguia comandar o placar. Se impondo nos momentos cruciais do primeiro set, a equipe verde-amarela conseguia passar por cima do bom bloqueio adversário com bons ataques, que culminaram com a vitória por 25/22.
Comandados pelo oposto Karem e pelo levantador Marouf, o Irã voltou para o segundo set mostrando mais disposição que os brasileiros. Tendo que compensar a técnica menos apurada que a brasileira, os iranianos chegaram a liderar o placar até pouco depois da primeira parada técnica, mas acabaram sucumbindo novamente.
O Brasil melhorou seu aproveitamento de bloqueio, passou a frente no marcador e conseguiu fechar a parcial sem problemas: 25/18.
Já no terceiro set, o time brasileiro caiu de produção. Vendo uma possibilidade para conseguir ganhar ao menos uma parcial dos atuais campeões da competição, os iranianos passaram a dominar a partida. O técnico Bernardinho chegou a pedir tempo para tentar reanimar sua equipe, mas não foi suficiente: 25/23 para o Irã.
A quarta parcial foi marcada pela volta da vibração brasileira. Liderada pelo experiente ponteiro Murilo, a equipe verde-amarela voltou a dominar o jogo e conseguiu novamente uma vitória sem problemas: 25/19.
As equipes:
Brasil: Bruno (1), Leandro Vissotto (21), Murilo (13), Thiago Alves (12), Rodrigão (7), Sidão (12) e Escadinha (líbero). Entraram: Theo (2) e Marlon. Técnico: Bernardinho.
Irã: Keshavarzi (3), Kazem (17), Zarini (16), Marouflaklani (1), Mousavi (8), Nadi (3) e Mahdavi (líbero). Entraram: Gholami (4), Andalib (3) e Kamalvand (5). Técnico: H.Madani.
Atletas do Sada Cruzeiro saem da quadra e vão para o laboratório
Nesta quinta e sexta-feira, dias 19 e 20 de novembro, os atletas da equipe Sada Cruzeiro terão uma pausa nos treinamentos e vão literalmente para o laboratório de pesquisa. Eles passarão por uma série de avaliações isocinéticas no Laprev – Laboratório de Prevenção e Reabilitação das Lesões do Esporte, da UFMG. No início da temporada os jogadores fizeram estes mesmos testes. O objetivo é colher novamente dados sobre o estado físico de cada atleta. E com base nessas informações é que será planejado o trabalho do departamento médico, de fisioterapia e de preparação física da equipe, para o restante da temporada 2009/10.
Para o médico do Sada Cruzeiro, Sérgio Azeredo Campolina, os resultados desse acompanhamento são muito significativos e já estão fazendo diferença no dia-a-dia.
- São exames de membros superiores e inferiores, para avaliar a melhora do equilíbrio muscular e verificar vícios de movimento, que acabam ocasionando lesões. Com os primeiros testes, feitos no início da temporada, a equipe realizou um trabalho preventivo. O resultado foi muito bom, pois não tivemos nenhum problema de lesão crônica que tirasse um atleta dos treinos. Com o grande número de jogos da Superliga este trabalho é ainda mais importante – destaca.
Comandado pelo treinador Marcelo Mendez, na próxima semana o time celeste volta à quadra na preparação para a Superliga Masculina de Vôlei. A competição tem previsão de iniciar no dia 3 de dezembro, com 17 clubes de todo o país.
Adolescentes japoneses são orientados para alcançar a perfeição
Levar os times à quadra, segurar as bandeiras, devolver as bolas, limpar o chão molhado e passar o esfregão no campo de jogo são algumas das atribuições dos voluntários da Copa dos Campeões, no Japão. E tudo precisa ser feito no tempo certo, para que não tenha complicações com os horários das partidas. Por isso, antes de cada jogo, cerca de 50 adolescentes japoneses, de 15 a 18 anos, são orientados. De casaco branco e calça azul escuro, eles ouvem atentamente o instrutor para tentarem alcançar a perfeição.
Supervisoras das estatísticas da Superliga promovem curso em cinco cidades
Conhecer os critérios de avaliação técnica de todos os fundamentos do voleibol. Este é o objetivo do Curso de Avaliação Técnica no Voleibol – Sistema Superliga, que será ministrado em cinco cidades de quatro estados no mês de novembro. Entre os próximos dias 5 e 8, Florianópolis (SC), Pomerode (SC) e Montes Claros (MG) receberão o curso. Em seguida, entre 12 e 15, será a vez das cidades de Araçatuba (SP) e Volta Redonda (RJ).
Na capital catarinense, as aulas acontecerão na UNISUL. Em Pomerode, o local será o Auditório da Prefeitura Municipal. Em Montes Claros, a Faculdade ISEIB sediará o curso. Os locais de realização em Araçatuba e Volta Redonda ainda serão definidos.
As responsáveis pelo curso são as professoras Sandra Caldeira e Silvia Maria Favalli, supervisoras dos dados estatísticos da Superliga. Com 21 anos de experiência na área, Sandra também é supervisora do Sistema de Voleibol da Federação Internacional e instrutora responsável pela formação de profissionais avaliadores. Silvia atua no ramo desde 1993.
O curso é destinado aos professores e alunos de educação física, e também aos especialistas da modalidade e técnicos de equipes de vôlei. A carga horária é de 30 horas e os participantes terão aulas teóricas e práticas. Neste último caso, eles irão analisar tecnicamente três jogos durante o próprio curso.
Os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 09/10 ou em outros campeonatos que venham a ser organizados no Brasil. As inscrições poderão ser feitas até o dia 04.11 (quarta-feira), através do site www.scconsultoria.com.br.
Confira as datas e locais de realização do Curso de Avaliação Técnica no Voleibol – Sistema Superliga através do site www.scconsultoria.com.br.
Local: UNISUL – Florianópolis
Período: 5 a 8 de Novembro
Profª: Sandra Caldeira
Local: Auditório da Prefeitura Municipal – Pomerode
Período: 5 a 8 de Novembro
Prof: Gilson Daniel Del Santo
Local: Faculdade ISEIB – Montes Claros
Período: 5 a 8 de Novembro
Prof: Denis Pereira de Souza
Local: Araçatuba
Período: 12 a 15 de Novembro
Profª: Erika Bertucci
Local: Volta Redonda
Período: 12 a 15 de Novembro
Prof: Denis Pereira dos Santos

Alunos do Curso em Santo André
Começa 1ª Copa Cativa/Oppnus de Vôlei
Santa Catarina receberá quatro grandes times da elite do voleibol brasileiro com a realização da 1ª Copa Cativa/Oppnus que se dividirá entre Brusque e Pomerode, cidades que respondem pelo único time do Sul do Brasil com presença confirmada na Superliga Feminina 2009/2010. A disputa inicia nesta quarta-feira (22/10) e vai até sábado (24/10). Em quadra, além das meninas da casa, as equipes BMG/Sport Recife, Praia Clube/Uberlândia e Usiminas/Minas T.C. A competição será uma prévia do que virá pela frente na principal disputa do vôlei nacional.
O sistema de disputa definido é o de jogo contra todos e quem obtiver o maior número de pontos será o campeão. Como critério de desempate, ficou assim: 1º – set average, 2º – pontos average e 3º – confronto direto.O cerimonial de premiação será após a última partida, na Arena Brusque, onde serão entregues os troféus Cativa Têxtil, Oppnus Jeans e Fundesporte. A organização da 1ª Copa Cativa/Oppnus é da AD Brusque, AD Pomerana e Federação Catarinense de Voleibol. O patrocínio é da Cativa Têxtil, Oppnus Jeans, All Shopping e Fundesporte. Apoio: Prefeituras de Brusque e Pomerode e Clube Bandeirantes.
Tabela oficial
| Nº Jogo | Data | Horário | Local | Cidade | Equipe A | X | Equipe B |
| 1 | 22/out | 18:30 | Ginásio Bandeirantes | Brusque | Usiminas/Minas | X | Praia Clube/Uberlândia |
| 2 | 22/out | 20:30 | Arena | Brusque | Cativa/Oppnus | X | BMG/Sport |
| 3 | 23/out | 18:00 | Ginásio Ralf Knaesel | Pomerode | Usiminas/Minas | X | BMG/Sport |
| 4 | 23/out | 20:00 | Ginásio Ralf Knaesel | Pomerode | Cativa/Oppnus | X | Praia Clube/Uberlândia |
| 5 | 24/out | 13:30 | Arena | Brusque | Praia Clube/Uberlândia | X | BMG/Sport |
| 6 | 24/out | 15:30 | Arena | Brusque | Cativa/Oppnus | X | Usiminas/Minas |
Grupos fechados para a Fase Final dos Jogos Abertos do Paraná
Voleibol
Divisão A
Feminino (7 municípios)
Grupo A – 1. Ponta Grossa, 2. Maringá, 3. Prudentópolis e 4. Campo Mourão
Grupo B – 1. Cascavel, 2. Araucária e 3. I taperuçu
Masculino (8 municípios)
Grupo A – 1. Maringá, 2. Araucária, 3. Umuarama e 4. Sarandi
Grupo B – 1. Ponta Grossa, 2. Cascavel , 3. Marechal Cândido Rondon e 4. Itaperuçu
Divisão B
Feminino (7municípios)
Grupo A – 1. Francisco Beltrão, 2. São Miguel do Iguaçu, 3. Piraí do Sul e 4. São José dos Pinhais
Grupo B – 1. Pitanga, 2. Pato Branco e 3. Rolândia
Masculino (10 municípios)
Grupo A – 1. Francisco Beltrão, 2. Londrina, 3. Apucarana e 4. Cianorte
Grupo B – 1. Toledo, 2. Pato Branco e 3. Colombo
Grupo C – 1. Palmeira, 2. Astorga e 3. Assis Chateaubriand
Vôlei de praia
Feminino (11 duplas)
1. Apucarana D1, 2. Araucária D1, 3. Cascavel D1, 4. Londrina D1, 5. Maringá D1, 6. Mar ingá D2, 7. Paranaguá D1, 8. Ponta Grossa D1, 9. Ponta Grossa D2, 10. Toledo D1 e 11. Cascavel
Masculino (13 duplas)
1. Campo Mourão D1, 2. Campo Mourão D2, 3. Cascavel D1, 4. Londrina D1, 5. Maringá D1, 6. Maringá D2, 7. Palmas D1, 8. Paranavaí D1, 9. Ponta Grossa D1, 10. Ponta Grossa D2, 11. Toledo D1, 12. Paranaguá e 13. Cascavel.
A programação está disponível no site da Paraná Esporte:
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/fase.php?fase=2&cmbRegional=9&TipoDoc=2
O Entusiasmo do treinador não baixa pelo fraco desempenho da equipe brasileira juvenil
Percy Oncken é um treinador muito experiente na área de juniores, talvez o mais bem sucedido do mundo.
Ele recolheu sete títulos no total com o Brasil em campeonatos do mundo juvenil e júnior.Seu último sucesso veio em 9 de agosto com os juniores no Campeonato Mundial na Índia, onde eles derrotaram Cuba por 3-2, na final.
Desde o início de 1990, Oncken tem alternado como a cabeça dos meninos e jovens das equipas nacionais do Brasil.Muitas estrelas, incluindo Gilberto Godoy Filho, mais conhecido como Giba, que aperfeiçoou suas habilidades sob a tutela do Oncken.
Mas nos últimos dias até mesmo veterano como Oncken aprendeu uma nova lição ou duas. Campeonato do Mundo na Itália, o Brasil caiu para o terceiro lugar em sua zona na primeira fase após derrotas para a Rússia (0-3) e Índia (2-3), deixando-os sem lutar por um pódio familiar, mas para um 9 º lugar para 16.Independentemente da forma como a equipe sai daqui em diante, o seu desempenho no torneio de 2009 ficará na história como o pior da Seleção do Brasil. Em 10 viagens anteriores ao Campeonato Mundial Juvenil, o Brasil conquistou o título seis vezes e terminou como vice-campeão uma vez, colocou uma quinta e sétima duas vezes. E quase toda vez que Percy Oncken estava envolvido.
“Isso é novo para mim”, admitiu o treinador de 49 ano de idade, que acrescentou, com o devido respeito, que outras nações estão habituados a jogar para o prêmio de consolação a esses torneios. “Mas para o Brasil é algo desconhecido.”
Para ser justa, a zona do Brasil no Jesolo era considerado o Grupo da Morte na fase preliminar, com o técnico russo Sergei Shlyapnikov dizendo que ele teria preferido ter sido arrastado para um grupo mais fácil antes do torneio.
Mas então a Rússia derrotou o Brasil em dois sets para cima, ganhou a zona e agora está marchando para as semifinais, enquanto os sul-americanos estão a tentar tirar o máximo proveito de sua situação desconhecida.
“É difícil para os nossos meninos para motivá-los para estes jogos e concentrar-se bem”, disse Oncken.”Mas isso deve vir de considerar os jogos programados em uma nova luz. Eu disse a eles que temos agora cinco jogos para jogar, a partir do qual podemos aprender para o futuro.”
Oncken disse que ainda acredita em seus jogadores mais jovens, embora ele tenha o cuidado de fazer um prognóstico sobre se algum deles se tornará nos heróis olímpicos de amanhã, como Giba é agora.
O Técnico da Seleção Sênior Masculino do Brasil Bernardo Rezende incorporou muitos jovens jogadores em seu elenco atual como ele olha adiante para Olimpíadas de Londres 2012.
“Há tantos jogadores talentosos, entre 20 a 23 anos que são, talvez, até mesmo bons o suficiente para dois ciclos olímpicos”, disse Oncken.
Uma coisa ele está certo: O fim do Campeonato Mundial vai trazer mudanças para Oncken.
“Este ano eu tinha quatro sessões de treinamento a cada dia – com os dois meninos, duas com os juniores. É demais”, disse ele.
Ao retornar ao Brasil, Oncken está agendado para se reunir com a cúpula da Confederação Brasileira de Voleibol.Oncken disse que quer se concentrar no próximo ano, em apenas uma equipe, seja com os meninos ou os juniores, ele não tem preferência.
Oncken, no entanto, está longe do fim de sua carreira como treinador, função que continua a dar-lhe uma grande alegria.
“Meu foco continua a ser a criação de Gibas mais para o futuro …”
Finais da Liga Mundial na Sérvia
Sérvia sediará as Finais da World League
A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) anunciou nesta quarta-feira que a Sérvia é a sede da fase final da Liga Mundial do ano que vem.
A fase será realizada de 22 a 26 de julho, na Arena de Belgrado, na capital sérvia.
A Sérvia disputada a honraria de receber a decisão com os EUA e a China.
As 16 seleções nasculinas que participarão da Liga 2009 são:
Sérvia, EUA, Itália, Brasil, Polônia, Finlândia, Venezuela, China, Rússia, Japão, Cuba, Bulgária, França, Coréia, Argentina e Holanda.
Ball cai na Champiom League
O cubano Marshall MVP do Jogo
Com 11 pontos marcados, o ponta brasileiro João Paulo Bravo juntamente com o oposto Leonel Marshall, ajudaram o Pianceza a derrotar o Zenit Kazan, da dupla americana Lloy Ball e Clayton Stanley, na casa do adversário na Rússia.
O confronto foi pela Liga dos Campeões da Europa, a Champion League.
O jogo foi 3 sets a 1, com parciais de 22-25, 25-23, 25-22, 25-22.
O destaque do jogo foi o oposto cubano Leonell Marshall, do Piacenza, autor de 23 pontos e eleito o MVP do confronto.
O ponto negativo do jogo foi uma contusão do levantador italiano Meoni ainda no primeiro set.
Mas seu substituto, Boninfante, conseguiu dar conta do recado e guiar o time à vitória.
Dante derrota Giba
Dínamo de Moscou
Domingo de festa para o Dínamo de Moscou, campeão da Copa da Rússia 2008. Festa de Dante, ponta brasileiro que é o destaque da equipe de vôlei da capital.
O Dínamo venceu o Iskra Odintsovo, do ponta Giba, e ficou com a taça da competição, que reuniu, no último fim-de-semana, as quatro melhores equipes do país em Novosibirsk, onde foram disputadas as semifinais e a decisão do campeonato.
Depois de derrotar o Kazan, sábado, o Dínamo, atual campeão russo, virou o jogo contra o Iskra e venceu por 3 a 1 (parciais de 23-25, 25-18, 25-20 e 26-24), e Dante comemorou seu primeiro título na Rússia.
- Foi uma partida linda, muito bem disputada, um jogo de ataques, com os dois times jogando em alto nível. Foi emocionante - lembra o goiano.
- Para mim, esse título foi importante demais, porque, logo no meu primeiro ano, na minha primeira competição, já fomos campeões e diante de um dos maiores rivais do Dínamo.

Iskra Odintsovo
Vamos comemorar muito esse título, um resultado que nos dá ainda mais força para seguir em busca dos títulos do Campeonato Russo e da Liga dos Campeões - completou ele, medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-2004 e de prata nas Olimpíadas de Pequim-2008.
O Dínamo de Moscou, de Dante, é o líder do Campeonato Russo 2008 / 2009, lutando pelo bicampeonato, e é líder invicto e isolado após duas rodadas do Grupo B da Liga dos Campeões.
Técnico cria “Stanley de Aço”
"Stanley de Aço"
Com saques de até 118km/h, o oposto norte-americano Clayton Stanley, de 30 anos, foi o maior algoz da derrota da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei na final da Olimpíada de Pequim, por 3 a 1, de virada, em agosto. A tática era simples: mandar as “bombas” – geralmente em cima do principal atacante verde-amarelo, Giba – para tentar tirar a bola das mãos do levantador Marcelinho e acabar com o principal trunfo do time de Bernardinho, a velocidade, seja pelas pontas, seja pelo meio. Qualquer equipe que vai enfrentar os campeões olímpicos em Atenas 2004 e bicampeões mundiais sabe que o caminho para a vitória é esse.
O difícil sempre foi conseguir acertar a quadra brasileira com saques fortes e potentes, sem errar e de forma seguida. Mas foi o que os EUA fizeram, especialmente Stanley, para tirar o ouro da geração mais vitoriosa da história do esporte. Segunda-feira, os jogadores do Vivo Minas tiveram um encontro com um Stanley em forma de robô, uma máquina de saque adaptada pelo técnico Antônio de Resende, o Toninho, e testada pela primeira vez em um clube do Brasil.
Toninho teve contato com a máquina no início do ano, na Espanha, onde passou os últimos nove meses treinando a Seleção Juvenil do país. Assistente-técnico de Percy Oncken na Seleção Juvenil do Brasil, campeã mundial ano passado, ele enviou informações técnicas sobre o equipamento a um amigo, que tem uma indústria de metal, e o primeiro modelo ficou pronto há alguns dias.
- A potência da máquina é regulável, o que permite treinar equipes mirins femininas até adultas masculinas. Atende a todas as categorias. Também conseguimos programá-la tanto para saques viagem quanto flutuante. Além disso, pode ser usada para treinar defesa, se a colocarmos perto da rede. Ela chega até 3,20m, média de altura do alcance dos ataques no masculino. É uma arma interessante no treinamento de recepção. Dificilmente, conseguimos reproduzir, nos treinos, a força de um ataque ou saque adversário durante o jogo tantas vezes seguidas – explica Toninho.
A máquina funciona como um canhão e é operada por uma pessoa em cima de uma mesa. A altura pode ser regulável e a pessoa direciona os “tiros” de acordo com a tática escolhida pelo treinador: em cima do líbero, do principal atacante, com força no fundo da quadra ou flutuante perto da rede. O “Stanley de metal” ainda está sendo testado, tanto que Toninho ainda não tem detalhes como preço, número de saques por minuto e velocidade máxima da bola.
Árbitro pra quê??
É REALMENTE NECESSÁRIO ALGUÉM PARA CONDUZIR UMA PARTIDA DE VOLEIBOL?

Arbitragem Brasileira na Liga Mundial
Em função da importância dos eventos, e principalmente ao “ RESPEITO “ aos que deles participam, aqueles que estão designados para conduzir o bom andamento das partidas, os Árbitros, devem estar preparados para cumprir seus deveres, entendendo o significado e a importância do seu desempenho.
Arbitrar não consiste simplesmente em conduzir uma partida, a competência exigida ao Árbitro, é adquirida por intermédio de experiência adquirida na participação de eventos de voleibol durante anos. ( Imagine um jogo, sendo arbitrado por uma criança, sem conhecimento, sem responsabilidade, inocente dos seus atos ).
O Árbitro, deverá tratar a todos com respeito e manter distância dos atletas, eliminando assim qualquer dúvida sobre a sua neutralidade. ( Imagine um jogo, com um dos seus adversários arbitrando ).
O Voleibol não é jogado apenas para a satisfação dos jogadores, sem platéia, e sim para um público que igualmente merece o “respeito” pelo bom andamento do espetáculo.
O Árbitro é imprescindível na Competição, seu dever é ajudar na retaguarda dos jogos e conduzir as partidas com imparcialidade e conhecimento.
O Árbitro deve ser uma parte integrante do jogo, ele deve ser um especialista, trabalhando para o jogo e jogadores, e somente se for absolutamente necessário tomará uma ação negativa, intervindo somente quando houver absoluta necessidade.
Ao Árbitro se exige uma postura ética, esta postura pode ser definida por alguns aspectos:
· Boa comunicação para os Esclarecimentos;
· Conhecimento das Regras do Regulamento;
· Consistência para a aplicação da Regras;
· Capacidade de tomar Decisões.
Para uma “ Boa Arbitragem “ é imprescindível uma decisão clara é rápida, demostrando a todos, o conhecimento da Regra e que sua decisão foi acertada, e assim inibindo qualquer tipo de reclamação, e problemas com o espetáculo.
O Árbitro, se encontra sempre sob pressão e sua capacidade será colocado à prova, pois é sua, a responsabilidade de aplicar a regra da forma correta, e isso permite ao Árbitro não ter medo de errar, e assim como é interesse de todos, a Competição estará fadada ao sucesso, sempre!!
Técnico campeão olímpico troca seleção masculina pela feminina
Neozelandês assume comando da equipe após saída de chinesa Lang Ping

Hugh McCutcheon
Hugh McCutcheon passará a comandar equipe feminina dos Estados Unidos. O técnico Hugh McCutcheon, campeão olímpico em 2008 com a seleção masculina de vôlei dos Estados Unidos, trocou de equipe, mas continuará a defender o mesmo país. A Federação Americana de Vôlei informou nesta segunda-feira que o neozelandês é o novo treinador de sua equipe feminina.
McCutcheon comandará a seleção até as Olimpíadas de Londres, em 2012. Em 2008, as americanas chegaram à decisão dos Jogos, quando foram derrotadas pelas brasileiras. Após a prata, a ex-técnica da equipe, a chinesa Lang Ping, optou por não renovar seu contrato.
Já o time masculino garantiu o ouro em Pequim ao vencer justamente o Brasil na final. O resultado foi particularmente especial para McCutcheon, cujo sogro morreu após um ataque brutal na capital no primeiro dia dos Jogos. A seleção americana também conquistou o título da Liga Mundial de 2008. Ainda não foi divulgado qual será o novo técnico da equipe.
Sub-21 do Circuito Banco do Brasil tem 1º Etapa em Ponta Grossa – PR
Serão conhecidos neste DOMINGO (03.05) os primeiros campeões da temporada 2009 do Circuito Sub-21 Banco do Brasil Vôlei de Praia. No último dia de jogos da primeira etapa da temporada, será realizada a fase final dos torneios masculino e feminino.

Circuito Sub-21 Banco do Brasil
As disputas no Parque Ambiental, em Ponta Grossa (PR), serão iniciadas às 8h. A decisão feminina está marcada para 12h e a masculina começará às 12h40. A entrada é gratuita.
Neste SÁBADO (02.05) foi realizada a fase classificatória, com doze partidas no torneio masculino e 12 jogos para as mulheres. As parcerias foram dividadas em quatro chaves com três integrantes cada e enfrentaram os rivais dos próprios grupos. As duas duplas mais bem colocadas em cada chave avançaram para a fase eliminatória.
No torneio feminino, a programação de jogos começará às 8h, com dois duelos válidos pelas quartas-de-final: Fernanda Nunes/Patrícia Wink (RJ) – 1º do grupo B – x Deise Ribeiro/Isabella Macedo (PR/RJ) – 2º do grupo C – e Júlia Schmidt/Marcella Daniel (ES) – 1º do grupo C – x Mariana Barros/Natasha Bastos (PB) – 2º do grupo B.
Às 9h20, será iniciada a segunda rodada das quartas, com mais dois confrontos: Amanda Maltez/Natasha Borges (RJ) -1º do grupo A – x Gabby/Carol (RJ) -2º do grupo D – e Bruna Motta/Flávia Moura (RJ)- 1º do grupo D – x Eunyce/Ingrid (AL/RJ) – 2º do grupo A. As semifinais estão programadas para as 10h40 e a disputa de terceiro lugar e a decisão para as 12h.

Lance do Torneio
No masculino, as disputas começarão às 8h40, com dois jogos pelas quartas: Gabriel Pereira/Marcus Vinícius (RJ)- 1º da chave B – x Raposo/Jefferson Pereira (RJ) -2º da chave C – e Marcos Cabral/Daniel Souza (RJ) -1º da chave C – x Leonardo/Anderson Melo (RJ) – 2º da chave B.
Às 10h, mais dois duelos pelas quartas: Álvaro Filho/Vitor Felipe (PB)- 1º da chave A – x Ramon Ferreira/Paulo Victor (RJ) – 2º da chave D – e Josias/Jô (PB) -1º da chave D – x Cacau/Marcus (PE) -2º da chave A. As semifinais acontecerão a partir das 11h20 e a decisão e a disputa de primeiro lugar às 12h40.
O torneio na cidade paranaense é o primeiro dos seis programados para a temporada 2009. Depois do Paraná, a competição passará pelo Guarujá (SP), de 29 a 31 de maio, Palmas (TO), de 12 a 14 de junho, Cabo Frio (RJ), de 10 a 12 de julho, Aracaju (SE), de 23 a 25 de outubro, e Santa Cruz do Sul (RS), de 20 a 22 de novembro.
Paraná Esporte reúne Federações
Representantes de federações esportivas com modalidades nos Jogos Oficiais do Paraná se reuniram com dirigentes da Paraná Esporte para detalhar assuntos referentes às competições da temporada de 2009. O encontro foi na sede da Paraná Esporte, nessa quinta feira (23/04).
“É muito importante esta aproximação com as federações. Necessitamos do apoio de todos para o bom desenvolvimento dos jogos, e estas entidades nos dão um uma cobertura importante com sugestões técnicas e com suas equipes de arbitragens”, agradece Ricardo Gomyde, diretor-presidente da Paraná esporte.

Representantes das federações no Auditório da Paraná Esporte.
Na reunião foram informados os locais e datas dos jogos organizados pela Paraná Esporte, este ano: Jogos Colegiais, Jogos da Juventude, Jogos Abertos e Jogos Universitários, além dos Jogos Abertos Brasileiros e Olimpíadas Escolares (alunos de 15 a 17 anos), que também serão realizados no Paraná. Ainda haverá a participação nas Olimpíadas Universitárias e Olimpíadas Escolares (12 a 14 anos), em Fortaleza (CE) e Juiz de Fora (MG), respectivamente.
Segundo Marco Aurélio Saldanha Rocha, diretor de Esportes da Paraná Esporte, foram repassadas informações gerais quanto a participação das equipes de arbitragens nos jogos e seus procedimentos nos eventos. “Deixamos claro para todas as federações sobre os precedimentos legais que temos que cumprir. Com o apoio de todas elas, faremos nossos eventos com sucesso total”, espera Marco Aurélio.
Os dirigentes das federações gostaram do encontro e das propostas apresentadas para a qualidade das arbitragens. “É importante esta abertura que a Paraná Esporte dá para as federações, para trabalhamos unidos”, avalia Amarildo Rosa, presidente da Federação de Basquete. “Muitos esclarecimentos foram dados neste encontro, e a união entre as federações é importante também para os eventos”, reconhece João Artur Blum Lima, membro da Comissão de Arbitragem da Federação Paranaense de Futebol de Salão.
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Calendários Esportivos do Estado
CALENDÁRIO DA FEDERAÇÃO PARANAENSE DE VOLLEY-BALL
CALENDÁRIO DA PARANÁ ESPORTE
http://www.paranaesporte.pr.gov.br/arquivos/File/DIRES/CALENDARIOatualizado0604.pdf
Coordenação Técnica divulga o cronograma de Fase Regional
Os 56º Jogos Colegiais do Paraná – Fase Regional de Marialva de 08 à 14/05/2009, a Coordenação Técnica divulga o cronograma das modalidades em disputa:
Salto do Lontra pronto para a Regional dos JOCOP´S

Jocops 2009 em Salto do Lontra
Foram confirmados 32 estabelecimentos de ensino (6 Apaes) na fase regional dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná, em Salto do Lontra, de 8 a 14 de maio. Representam sete municípios que compõem o Núcleo Regional de Educação – NRE – de Dois Vizinhos. Serão aproximadamente 1.300 atletas, professores, acompanhantes e comissão organizadora.
Esses número foram definidos no congresso técnico, no Clube SERJL, na última terça-feira (28/4). A reunião serviu principalmente para a inscrição, confirmação das equipes e sorteio dos grupos, ou seja, divulgação dos confrontos. Outros dados importantes também foram repassados, como a apresentação da comissão executiva municipal, comissão técnica, infra-estrutura para os jogos, boletim informativo e esclarecimento de dúvidas dos participantes sobre o regulamento.
Estarão em disputa na fase regional as modalidades de futebol, futsal, atletismo, xadrez, tênis de mesa, voleibol e handebol. As equipes campeãs de cada categoria representarão seus municípios e respectivas instituições na fase macrorregional, em Dois Vizinhos, no mês de junho.
Na próxima fase, a macrorregional, jogam em Fois Vizinhos os campeões dos Núcleos de Educação de Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Pato Branco e Laranjeiras do Sul, classificando o campeão e o vice de cada categoria para a fase final em Curitiba ,de 3 a 15 de julho.
Grupamentos
Classe A (15 a 17 anos)
Futebol masculino
Grupo único – CE Dois Vizinhos, CE José de Anchieta (São Jorge D’Oeste) e CE Irmã Maria Margarida (Salto do Lontra)
Futsal feminino
Grupo único – CE Dois Vizinhos, CE Irmã Maria Margarida (Salto do Lontra), CE Nova Esperança (Nova esperança do Iguaçu), CE Boa esperança do Iguaçu, CE Arnaldo Busato (Cruzeiro do Iguaçu).
Futsal masculino
Grupo único – CE José Alencar (Salto do Lontra), CE Boa Esperança do Iguaçu, CE Dr. Paranhos (São Jorge D’Oeste), CE Arnaldo Busato (Cruzeiro do Iguaçu), CE Irmã Maria Margarida (Cruzeiro do Iguaçu), CE Irmã Maria Margarida (Salto do Lontra) e CE José de Anchieta (Dois Vizinhos).
Handebol feminino
Grupo único – C Coopermundi (Dois Vizinhos), CE Arnaldo Busato (Cruzeiro do Iguaçu) e CE José de Alencar (Nova Prata do Iguaçu).
Voleibol feminino
Grupo único – CE Leonardo da Vinci (Dois Vizinhos), CE José Alencar (Nova Prata do Iguaçu), CE Irmã Maria Margarida (Salto do Lontra) e CE Arnaldo Busato (Cruzeiro do Iguaçu).
Voleibol masculino
Grupo único – CE Arnaldo Busato (Cruzeiro do Iguaçu), CE Irmã Maria Margarida (Salto do Lontra), CE Dois Vizinhos.
Classe B (12 a 14 anos)
Futebol masculino
Grupo único – EE Bairro Itaiú (Salto do Lontra) e CE Monteiro Lobato (Dois Vizinhos).
Futsal feminino
Grupo único – CE Dois Vizinhos, CE Nova Esperança (Nova Esperança do Iguaçu), EE Sede da Luz (Salto do Lontra), CE Boa Esperança do Iguaçu e EE Cristo Redentor (Nova Prata do Iguaçu).
Futsal masculino
Grupo único – CE Dois Vizinhos, CE Nova Esperança (Nova Esperança do Iguaçu), CE Cristo Redentor (Nova Prata do Iguaçu), CE José de Anchieta (São Jorge D’Oeste), EE Irmã Celestina Maria (Cruzeiro do Iguaçu), EE Jorge de Lima (Salto do Lontra).
Voleibol feminino
Grupo único – EE Jorge de Lima (Salto do Lontra), EE Cristo Redentor (Nova Prata do Iguaçu), e CE Leonardo da Vinci (Dois Vizinhos).
Voleibol masculino
Grupo único – EE Canoas (Cruzeiro do Iguaçu), CE Monteiro Lobato (Dois Vizinhos), EE Jorge de Lima (Salto do Lontra), CE Boa esperança do Iguaçu.
NEE
Futsal masculino
Grupo único – EEE Arco Iris (Salto do Lontra), EEE Renascer (Nova Prata do Iguaçu), EEE Colibri (Dois Vizinhos)
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Reserva do Iguaçu recebe 1.500 atletas em sua Fase Regional
Mais de 1.500 atletas disputarão a fase regional dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná, na sede Reserva do Iguaçu, pelo Núcleo Regional de Educação (NRE) de Guarapuava, entre os dias 8 e 14 de maio. Esse número foi confirmado no congresso técnico realizado nessa terça-feira (28/4), na sede do núcleo, em Guarapuava. No mesmo encontro houve sorteio para o agrupamento nas modalidades coletivas, nas classes A (15 a 17 anos) e B (12 a 14 anos).
As modalidades em disputa na fase regional são o atletismo, futebol, futsal, handebol, tênis de mesa, voleibol, voleibol de praia e xadrez, nas duas classes. A novidade é o vôlei de praia, disputado no ano passado só na fase final. Além de Reserva do Iguaçu, vão participar colégios de Campina do Simão, Candói, Foz do Jordão, Goioxim, Guarapuava, Pinhão e Turvo.
Os locais das competições em Reserva do Iguaçu são o Centro Poliesportivo João Luís Nunes Félix, onde também ocorrerá a abertura oficial, a Quadra Poliesportiva Escola Pedro Siqueira e o Complexo Esportivo Copel Clube Segredo (Vila Copel), com campo de futebol e pista de atletismo.
“As competições, os alojamentos e o refeitório não estarão a mais de um raio de 1 km um do outro”, garante o chefe do departamento de Esportes de Reserva do Iguaçu, Ciro Cezar Marias. “Organizamos os locais próximos um do outro para que não haja preocupação quanto o deslocamento dos atletas. Para as competições na Vila Copel haverá transportes a cada 40 minutos”, completa Ciro.
Ao congresso técnico, em Guarapuava, estiveram presentes representantes dos colégios, o chefe do Centro Regional da Paraná Esporte de Guarapuava, Victor Hugo Ossoski, o coordenador de educação física do NRE de Guarapuava, Paulo Neves, o prefeito de Reserva do Iguaçu, Sebastião Almir Caldos de Campos, e o chefe do departamento de Esportes do município-sede, Ciro Cezar Marias.
O prefeito Sebastião Almir disse estar ansioso com as competições e acreditar muito no sucesso dos jogos. Enfatizou ainda a importância da presença de todos os municípios na abertura do evento, pois promete uma festa diferente de anos anteriores.
Governo do Paraná
Secretaria de Estado da Educação
Paraná Esporte
Mais de 1600 atletas nos Jocop´s 2009 em Sto Antônio da Platina
Jocop´s 2009
Mais de 1.600 atletas de 12 municípios da região de Santo Antônio da Platina devem participar de 15 a 21 de maio da 56ª edição dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocops). A competição é uma realização do Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Educação e da Paraná Esporte, com apoio da prefeitura.
No Norte Pioneiro, as competições devem reunir mais de 150 equipes, que vão representar mais de 40 instituições de ensino. Os 12 municípios participantes são integrantes do Núcleo Regional da Educação de Jacarezinho.
Os atletas vão disputar as modalidades de Futsal, Xadrez, Voleibol, Handebol, Futebol, Tênis de Mesa, Atletismo e Basquete. Devem participar da Fase Regional dos Jogos Colegiais do Paraná em Santo Antônio da Platina atletas dos municípios de Abatia, Andirá, Barra do Jacaré, Cambará, Carlópolis, Jacarezinho, Joaquim Távora, Jundiaí do Sul, Quatiguá, Ribeirão Claro e Ribeirão do Pinhal, além da cidade anfitriã.
Os 56.º Jogos Colegiais do Paraná vão movimentar 42 cidades entre a fase regional, macrorregional e final, a partir do dia 8 de maio e nos meses de junho e julho. Participam da festa esportiva escolar estabelecimentos de ensino públicos e particulares dos 399 municípios do Estado.
Contando com a fase municipal, quando os colégios se enfrentam para conhecer os representantes do município nas diversas modalidades, mais de 450 mil alunos deverão participar da competição. Nessa primeira etapa, a responsabilidade da organização é das prefeituras. Alguns municípios já têm os classificados para a fase regional e outros estão em disputa.
Da fase regional em diante, a organização fica por conta do Governo do Estado, através da Paraná Esporte e Secretaria de Estado da Educação, com apoio das prefeituras municipais. O número de 450 mil participantes inclui alunos, técnicos, dirigentes, árbitros e equipes de apoio.
A fase regional, de 8 a 28 de maio, será disputada pelos 32 Núcleos Regionais de Educação, em 34 cidades (2 núcleos dividirão as sedes). A fase macrorregional será com os classificados da fase regional, de 4 a 7 de junho, em oito cidades, onde sairão os classificados para a fase final, em Curitiba, de 3 a 15 de julho.
Prefeita oficializa a sediação da Fase Regional dos JOCOP´S em Santa Terezinha de Itaipu
De 24 a 30 de abril, mais de 1.200 atletas de oito cidades da região permanecerão na cidade disputando as melhores colocações Prefeita Ana Carlessi oficializa a sediação da fase regional dos JOCOPS na presença do secretário de Esportes, Marcelo Oliveira e do representante da Paraná Esporte, Reginaldo da Silva.
Na tarde de terça-feira, 27, a prefeita de Santa Terezinha de Itaipu, Ana Carlessi oficializou – ao assinar o termo de compromisso – a sediação no município da fase regional do 56º Jogos Colegiais do Paraná (JOCOPS). Na ocasião estavam presentes o secretário de Esportes, Marcelo Aparecido de Oliveira e o coordenador de Educação Física do Núcleo Regional de Educação (NRE) e representante da Paraná Esporte, Reginaldo da Silva.
A fase regional irá acontecer de 24 a 30 de abril envolvendo os municípios de Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Matelândia, Serranópolis do Iguaçu, Itaipulândia, Missal e Santa Terezinha de Itaipu. Participam na categoria A, atletas de 15 a 17 anos e, na categoria B, competidores de 12 a 14 anos.
As equipes masculinas e femininas disputarão as modalidades de atletismo, basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol, voleibol, tênis de mesa e xadrez. No total serão mais de 1.200 pessoas entre atletas e equipe técnica que estarão circulando em Santa Terezinha durante os dias de competição.
A fase final acontecerá em julho, em Curitiba.
“Santa Terezinha estará de braços abertos para receber os visitantes atletas; para isso, estamos nos preparando para oferecer o melhor em estrutura esportiva e acomodações. Temos certeza de que todos voltarão para seus municípios de origem com a melhor impressão possível de nossa cidade, já que estaremos todos prontos para receber da melhor maneira possível”, avaliou a prefeita.
Regional dos JOCOP´S será em Apucarana
São esperados mais de 1600 atletas, e mais de 60 equipes.
De 8 a 14 de maio Apucarana será a capital do esporte escolar, sendo sede da fase regional dos 56º Jogos Colegiais do Paraná (JOCOP’s). São esperados mais de 1.600 atletas, de 60 equipes de escolas da rede pública e privada, de todos os 16 municípios na área de abrangência do Núcleo Regional de Educação. A definição das disputas foi estabelecida nesta terça-feira (28), em um congresso técnico realizado na Prefeitura de Apucarana.
“É uma honra para a cidade receber esta fase dos jogos, por isso vamos fazer de tudo para acolher a todos de braços abertos, desejando que todas as disputas sejam dentro da ética, do respeito, da disciplina”, disse o prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB). Ele falou sobre o valor dos professores de educação física. “São grandes estrelas que atuam, muitas vezes no anonimato, para fazer outras estrelas (alunos) brilharem através do esporte. Mostrando a eles que através da atividade física se consegue distância das coisas ruins e erradas, e ganha-se em saúde e qualidade de vida”, definiu o prefeito.
A fase regional dos JOCOP’S é uma promoção do Governo do Paraná através da Secretaria de Estado da Educação, Paraná Esporte, Núcleo Regional de Educação e Secretaria de Esportes e Lazer da Prefeitura de Apucarana. As modalidades coletivas a serem competidas nas categorias feminino e masculino são: futebol, futsal, basquetebol, voleibol, vôlei de praia e handebol. As modalidades individuais, também nas categorias feminino e masculino, são: xadrez, atletismo e tênis de mesa.
Com quase 20 anos de trabalho junto a Paraná Esporte, Richard César Salvador, destacou que a regional de Apucarana é uma das maiores do Paraná. “Em nome do Governo Requião agradeço publicamente o apoio da prefeitura na realização deste evento, revelando que a cidade está muito bem preparada e vai oferecer um evento de grande porte e com brilhantismo”, disse. Ele lamentou que os JOCOP’s estiveram paralisados por algum tempo. “Isso prejudicou muito o esporte no Paraná. O atual governo estadual, com árduo trabalho, retomou o projeto e hoje o Paraná voltou a ser referência nacional”, frisou Salvador.
O secretário de Esportes e Lazer de Apucarana, professor Luciano Molina, reafirmou o compromisso de bem receber as equipes visitantes e falou do momento de resgate do esporte municipal. “Estamos em um trabalho de reformulação e, ao sediar esta competição regional, temos esta arrancada inicial coroada. Julgo os JOCOP’s como importantíssimos e volto a afirmar o que disse na fase municipal, os grandes atletas saem dos jogos colegiais, por isso o Paraná e respeitado no esporte”, finalizou Molina.
Cidades do Núcleo de Umuarama realizam congresso dos JOCOP´S

Jocop’s 2009
A coordenação dos Jogos Colegiais/fase regional esteve reunida com autoridades municipais de Nova Olímpia e Maria Helena na última quarta-feira, 28. O evento aconteceu no salão paroquial de Maria Helenba e contou com a participação dos prefeitos Osmar Trentini e Paulo Jobel, além de autoridades regionais como os chefes do Núcleo de Umuarama José Guilherme e da regional da Paraná Esportes, Gilmara Zanata. Essa é a primeira vez que dois municípios assumem uma parceria para disputar a fase regional dos Jocop’s.
Os Jogos Colegiais serão realizados de 8 a 14 de maio e envolverão disputas nas duas cidades. As modalidades de futsal, basquete, atletismo e tênis de mesa serão realizadas em Maria Helena.
Para a cidade vizinha de Nova Olímpia ficou acertado que haverá disputas no futebol, vôlei, handebol, xadrez e vôlei de praia. A CCO das disputas também será sediada em Nova Olímpia. A abertura oficial acontecerá na próxima sexta-feira.
Apenas o primeiro colocado de cada modalidade avançarãopara a fase macorregional da competição que será realizado em Pérola.
Ginásio Tarumã reabre para Jogos Colegiais
O Ginásio do Tarumã (Professor Almir Nélson de Almeida), em Curitiba, será aberto para mais uma atividade da Paraná Esporte, antes da reabertura oficial após as obras de recuperação em andamento. Será para a solenidade de abertura da fase final dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná, dia 3 de julho.

Ricardo Gomyde foi ver as obras de reforma esta semana.
“Mesmo em reforma, não há risco para a segurança de nossos alunos e público”, garante o diretor-presidente da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde.Parte das obras já foi concluída, correspondente à substituição da madeira comprometida do teto.
Agora haverá a troca do telhado, serviço a ser executado pela parte externa. Na parte interna também foram retirados os antigos refletores do fundo da quadra, que poderiam se soltar a qualquer momento – eram da época da inauguração em 1965. Os da lateral já haviam sido substituídos. Uma parte do piso também recebeu melhorias.Até o fim do ano estarão prontas as reformas previstas.

O teto de madeira já foi recuperado; falta trocar o telhado.
“No começo de 2010, no ano em que o ginásio completará 45 anos, vamos marcar um grande evento para a reinauguração, quando o espaço voltará a funcionar em toda plenitude”, avisa Ricardo Gomyde. Depois da cobertura, o ginásio receberá melhorias na parte elétrica e hidráulica, além de pinturas interna e externamente. O custo da reforma chegará perto de R$ 2 milhões.Nos seus quase 45 anos de existência, o Ginásio do Tarumã foi palco de muitas competições de várias modalidades, destacando as de vôlei como o Campeonato Sul-Americano (masculino e feminino) e o Campeonato Mundial Masculino. No local também funcionou a Escola de Educação Física, o Centro de Excelência do Voleibol e a casa do time de vôlei Rexona-Ades, sob comando do técnico Bernardinho, da seleção brasileira.
Congresso Técnico em Marialva reune 25 municípios
A Fase Regional dos jogos em Marialva vai reunir 97 colégios e cerca de 2.800 atletas vão movimentar Marialva, de 8 a 14 de maio. Esse promete ser o maior Jocop´s já realizado na região.

Congresso Técnico do Jocop´s reuniu representantes dos 25 municípios participantes
Representantes dos 25 municípios que compõem o Núcleo Regional de Educação de Maringá (NRE) participaram na tarde de ontem, terça-feira (28), no Clube dos 30 de Marialva, do Congresso Técnico dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop´s) – Fase Regional. A 56º edição do Jocop´s será realizada em Marialva, de 08 a 14 de maio.
No encontro, os municípios puderam confirmar alojamento, verificar cronograma de competição, sorteio dos grupamentos e fazer a entrega dos documentos para o concurso do Casal Jocops 2009.
Estiveram presentes no evento, o prefeito de Marialva, Edgar Silvestre, o Deca, a secretária de Assistência Social, Maria Ângela Martins Molina Silvestre, a chefe do Núcleo Regional de Educação de Maringá, Adelaide Colombari, o coordenador técnico da Regional da Paraná Esporte, Agnaldo Baldo, a coordenadora geral do NRE, Elildisceia Fiaux Pereira, o coordenador técnico municipal do Jocop´s, Marco Aurélio Ruiz Dolce, demais secretários municipais e alguns vereadores.
A Fase Regional dos jogos em Marialva vai reunir 97 colégios e cerca de 2.800 pessoas, entre atletas, professores e dirigentes.
“Esse vai ser o maior Jocop´s que nós já realizamos. Vai ser uma festa maravilhosa de amizade e confraternização. Quanto mais oferecermos atividades a nossas crianças e aos nossos jovens, menos tempo eles ficarão nas ruas. Os jogos têm o firme propósito de dar a formação de cidadania, o esporte exercita a cidadania”, afirmou a chefe do Núcleo.
Durante o evento, os representantes dos municípios assistiram a um vídeo das obras e melhorias realizadas durante os quatro primeiros meses de governo Deca, além de conhecerem um pouco mais a capital da uva fina.
O Governo Municipal também presenteou os municípios com a réplica do monumento do cacho de uva, construído na entrada da cidade.
O prefeito Deca não escondeu a alegria em receber os municípios e reforçou a satisfação em sediar os jogos em Marialva. “Sempre foi um sonho particular meu e da minha esposa, a Mari, em realizar os jogos em nosso município. Sabemos que esse não seria o melhor ano para que isso acontecesse, mas em apenas quatro meses de governo, não deixamos a oportunidade escapar, e, vamos trazer pela primeira vez os Jogos Colegiais do Paraná – Fase Regional”, destacou.
De acordo com a programação, no dia 08, sexta-feira, abertura oficial do 56º Jogos Colegiais do Paraná – Fase Regional, no Ginásio de Esportes José Gomes Colhado, e no dia 09, sábado, às 19h30, na Praça da Concha Acústica, o concurso Casal Jocop´s e show musical. As competições seguem até o dia 14 de maio.
Pitanga sediará 56ª Fase Regional dos Jocop’s
Vilson José Scherpinski (Xuxa), responsável pela Paraná Esporte, que atua junto ao Núcleo Regional de Educação de Pitanga, e o professor Carlos Augusto Derkach, coordenador de Educação Física, estiveram na cidade de Palmital, no dia 20 de março, onde conversaram com o prefeito Clério Back; vice-prefeito, Celso Moro; e com a secretária Municipal de Educação, Maricleia Shon, a respeito dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s).
Em 2008, as competições ocorreram em Palmital e, este ano, a cidade volta a sediar os Jocop’s, que acontecem de 22 a 28 de maio.
De acordo com os coordenadores do evento, a procura pelo prefeito Clério, aconteceu porque o município atendeu muito bem aos alunos e atletas, nos Jocop’s 2008.
Xuxa afirmou que a 56ª Fase Regional dos Jocop’s será em Palmital e que o prefeito foi bastante receptivo. “Ele entendeu a importância de sediar os Jogos Colegiais do Paraná – Fase Municipal”, referiu Xuxa.
Para Derkach, é indispensável que os atletas, que ficam fora de casa durante a participação nos jogos, recebam alimentação e alojamentos adequados. “Palmital já demonstrou que é capaz de oferecer as infra-estruturas que precisamos para a disputa da Fase Regional”, observou.
Conforme informaram os organizadores dos JOCOP’s, o prefeito de Palmital não medirá esforços na busca de parcerias e apoio logístico, para custear o evento e desenvolver com êxito a fase municipal. Segundo eles, o evento propiciará aos estabelecimentos de ensino, professores, alunos e atletas as melhores condições e estrutura física para que possam demonstrar aptidões nas diversas modalidades em disputa.
Fases Regionais começam neste fim de semana

Confronto da fase final em 2008.
Começa neste fim de semana a fase regional dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná, inicialmente com a primeira etapa de 8 a 14 de maio, em 10 Núcleos Regionais de Educação (NRE), em 12 sedes: Apucarana, Pinhais, Roncador, Uraí, Rancho Alegre, Salto do Lontra, Ubiratã, Reserva do Iguaçu, Marialva, Matinhos, Nova Olímpia e Maria Helena. Em seguida, de 15 a 21, mais 12 núcleos estarão envolvidos na segunda etapa da fase regional, em 12 sedes; e na na terceira etapa estarão os outros 10 núcleos, em 11 sedes, de 22 a 28 de maio. A inclusão da modalidade de vôlei de praia na fase regional (antes era só na final) e as de tênis de mesa e xadrez na fase macrorregional (antes se classificavam direto da regional para a final) fazem com que a expectativa de números em todas as fases aumente em mais de 50 mil pessoas. “Teremos por baixo 450 mil participantes. É a maior competição estudantil do país”, orgulha-se o diretor-presidente da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde.

Confronto da fase final em 2008.
Para se chegar ao número de 450 mil, segundo o diretor de Esporte da Paraná Esporte, Marco Aurélio Rocha Saldanha, calcula-se os participantes desde a disputa interna dos colégios nos 399 municípios paranaenses. “Antes ainda da fase regional foi realizada a fase municipal para se escolher os colégios que representam os municípios em todas as modalidades em disputa”, lembra Marco Aurélio.
Depois da fase regional, essa que se inicia agora, vem a fase macrorregional, em oito sedes, de 4 a 7 de junho, nas modalidades de basquete, futebol, futsal, handebol, vôlei, tênis de mesa e xadrez. Por último será realizada a fase final, em Curitiba, de 3 a 15 de julho, com todas as modalidades em disputa.
Na fase regional são disputadas as modalidades de atletismo, basquete, futebol, futsal, handebol, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez. Direto para a fase final entram as modalidades de ginástica rítmica, judô e natação. Vale lembrar que a exceção da ginástica rítmica (só meninas) as demais modalidades são disputadas pelos dois sexos e por duas faixas etárias – 12 a 14 anos (Classe B) e 15 a 17 anos (Classe A).
Integração
Participam dos Jogos Colegiais do Paraná escolas públicas (municipais, estaduais e federais) e particulares, do ensino fundamental e segundo grau. Também entram na competição as escolas para alunos com necessidades educacionais especiais (NEE). Esses disputam a fase regional nas modalidades de atletismo, futsal e tênis de mesa. Na macrorregional, os alunos especiais disputam só o futsal. E na final, além das modalidades anteriores, são realizadas as competições de basquete, goalball, natação e xadrez – para os alunos especiais.
Premiação
Nas fases regional e final os três primeiros colocados de cada modalidade, sexo e classe ganham medalhas e troféus. E na final, todos os participantes também recebem certificado de mérito esportivo. Na final, ainda, os campeões de todas as modalidades, sexos e classes podem ser convidados pela Paraná Esporte para representar o Estado nas Olimpíadas Escolares Brasileiras.
Alimentação
Além da premiação e pagamento das arbitragens (mais deslocamento e hospedagem), nas três fases que estão para ser disputadas, a Secretaria de Estado da Educação oferece a alimentação sem custos para os participantes. Só na fase regional, nos 32 NRE participam cerca de 50 mil pessoas, que fazem três refeições por dia em quatro dias em média.
Governo do Paraná
Secretaria de Estado da Educação
Paraná Esporte
Maria Helena e Nova Olímpia sede dos Jocop’s

Maria Helena e Nova Olímpia são sede dos Jocop's
O prefeito de Maria Helena, Osmar Trentini e o vice de Nova Olímpia João Fagan Neto, estiveram no Núcleo Regional de Educação de Umuarama, onde se reuniram o com o chefe do NRE, José Guilherme de Oliveira, para oficializarem a sede da fase regional dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s) nas duas cidade de 8 a 14 de maio. Também participaram da reunião Gilmara Zanata e José Reinaldo Mendonça, coordenador de educação física do Núcleo.
Durante a reunião ficou definido que a Comissão Central Organizadora (CCO), funcionará em Nova Olímpia, e que a abertura oficial será dia oito de maio em Maria Helena. Também foram analisados detalhes como locais de competição, alojamentos, refeitório, saúde, segurança e transporte.
Maria Helena terá as modalidades de atletismo, basquete, futebol, futsal, handebol, tênis de mesa e voleibol. Nova Olímpia com as modalidades de futebol, futsal, voleibol, voleibol de praia e xadrez.
Participam da fase regional dos Jogos Colegiais em Nova Olímpia e Maria Helena estabelecimentos de ensino de 19 municípios que fazem parte do Núcleo Regional de Educação de Umuarama que são; Alto Paraíso, Alto Piquiri, Altônia, Cafezal do Sul, Cruzeiro do Oeste, Douradina, Espertança Nova, Francisco Alves, Icaraíma, Iporã, Ivaté, Maria Helena, Nova Olímpia, Perobal, Pérola, São Jorge do Patrocínio, Tapira, Umuarama e Xambrê.
Confira os jogos no Boletim nº01:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/boletimoficialn%B0_01.pdf
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Começam nesta semana os Jogos Colegiais do Paraná
Competição movimenta 42 cidades
Os 56.º Jogos Colegiais do Paraná vão movimentar 42 cidades entre a fase regional, macrorregional e final, a partir do dia 8 de maio e nos meses de junho e julho. Participam da festa esportiva escolar estabelecimentos de ensino públicos e particulares dos 399 municípios do Estado.

Da fase regional em diante, a organização fica por conta do Governo do Estado, através da Paraná Esporte e Secretaria de Estado da Educação, com apoio das prefeituras municipais. O número de 450 mil participantes inclui alunos, técnicos, dirigentes, árbitros e equipes de apoio
A fase regional, de 8 a 28 de maio, será disputada pelos 32 Núcleos Regionais de Educação, em 34 cidades (2 núcleos dividirão as sedes). A fase macrorregional será com os classificados da fase regional, de 4 a 7 de junho, em oito cidades, onde sairão os classificados para a fase final, em Curitiba, de 3 a 15 de julho.
Contando com a fase municipal, quando os colégios se enfrentam para conhecer os representantes do município nas diversas modalidades, mais de 450 mil alunos deverão participar da competição. Nessa primeira etapa, a responsabilidade da organização é das prefeituras. Alguns municípios já têm os classificados para a fase regional e outros estão em disputa.
Calendário
Fase regional
Sedes – Núcleo de Educação
8 a 14 de maio
Apucarana – Apucarana
Pinhais – Área Metropolitana Norte de Curitiba
Roncador – Campo Mourão
Uraí – Cornélio Procópio
Salto do Lontra – Dois Vizinhos
Ubiratã – Goioerê
Reserva do Iguaçu – Guarapuava
Marialva – Maringá
Matinhos – Paranaguá
Nova Olímpia e Maria Helena – Umuarama
15 a 21 de maio
São José dos Pinhais – Área Metropolitana Sul de Curitiba
Cascavel – Cascavel
Rio Azul – Irati
Manoel Ribas – Ivaiporã
Santo Antônio da Platina – Jacarezinho
Bela Vista do Paraíso – Londrina
Chopinzinho – Pato Branco
Palmeira – Ponta Grossa
Bituruna – União da Vitória
Wenceslau Braz – Wenceslau Braz
Siqueira Campos – Ibaiti
Jesuítas – Assis Chateaubriand
22 a 28 de maio
Rondon – Cianorte
Curitiba – Curitiba
Santa Terezinha de Itaipu – Foz do Iguaçu
Santa Izabel do Oeste e Realeza – Francisco Beltrão
Loanda – Loanda
Terra Rica – Paranavaí
Palmital – Pitanga
Reserva – Telêmaco Borba
Marechal Cândido Rondon – Toledo
Quedas do Iguaçu – Laranjeiras do Sul
Macrorregional
4 a 7 de junho
Região 1 – Fazenda Rio Grande
Região 2 – Ivaí
Região 3 – Dois Vizinhos
Região 4 – Toledo
Região 5 – Astorga
Região 6 – Douradina
Região 7 – Telêmaco Borba
Região 8 – Wenceslau Braz
Fase final
3 a 15 de julho
Curitiba
REGULAMENTO OFICIAL: http://www.paranaesporte.pr.gov.br/arquivos/File/DIRES/RegJOCOPS2009.pdf
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Programação do Regional Jocop’s em Apucarana
De 8 a 14 de maio Apucarana será a capital do esporte escolar, sendo sede da fase regional dos 56º Jogos Colegiais do Paraná (JOCOP’s). São esperados mais de 1.600 atletas, de 60 equipes de escolas da rede pública e privada, de todos os 16 municípios na área de abrangência do Núcleo Regional de Educação. A definição das disputas foi estabelecida nesta terça-feira (28), em um congresso técnico realizado na Prefeitura de Apucarana.
Confira os jogos no Boletim nº 01:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/bol01_pro.pd
A fase regional dos JOCOP’S é uma promoção do Governo do Paraná através da Secretaria de Estado da Educação, Paraná Esporte, Núcleo Regional de Educação e Secretaria de Esportes e Lazer da Prefeitura de Apucarana. As modalidades coletivas a serem competidas nas categorias feminino e masculino são: futebol, futsal, basquetebol, voleibol, vôlei de praia e handebol. As modalidades individuais, também nas categorias feminino e masculino, são: xadrez, atletismo e tênis de mesa.
Programação do Regional Jocop’s em Uraí/Rancho Alegre
Confira os jogos no Boletim nº 01:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_ura%ED_08_a_11_05.pdf
A fase regional dos JOCOP’S é uma promoção do Governo do Paraná através da Secretaria de Estado da Educação, Paraná Esporte, Núcleo Regional de Educação e Prefeitura de Uraí e Rancho Alegre.
As modalidades coletivas a serem competidas nas categorias feminino e masculino são: futebol, futsal, basquetebol, voleibol e handebol. As modalidades individuais, também nas categorias feminino e masculino, são: xadrez, atletismo e tênis de mesa.
Cronograma e Grupamentos na Regional dos Jocop’s em Marialva
Congresso técnico em Ubiratã define Regional do Jocop’s
Ubiratã está se preparando para sediar a fase regional do 56º Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s). Na terça-feira, 28, aconteceu no Anfiteatro Carlos Gomes, o congresso técnico com os dirigentes das equipes que vão participar da competição. Serão oito modalidades, divididas em diversas categorias e que contarão com as nove cidades que integram o Núcleo Regional de Educação de Goioerê. As disputas começam no dia oito de maio e seguem até dia 14.

Secretário do Esporte e Lazer, Nicanor Kimura
Participaram do congresso o vice-prefeito, Orlando Vieira Filho, o presidente da Câmara, Haroldo Fernandes Duarte “Baco”, o secretário do Esporte e Lazer, Nicanor Kimura, a responsável pelo departamento de Educação Física do Núcleo, Janete Correa Garcia e o representante da Paraná Esporte, Newton Trindade Junior.
Conforme discursou o vice-prefeito, Orlando Vieira Filho, o esporte dá boas oportunidades para os jovens, porque os tiram da rua e possibilita uma vida mais saudável. “Nos sentimos honrados em sediar o evento. O esporte também faz parte das prioridades de nosso trabalho e parabéns ao secretário que abraçou a ideia”.
O secretário do Esporte aproveitou a oportunidade para apresentar a estrutura existente e os investimentos realizados nos últimos anos para o aprimoramento do esporte. “As conquistas só foram possíveis devido ao apoio que recebemos da administração municipal. Estamos nos preparando cada vez mais para receber eventos esportivos e nos colocamos à disposição para novas parcerias”, disse.
Confira a programação da Regional dos Jocop’s em Roncador
A fase regional em diante, a organização fica por conta do Governo do Estado, através da Paraná Esporte e Secretaria de Estado da Educação, com apoio das prefeituras municipais.
O número de 450 mil participantes inclui alunos, técnicos, dirigentes, árbitros e equipes de apoio.
Confira a programação no Boletim Oficial nº 01:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao.pdf
As modalidades coletivas a serem competidas nas categorias feminino e masculino são: futebol, futsal, basquetebol, voleibol, volei de praia e handebol. As modalidades individuais, também nas categorias feminino e masculino, são: xadrez, atletismo e tênis de mesa.
C.C.O e Alojamento da Arbitragem nos Regionais dos Jocop’s
APUCARANA
CCO: Col. Est. Nilo Cairo - Rua Osório Ribas de Paula, 970 – Fone (43) 3423-2042 – Fone/Fax: (43) 3422-3569
Alojamento: Gin. Esp. Lagoão - Av. Irati, s/n – Fone (43) 3033-4001
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
PINHAIS
CCO: CAIC – Rua João Mendes Batista, 430 – Vila Maria Antonieta/Pinhais Fone: (41) 3912-5592
Alojamento: Rua João Mendes Batista, 430 – Vila Maria Antonieta
Fone: (41) 3912-5592
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
RONCADOR
CCO: CINE – Rua São Paulo nº 905 - Fone: (44) 3575-1449
Alojamento: Av. Sto. Antônio nº 600 / saída para Campo Mourão
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
URAÍ / RANCHO ALEGRE
CCO: Departamento de Educação e Cultura de Uraí Av. Paraná, 1271 – (43) 3541-1441 / (43) 3541-2289
Alojamento Sexo Feminino: Departamento de Educação e Cultura de Uraí Av. Paraná, 1271 – (43) 3541-1441 / (43) 3541-2289
Alojamento Sexo Masculino: EEE São Francisco de Assis Rua Argemiro Sandoval, 530 – (43) 3541-1545
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
SALTO DO LONTRA
CCO: Casa de Formação Paróquia Nossa Senhora Aparecida Rua Irmã Maria Bernarda, 410 - (46) 3538-1250
Alojamento: Mesmo endereço da CCO
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
UBIRATÃ
CCO: Sec. da Educação de Ubiratã – Rua Princesa Izabel, 1593 – (44) 3543-2591
Alojamento: Hotel Copacabana – Av. João Pepino s/n – (44) 3543-1432
RESERVA DO IGUAÇU
CCO: Câmara Municipal de Reserva do Iguaçu – (42) 3651-1153 / (42) 3651-8000
Alojamento: Informações com Profº Cebola (42) 9964-6430
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
MARIALVA
CCO: Centro Pastoral – Rua Santa Efigênia, s/n (atrás da Igreja Matriz)
Alojamento: PET/PAEM - Rua Cipriano Parpienlli, 728 – (44) 3232-6883
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
MATINHOS
CCO: Prefeitura Municipal de Matinhos - Rua Pastor Elias Abrahão, 22 – Centro Fone: (41) 3452-8000
Alojamento: Associação Servidores Públicos do Paraná Rua Castro, 110 – Caiobá – (41) 3452-1381 ou 3452-1793
OBS: LEVAR ROUPA DE CAMA/BANHO
NOVA OLÍMPIA / MARIA HELENA
CCO: Av. Higienópolis, s/n – (44) 36851488
Alojamento: Hotel Nova Olímpia – Rua Mato Grosso s/m – (44) 36851488
Santa Izabel do Oeste e Realeza na Fase Regional
A fase regional dos 56º Jogos Colegiais do Paraná que acontece em Santa Izabel do oeste e Realeza, de 22 a 28 de maio, terá a participação de três mil atletas de estabelecimentos de ensino de 18 municípios que fazem parte do Núcleo Regional de Educação de Francisco Beltrão. “O sudoeste sempre teve uma participação maciça em todos os jogos. Já tivemos equipes campeãs brasileiras, atletas surgiram para o cenário nacional, esta região é um grande celeiro de jovens talentos, e teremos nesta fase regional grande disputas com a certeza que muitos jovens estarão se revelando em mais esta edição dos Jogos Colegiais”, disse Ricardo Gomyde, diretor-presidente da Paraná Esporte.
Dos 58 colégios, 7 são de alunos com Necessidades Educacionais Especiais (NEE), que disputam o atletismo, futsal e tênis de mesa. Os outros 61 do ensino regular disputam as modalidades de atletismo, basquete, futebol, futsal, handebol, tênis de mesa, voleibol, voleibol de praia e xadrez.
No próximo dia 12 de maio, acontece o Congresso Técnico em Santa Izabel do Oeste, na AFUMUSI – Associação dos Funcionários Municipais de Santa Izabel do Oeste. A entrega da documentação será feita a partir das 10 horas, às 14h30 parte solene e às 15h15 a parte técnica com sorteio para a formação dos grupamentos das modalidades coletivas.
Os municípios que estarão participando dos jogos nesta região são, Ampére, Barracão, Bela Vista da Caroba, Bom Jesus do Sul, Capanema, Enéas Marques, Flor da Serra do Sul, Flor da Serra do Sudoeste, Francisco Beltrão, Manfrinópilis, Marmeleiro, Pérola D’Oeste, Planalto, Pranchita, Realeza, Renascença, Salgado Filho, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste e Verê.
Os Jogos Colegiais do Paraná são organizados pelo Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria de Estado da Educação e Paraná Esporte, com apoio das prefeituras.
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Coordenação de Comunicação
Tudo pronto para a Fase Regional dos Jocop’s em Reserva do Iguaçu
Reserva do Iguaçu será um dos municípios do Paraná a sediar de 8 a 14 de maio uma das fases regionais do Jocop´s – Jogos Colegiais do Paraná. Nessa fase regional participam 8 municípios que integram o Núcleo Regional de Educação de Guarapuava: Reserva do Iguaçu, Pinhão, Guarapuava, Turvo, Campina do Simão, Candói, Foz do Jordão e Goioxim.
São esperados aproximadamente 1500 alunos do ensino fundamental e médio de 34 escolas que irão disputar uma vaga na fase macro regional nas modalidades de basquete, vôlei, futebol, futsal, vôlei de praia, xadrez, tênis de mesa, handebol e atletismo. Os vencedores no vôlei de praia e atletismo não passam pela macro regional e já estarão classificados para a fase final que acontece em Curitiba. A macro regional será no município de Ivaí de 4 a 6 de junho.
No último dia 24, o coordenador geral da Paraná Esporte, Paulo Neves e o coordenador técnico dos jogos, Victor Hugo Ossoski (Cebolão) (foto) estiveram em Reserva do Iguaçu para uma vistoria da estrutura física dos locais de competição e alojamentos. “Queremos ver como estão os preparativos e se for necessário fazer algumas adequações ou alterações”, disse Paulo Neves
Para o coordenador técnico, Cebolão, a expectativa é que em Reserva do Iguaçu aconteça uma das melhores regionais. “Quando os jogos acontecem onde o prefeito gosta de esporte, as coisas funcionam melhor”, enfatizou.
Segundo o diretor do Departamento de Esportes do município, Ciro Marins, 80% de toda a organização já está pronta. “Está quase tudo pronto, só faltam mesmo algumas alterações”, disse ele.
Aproximadamente 50 pessoas da prefeitura municipal estão envolvidas na organização dos jogos dando suporte a Paraná Esporte e para Ciro esse será um aquecimento para a realização dos Jarcan´s em 2010. “Começamos a nos preparar para os Jarcan´s desde já”, afirmou.
A abertura oficial dos Jocop´s será no dia 8 às 19 horas no Centro Esportivo João Luis Nunes Felix (Ginasião). Os reservenses devem prestigiar os jogos e torcer pelos dois colégios que estão na disputa, o Colégio Estadual Professora Izabel Fonseca Siqueira e o Colégio Michel Reydans.
Salto do Lontra pronta para os Jogos Colegiais
Acontece nesta sexta feira, 08/05, a partir das 19 horas o cerimonial de abertura da fase regional dos 56º Jogos Colegiais do Paraná no Ginásio Vermelhão em Salto do Lontra. Estarão participando atletas dos 32 estabelecimentos de ensino de sete municípios que fazem parte do Núcleo Regional de Educação de Dois Vizinhos.
O cerimonial começa com o desfile das delegações que contará com a presença de autoridades municipais e estaduais. Após o hateamento das bandeiras, acontece o acendimento da Pira Olímpica que será feito pelo atleta Rafael Kunhen. O juramento sera proferido pelo atleta Vinicius Pavan, ambos da modalidade de voleibol do Colégio estadual Irmã Maria Margarida.
O diretor do departamento de esportes, professor Sidnei Coelho, disse que o município está preparado para sediar os jogos, com uma ampla infra-estrutura e buscará, através da comissão executiva do evento, fazer deste, um dos maiores JOCOP’S já realizados no sudoeste.
O prefeito Luiz Carlos Gotardi, destacou que os JOCOP’S será um grande evento esportivo e por isso Salto do Lontra está de parabéns por poder ser o anfitrião. Ele lembrou ainda, que todos serão muito bem recebidos na cidade para que levem uma ótima impressão do município.
As disputas começam no sábado pela manhã nos Ginásio Vermelhão e da Escola Jorge de Lima, Estádio Sebastião Maria, Clube Serjl, Clube dos Idosos e no Clube de Campo
Governo do Estado do Paraná
Secretaria de Estado da Educação – Paraná Esporte
Coordenação de Comunicação
56° Jocop’s Fase Regional em Roncador
Aconteceu ontem terça feira 28/04, na câmara municipal de Roncador o congresso técnico para o do 56º JOCOP’S (Jogos Colegiais do Paraná) – Fase regional, núcleo regional de Campo Mourão.

56° jocop's fase regional em Roncador
Estiveram presente na solenidade oficial do congresso, o prefeito Aguinaldo Luiz Chichetti, a vice-prefeita, Maria Santina, a vereadora Vilma Martelli (presidente da Câmara), vereadores, o representante da Paraná Esportes, Dílson Martins, o presidente da Comissão Administrativa, João Natal da Luz e vários professores e diretores dos municípios que participarão dos jogos em Roncador.
Roncador: Congresso Técnico dos JOCOP"S
O início dos jogos será no dia 08 de maio com a participação de estabelecimentos de ensino dos 16 municípios que compõem o Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão.
Bernardinho prevê “ano de novo pacto” na renovação do Volei
Desde segunda-feira, ele treina a Seleção Brasileira masculina de vôlei no CT de Saquarema, com um grupo novo. Marcelinho, André Heller e André Nascimento não estão na equipe. Dante, que havia sido convocado, está liberado para cuidar do filho, que está doente.
O tempo é de firmar um novo acordo por vitórias. Com a ajuda de quem já se despediu, como Gustavo e Anderson, o técnico prevê um “novo pacto” entre jogadores e comissão técnica da Seleção, como fizeram nos outros anos.
De volta, como está sendo o início de trabalho?
A garotada está chegando aí. Mas ainda faltam quatro jogadores. O Giba perdeu a final lá na Rússia na sexta-feira; o Rodrigão saiu na semifinal na Itália, mas deve ficar uns dias com a família; e tem ainda o Leandro Vissotto e o João Paulo Bravo, que estão na final do Campeonato Italiano. Ainda vou conversar com eles sobre a programação. A rapaziada mais nova deve chegar logo para já ir se colocando no grupo. O André Nascimento pediu dispensa e o Dante está com o filho meio doente (ano passado, o jogador também teve de cuidar do filho, que nasceu com um problema cardíaco e passou por uma cirurgia). Ele tem coisas muito importantes na vida para cuidar nesse momento porque não é um problema de saúde tão simples. Depois, vamos cuidar da parte física dele e seguir com ele, sem pressão.

João Paulo Bravo no Ataque e Leandro Vissotto no bloqueio
Muitos convocados já tiveram passagens pela Seleção adulta, mas sem tantas chances de atuar. Como será o trabalho com o grupo?
A idéia é que, daqui a duas ou três semanas, a gente vá para a Europa, para dar uma rodagem maior para esses caras, porque a garotada precisa de quilometragem. Em 2009, será a vez de detectarmos o grupo de 16 ou 18 jogadores que vamos trabalhar nos próximos anos. É claro que se alguém se destacar dos juvenis ou a gente vir alguém que pode chegar, vamos chamá-lo também. Paralelamente, vamos buscar os resultados, tentando nos manter entre os melhores. Em todas as posições, vamos precisar desenvolver jogadores que possam suprir as ausências.
Como você analisa a posição de levantador, com Bruno, Raphael e Marlon? O Bruno parte em vantagem para ser titular?
O Bruno é novo, mas já com rodagem. Mas quero jogadores experientes também para ter respaldo. O Raphael, por exemplo, já esteve com a gente em 2005. É difícil falar em titular agora. Pode até ser uma tendência, mas não há nada garantido. O Bruno pode ter uma condição de largada privilegiada. O Dunga sempre diz que Seleção é momento e há alguns anos o Bruno vem bem. Mas temos que ver também os treinos. É preciso saber jogar e demonstrar isso nos jogos.

Marlon Yared
Você já conversou com esse grupo sobre esse novo ciclo?
Vai ser um ano de muita ralação e de um novo pacto. Estou esperando o grupo ficar inteiro para conversar isso com eles. Vamos olhar nos olhos e ver quem está disposto a pagar o preço, que será ainda mais alto.
Você pensa em contar com o Gustavo e o Anderson, de alguma forma?
Todos serão chamados. Todos são amigos que vou querer para sempre perto de mim e vou querer que eles estejam por aqui para ajudar a construir algo parecido com o que foi o grupo anterior, já que será difícil fazer igual. Quero que eles estejam juntos para orientar os caras.
Boletim Oficial Jocop’s Pinhais
Para o dia 09 Maio de 2009
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/bol01programacaoparaodia09.05.09.pdf
Para o dia 10 Maio de 2009
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/bol02programacaoparaodia10.05.09.pdf
Cronograma na Regional dos Jocop’s em Ubiratã
Cronograma das Modalidades :
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/cronograma.pdf
Cronograma na Regional dos Jocop’s em Apucarana
Cronograma das Modalidades:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/2009_cronograma_reuniao_tecnica.pdf
Com 2 mil atletas, Roncador sedia Jogos Colegiais
O cerimonial de abertura, com desfile dos atletas, acendimento da pira olímpica e juramento do atleta, terá início às 19 horas, no ginásio de esportes 5 de Novembro. Haverá apresentações com grupos da própria cidade, uma forma de valorizar e incentivar os talentos da casa.
Roncador possui uma boa estrutura para sediar a competição. A Comissão Central Organizadora (CCO) será instalada na Agência do Trabalhador, refeitório no salão paroquial da igreja São Pedro e todos os colégios da cidade servirão de alojamento para os atletas visitantes. “A expectativa é de uma grande festa esportiva em Roncador. O município dispõe de uma boa estrutura e o prefeito Aguinaldo tem dado todo apoio para a realização dos jogos”, destaca o coordenador geral dos jogos em Roncador, professor Sérgio Correia de Melo.
A comissão organizadora dos Jogos Colegiais é formada ainda por Jair Fabio Lençone (coordenador administrativo), Paulo César da Costa (alojamento) e Odenir Colchon (refeitório). A fase regional dos Jogos Colegiais começa amanhã e prossegue até a próxima quinta-feira, dia 14 de maio. Os atletas estarão competindo nas modalidades de basquetebol, futebol, futsal, handebol e voleibol, além de atletismo, xadrez, tênis de mesa e voleibol de areia, no masculino e feminino.
O atletismo será disputado em Campo Mourão, na pista do estádio Roberto Brzezinski antes mesmo da abertura. Os atletas entram em ação já na manhã dessa sexta-feira. Até o final da tarde serão conhecidos os campeões, nas classes “A” (15 a 17 anos) e “B” (12 a 14 anos). O atletismo terá a participação também de alunos com Necessidade de Educação Especial. Campo Mourão competirá com 12 escolas, com aproximadamente 50 atletas. Campeão e vice de cada prova se classificam para a fase final, em Curitiba.
Nas modalidades coletivas, os campeões da regional, se classificam para a macrorregional, que acontecerá no início de junho, na cidade de Astorga. Nessa etapa, os melhores avançam para a fase final, em Curitiba, no mês de julho. A realização é do Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria Estadual de Educação/Paraná Esporte, em parceria com o Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão e prefeitura de Roncador.
Estão confirmados nas disputas os municípios de Campo Mourão, Roncador, Iretama, Luiziana, Nova Cantu, Campina da Lagoa, Altamira do Paraná, Farol, Mamborê, Araruna, Peabiru, Engenheiro Beltrão, Quinta do Sol, Fênix, Barbosa Ferraz, Corumbataí do Sul.
JOCOPS um exemplo de inclusão de alunos com necessidades especiais
A inclusão do aluno com necessidades especiais no ambiente escolar é uma das metas da educação do governo Requião. Prova que isso vem acontecendo e com muito sucesso é a participação de equipes especiais nos 56º Jogos Colegiais do Paraná.
Na regional de Ubiratã os alunos puderam conhecer a performance esportiva da aluna Naiara Tuani Buscariol da equipe do handebol feminino A do Colégio Estadual Vicente Leporace de Boa Esperança.
A Naiara conhecida carinhosamente por Tuani é portadora de uma deficiência visual em que enxerga aproximadamente 80% e mesmo assim ela se esforça para poder ser uma excelente atleta de handebol. Durante os treinos as colegas de equipe auxiliam Tuani informando sobre onde está a bola, pois sua dificuldade é enxergar de longe.
Os pais e professores de Tuani são os seus maiores incentivadores para que ela tenha uma vida normal igual a outros jovens. “A socialização e a integração no caso da Tuani e dos outros alunos é fundamental para o processo de formação do jovem, ela tem uma grande força de vontade durante os treinos, pois é através da audição que desenvolve seu jogo”, comenta a professora de Educação Física Franciele Valeze.
“Jogo há um ano e meio handebol adoro, tô muito feliz de estar aqui em Ubiratã, pois participo dos jogos colegiais pela primeira vez, quero aproveitar a falar para aquelas pessoas que tem uma dificuldade física que tentem uma atividade esportiva dentro de suas limitações, é muito bom se sentir útil viver normal igual as outras pessoas”, destaca a aluna Tuani.
“Ela é dedicada, esforçada, companheira e é importante ter na nossa equipe aprendemos muito com ela”, diz a colega de equipe e prima de Tuani, Tamiris Toni.
A 56ª edição dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocops), que estão sendo disputados desde sexta-feira (15), em Santo Antônio da Platina, servem para romper limites físicos e emocionais. Em alguns casos, como dos alunos com necessidades especiais, a demonstração de eficiência e superação são evidentes.
Na raia do Centro de Ciências da Saúde, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), em Jacarezinho, onde foram disputadas as provas da modalidade Atletismo, alunos das escolas de educação especial do Norte Pioneiro surpreenderam e se superaram. Eles competiram em diversas modalidades e ganharam várias medalhas pelas ótimas colocações conquistadas.
Os amigos Anselmo Aparecido Deniz e Sandro Marcos Oliveira são alguns destes exemplos de superação. Eles são alunos na Escola de Educação Especial Amor Perfeito, entidade mantida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Ribeirão Claro. Anselmo competiu na modalidade Salto em Distância e Sandro nos 100 metros rasos. Ambos conquistaram a segunda colocação.
Para a professora Andréia Gaviolli, mais que uma conquista de medalha, os dois atletas puderam provar que, apesar das limitações, são vencedores.

Atletismo
O esporte enriquece valores
Na fase regional dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s), que está sendo disputada até o dia 21 de maio, na sede em Rio Azul, a Escola de Educação Especial Andréa Cristina Cabral, do município de Fernandes Pinheiro, mostra que a prática esportiva por parte dos alunos vai além de fazer bem para o corpo: enriquece valores. “O esporte reflete na vida escolar e social dos alunos”, destaca a professora de educação física Ivana Carla Cordeiro.
A professora Ivana acompanha e treina os atletas da escola que disputa na categoria para alunos com necessidades educacionais especiais (NEE). Entre eles estão Lielton Luciano da Rocha e Carlos José de Lima, que participam das provas de atletismo na classe masculino B (12 a 14 anos). “Lielton já disputou inclusive a fase final em Curitiba. Conquistou o 3.º lugar no lançamento de pelota masculino B em 2008, e 2.º lugar nos 75 metros rasos, masculino B”, lembra a professora. E os dois alunos conseguiram classificação para a fase final deste ano, de 3 a 15 de julho, em Curitiba.
Para a diretora da escola de educação especial, Reni da Luz Rossa, Carlos e Elielton se destacam pelo amor ao esporte e alegria em competir. “Além de vários benefícios, o esporte também ajuda nas dificuldades em disciplinas pedagógicas, além da interação. A inclusão do esporte no cotidiano da escola ajuda no relacionamento entre eles. Por isso, além dos jogos colegiais, participamos também de outras competições, como da Semana dos Excepcionais e Olimpíadas das APAE´s”, conta.
A professora Sônia Regina, que acompanha o dia-a-dia dos alunos em sala de aula, vê na participação das escolas especiais nos jogos um estímulo positivo, que desenvolve o senso de obediência a regras, companheirismo e trabalho em grupo. “Durante a preparação, toda atenção deles se volta para os jogos. Eles criam uma expectativa tão grande que, durante a competição, não importa muito qual aluno vença, mas sim a escola. Por isso o companheirismo, a alegria e a solidariedade entre eles são destaque, e isso é possibilitado através dos jogos”, analisa.
Para o diretor-presidente da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde, os Jogos Colegiais permitem aos atletas mostrarem essa garra, habilidade e superação dos obstáculos. “É necessário destacar a importância do esporte para as pessoas com necessidades especiais por possuir valores terapêuticos e promover a integração total do indivíduo, como está ocorrendo nessa e em outras edições anteriores. Além disso, a alegria desses atletas contagia todos os participantes”, resume Gomyde.

Carlos e Lielton estão classificados para a fase final em Curitiba
Atletas fazem 2,5 mil refeições diárias durante Jogos Colegiais

Atletas fazem três alimentações diárias
Além das quadras para a prática esportiva e locais para acomodação dos atletas, um grande refeitório teve que ser preparado para que os estudantes fizessem as três refeições diárias. Com uma média de 2,5 mil refeições diárias, a equipe responsável pela alimentação deve preparar e servir 15 mil refeições até o encerramento da fase regional dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocops). A equipe conta com uma nutricionista, cozinheiras e auxiliares, com a incumbência de preparar o alimento e também organizar as refeições. O local escolhido para servir como refeitório foi o pátio do Salão Paroquial da Igreja Matriz, na avenida Oliveira Mota, área central de Santo Antônio da Platina.
Segundo a nutricionista responsável pela alimentação dos atletas nos Jocops, Angélica Belanda Martins, 25 anos, os resultados estão superando as expectativas. A maioria dos 30 integrantes da equipe por ela dirigida é de Santo Antônio da Platina, o que facilita o trabalho. “O serviço é definido por áreas e funções e está indo tudo muito bem”, conta. Com a experiência acumulada durante três edições dos Jocops, a nutricionista garante que a alimentação servida aos atletas é balanceada e contém todos os nutrientes necessários para o bom desempenho deles nos jogos.
O cardápio conta com frutas, legumes, verduras, carboidratos e proteínas, mas sem esquecer-se da qualidade e do sabor. “A intenção é a qualidade, mas tem que ter todos os itens básicos para uma alimentação saudável”. Segundo a nutricionista, mesmo tendo um cardápio variado à disposição, muitos atletas preferem comer em outros locais por conta própria e trazem refrigerantes para tomar no lugar do suco.
Fernanda Moreira da Silva, 13, aprovou a comida e afirma que o alimento é suficiente para dar a energia necessária durante as partidas de futsal. “Eu estou gostando da comida, está tudo muito bem feito”, disse. “O melhor é que não precisamos gastar a mesada para comer”, comemora. “A gente espera pelos jogos durante todo o ano”, revela. (Redação: jornal Tribuna do Vale – Foto: Valdir Amaral – Agência ANPC)
Arbitragem: União na quadra e fora dela

Ednilson e Emelly
— Se estamos longe, não conseguimos trabalhar direito. A citação é do árbitro de vôlei, Ednilson Araújo Barbosa, de Curitiba, que está em Santo Antônio da Platina, atuando na equipe de arbitragem da fase regional dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocops). Há três anos, ele e a esposa Emelly apitam partidas de vôlei por todo o Paraná.
Foi graças ao esporte que o casal se conheceu, namorou e casou. Hoje, três anos após contrair núpcias, o casal mantém a mesma paixão de quando se conheceu. E na quadra, não deixa de demonstrar afeto, paixão e carinho.
A história de Ednilson e Emelly começou em 2005, em Toledo (PR). Ele era instrutor de um curso para árbitros de vôlei e ela sua aluna. Os dois se conheceram e, depois de cinco meses começou o namoro. Sete meses depois subiam ao altar para escrever juntos uma história de amor. “Foi o esporte que nos uniu e é ele quem nos mantém unidos”, diz o árbitro Ednilson.
O casal é arbitro da Federação Paranaense de Vôlei e desde que casou foram poucas as vezes em que trabalhou separado. “Quando estamos longe, sentimos dificuldade em trabalhar”, confessa o árbitro. Para ele, quanto mais próximo estiver da esposa, melhor será o desempenho nas quadras.
Segundo Ednilson, o segredo em manter a união “firme e forte” com a esposa está na cumplicidade e respeito. “Nós nos completamos em quadra e fora dela. Dividimos tudo, temos os mesmos gostos e nos respeitamos sempre um ao outro. Isso é que faz a diferença, quando há cumplicidade e respeito”, conclui.
Argentinos conhecem Jogos Colegiais
Atletas argentinos da rede pública de ensino participaram nessa quinta-feira (28/5) do encerramento da fase regional dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s), em Curitiba. Eles são representantes dos municípios de Salta, Oran, Metan, Guemes, Urundel, Quebrachal, J. V. Gonçales e da capital Buenos Aires. “Estou muito feliz com a oportunidade, pois pela primeira vez viajei de avião, ainda mais sendo um passeio internacional, não vejo a hora de conhecer o pessoal que participa dos jogos e a cidade de Curitiba”, disse a aluna da província de Salta Natalia Alerco. “Eles estão eufóricos, pois muitos nunca saíram de suas cidades e estão tendo a oportunidade de fazer uma viagem internacional, através dessa parceria dos governos do Brasil e da Argentina”, comentou o professor Luiz Rodrigues. A delegação da Argentina é composta por 130 pessoas sendo 106 atletas e coordenadores e professores. Para a professora Fabiana Seja, da Província de Salta, pela primeira vez os alunos estão tendo a oportunidade de viajar e fazer um intercâmbio “que será um grande aprendizado na vida deles e eles sabem que só o fato de serem escolhidos já foi uma vitória.”

Chegada dos argentinos
Desde que chegaram a solo brasileiro a delegação está sendo recepcionada por uma equipe da Paraná Esporte que cuida da estada, alimentação e transporte.
Segundo o assessor de marketing da Paraná Esporte, Bruno Moreno Barbosa, a viagem faz parte do trabalho de intercâmbio desenvolvido a partir da assinatura do acordo de cooperação entre Paraná e Salta, em março deste ano. “Será uma oportunidade única e inesquecível para esses jovens que, além de conhecer a nossa cultura, poderão estar integrados com os nossos costumes nesses três dias”.
Agenda
Na parte da manhã dessa quinta-feira, os atletas participaram do encerramento da fase regional dos Jogos Colegiais; na parte da tarde visitarão o Colégio Estadual do Paraná e farão City Tour.
Nessa sexta-feira, visitarão o Estádio Couto Pereira e o Centro de Treinamento do Coritiba, onde os técnicos argentinos terão reuniões com treinadores brasileiros.

Delegação em Curitiba
Sesi apresenta sua equipe e aguarda convite para a Superliga

O técnico Giovane Gávio apresentou o seu grupo para a próxima temporada, que conta com os destaques do oposto Anderson e dos pontas Felipe Chupita e Filipe
O técnico Giovane Gávio apresentou na manhã desta segunda-feira (25/5), na capital paulista, a nova equipe do Sesi, que será bancada pelo próprio Sesi e pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Entre os principais nomes do grupo apresentado estão o oposto Anderson, campeão olímpico em Pequim-2008, e os pontas Filipe, que estava no Santander/São Bernardo na última temporada, e Felipe Chupita, que estava havia seis anos jogando fora do Brasil. Na última temporada, ele defendeu o Panasonic, na Liga Japonesa.
- Gostei do projeto e fiquei feliz por o Giovane ter apostado no meu trabalho. A presença do Anderson também contou muito, porque eu já tinha jogado com ele na Ulbra. Não busco só o resultado. Mas se o nosso trabalho for bem feito, vou me sentir muito bem – comentou Filipe, um dos destaques das estatísticas da última Superliga.
Da antiga equipe de Giovane, a Unisul/Joinville, foram contratados Anderson, o levantador Jotinha, os centrais Vini, Gustavão e Diego, o oposto Goiano e o ponta Japa. Como o PLANETA VÔLEI já havia anunciado, o time também acertou com o central Thiago Barth e o levantador Dani, ambos do Vivo/Minas. Outro reforço do grupo é o líbero Jeffe, que estava na Ulbra, e o atacante Enoch, do Fátima/UCS.
- Vamos buscar ainda um terceiro levantador e um segundo líbero, mas a base da equipe está aqui – comentou Giovanne, que explicou que desistiu de contar com o oposto André Nascimento para não entrar em leilão: – Quase todos os jogadores não está aqui pelo dinheiro. Evitamos disputar jogadores que estavam em leilão no mercado. Achamos que essa seria a maneira mais ética de alcançar as metas desse novo projeto.
O ponta Chupita deixou claro que o que o motivou a aceitar o convite feito por Giovane foi a possibilidade de voltar a jogar no Brasil e ser observado pela comissão técnica da Seleção Brasileira, já que seu objetivo principal é voltar a defender a camisa verde-amarela.
- Quando o Giovane me procurou, ele me disse que não era um projeto para o jogador ganhar dinheiro, mas desenvolver o atleta e chegar à Seleção Brasileira. Estando lá fora, no exterior, a comissão não conseguia me observar. Agora espero que eles me avaliem. Não vim buscar o salário do exterior. Vim buscar vaga na Seleção – declarou Chupita, que já foi convocado por Bernardinho em algumas oportunidades antes da Olimpíada de Pequim para a Seleção de Novos.
Como é uma equipe nova, o Sesi teria de disputar a Liga Nacional para conquistar em quadra uma vaga na próxima Superliga. Entretanto, a competição já está em andamento. Por isso, a única possibilidade de o time disputar a principal competição nacional é um convite da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). Devido à importância do projeto e à saída de equipes tradicionais como a própria Unisul, a Ulbra e o Bento Vôlei, a expectativa é que o Sesi seja mesmo convidado.
O investimento anual da nova equipe é de R$ 5 milhões, é o chamariz do projeto esportivo do Sesi que contempla 120 mil crianças em todo o país.
Ana Moser é a quarta brasileira no Hall da Fama do vôlei
Depois de Bernard Rajzman, Jackie Silva e Carlos Arthur Nuzman, a ex-jogadora Ana Moser, um dos grandes nomes do voleibol brasileiro de todos os tempos, terá um lugar no Hall da Fama do vôlei, na cidade americana de Holyoke, o local onde nasceu o esporte.
Ana anunciou sua aposentadoria aos 31 anos, em 1999, devido às seguidas lesões no joelho, que a obrigaram a passar por algumas cirurgias.
Ela disputou sua primeira Olimpíada em Seul-1988, quando a Seleção Brasileira ficou na sexta posição. Em 1990, foi eleita a melhor atacante do Mundial, na China.
No ano seguinte, Ana ajudou o Brasil a quebrar um tabu de 13 anos sem vencer o Peru, na conquista do Sul-Americano.
Em 1992, Ana e sua geração ao lado de Fernanda Venturini, Márcia Fu, Ana Flavia e Cia. ficaram em quarto lugar na Olimpíada de Barcelona. Dois anos depois, ela liderou a equipe nacional na conquista do então inédito pódio do Campeonato Mundial, garantindo a prata no Brasil.
Em 1996, se recuperou de uma lesão no joelho e ajudou o grupo do técnico Bernardinho a conquistar a inédita medalha de bronze nos Jogos de Atlanta.
Brasil vence a segunda no Torneio da França
O Brasil voltou a vencer no Torneio da França neste sábado (30.05). O time comandado pelo técnico Bernardinho enfrentou o time principal dos donos da casa e fez 3 sets a 0 (25/21, 25/15 e 29/27), em seu segundo jogo na competição.
Este foi o quinto amistoso realizado pelo Brasil na Europa, antes de estrear na Liga Mundial 2009. Na última semana, a equipe verde-amarela superou a Alemanha por três vezes e, na última sexta-feira (29.05), venceu a Espanha.
Na outra partida do dia, o segundo time da França superou a Espanha por 3 sets a 1 (26/24, 25/20, 20/25 e 25/21).
O Brasil entrou em quadra com a seguinte formação: Bruno, Rivaldo, Lucas, Sidão, João Paulo e Murilo, além do líbero Mário Jr.
Neste domingo (31.05), a equipe brasileira enfrentará o segundo time da França, na cidade de Tourcoing, às 11h (horário de Brasília).
O Brasil estreia na Liga Mundial 2009 diante da Polônia, nos dias 13 e 14, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
Brasil é campeão do Torneio da França
Renovada, seleção masculina volta para casa invicta em série de amistosos
A seleção masculina do Brasil começou o ciclo olímpico rumo aos Jogos de Londres-2012 da melhor maneira possível: no alto do pódio. Neste domingo, o time garantiu o título do Torneio da França, competição amistosa realizada desde a última sexta-feira, ao derrotar o time B dos anfitriões por 3 a 1, parciais de 25/17, 25/17, 22/25 e 25/22, no ginásio de Flandres, em Dunkerque. A nova geração verde e amarela venceu os três desafios do torneio. Na estreia, passou pela Espanha. No dia seguinte, bateu o time principal da França. Antes da competição, o Brasil derrotou a Alemanha em três amistosos realizados no país europeu. Após seis vitórias em seis confrontos, a seleção volta para casa e se reapresenta para os treinos no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), na próxima terça-feira. Daqui a duas semanas, o Brasil começa a luta pelo oitavo título da Liga Mundial. A equipe brasileira está no grupo D, ao lado de Polônia, Finlândia e Venezuela. A estreia será nos dias 13 e 14 de junho, às 10h, no ginásio do Ibirapuera, onde o time medirá forças com a Polônia. Durante a partida deste domingo, o técnico Bernardinho utilizou os seguintes jogadores: Raphael, Éder, Leandrão, Sidão, Murilo, Thiago Alves, João Paulo, Lucas, Marlon, Léo Mineiro, Rivaldo e Escadinha. No outro confronto da última rodada do Torneio da França, a equipe A da França derrotou a Espanha por 3 sets a 0.
Começa amanhã a Macro Regional
Programação para Arapoti:
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
|
||||||||||
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao05a07dejunho.pdf
Programação para Astorga:
Programação para Dois Vizinhos:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_04_a_07_06_09.pdf
Programação para Ivaí:
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
|
||||||||||
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/boletimoficial01_jocop%B4s_ivai.pdf
Marco Aurélio assume presidência da Paraná Esporte
Marco Aurélio Saldanha Rocha assumiu na manhã desta segunda-feira (8/6), em Curitiba, a presidência da Paraná Esporte, em substituição a Ricardo Gomyde. Saldanha Rocha, que já foi chefe do Centro Regional Paraná Esporte/Maringá, exerceu até o último fim de semana a função de diretor de Esportes da autarquia, prestigiando, inclusive, a etapa macrorregional dos Jogos Colegiais do Paraná, em Astorga, que definiu os classificados dos núcleos regionais de educação de Maringá, Campo Mourão, Goioerê e Pitanga à final prevista para Curitiba, em julho. Marco Aurélio Saldanha Rocha agradeceu a confiança do governador Roberto Requião, e ressaltou que a partir de agora terá muito mais responsabilidade para fazer com que o esporte no atual governo se mantenha organizado, estruturado e competitivo. “Eu simplesmente estou muito honrado em estar oficialmente à frente da Paraná Esporte. Todos sabem da minha paixão pelo esporte (Marco Aurélio atuou como goleiro de Flamengo, Atlético/PR e Bahia , na década de 1970). A minha vida é dedicada ao esporte e eu não poderia deixar de manifestar o meu agradecimento à confiança do governador Roberto Requião. Agora me sinto mais responsável e com a obrigação de fortalecer ainda mais o esporte amador paranaense que, por intermédio deste governo, tem incentivado os atletas-estudantes nos Jogos Colegiais do Paraná, a maior competição amadora do País, assim como participantes dos Jogos da Juventude da Juventude, Jogos Abertos e Jogos Universitários”.
DIVULGADOS OS INSCRITOS PARA O ESTADUAL DA JUVENTUDE

FEDERAÇÃO PARANAENSE DE VOLEIBOL
A FEDERAÇÃO PARANAENSE DE VOLEIBOL, vem através deste informar os inscritos e a taxa de inscrição no Campeonato Estadual da Juventude.
Conforme Artigo 19º do Regulamento para Estaduais à cada R$130,00 pagos pelos filiados
em Taxas de Inscrição nos Estaduais de Menores são revertidos em 1 bola oficial. Portanto, para os clubes da
Região Metropolitana serão revertidas 2 bolas e para os clubes do interior serão revertidas 3 bolas. Obs. Caso
os filiados queiram pagar a diferença (R$40,00 para interior e R$70,00 para capital) para fechar mais 1
bola tem a opção de fazê-lo.
MASCULINO
EQUIPES TAXA
Amavolei – Maringá R$ 350,00
Círculo Militar do Paraná – Curitiba R$ 450,00
P M Mal Cândido Rondon R$ 350,00
Positivo – Curitiba R$ 350,00
P M Araucária R$ 450,00
Instituto Vagner Nunes – Londrina R$ 350,00
P M Pinhais R$ 450,00
P M São José dos Pinhais R$ 450,00
P M Cianorte R$ 350,00
P M Castro R$ 700,00
FEMININO
EQUIPE TAXA
Amavolei – Maringá R$ 350,00
Círculo Militar do Paraná – Curitiba R$ 450,00
P M Mal Cândido Rondon R$ 350,00
Positivo – Curitiba R$ 350,00
Instituto Vagner Nunes – Londrina R$ 350,00
Sion – Curitiba R$ 450,00
Paraná Clube – Curitiba R$ 350,00
Segue abaixo maiores informações sobre a competição.
-REALIZAÇÃO: 11 a 14 de junho
-LOCAL: Positivo Ambiental (masculino e 5 jogos do feminino) e Unibrasil (feminino)
-CONGRESSO TÉCNICO: dia 11 às 10 horas no Positivo Ambiental
-ALOJAMENTOS: Escola Primavera (R. Monte Castelo, 1040 – Fundos da AABB no Tarumã).
-ALIMENTAÇÃO: Na AABB ao custo de R$ 20,00 a diária, sendo R$4,00 café, R$8,00 almoço e R$8,00 jantar.
SANTA CATARINA VENCE A PRIMEIRA COPA SUL

Aprov/Pmc/Unochapecó/Inviolável
No primeiro set da partida a equipe da casa veio arrasadora enquanto que a catarinense, embora tivesse tido uma véspera muito mais tranqüila, entrou na quadra nervosa e errando demais. Mesmo com Cascavel perdendo uma de suas principais jogadora logo no início da partida, a central Ana Franciele, venceu por fáceis 25×13 em 20 minutos de jogo. O 2º set começou com o Aprov/Unochapecó equilibrando as ações que resultou em um set mais disputado. Mas dessa vez a vitória foi para as catarinenses, que no final do set abriram uma boa vantagem e fecharam o set em 25×19. Cascavel veio para o 3º set sem sua líbero, Grazinha, o que fez com que a equipe se desconcentra-se e se perdesse em vários momentos, se tornando uma presa fácil pra agora super concentrada equipe de Chapecó. E assim como no 1º set a duração do 3º foi de apenas 20 minutos, só que agora com 25×14 para Aprov/Chapecó. No 4º set Cascavel sentiu o cansaço e o desgaste psicológico que teve desnecessariamente na noite de ontem além da perda de 2 atletas importantíssimas por contusão na partida de hoje e entrou na quadra errando demais. As catarinenses abriram 22×16 e pareciam que levariam o 4º set fácil, mas não foi bem assim, Cascavel fez uma ótima sequência de saques fex 5 pontos seguidos levantando a torcida. Mas a reação parou por ai 25×21.
APROV/CHAPECÓ a 1ª Campeã da Copa Sul Adulta Feminina.
Depois das entregas de medalhas pelo Secretário Juarez Berté foi feita a entrega dos Troféus Paulãozinho para os melhores da competição. E venceram:
MELHOR LEVANTADORA: LUIZA (CASCAVEL)
MELHOR ATACANTE: GRAZIELA (CASCAVEL)
MELHOR CENTRAL: GABRIELA (CHAPECÓ)
MELHOR JOGADORA: DANIELE (CHAPECÓ)
Informações Gerais para a Fase Final dos Jocop’s
Programação para diversas modalidades:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/fase.php?fase=5&cmbRegional=63&TipoDoc=2
Cronogramas:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/cronograma_fase_final_jocops_2009.pdf
Grupamentos:
Diversos:
http://www.jogoscolegiais.pr.gov.br/modules/fase_final/fase.php?fase=5&cmbRegional=63&TipoDoc=12
Voleibol Paraolimpico
Em 1956, na Holanda, houve a fusão do voleibol convencional e o Sitzbal, esporte alemão que não tem a rede, praticado por pessoas com mobilidade limitada e jogam sentadas, resultando no Voleibol sentado.
Na modalidade podem competir amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora.
Na Paraolimpíada de Toronto (1976), o voleibol sentado teve jogos de exibição. Quatro anos depois, o esporte coletivo foi incluído no programa de competições dos Jogos Paraolímpicos de Arnhem, na Holanda, com a participação de sete seleções.
Desde 1993 existem campeonatos mundiais da modalidade tanto no masculino como no feminino. Até Sydney (2000), o voleibol paraolímpico era dividido entre a categoria sentada e em pé.
A partir de Atenas, por decisão do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) passaram a ocorrer disputas somente com atletas sentados. As mulheres participaram da competição pela primeira vez em Atenas.
O sistema de classificação funcional do voleibol é dividido, portanto, entre amputados e les autres. Para amputados, são nove classes básicas baseadas na localização anatômica do membro amputado (joelho ou cotovelo).
Em les autres são enquadradas pessoas com alguma deficiência locomotora. Atletas pertencentes a categorias de amputados, paralisados cerebrais ou afetados na medula espinhal (paratetra-pólio) podem participar de alguns eventos pela classificação les autres.
Em relação ao convencional a quadra é menor, com 10m x 6m, e a altura da rede é inferior à da modalidade, com cerca de 1,15m do solo no masculino e 1,05m para o feminino.
Paranaense conquista o Mundial Infanto-Juvenil Feminino
A seleção brasileira feminina infanto-juvenil conquistou o título do Mundial da categoria neste domingo (12.07), na Tailândia, após vitória sobre a Sérvia por 3 sets a 1, com parciais de 25-20, 26-24, 23-25 e 25-17. Campeã em 97 e em 2005, o time chegou ao terceiro título invicto com oito vitórias e apenas três sets perdidos.
Na primeira fase do Mundial, o Brasil superou Eslováquia, República Dominicana e Itália – todas por 3 sets a 0. Na segunda etapa da competição, venceu as seleções do Peru (3/0), Japão (3/1) e Sérvia (3/2). Nas semifinais, foi a vez de o time brasileiro ganhar da Turquia (3/0), e na decisão, a segunda vitória sobre a Sérvia.
Paranaense Emanuel inicia hoje nova luta pelo Circuito Mundial
Outro Grand Slam no caminho. Depois do vice-campeonato no Grand Slam de Gstaad (Suíça), Emanuel e Ricardo entram em quadra na manhã desta quinta-feira, dia 16, no Grand Slam de Moscou, estreando no sétimo torneio do Circuito Mundial 2009. Terceira colocada no ranking mundial com 2.580 pontos, a ‘Dupla de Ouro’, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004 e medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, busca nas areias russas o terceiro pódio na temporada internacional: foi campeã em Brasília (Brasil) e vice-campeã em Gstaad (Suíça), na semana passada. Emanuel espera por mais uma etapa de nível técnico muito alto, enquanto Ricardo destaca o forte calor em Moscou.
“Estamos vendo duplas favoritas caírem pelo meio do caminho, outras parcerias fortes ficarem de fora ainda no qualifying e serve de alerta para todos. Isso mostra o equilíbrio do Circuito Mundial e a tendência é que o nível esteja ainda mais alto a cada semana. Jogamos bem na Suíça, fizemos um bom campeonato, e chegamos fortes aqui em Moscou”, afirmou Emanuel, eneacampeão do Circuito Mundial.
“Me surpreendeu o calor, está muito quente, a temperatura está muito alta. Isso, com certeza, é um adversário a mais para todos, o desgaste vai ser bem maior, mas estamos preparados”, afirmou o baiano Ricardo, hexacampeão do Circuito Mundial.
Volei de Praia nos Jocop’s
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
- 6
- 7
- 8
- 9
- 10
- 11
- 12
Os campeões dos Jogos Colegiais
A fase final dos Jocop’s classificou as equipes campeãs para as Olimpíadas Escolares Brasileiras, que serão disputadas em períodos e locais diferentes para os alunos de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos. Os primeiros vão para Poços de Caldas, Minas Gerais, de 10 a 20 de setembro, e os últimos para Londrina e Maringá, de 5 a 15 de novembro. Vale lembrar que estão classificadas apenas as equipes cujas modalidades fazem parte da programação das Olimpíadas Escolares: atletismo, basquete, futsal, handebol, judô, natação, tênis de mesa, vôlei e xadrez.
Voleibol
Feminino A
1.º – Colégio Regina Mundi, de Maringá
2.º – Colégio Nossa Senhora de Sion, de Curitiba
3.º – Colégio Evangélico Martin Luther, de Marechal Cândido Rondon
Feminino B
1.º – Colégio Nossa Senhora do Sion, de Curitiba
2.º – Colégio Marcelino Champagnat, de Londrina
3.º – Colégio Rio do Couro, de Irati
Masculino A
1.º – Colégio Regina Mundi, de Maringá
2.º – Colégio Marechal Arthur Costa e Silva, de Medianeira
3.º – Colégio Neo Master, de Ponta Grossa
Masculino B
1.º – Colégio Dom Bosco, de Curitiba
2.º – Colégio Vera Cruz, de Mandaguari
3.º – Colégio Nestor Vitor, de Pérola
Vôlei de praia
Feminino – Classe A (15 a 17 anos)
1.º – Colégio Platão, de Maringá
2.º – Colégio Sesi, de Guarapuava
3.º – Colégio Sagrada Família, de Campo Largo
Feminino – Classe B (12 a 14 anos)
1.º – Colégio Sagrada Família, de Campo Largo
2.º – Colégio Antônio Franco F. da Costa, de Formosa do Oeste
3.º – Colégio Dom Pedro II, de Umuarama
Masculino – Classe A (15 a 17 anos)
1.º – Colégio Paulo VI, de Boa Vista da Aparecida
2.º – Colégio Olympia Tormenta, de Londrina
3.º – Colégio Novo Horizonte, de Toledo
Masculino – Classe B (12 a 14 anos)
1.º – Colégio Polivalente, de Curitiba
2.º – Colégio Professor Pedro Carli, Guarapuava
3.º – Colégio Antônio Franco F. Da Costa, de Icaraíma
Circuito Estadual de Volei de Praia
As duplas Keko/Nelsinho (Bal. Camboriu/SC) e Andréa Teixeira (Itapema/SC) com sua parceira Naiara (Distrito Federal) são os lideres do ranking da etapa de Goiás. A etapa de Goiás é a 18ª do Circuito Estadual Brasileiro, que faz parte do grupo 3. Ainda faltam 6 etapas do grupo. 19ª Etapa: SÃO PAULO – 07 a 09 de agosto 23ª Etapa: RIO GRANDE DO SUL – 18 a 20 de setembro 24ª Etapa: SANTA CATARINA – 16 a 18 de outubro 25ª Etapa: MINAS GERAIS – 06 a 08 de novembro 26ª Etapa: RIO DE JANEIRO – 13 a 15 de novembro 27ª Etapa: PARANÁ- 21 a 23 de novembro GRUPO 3 – (MS, ES, DF, GO, SP, RS, SC, PR, MG, RJ). – Só poderão participar das etapas do Circuito Estadual as duplas que tiverem os dois jogadores inscritos por uma das Federações Estaduais filiadas a CBV. – Cada jogador só poderá participar de etapas no grupo em que sua Federação Estadual de registro faça parte. A oito duplas masculinas asseguradas na fase principal são Nelsinho/Keko (SC), Oscar/Guto (RJ/SP), Isac Dias/Jefferson (GO/RJ), Betinho/Mauro Nogueira (MS), Kadu/Luciano (GO/ES), Geraldo Junior/Jarson (GO), Fabiano Mendes/Leandro Almeida (GO) e Wagner/Diogo Abreu (GO). No feminino, as oito duplas pré-classificadas são Andréa Teixeira/Naiara (SC/DF), Fabíola/Evelyn (DF), Camila/Patrícia Wink (RJ), Jaqueline/Lucinha (MS), Ana Paula Moraes/Rossana (GO/DF) e Lidiane/Claudia Martins (GO), além de outras duas parcerias que serão indicadas pela Federação Goiana. O torneio em Goiânia será iniciado na sexta-feira, com o torneio classificatório, onde serão definidas as últimas oito duplas – metade em cada naipe – classificadas para a fase principal, que será iniciada no sábado. Neste estágio da competição, as 12 parcerias – oito pré-classificadas e quatro vindas do torneio classificatório – serão divididas em quatro chaves e enfrentarão os adversários do próprio grupo. Ao fim das partidas, as duas melhores duplas em cada chave seguirão na disputa e disputarão as quartas-de-final. No domingo, as quatro parcerias restantes em cada naipe disputarão as semifinais e as duas melhores decidirão os títulos no Buriti Shopping. Fonte: www.cbv.com.br
Árbitro Paranaense é destaque no Mundial Juvenil no México
O árbitro paranaense Paulo Ricardo Turci foi convocado pela FIVB para atuar no Mundial Juvenil Feminino que está sendo disputado no México desde o dia 16 de julho. Paulo que recentemente foi elevado à categoria Internacional na arbitragem, atuou em cinco jogos desde o início do Campeonato. Paulo vem colhendo elogios nas atuações e mostrando preparo para atuar na competição.
No dia 16 atuou como 1º árbitro no jogo entre Bulgária e Turquia, com vitória das turcas por 3 set a 1.
Paulo Turci é árbitro da FPV desde a década de 80, e é um exemplo de determinação na arbitragem nacional. É Diretor de Árbitros da FPV, Membro da Comissão Brasileira de Arbitragem representante da região sul, Instrutor de Arbitragem e profissionalmente é Diretor da Volvo no Brasil.
Mais fotos dos Jocops
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
- 6
Esclarecimentos sobre a Alteração da Regra
Se um jogador aproxima a mão da rede, buscando a posição onde a bola vai tocar na rede vinda da quadra adversária, para que a mesma impulsionada pela bola, toque sua mão e caia, deve ser considerado FALTA de toque na rede.
Tal falta deve ser marcada baseado na Regra abaixo:
Regra 11.4.4 – “realiza ações que obstruam uma tentativa legítima de um adversário jogar a bola”.
Veja o video no youtube:
Composição das Equipes
1-Para World League 2009: 12 jogadores regulares e mais 2 líberos os 14 são inscritos na súmula e podem ficar os 14 em quadra.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 12 jogadores regulares, sendo 13 em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve apenas 12 jogadores regulares, sendo 12 em quadra.
2-Para o Grand Prix 2009 e Mundiais Juvenis e Infantos: 10 jogadores regulares e mais 2 líberos e são inscritos 12 jogadores em súmula somando os líberos.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 11 jogadores regulares, sendo 12 no máximo em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve 12 jogadores regulares, sendo 12 jogadores em quadra.
3-Para o Brasil e RS são 12 jogadores inscritos em súmula, podendo entre estes inscrever 1 ou 2 líberos, sendo 12 jogadores no máximo em quadra..
4-Para a Champions CUP 2009 no Japão será efetuado um novo teste, a substituição dos jogadores de defesa em quadra, por um dos líberos de forma ilimitada.Isto significa que a cada vez pode entrar um líbero diferente em quadra.Não poderá haver a troca direta de líbero por líbero.Não poderão estar os 2 líberos jogando em quadra ao mesmo tempo.
PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO
CAPÍTULO CINCO – INTERRUPÇÕES, INTERVALOS &
RETARDAMENTOS
15.2.1 Interrupções regulamentares do jogo podem ser solicitadas pelo
técnico, ou na ausência do técnico, pelo capitão em jogo, e somente por
eles.
A solicitação é feita através da correspondente sinalização manual
quando a bola está fora de jogo e antes do apito para o saque.
15.10 PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO
(Substituição rápida) – 15.10.3a A real solicitação de
substituição é a entrada do jogador(es) substituto(s) na
zona de substituição, pronto para jogar, durante uma
interrupção regulamentar.
15.10.3.b Se isto não ocorrer, a substituição não está
garantida e a equipe é punida por um retardamento.
15.10.3c A solicitação de substituição é reconhecida e
anunciada pelo apontador ou segundo árbitro,
respectivamente pelo uso da campainha ou apito.
Brasil estreia com vitória na Liga Mundial

Thiago Alves substituiu Giba no terceiro set e foi um dos destaques brasileiros no triunfo sobre a promissora seleção cubana, em Belgrado, na Sérvia
O Brasil estreou bem nas finais da Liga Mundial 2009 nesta quinta-feira. O time comandado pelo técnico Bernardinho superou os rivais cubanos por 3 sets a 1 (25/17, 23/25, 25/17 e 25/19),na Beogradska Arena, e tirou de cima de si o peso do primeiro jogo. O oposto Leandro Vissotto e o ponteiro Murilo foram os maiores pontuadores do confronto, com 17 acertos cada. No primeiro set, o Brasil começou cometendo alguns erros, que colocaram Cuba em vantagem no marcador. Na primeira parada técnica, os cubanos estavam na frente (8/5), mas tinham marcado apenas três vezes. Os outros cinco pontos haviam sido de falhas brasileiras. A conversa com o técnico Bernardinho surtiu efeito e os brasileiros marcaram quatro pontos seguidos, numa sequência de saques colocados do meio-de-rede Rodrigão, e viraram o jogo (9/8). A diferença aumentou ainda mais, devido ao forte bloqueio verde-amarelo (12-8). Nesses pontos consecutivos, o Brasil bloqueou cinco vezes os ataques dos cubanos, duas vezes com o meio-de-rede Lucas, outras duas com o ponteiro Murilo e mais uma com o levantador Bruno. O paredão brasileiro apareceu mais vezes durante o set e Cuba não teve chances: 25/18, numa bola de tempo atrás de Lucas. O oposto Leandro Vissotto também se destacou, marcando cinco pontos de ataque. Na segunda parcial, os cubanos equilibraram o jogo. Com uma recepção melhor, o time caribenho conseguiu estar igual no placar até uma outra sequencia de saques do meio-de-rede Rodrigão: 8/6 Brasil, após um bloqueio de Murilo e uma bola de xeque marcada por Bruno. O espírito guerreiro do time brasileiro ficou marcado em uma defesa do do levantador Bruno, que resultou no décimo ponto da equipe verde-amarela, e uma recepção do líbero Serginho, que resultou no 12°. Os cubanos não desistiram do jogo e voltaram a sacar bem. Em um ace do ponteiro Leal, os adversários brasileiros passaram a frente (15/14). O Brasil ainda chegou a passar na frente do placar com três pontos do ponteiro Murilo, duas bombas no saque e uma no ataque, mas Cuba levou a melhor. Em um ace do meio-de-rede Simon, a equipe cubana passou novamente a frente (22/21) e conseguiu fechar: (25/23). No terceiro set o Brasil voltou a jogar melhor. Com mais eficiência na relação saque/bloqueio, o time comandado pelo técnico Bernardinho chegou à primeira parada técnica três pontos: 8/5, num ace do ponteiro Giba. Giba acertou mais um em seguida e os brasileiros abriram mais um ponto: 9/5. A vantagem aumentou ainda mais quando Lucas e Murilo bloquearam, uma vez cada, ataques cubanos (13/7). A vantagem aumentou mais quando Lucas acertou mais um saque. O meio-de-rede brasileiro flutuou a bola e contou com a falha na recepção cubana: 19/12. Cuba encostou no placar (21/17), mas o Brasil se concentrou e fechou: 25/17, após três aces do ponteiro Thiago Alves, que havia entrado no lugar de Giba. Na quarta e última parcial, o Brasil dominou desde o início. Uma sequencia de saques do meio-de-rede Lucas complicou a recepção cubana e os brasileiros abriram logo quatro pontos: 8/4. Cuba voltou ao jogo e encostou no placar (10/9), mas o Brasil voltou a abrir uma boa vantagem: 16/11, num medalhão do ponteiro Murilo do ponteiro cubano Leal. O time caribenho voltou a incomodar e diminuiu a diferença para um ponto: 18/17. No entanto, o Brasil manteve a calma e, novamente em três aces do ponteiro Thiago Alves abriu: 23/18, para depois fechar com o meio de rede Rodrigão, 25/19. Nesta sexta-feira o Brasil enfrenta a Argentina, às 12h30 (horário de Brasília), no mesmo local. BRASIL: Bruninho (5), Leandro Vissotto (17), Giba (5), Murilo (17), Lucas (15), Rodrigão (6) e Escadinha (líbero). Entraram: Thiago Alves (10), Rivaldo e Marlon. CUBA: Hierrezuelo (1), Camejo (1), Leon (10), Leal (13), Sánchez (5), Simón (12) e Gutierrez (líbero). Entraram: Cepeda (3), Bell (1), Dominico (4), Diaz (1).
Clássico sul-americano por vaga
Depois de encarar e vencer os rivais cubanos o Brasil enfrentará nesta sexta-feira outro velho conhecido, a Argentina, às 12h30 (horário de Brasília), na Beogradska Arena, em Belgrado, Sérvia. Depois de perderem o primeiro jogo contra os cubanos, os argentinos precisam da vitória para continuarem na competição. Os brasileiros podem até perder que podem conseguir avançar às semifinais nos quesitos de desempate.
Ciente de que seu time pode render mais depois da vitória contra Cuba, o técnico Bernardinho prega respeito à Argentina.
- Estou muito feliz com a vitória diante de Cuba. Começamos com a pressão da estréia sobre nós, mas nosso bloqueio e saque funcionaram bem. Fazer 17 pontos de bloqueio diante dos cubanos é muito bom. Agora, diante dos argentinos, temos que manter nossos pontos positivos e pensar em jogar soltos, como eles farão. A Argentina tem uma maneira diferente de jogar e precisamos trocar a nossa também. O momento é de focar em conseguir outro bom resultado – afirma Bernardinho, elogiando o trabalho do treinador argentino Javier Weber.
- A Argentina evoluiu bastante nos últimos anos, principalmente depois da chegada do Weber. Eles têm um bom time e serão adversários perigosos – conclui Bernardinho.
O meio-de-rede Rodrigão aponta outro ponto a ser observado pelos brasileiros.
- Eles vem com tudo para este jogo. Sem dúvida jogarão todas as bolas como se fosse a última. Essa partida contra nós decide tudo para eles. Devemos ficar espertos e não errar tanto como fizemos diante de Cuba. Podemos já ter uma vitória no grupo, mas quando entramos em quadra sempre temos a pressão de um bom resultado do nosso lado – avalia Rodrigão.
Do outro lado, o técnico Javier Weber vai de encontro com o que disse o jogador brasileiro.
- Espero fazer um grande jogo contra, na minha opinião, o melhor time do mundo. Nós estamos crescendo como time e, assim como o Brasil, trocamos algumas peças presentes no último ciclo. Precisamos da vitória para seguir na competição e a Argentina não é um time acostumado com a pressão, assim como são os brasileiros. Será uma parada dura, mas esperamos fazer um jogo melhor do que nosso primeiro contra Cuba. Minha idéia como técnico é sempre fazer a última partida melhor que a penúltima e assim sucessivamente – diz Weber.
Sem brilho da estreia, Brasil vence Argentina e está na semi da Liga
O Brasil garantiu uma vaga na semifinal da Liga Mundial, nesta sexta-feira, após superar a Argentina por 3 sets a 0 (25-20, 25-22 e 25-20), em Belgrado, na Sérvia. A equipe terminou na primeira colocação do Grupo F – que também teve Cuba como classificada – e enfrenta o perdedor de Rússia e Sérvia, neste sábado, na luta por uma vaga na decisão. Ao contrário do duelo contra Cuba, o bloqueio brasileiro não funcionou diante da equipe argentina. Em contraste com os 17 pontos do dia anterior, os brasileiros encaixaram apenas dois pontos no fundamento. Giba e Leandrão foram os principais pontuadores da equipe, com 11 pontos cada. Pelo lado da Argentina, destaque para Garcia, que também marcou 11 pontos. Durante o segundo set, o meio-de-rede brasileiro Rodrigão acabou sofrendo uma lesão no braço esquerdo ao dar um peixinho e assistiu ao resto da partida com uma bolsa de gelo na região. Em seu lugar entrou Sidão, que não decepcionou e fez uma boa partida. As duas equipes se estudaram no início do jogo e o vôlei brasileiro começou a se destacar após um ponto de saque de Murilo, seguido de um ataque certeiro de Giba, que levaram a equipe para o primeiro tempo técnico com uma vantagem de 8 a 3. O Brasil manteve uma diferença segura no placar e administrou a vitória no primeiro set com tranquilidade, até fechar em 25 a 20. A segunda etapa foi marcada pelo equilíbrio entre as duas equipes. Após estar vencendo por 8 a 6, os brasileiros permitiram que os argentinos marcassem três pontos seguidos e assumissem pela primeira vez o comando do placar. Sem Rodrigão, que sentiu uma lesão no braço esquerdo, o Brasil seguiu trocando pontos com o adversário até a parte final, quando um ótimo saque de Giba recolocou a equipe em vantagem. Com calma e beneficiados por um erro adversário, o brasileiros fecharam a parcial em 25 a 22. No terceiro set, o Brasil chegou a estar vencendo por cinco pontos no início, mas permitiu uma reação dos adversários, que encostaram no placar. No entanto, Sidão, substituto de Rodrigão, começou a se destacar e, em dois ataques, devolvou ao Brasil uma vantagem segura no marcador. Com tranquilidade, a equipe foi abrindo no placar até fechar o set e o jogo em 25 a 20.
Francisco Beltrão lança Fase Final
Faltando menos de quatro meses para a realização da fase final dos 52.º Jogos Abertos do Paraná em Francisco Beltrão, a Paraná Esporte e Prefeitura de Francisco Beltrão realizaram esta semana, no Espaço da Arte, o lançamento oficial do evento, que ocorre de 23 de outubro a 1.º de novembro.
O Espaço da Arte esteve lotado para o evento, que marcou também o lançamento da logomarca da competição. Gabriel Ulsenheimer, que ganhou o concurso para a escolha da logomarca, recebeu das mãos do prefeito um cheque de mil reais como premiação.
A administração municipal fez questão de evidenciar a importância da imprensa regional para a realização do evento. Para isso, o prefeito Reichembach entregou o material de divulgação a cada representante dos veículos de comunicação que estavam presentes.

Japs Painel
Segunda edição
Para o diretor do Departamento de Esportes, Everton Gomes, a meta é tornar a edição deste ano ainda melhor que a de 2005, quando Francisco Beltrão foi sede também. “Vamos receber os melhores atletas e eles precisam de condições adequadas. O saldo dos Jogos Abertos é a estrutura física que fica para a população. Mas vamos trabalhar para que, mesmo depois dos jogos, essas praças continuem movimentadas”, comentou Everton.
“O esporte se confunde com a história das civilizações, por isso é muito importante também para Francisco Beltrão. Temos total confiança nesta equipe que está trabalhando e vamos fazer uma fase final exemplar”, discursou Wilmar Reichembach.
Mauro Cachel, da Paraná Esporte, salientou que o município cumpriu muito bem o seu papel em 2005. “Depois que o município realiza a fase final pela primeira vez, não é feita novamente no mesmo local se a edição anterior não for bem organizada. E Francisco Beltrão conseguiu boas referências em 2005”, disse Mauro.
Para Aires Tomazoni, chefe do Núcleo Regional de Educação, o município começou a se destacar quando sediou a fase regional dos Jogos Colegiais, ainda em 2002: “A cada ano Francisco Beltrão melhorou a estrutura. Tanto que em 2005 trouxe o maior evento esportivo do Paraná”.
Os melhores da World League 2009

The Best players
MVP Sergio Dutra Santos (BRAZIL), Melhor pontuador Ivan Miljkovic (SERBIA), Melhor atacanta e bloqueador Roberlandy Simon (CUBA), Melhor saque Wilfredo Leon (CUBA), Melhor libero Alexey Verbov (RUSSIA), Melhor levantador Nikola Grbic (SERBIA)
Brasil vence Sérvia, torcida e árbitro e é campeão da Liga

Em uma decisão emocionante, equipe de Bernardinho mostra força e conquista o oitavo título brasileiro da Liga Mundial, igualando a marca da Itália
O Brasil derrotou a Sérvia dentro de casa e se sagrou campeão da Liga Mundial 2009. A equipe comandada pelo técnico Bernardinho venceu no tie break, com parciais de 22/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/12, e se tornou o maior vencedor da história da competição com oito conquistas, ao lado da Itália.
Quando o placar mostrava 14/13 para o Brasil, no quarto set, uma situação inusitada. Depois de várias decisões polêmicas, sempre a favor do time sérvio, um dos árbitros de linha foi substituído.
Na mesma parcial, quando o placar mostrava 21/21, um bloqueio voltou na cabeça do oposto Miljkovic. Mesmo assim a arbitragem deu ponto para os sérvios. No entanto, a mesa de delegados da Federação Internacional de Vôlei chamou o árbitro e concedeu o ponto ao Brasil.
O JOGO
No primeiro set a defesa sérvia estava fazendo milagre. A eficiência no fundamento fez com que o time da casa conseguisse abrir três pontos logo no início: 5/2. No entanto, o bloqueio brasileiro também mostrava a eficiência dos outros jogos, tocando em vários ataques do adversário.
Com isso, o Brasil conseguiu empatar: 5/5. No entanto, após um erro da arbitragem, os sérvios abriram novamente. Sidão atacou no fundo de quadra da Sérvia, na posição cinco, mas o árbitro deu bola fora: 7/5 Sérvia.
O saque brasileiro, que até então não tinha entrado em jogo, foi o responsável pela virada no placar: 11/10 num ace do meio-de-rede Lucas. O equilíbrio tomou conta da partida e os times trocaram pontos até que num ataque para fora de Murilo os sérvios fizeram 16/15.
O Brasil voltou a passar a frente no placar num ace do levantador Bruno: 17/16, mas perderam a ponta num ataque do oposto Miljkovic: 18/17, e aumentaram num bloqueio do meio-de-rede Podrascanin: 20/18.
Um ace do oposto Sérvio aumentou a diferença: 22/19, mas o Brasil voltou a encostar num erro do ponteiro Nikic: 23/22 Sérvia, que fechou 25/22, após Miljkovic explorar um block brasileiro na saída de rede.
Na segunda parcial, quem abriu vantagem no início foi o time brasileiro. Numa bola de meio-fundo e de um bloqueio de Murilo o Brasil fez 4/2 e manteve a distância até o primeiro tempo técnico, 8/6 num ataque de Lucas.
O placar ficou mais dilatado quando Vissotto conseguiu virar uma bola levantada pelo líbero Serginho na entrada de rede: 10/7. No entanto, a Sérvia conseguiu empatar e virar o jogo, após um ataque do ponteiro Janic, na entrada de rede, e um do oposto Milkovic, na saída: 15/14 para os donos da casa.
Mantendo a tranqüilidade, o time brasileiro foi buscar o empate e também virou o jogo a seu favor: 16/15 num ace do levantador Bruno. Sidão deu moral ao time brasileiro com um grande bloqueio em cima do oposto sérvio e manteve a pequena diferença: 20/19.
As equipes trocaram pontos até que num rali o ponto acabou a favor dos brasileiros. O meio-de-rede Lucas pegou um ataque do ponteiro Nikic e fez 24/22. Vissotto fechou a parcial num ataque na saída de rede: 25/23.
O terceiro set começou bem para os brasileiros. O meio-de-rede Lucas abriu o placar, Murilo marcou numa jogada de meio-fundo e o oposto Leandro Vissotto conseguiu bloquear um ataque sérvio: 3/0.
A diferença aumentou e no primeiro tempo técnico o Brasil já estava quatro pontos a frente: 8/4, num ataque do meio-de-rede Sidão. Quando a equipe brasileira conseguiu aumentar mais a vantagem, num ataque de Leandro Vissotto, o técnico sérvio foi obrigado a pedir tempo.
No entanto, a conversa parece não ter surtido efeito, 12/6 para o Brasil num ataque de Vissotto, na saída de rede. Concentrado, o time brasileiro dominava a partida e outro tempo foi solicitado pelo técnico da Sérvia quando o placar estava 15/8. Em seguida, o oposto brasileiro fez um ace e marcou 16/8.
O tempo técnico fez bem ao time da casa, que marcou duas vezes seguidas: 16/10. Novamente a Sérvia marcou dois pontos consecutivos: 18/14, fazendo com que Bernardinho pedisse tempo.
Foi a vez do Brasil marcar três pontos. Bruno sacou flutuado e fez 21/14, num erro de recepção da Sérvia, que ainda tentou voltar para o jogo. Mas não adiantou, Giba virou uma bola na entrada de rede e fechou: 25/22.
Na quarta parcial a sorte parecia estar do lado brasileiro. Giba foi para o saque e marcou um ace, após a bola tocar caprichosamente na rede e cair na quadra adversária: 6/3.
Os sérvios não se entregaram, conseguiram empatar 7/7, num bloqueio do ponteiro Janic, e viraram o jogo: 10/9. Nada que fizesse o Brasil se perder na partida. Bruno bloqueou um ataque da Sérvia e Giba acertou dois saques: 15/13.
Novamente a arbitragem foi tendenciosa à favor da Sérvia. Após um bloqueio na entrada de rede, a bola voltou no oposto Miljkovic e, mesmo assim, o ponto foi dado para os sérvios: 22/21 para os donos da casa.
A mesa dos delegados mandou voltar o ponto e o Brasil foi quem marcou 22/21. Os sérvios conseguiram buscar a diferença e fechara num ataque para fora do oposto Leandro Vissotto: 25/23.
O set decisivo começou com um Brasil concentrado. Murilo virou um ataque na saída de rede e Lucas bloqueou o ponteiro Janic: 2/0. Digna de uma final, a partida se equilibrou. Os sérvios empataram e viraram o jogo. A vantagem do time da casa aumentou para dois pontos quando o oposto Miljkovic fez um ace e acertou um ataque: 6/3.
O bloqueio brasileiro apareceu no jogo e, após dois blocks de Murilo em cima de Miljkovic, o time verde-amarelo encostou: 8/7 Sérvia. O Brasil empatou num bloqueio do oposto Leandro Vissotto: 10/10, e virou numa jogada de meio-fundo com Murilo: 11/10.
Um erro sérvio fez a diferença aumentar: 12/10. Bernardinho trocou Giba por Éder, aumentando o bloqueio. Mas foi vissotto que marcou o penúltimo ponto brasileiro: 14/11.
O último ponto estava reservado para o capitão brasileiro. Giba foi acionado na entrada de rede e colocou a bola no chão. Brasil campeão pela oitava vez.
Serginho faz história como o melhor jogador da Liga Mundial
Todo ano os jogadores que disputam a Liga Mundial sonham em ser eleitos o melhor da competição. Geralmente este prêmio é dedicado a atacantes ou levantadores, mas em 2009 foi diferente. Pela primeira vez na história um líbero levou o troféu e não poderia ser outro senão Serginho, do Brasil.
Ele não acreditou quando o locutor do ginásio anunciou seu nome como o melhor jogador. Visivelmente emocionado, ele nem sabe explicar o que sentiu na hora.
- Sinceramente, eu não estou nem acreditando ainda. Foi uma emoção muito grande. Geralmente esse prêmio vai para levantador, atacante, nunca para líbero – diz, sem perceber que estava sendo pioneiro.
Serginho, que jogou toda a fase final com uma dor incômoda nas costas, dividiu o mérito do título individual e fez questão de falar que cada jogador tem uma importância fundamental na seleção.
- Todos aqui são importantes para que o time vença. É difícil encontrar palavras que descrevam o que estou sentindo. Conquistar um título, complicado do jeito que foi, com essa molecada é demais. Alguns aqui não tinham vivido nem uma final. Foi incrível – afirma.
Bernardinho e Giba falam do novo grupo
Time de vôlei que se preze tem líder dentro e fora da quadra. E na seleção brasileira masculina adulta não é diferente. Se no banco de reservas o técnico Bernardinho é quem dita as ordens para os jogadores, dentro do retângulo laranja, os jogadores também têm seu líder, o capitão Giba.
Presentes em seis conquistas antes do título de 2009 da Liga Mundial, os dois eram só elogios ao novo grupo que está sendo formado. Emocionados com a medalha de ouro, jogador e técnico estavam extasiados com a vitória.
- Foi a vitória da determinação, da superação. Esse titulo reflete o quanto esses rapazes trabalharam, o quanto foram dedicados. Foi uma experiência única para os novos jogadores, que disputaram uma final pela primeira vez. Fico muito orgulhoso com a postura que eles demonstraram. Todos estão de parabéns – afirma o comandante brasileiro, técnico mais vencedor da história da Liga Mundial, com um aproveitamento de 92,49% de vitórias.
Sobre o jogo, o treinador brasileiro fez uma análise crítica, mesmo com a vitória. Sempre ponderado em suas declarações, Bernardinho sabe que esse time tem muito a dar e vai trabalhar para tirar o que os jogadores têm de melhor.
- Foi maravilhoso vir aqui e conquistar um título depois de nossa campanha ano passado no Brasil. Acredito que essa geração ainda comete muitos erros e espero que eles continuem melhorando depois disso tudo. Vamos continuar competitivos no futuro – analisa Bernardinho.
Sobre o fato de ter levado o Brasil ao posto de maior vencedor da competição, ao lado da Itália, Bernardinho mostrou-se contente.
- É importante isso. Importante para o vôlei brasileiro e para esses jogadores. Essa geração atual herdou uma situação complicada, que é manter os títulos. Para mim, voltar ao topo depois de amargar uma colocação ruim ano passado é maravilhoso. Mas é bom destacar que o grupo anterior foi muito bem ano passado. Conseguir uma prata nos Jogos Olímpicos, depois de tudo que passamos na Liga foi espetacular. Valeu por tudo! Vamos trabalhar para manter o Brasil entre os melhores – conclui.
Autor do último ponto do jogo, o capitão Giba rejuvenesceu com o novo grupo. Com a felicidade estampada no rosto, ele credita à todos o sucesso na Sérvia.
- Foi fantástico isso aqui. Maravilhoso. Acho que o gás dessa molecada me dá cada vez mais vontade de ganhar. A vontade de vencer deles foi fundamental. A experiência ficou por minha conta. Na hora que precisou ser usada, usei – diz Giba, explicando como se motiva durante tantos anos vitoriosos.
- Quando saio com o ouro numa competição, fico emocionado como se fosse o primeiro. Tem que ser assim. Se você passar a pensar que é o segundo, o terceiro, você fica achando que está no topo. Essa é a situação mais fácil para te derrubar. Não podemos nos acomodar nunca – explica Giba.
Sobre a partida, Giba brincou que não precisava ser tão emocionante.
- Eu não tenho mais idade para aguentar essas coisas, não. Não precisava ser tão complicado. Mas no final, ao ver a bandeira sendo erguida e ouvindo o hino, dá aquele nó na garganta. Dá a certeza e o orgulho de saber que estamos representando o Brasil bem – finaliza Giba.
Em recuperação de outra cirurgia, Samuel festeja título
Presente nas conquistas do Brasil nas Ligas Mundiais de 2005, 2006 e 2007, o atacante do Sada Cruzeiro, Samuel Fuchs, viveu momentos de nostalgia no último domingo, ao ver a seleção brasileira conquistar o octacampeonato da competição, na final sobre a Sérvia, por 3 a 2. Nome em todas as convocações do técnico Bernardinho nos últimos anos, esta foi a primeira Liga Mundial que o jogador de 25 anos não participa, desde que passou a integrar a seleção adulta. Mas para Samuel valeu a torcida.
- Fiquei muito contente com a vitória do Brasil. Assisti em casa ao jogo contra a Sérvia. Vibrei muito. Me lembrei da final de 2005, também contra a Sérvia, quando vencemos por 3 a 1 na casa deles. Como a gente perdeu a Liga Mundial e a Olimpíada no ano passado, havia uma expectativa muito grande de como o time ia se comportar. Sou amigo de todos na seleção e fico muito feliz pelo resultado. Não pude participar agora. Com certeza espero retornar à seleção no futuro, mas meu principal objetivo é voltar a jogar, aqui no Sada Cruzeiro – afirma o jogador.
Samuel Fuchs passou por uma cirurgia no ombro direito em setembro de 2008. Em junho deste ano, já no Sada Cruzeiro, o atleta foi submetido a uma artroscopia e foi feita uma limpeza de uma reação inflamatória pós-cirúrgica, causa das dores e desconforto que ele vinha sentindo. Desde então Samuel vem tendo uma excelente recuperação e já treina normalmente com o grupo celeste, fazendo um trabalho de fortalecimento muscular.
- Estou muito diferente do que eu estava há alguns meses atrás. Estamos fazendo um trabalho forte de preparação física. Estou me sentindo cada dia melhor. Lógico que ainda estou longe do ideal, mas acredito que já esteja com uns 60% do meu potencial de força. Na parte técnica não perdi muito. A expectativa é que dentro de alguns meses eu esteja bem melhor e vamos nos preparar para a Superliga. Estou muito feliz, em um meio que está favorecendo, em uma equipe que eu gosto. O clima é muito bom, dentro e fora de quadra estou contente e isso também ajuda na recuperação – conta.
Murilo e Sidão se apresentam ao Sesi de olho em duelo contra amigos da seleção

Sidão e Murilo são só sorrisos na apresentação ao Sesi
Foram anos de sacrifícios e saudades da família. Nesta quarta-feira, finalmente os atacantes Murilo e Sidão puderam selar oficialmente a volta ao vôlei brasileiro. Os jogadores, que atuavam na Itália, se apresentaram ao Sesi, equipe paulista comandada pelo técnico Giovane Gávio
Morar perto da família, no entanto, não foi a única motivação para trazer as estrelas ao país. Além de sentir o carinho de entes queridos e dos fãs, os jogadores estão empolgados com a ideia de enfrentar os companheiros de seleção. Um dos duelos mais aguardados será contra o Pinheiros, que repatriou Giba, Rodrigão e Gustavo.
- O vôlei tem tudo para dar um salto de qualidade como nunca foi feito no Brasil. Na seleção a gente já faz previsões. Em um mês, deixaremos de ser companheiros para virar adversários. Vai ser um grande espetáculo, e todos vão ganhar muito com isso - contou Murilo.
O jogador, aliás, tem motivos a mais para festejar o acerto com o Sesi. Murilo confessa que está ansioso para enfrentar o irmão Gustavo no Brasil. Na Itália, eles se acostumaram a ficar cara a cara nos jogos entre o Marerata (do ponteiro) e o Treviso (do meio-de-rede).
- Não vamos dar moleza. Na Itália, ele sempre tentava me bloquear, e eu sempre fazia algo para furar o bloqueio dele. A gente lutou muito um contra o outro, quem perdia pagava o jantar. Lá, estava 9 a 1 para ele, mas aqui a gente vai começar do zero – brincou Murilo.
Além disso, o atacante, um dos líderes da nova geração verde e amarela, vive a expectativa de finalmente oficializar a união de dez anos com Jaqueline. A atleta, que deixou o vôlei italiano para jogar no Osasco, morará com ele na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo.
- O lado pessoal pesou bastante. Depois de dez anos, vamos nos casar e ajeitar nossa vida, ter nosso apartamento. A gente tem conversado sobre essa coisa de morar juntos. Será que vamos brigar muito? (risos). Passamos muito tempo priorizando o lado profissional, não estávamos mais aguentando. Agora, vamos no cartório ver como é o processo para casar no civil. Casaremos já, mas não vamos fazer festa – revelou.
Já o paulistano Sidão não vê a hora de ficar perto dos pais, que moram em Taubaté.
- Desde que eu fui para a Itália, tivemos pouco contato. Era uma semana de folga e logo depois a seleção. Fiquei quase dez meses sem ver minha família. Agora, estão com um sorriso de orelha a orelha.
A alegria também deu o tom das palavras de Giovane Gávio. Após passar por momentos de apreensão com o fim do Joinville, o técnico disse que o Sesi já planeja um trabalho de longo prazo e sonha com o título da próxima Superliga.
- Treino todo dia para ganhar. Lógico que temos o pé no chão, mas o time é competitivo e tem condições de vencer – garantiu.
Serginho espera que prêmio de MVP da Liga Mundial valorize a função de líbero

Segundo ele, Brasil não dá o valor merecido para quem atua na posição
Serginho voltou ao Brasil com as mãos cheias. De um lado, o troféu do octacampeonato da Liga Mundial. Do outro, o prêmio de melhor jogador, que prefere não enaltecer. Para ele, é mais importante falar sobre o primeiro título da renovada seleção. Porém, espera que o seu triunfo individual ajude na valorização da posição de líbero no país.
- Fico honrado, mas deixo um pouco de lado a conquista individual. Só quero que esse título sirva para valorizar os líberos. Aqui, não somos valorizados. Somos respeitados, mas não valorizados. Espero que esse meu título ajude no crescimento da posição – disse ele, agarrado ao troféu da octa, conquistado em uma final emocionante contra a Sérvia.
Após defender o Piacenza, da Itália, Serginho percebeu que os líberos são vistos de forma grandiosa no exterior. Segundo ele, a posição é vista como indispensável por lá. Atualmente contratado pelo São Bernardo, de São Paulo, o jogador contou que é reconhecido por ter conseguido visibilidade quando atuava no estrangeiro e por ser integrante da seleção. Os demais líberos brasileiros, porém, ainda sofrem com a desvalorização.
- A diferença é gigantesca. Lá fora, os líberos são muito valorizados. Aqui temos ótimos líberos, que nem mencionados são. Agora que viram que um líbero também pode desequilibrar uma partida, espero que deem o devido valor que a posição merece.
Brasil estreia com vitória sobre Porto Rico no Grand Prix

Atual campeã da competição, a equipe de Zé Roberto não encontra dificuldades contra as caribenhas. A Alemanha é a próxima adversária, às 10h deste sábado
A seleção brasileira adulta feminina de vôlei estreou com vitória no Grand Prix 2009, na manhã desta sexta-feira (31.07). O Brasil derrotou Porto Rico por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/17 e 25/17. Neste sábado (01.08), a equipe brasileira jogará contra a Alemanha, a partir das 10 horas, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, na segunda rodada do grupo A. O jogo será transmitido ao vivo pela TV Globo.
Após o jogo entre Brasil e Alemanha, os Estados Unidos enfrentarão Porto Rico, a partir das 13 horas. Neste domingo (02.08), às 10 horas, a seleção brasileira, atual campeã olímpica, jogará contra as norte-americanas, prata em Pequim.
Pelo grupo C, em Ningbo, na China, a seleção da Rússia estreou superando a Coréia do Sul por 3 sets a 0 (25/23, 25/23 e 25/15) após 1h10. A sul-coreana Kim Yeon-Koung foi a principal pontuadora do jogo, com 19 acertos. Pela equipe russa, Ana Makarova e Tatiana Kosheleva marcaram 16 pontos, cada.
Na preliminar, a China venceu a República Dominicana por 3 a 0 (25/12, 25/18 e 25/19) em 1h01. A chinesa Ming Xue marcou 15 pontos e foi a maior pontuadora da partida. Pelo time caribenho, Bethania de La Cruz fez 11 pontos.
As equipes:
BRASIL
Dani Lins, Sheilla (13), Fabiana (10), Thaísa (6), Mari (5) e Sassá (5) – Líbero – Fabi. Entraram Ana Tiemi (2), Joycinha (2), Natália (1), Regiane (2) e Carol Gattaz. Técnico: Zé Roberto Guimarães.
PORTO RICO
Mojica (4), Alvarez (3), Rosa (8), Oquendo (4), Sheila Ocasio (7) e Áurea Cruz (10) – Líbero – Debora Seilhamer. Entraram: Karina Ocasio (8), Tatiana (1) e Eva Cruz. Técnico: Carlos Cardona.
Histórico Karch Kiraly vira assistente e analisa nova função
A quadra do ginásio do Maracanãzinho estará dourada durante este fim de semana. Considerados por muitos o melhor jogador de voleibol de todos os tempos, o norte-americano Karch Kiraly é o atual assistente-técnico da seleção dos Estados Unidos.
E a primeira etapa do Grand Prix terá um encontro de ícones do voleibol que fizeram história. Do lado norte-americano, Kiraly é o único ex-atleta que tem medalhas olímpicas de ouro na quadra (Los Angeles/84 e Seul/88) e na praia (Atlanta/96, ao lado de Kent Steffes). Do lado brasileiro José Roberto Guimarães, campeão como técnico em Barcelona/92, com a seleção masculina, e em Pequim/2008, com a seleção feminina.
Apesar do brilhantismo, Kiraly diz, com modéstia, o que o desafiou a aceitar ser assistente-técnico da equipe dos Estados Unidos.
- A minha primeira motivação foi poder trabalhar com um grupo tão talentoso e com tanta vontade de evoluir. A segunda foi poder trabalhar com o McCutcheon. Ele é um dos melhores técnicos do mundo em todos os esportes – contou Kiraly que também é só elogios para o técnico brasileiro bicampeão olímpico.
- O Zé Roberto é um treinador fantástico. Ser campeão olímpico com os homens e com as mulheres é muito complicado. Tarefa que ninguém conseguiu até hoje. Ele é único – elogiou o norte-americano.
Jogar no Rio de Janeiro, especialmente no Maracanãzinho, só traz boas recordações para Kiraly.
- Em 1977, joguei aqui no Mundial Juvenil. A competição também foi realizada em São Paulo e em Belo Horizonte. Lembro muito bem que nossa equipe não conseguiu chegar entre os quatro primeiros. Esse ginásio é maravilhoso, tem uma energia fantástica e os torcedores são muito entusiasmados – lembrou Kiraly.
Na comissão técnica desde março, Kiraly diz que o Grand Prix servirá como teste para a nova geração dos Estados Unidos.
- Serão bons testes. Não conhecemos a seleção da Alemanha, que tem excelentes jogadoras. Jogamos duas vezes contra Porto Rico nesta temporada, vencemos uma e perdemos outra. Já o Brasil não temos o que falar. Jogamos na Copa Pan-Americana, e perdemos. Será uma competição forte – analisou Kiraly.
A praia agora é só diversão para o norte-americano.
- Só jogo na areia por lazer. Não tem como mais jogar profissionalmente. Porque? Estou velho – disse o ex-atleta de 45 anos, que quando questionado sobre a equipe favorita para a conquista do título do Grand Prix não tem dúvida ao afirmar: – O Brasil. Apesar da renovação esta seleção está acima de todas as outras.
Os Estados Unidos estrearão no Grand Prix contra a Alemanha nesta sexta, a partir das 13h.
Brasil X Sérvia
Números do jogo
Brasil
Ataque – 55 pontos
Contra-ataque – 10 pontos
Bloqueio – 16 pontos
Saque – 8 pontos
Erros do adversário – 21 pontos
Atuações
Leandro Vissotto – 29 pontos: 24 de ataque, 4 de bloqueio e 1 de saque
Murilo – 15 pontos: 13 de ataque e 2 de bloqueio
Lucas – 15 pontos: 10 de ataque, 4 de bloqueio e 1 de saque
Giba – 13 pontos: 9 de ataque, 1 de bloqueio e 3 de saque
Sidão – 11 pontos: 8 de ataque e 3 de bloqueio
Bruno – 6 pontos: 1 de ataque, 2 de bloqueio e 3 de saque
Sérvia
Ataque – 43 pontos
Contra-ataque – 11 pontos
Bloqueio – 11 pontos
Saque – 4 pontos
Erros do adversário – 38 pontos
Atuações
Miljkovic – 28 pontos: 25 de ataque, 1 de bloqueio e 2 de saque
Stankovic – 10 pontos: 7 de ataque e 3 de bloqueio
Podrascanin – 9 pontos: 4 de ataque, 4 de bloqueio e 1 de saque
Janic – 9 pontos: 8 de ataque e 1 de bloqueio
Kovacevic – 5 pontos de ataque
Nikic – 3 pontos de ataque
Grbic – 2 pontos, 1 de bloqueio e 1 de saque
Starovic – 2 pontos: 1 de ataque e 1 de bloqueio
Geric – 1 ponto de ataque
Brasileiras vencem segunda partida no Grand Prix

Com uma grande atuação, a Seleção Brasileira feminina não dá chances às alemãs, garantindo mais uma vitória no Ginásio do Maracanãzinho
A seleção brasileira adulta feminina de vôlei garantiu neste sábado (01.08), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, sua segunda vitória no Grand Prix 2009. O Brasil derrotou a Alemanha por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/19 e 25/16, em 1h12. Com o resultado, o time brasileiro assumiu a liderança do grupo A, com quatro pontos. A maior pontuadora foi Thaísa, com 14 pontos, sendo oito em finalizações e seis em bloqueio.
Neste domingo (02.08), a equipe jogará contra os Estados Unidos no encerramento da primeira das quatro semanas de competição – os ingressos já estão esgotados. O jogo será às 10 horas, com transmissão ao vivo pela TV Globo. A partir das 13 horas, entrarão em quadra Alemanha e Porto Rico.
Pelo grupo C, em Ningbo, na China, a Rússia encontrou dificuldades para obter sua segunda vitória no Grand Prix 2009. O time russo superou a República Dominicana por 3 sets a 2 (25/21, 25/27, 19/25, 25/11 e 15/10) em 2h01 de partida. As chinesas, que lideram o grupo, ganharam das sul-coreanas por 3 a 0 (25/15, 25/21 e 25/14), após 1h07. Neste domingo (02.08) jogarão República Dominicana x Coréia do Sul e China x Rússia.
O jogo
No primeiro set, dos 12 pontos da Alemanha, seis foram em erros do Brasil. Apenas seis bolas das alemãs caíram na quadra. Um bloqueio de Natália selou a vitória no set por 25 a 12, em 23 minutos.
A Alemanha voltou para o segundo set melhor. Com algumas substituições, o time conseguiu pontos em bloqueio (dois) e no saque (um), o que não havia acontecido no set anterior. Após o segundo tempo técnico, só deu Brasil. O 24º ponto veio em um bloqueio de Fabiana, e a vitória por 25 a 19, em um erro de finalização das alemãs, após 24 minutos. No terceiro set, a seleção brasileira manteve sua superioridade para vencer com tranqüilidade por 25 a 16, após 25 minutos.
As equipes:
BRASIL – Dani Lins, Sheilla, Fabiana, Thaísa, Mari e Sassá. Líbero – Fabi. Entraram – Ana Tiemi, Natália e Joycinha. Técnico – José Roberto Guimarães
ALEMANHA – Weiss, Corina Ssuschke, Maren, Kozuch, Heike e Fürst. Líbero – Kerstin. Entraram – Sabrina Ross e Denise Hanke.
Números da partida Brasil 3 x 0 Alemanha
1º SET
BRASIL
Ataque – 13
Bloqueio – 8
Saque – 1
Pontos em erros do adversário – 3
ALEMANHA
Ataque – 6
Bloqueio – 0
Saque – 0
Pontos em erros do adversário – 6
MAIOR PONTUADORA: Fabiana, com seis pontos
2º SET
BRASIL
Ataque – 10
Bloqueio – 5
Saque – 1
Pontos em erros do adversário – 9
ALEMANHA
Ataque – 10
Bloqueio – 1
Saque – 2
Pontos em erros do adversário – 6
MAIOR PONTUADORA: Thaísa, com seis pontos
3º SET
BRASIL
Ataque – 15
Bloqueio – 2
Saque – 2
Pontos em erros do adversário – 6
ALEMANHA
Ataque – 10
Bloqueio – 0
Saque – 1
Pontos em erros do adversário – 5
MAIOR PONTUADORA: Mari (Brasil) e Maren (Alemanha), ambas com seis pontos
Juliana e Larissa vencem a última etapa do Circuito Mundial
As campeãs pan-americanas Juliana e Larissa garantiram, neste sábado (01.08), a medalha de ouro do último Grand
Slam da temporada 2009 do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Nas areias de Klagenfurt, na Áustria, as brasileiras subiram ao lugar mais alto do pódio após vencerem na decisão as norte-americanas Nicole Branagh e Elaine Youngs por 2 sets a 0, parciais de 21/12 e 21/15. O bronze ficou com as norte-americanas Jennifer Kessy e April Ross, atuais campeãs mundiais, que bateram as austríacas Sara Montagnolli e Barbara Hansel por 2 sets a 0 (21/19 e 21/17) para tristeza dos torcedores locais.

Após baterem na trave duas vezes na temporada, a parceria campeã pan-americana bateu americanas na decisão do GS de Klagenfurt
O título em Klagenfurt representa a 25a conquista internacional da dupla brasileira e a quarta no ano – venceram também no Brasil, no Japão e na Rússia. O resultado da final apontou a quinta vitória de Juliana/Larissa sobre Branagh/Youngs no sétimo encontro entre as parcerias.
Com o título, Juliana e Larissa deixam para trás um incômodo tabu nas areias austríacas. As brasileiras conquistaram, neste sábado, o primeiro título da dupla em Klagenfurt após obterem dois vice-campeonatos, em 2006 e 2007.
- Estamos felizes por finalmente vencermos em Klagenfurt – diz Juliana. – Chegamos perto do título na Áustria duas vezes, mas acabamos derrotados por duas parcerias muito fortes (as finalistas olímpicas Tian Jia/Wang Jie, da China, e Kerri Walsh/Misty May, dos Estados Unidos). Vencemos uma dupla igualmente forte desta vez e estamos muito satisfeitas. As últimas cinco semanas foram muito desgastantes com o Campeonato Mundial e os quatro Grand Slams do Circuito Mundial – comenta a brasileira.
O primeiro set da decisão em Klagenfurt foi equilibrado até 7/7, quando as brasileiras conseguiram uma incrível seqüência de sete pontos e ficaram próximas da vitória. As experientes norte-americanas reduziram para 15/10, mas não conseguiram evitar a derrota por 21/12.
A segunda parcial teve trajetória diferente, com as norte-americanas começando melhor e chegando a ter 6/4 no placar. As brasileiras igualaram em 6/6 e passaram a frente em 11/10. Após uma boa seqüência, passaram a liderar por 15/12 e mantiveram-se à frente até o final, quando fecharam em 21/15.
- Nosso primeiro set foi fundamental para a vitória, pois cometemos poucos erros e nos motivou ainda mais para fechar o jogo sem dar chances para a dupla adversária. Começamos o segundo set cometendo alguns erros, mas logo corrigimos isso e conseguimos a medalha de ouro. A arena estava lotada e foi muito bom vencer na Áustria – completa Larissa.
Antes da decisão, Juliana e Larissa derrotaram as austríacas Sara Montagnolli e Barbara Hansel por 2 sets a 1 (21/18 e 21/19) na semifinal.
FIVB World Ranking – Adulto Feminino

Gran Prix
| 1 | (1) | Brazil |
255 |
|
| 2 | (3) | USA |
198 |
|
| 3 | (4) | Cuba |
190 |
|
| 4 | (2) | Italy |
185 |
|
| 5 | (5) | China |
154 |
|
| 6 | (7) | Japan |
128 |
|
| 7 | (6) | Serbia |
123 |
|
| 8 | (8) | Russia |
106 |
|
| 9 | (9) | Poland |
61 |
|
| 10 | (10) | Korea |
37 |
|
| 11 | (16) | Turkey |
35.5 |
|
| 12 | (15) | Germany |
34.5 |
|
| 13 | (11) | Dom. Rep. |
34 |
|
| 14 | (17) | Kazakhstan |
33.5 |
|
| 15 | (13) | Netherlands |
31.5 |
|
| 16 | (12) | Kenya |
29.5 |
|
| 17 | (13) | Peru |
29 |
|
| 18 | (18) | Algeria |
22 |
|
| 19 | (19) | Thailand |
21 |
|
| 19 | (20) | Puerto Rico |
21 |
|
| 21 | (21) | Ch. Taipei |
20 |
|
| 22 | (22) | Egypt |
18 |
|
| 23 | (23) | Canada |
16.5 |
|
| 24 | (25) | Venezuela |
16 |
|
| 24 | (26) | Cameroon |
16 |
|
| 26 | (27) | Mexico |
15 |
|
| 26 | (29) | Azerbaijan |
15 |
|
| 28 | (23) | Tunisia |
14.5 |
|
| 29 | (27) | Uruguay |
14 |
|
| 30 | (30) | Costa Rica |
13 |
FIVB World Ranking – Adulto Masculino
| 1 | (1) | Brazil |
223.0 |
|
| 2 | (2) | USA |
198.0 |
|
| 3 | (3) | Russia |
185.0 |
|
| 4 | (4) | Bulgaria |
132.5 |
|
| 5 | (5) | Serbia |
117.0 |
|
| 6 | (6) | Italy |
111.0 |
|
| 7 | (7) | Poland |
105.5 |
|
| 8 | (10) | China |
69.5 |
|
| 9 | (11) | Japan |
53.0 |
|
| 10 | (8) | Spain |
51.0 |
|
| 10 | (9) | Puerto Rico |
51.0 |
|
| 12 | (12) | Argentina |
44.5 |
|
| 13 | (14) | Germany |
42.0 |
|
| 14 | (13) | Australia |
38.5 |
|
| 14 | (16) | Venezuela |
38.5 |
|
| 16 | (15) | Egypt |
33.5 |
|
| 17 | (18) | France |
32.5 |
|
| 18 | (19) | Korea |
29.0 |
|
| 18 | (20) | Cuba |
29.0 |
|
| 20 | (17) | Tunisia |
28.5 |
|
| 21 | (21) | Canada |
26.5 |
|
| 22 | (22) | Finland |
20.0 |
|
| 23 | (23) | Cameroon |
18.0 |
|
| 24 | (24) | Iran |
17.0 |
|
| 25 | (25) | South Africa |
15.0 |
|
| 26 | (27) | Czech Republic |
13.5 |
|
| 27 | (26) | Paraguay |
12.0 |
|
| 28 | (29) | Greece |
11.5 |
|
| 28 | (30) | Netherlands |
11.5 |
|
| 30 | (33) | Kazakhstan |
10.5 |
|
| 30 | Portugal |
|
Duelo de técnicos campeões olímpicos
Dois campeões olímpicos de Pequim estarão frente a frente no ginásio do Maracanãzinho neste domingo. De um lado, José Roberto Guimarães, medalha de ouro com a seleção brasileira. Do outro, Hugh McCutcheon, que subiu ao lugar mais alto do pódio com o time masculino dos Estados Unidos. No fim de 2008, o neozeolandês mudou de ares e assumiu o time feminino do país, que enfrenta o Brasil às 10h (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo. A partida é válida pela terceira rodada da primeira semana do Grand Prix. E o neozeolandês não é o único trunfo da equipe americana, derrotada na final feminina de Pequim pelo Brasil. Ao lado de McCutcheon, está aquele que é considerado o maior jogador de vôlei de todos os tempos, Karch Kiraly. Dono de três medalhas de ouro olímpicas – duas na praia e uma na quadra -, o americano é assistente-técnico do time. – Ele (McCutcheon) ainda tem um assistente de peso. Pelo menos em número de medalhas, a equipe americana está na frente – brincou Zé Roberto.
McCutcheon conhece bem o gostinho de vencer os brasileiros em casa. No último ano, antes de conquistar o ouro na capital chinesa com uma vitória sobre o time de Bernardinho na decisão, o técnico comandou a conquista da Liga Mundial, cuja fase final foi disputada no Rio de Janeiro.
No entanto, sua atual equipe não vive boa fase. Totalmente renovada – apenas as duas líberos jogaram em Pequim -, sofreu para bater Porto Rico neste sábado e foi derrotada pela Alemanha na estreia. No entanto, apesar de já ter vencido as americanas em 2009 (as equipes se enfrentaram nas semifinais da Copa Pan-Americana), a seleção brasileira deverá entrar em quadra cautelosa, garante Zé Roberto.
- Ele está com um time jovem, com potencial de bloqueio e defesa enormes. Vi alguns tempos pedidos no jogo contra a Alemanha, e ele está orientando as jogadoras muito bem. É um grupo que tem qualidade, e que precisamos respeitar – alertou.-Ele está com um time jovem, com potencial de bloqueio e defesa enormes. Vi alguns tempos pedidos no jogo contra a Alemanha, e ele está orientando as jogadoras muito bem. É um grupo que tem qualidade, e que precisamos respeitar – alertou.
Brasil fecha primeira fase do Grand Prix invicto
A seleção dos Estados Unidos exigia respeito. Mesmo renovada, tinha no comando Hugh McCutcheon, medalhista de ouro – no masculino – nos Jogos de Pequim, e seu assistente, Kiraly, duas vezes campeão olímpico na quadra e uma na praia. Porém, neste domingo, no Maracanãzinho, na última rodada da primeira fase do Grand Prix, o peso dos títulos dos americanos não intimidou as campeãs olímpicas. Mesmo sonolenta, a equipe aplicou 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22, 25/13.
Com três vitórias em três jogos, a seleção de Zé Roberto deixa o Brasil como líder do Grupo A. Ainda neste domingo, embarca para Macau, onde joga no próximo fim de semana, pelo Grupo E, contra Tailândia, Polônia e China. A fase final do Grand Prix será no Japão, entre os dias 19 e 23 de agosto.
O Brasil entrou em quadra desatento, permitindo que os Estados Unidos abrissem dois pontos. Das atacantes brasileiras, somente a ponteira Mari estava conseguindo virar as bolas. Assim, a equipe americana foi mantendo a diferença no marcador. Um erro de Sassá aumentou a vantagem adversária para três pontos: 6/3. Logo em seguida, Thaísa foi bloqueada, e as americanas fizeram 7/3. O técnico José Roberto Guimarães, nervoso com o que via, pedia atenção às jogadoras, que buscaram a reação. Com a rede marcada, a central dos Estados Unidos isolou a bola e deixou tudo igual no Maracanãzinho: 13/13.
Mas o Brasil ainda continuava sonolento. Até o 14º ponto, apenas Mari havia pontuado no ataque. Porém, uma bola dividida na rede levantou os ânimos das brasileiras, que viraram para 16/15 e não perderam mais a frente. Sassá colocou duas belas paralelas e deu a vez para Nathália entrar em quadra, conseguindo dois bons bloqueios. Sheilla, apagada no primeiro set, apareceu quando solicitada pela levantadora Dani Lins, e a seleção fechou em 25/18.
Com a reação brasileira no fim do primeiro set, a impressão que dava era de que a segunda parcial seria tranquila. Mas o panorama foi idêntico ao do set anterior. Os Estados Unidos saíram na frente, e o Brasil só acordou quando o placar já apontava 19/18 para as rivais. Zé Roberto fez a inversão de 5-1 (colocou Joycinha e Ana Tiemi no lugar de Dani Lins e Sheilla) para aumentar a rede e tentar empatar, mas não obteve sucesso. Desfez a ação e seguiu com as titulares. Na casa dos 20 pontos, o período ficou bastante disputado. As seleções se alternaram no marcador. Porém, um belo saque de Sassá selou o set para o Brasil: 25/22.
As meninas mostraram ter acordado de vez no terceiro set. Chegaram a vacilar nos instantes iniciais, mas depois mantiveram a concentração até o fim. As atacantes tiveram uma melhor apresentação, principalmente Nathália, que entrou no lugar de Sassá. Mari continuou sendo o destaque do time, somando 12 pontos. Com mais facilidade na parcial, as brasileiras fecharam a partida em 25/13.
E após três vitórias em três jogos em casa, a seleção brasileira deixa o Brasil como líder do Grupo A do Grand Prix. Na noite deste domingo, a equipe do técnico José Roberto Guimarães embarca para Macau, onde joga no próximo fim de semana, pelo Grupo E, contra Tailândia, Polônia e China. A viagem para a Ásia preocupa muito o treinador.
- Temo muito por essa próxima fase. Essa situação de sair hoje daqui e só chegar lá na terça-feira é muito complicada. Tem adaptação ao fuso horário, esquema de organização. Além, de claro, facilitar em lesões – comentou ele.
Depois de jogar pelo Grupo E, o Brasil vai para Coreia. Naquele país, no período de 14 a 16 de agosto, já pelo Grupo H, enfrentará novamente a Alemanha, Japão e Coreia. Garantindo a classificação à fase final, marcada entre os dias 19 e 23 de agosto, a seleção brasileira segue para Tóquio, onde vai tentar o octacampeonato.
Campeão olímpico elogia organização do Grand Prix
O técnico campeão olímpico em Pequim 2008, com a seleção norte-americana masculina, Hugh McCutcheon – atual treinador da seleção feminina – elogiou a organização brasileira da primeira etapa do Grand Prix 2009.
- Parabéns à Confederação Brasileira de Voleibol pela organização desta etapa – disse o neozelandês na abertura da coletiva de imprensa.
Depois de 14 anos, o Brasil voltou a sediar uma etapa do Grand Prix. Desde que a competição mudou o formato de disputa, em 98, esta foi a primeira vez que o Brasil foi sede de uma etapa. A competição também marcou o reencontro da torcida carioca com a seleção campeã olímpica.
Os 11.922 torcedores que estiveram presentes no Maracanãzinho deram um show de apoio ao time brasileiro. A líbero Fabi, carioca, era uma das mais aplaudidas. No final, a jogadora resumiu o sentimento de toda a equipe.
- Espero que vire uma tradição o Brasil sediar uma etapa do Grand Prix. Quem sabe, um dia, não poderemos realizar aqui as finais da competição. A torcida deu um show. Espero que possamos reviver esses momentos em breve – festejou Fabi, que, após o final do jogo, distribuiu autógrafos e tirou fotografias com os fãs.
Homenagem
Entre o primeiro e o segundo sets, a Confederação Brasileira de Voleibol homenageou a seleção brasileira infanto-juvenil feminina, tricampeã mundial da categoria. Com o trófeu conquistado na Tailândia, a equipe e a comissão técnica entraram em quadra e foram aplaudidas pelos torcedores.
Renan, uma aposta gigante do vôlei brasileiro

De oposto, o gigante de 2,15m foi passado para o meio-de-rede e vem se destacando no Campeonato Mundial Juvenil, que está sendo disputado na Índia
Renan Zanata Buaitti chegou à seleção brasileira de vôlei em 2007 como oposto. Depois de disputar o Campeonato Mundial infanto-juvenil – em que o Brasil terminou na sétima colocação – e de ficar fora do Sul-Americano de 2008 – em que a equipe conquistou a medalha de prata -, o jogador voltou a vestir a camisa verde-amarela neste ano de 2009. No alto de seus 2,15m, Renan sempre foi visto como uma peça importante para o time, mas precisava melhorar seu rendimento.
E há pouco mais de três meses, depois de conversas entre a comissão técnica da equipe juvenil, o treinador Percy Oncken encontrou a solução: resolveu apostar e mudar a posição do atleta em quadra.
- Necessitávamos de centrais altos. Isac e Aurélio, dois jogadores da posição, ainda não haviam se apresentado à seleção e resolvemos apostar no Renan para o meio-de-rede. Ele começou ajudando nos treinamentos, mas cresceu consideravelmente e, hoje, se apresenta realmente como um central – diz o técnico Percy Oncken, que está à frente da seleção brasileira na disputa do Campeonato Mundial juvenil masculino, em Pune, na Índia.
Satisfeito com o desempenho do jogador, Percy espera que Renan tenha um excelente futuro como meio-de-rede.
- Optamos pelo Renan ao invés de outros centrais de origem por causa de sua estatura avantajada. Ele evoluiu muito durante a preparação para este Mundial, agarrou a oportunidade e, agora, está correspondendo em quadra. O jogador é alto, veloz e tem capacidade de salto. Espero que ele continue evoluindo e tenha um futuro brilhante pela frente – afirma o treinador brasileiro.
Apesar de já adaptado à nova função, Renan confessa que, no início, foi difícil mudar o estilo de jogo.
- Sou canhoto e tinha uma facilidade maior para jogar como oposto, na saída de rede. Depois que me tornei central, passei a desempenhar outros papéis. Agora, tenho de bloquear em todas as posições, movimentar-me por toda a rede. Além disso, aprendi a atacar com mais velocidade. No começo foi difícil, mas já me adaptei. O importante é que estou conseguindo jogar bem – conta o mineiro Renan, de 19 anos, titular da equipe brasileira na disputa do Mundial.
Se depender do desempenho do jogador neste início de competição, o técnico Percy Oncken já pode dizer que a aposta deu certo. Terminada a primeira fase, Renan destaca-se como o melhor bloqueador desta 15ª edição do Campeonato Mundial da categoria.
Regla Bell chega ao Brasil para defender o São Caetano
A Blausiegel/São Caetano já conta com a ponteira tricampeã olímpica e bicampeã mundial, Regla Bell. Mas, por enquanto, só nos treinamentos. A cubana se apresentou na tarde desta terça-feira (4/8) e ainda não estará em quadra pela Copa São Paulo, que começa nesta quarta. Regla deverá jogar pela nova equipe a partir do Campeonato Paulista, que está previsto para começar no próximo dia 15.
No Ginásio Lauro Gomes, que será a sua casa nessa temporada, Regla Bell, de 38 anos, recebeu a imprensa e falou sobre defender uma equipe brasileira pela primeira vez na carreira.
- Estou muito contente, pois jogar no Brasil era um sonho e essa vai ser uma experiência única – disse Bell, que afirma que a rivalidade entre Brasil e Cuba faz parte do passado.
- Creio que serei bem recebida no Brasil. Toda aquela história faz parte do passado e eu não me envolvi muito. Ao contrário. Até separava a briga das minhas companheiras – se diverte a cubana. – Teremos uma equipe muito experiente e, acredito que, com isso, muito regular.
Fofão, outra experiente jogadora, confirma as palavras da cubana.
- Terei mais uma jogadora para dividir a responsabilidade comigo. Assim, acho que poderei ajudar mais a minha equipe – disse Fofão, que só vê pontos positivos em receber Regla Bell no seu time. – Melhor ter uma cubana do nosso lado do que contra – brincou.

Ponteira cubana de 38 anos é apresentada e começa a recuperação física para estrear pela equipe no Paulista
Apesar de não contar com a cubana, nem com Mari e Sheilla, que estão na Seleção Brasileira, a Blausiegel / São Caetano está pronta para estrear na Copa São Paulo. O primeiro dia de campeonato terá os confrontos entre Pinheiros / Mackenzie x Blausiegel / São Caetano às 18h, e Osasco x Vôlei Futuro, às 19h30. Segundo o técnico Mauro Grasso, sua equipe atravessa um bom momento.
- Estamos treinando forte e isso é necessário, pois enfrentaremos três grandes equipes. Depois dos Regionais, estamos em uma fase melhor, com as meninas treinando mais soltas e vamos com tudo para a disputa de mais um campeonato – disse o treinador.
A Copa São Paulo será disputada em sistema de todos contra todos, em turno único. Os dois times melhores colocados farão a final no sábado (8), às 12h30, sempre no E.C. Pinheiros.
Brasil vence EUA no Mundial juvenil

Cada vez mais entrosada, a Seleção Juvenil perde um set para americanos, mas conquista mais uma vitória rumo ao título
A seleção brasileira juvenil masculina de vôlei segue com 100% de aproveitamento no Campeonato Mundial da categoria. Nesta terça-feira (04.08), a equipe comandada pelo técnico Percy Oncken superou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/21, 25/23, 22/25 e 25/17), em 1h31, e assegurou a quarta vitória na competição. A partida, válida pela primeira rodada da segunda fase, foi realizada no ginásio principal do Balewadi Sports Complex, em Pune.
Depois de ficar no banco de reservas no último jogo, o meio-de-rede Isac voltou à equipe titular em grande estilo e foi o segundo maior pontuador do confronto contra os norte-americanos, com 15 acertos, um a menos que o ponteiro Maurício.
- Eu ainda não havia atuado bem no campeonato e isso estava me incomodando. Nesta partida, consegui provar para mim mesmo que sou capaz de jogar bem. Sem dúvida, isso dá uma confiança maior para o restante da competição – comemorou Isac, de apenas 18 anos, caçula da seleção brasileira.
O técnico Percy Oncken também ficou satisfeito com o desempenho do jogador.
- O Isac foi muito bem hoje. Temos três bons centrais que podem ser utilizados em qualquer momento da partida – disse o treinador, referindo-se também aos meios-de-rede Renan e Aurélio.
Apesar das vitórias nos quatro primeiros jogos, Percy Oncken cobrou um melhor rendimento da equipe.
- O time ainda não jogou tudo o que pode. Cometemos muitos erros. Ainda temos que melhorar para atingirmos um nível mais alto. Todas as partidas estão sendo duras e não podemos facilitar o jogo do adversário – explicou Percy.
Passado o confronto contra os Estados Unidos, o próximo desafio do Brasil na segunda fase será nesta quarta-feira (05.08), a partir das 7h30 (horário de Brasília). O adversário será o Irã, velho conhecido do time brasileiro.
- Jogamos alguns amistosos contra o Irã e as duas equipes se conhecem bem. Sabemos que não será fácil. Temos que consertar os erros e entrar com tudo para buscar a vitória – afirmou o meio-de-rede Isac.
No começo do mês de julho, Brasil e Irã disputaram dois amistosos em Caxias do Sul (RS), com duas vitórias para a equipe verde-amarela. Antes disso, as seleções ficaram oito dias juntas no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV-S), em Saquarema (RJ), onde disputaram outros seis jogos-treino – cinco triunfos brasileiros contra um iraniano.
Nesta terça-feira, logo após a vitória do Brasil, a equipe do Irã foi derrotada pela seleção cubana por 3 sets a 0.
O jogo (Brasil x Estados Unidos)
Eficiente no bloqueio e no ataque, o Brasil não demorou a construir a vantagem no início do primeiro set (8/3). Apresentando falhas na recepção e na defesa, os norte-americanos viram os brasileiros se distanciarem no placar: 16/12. Os Estados Unidos ainda chegaram a ensaiar uma reação (17/16), mas não foi suficiente. Depois do erro de saque adversário, a seleção brasileira fechou a parcial em 25/21.
Os Estados Unidos voltaram melhor para o segundo set. A eficiência do ataque norte-americano compensava os erros de saque e a equipe conseguiu ficar à frente no placar: 12/9. Sem repetir o desempenho do primeiro set, o time brasileiro não conseguia superar o bloqueio adversário (22/18). No entanto, numa reação espetacular, a equipe brasileira marcou seis pontos consecutivos – três de ataque, dois de bloqueio e um em erro do saque norte-americano – e virou a partida: 24/22. Depois da recuperação, o Brasil definiu a parcial em 25/23, em ataque do central Isac.
O terceiro set começou equilibrado, mas os norte-americanos logo ficaram em vantagem: 8/5. Apesar de diminuírem a diferença, os brasileiros permaneceram atrás no marcador (15/16). Melhor no bloqueio, desta vez, os Estados Unidos não permitiram a reação brasileira e fecharam a parcial em 25/22.
O Brasil voltou para o quarto set disposto a definir a partida e abriu 10/6. Eficiente no ataque, a equipe verde-amarela aumentou a diferença para 20/14. A vitória brasileira veio com mais um erro de saque dos Estados Unidos: 25/17.
As equipes:
BRASIL – Murilo, Franco, Maurício, Tiago Wesz, Isac e Renan. Líbero – Thales. Entrou: Najari. Técnico – Percy Oncken
ESTADOS UNIDOS – Troy, Amberg, Bourne, Lavaja, Vogel e Kauliakamoa. Líbero – Shoji. Entraram: Sunder, Lawson e Jaynes. Técnico – Shawn Patchell
Brasil vence Irã e está entre os quatro finalistas no Mundial Juvenil
Depois de derrotar os iranianos em dois amistosos no início do mês de julho, a seleção brasileira juvenil masculina voltou a superá-los nesta quarta. Desta vez, no entanto, em partida válida pela segunda fase do Campeonato Mundial da categoria, a vitória valeu a invencibilidade e a classificação para as semifinais da competição. O Brasil levou 1h15 para liquidar o jogo contra o Irã: 3 sets a 0 (25/20, 25/22 e 25/18), no ginásio principal do Balewadi Sports Complex, em Pune.
- Conseguimos jogar bem taticamente e cumprir as estratégias traçadas. Sempre passamos para os atletas a importância de atuarem como equipe, ajudando uns aos outros em todos os momentos. Foi o que aconteceu hoje e por isso chegamos à vitória. É o que esperamos deste time para todas as partidas – disse Percy Oncken, que comanda o Brasil na luta pelo tetracampeonato mundial (93, 01 e 07).
Do outro lado, o técnico iraniano Mostafa Karkhaneh lamentou a eliminação de sua equipe, mas ficou satisfeito com a classificação do Brasil.
- É claro que estamos tristes por não termos passado às semifinais. Mas ficamos felizes porque os brasileiros conseguiram. Tivemos uma excelente passagem pelo Brasil. Foi uma ótima experiência – afirmou Karkhaneh, referindo-se aos dias em que os iranianos passaram no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV-S), em Saquarema (RJ), e em Caxias do Sul (RS), para os amistosos contra a seleção verde-amarela.
Superado mais um desafio, o Brasil aparece como a única equipe invicta desta 15ª edição do Campeonato Mundial. O técnico Percy Oncken, no entanto, prefere esquecer os números e concentrar as atenções apenas no confronto contra Cuba, nesta quinta, a partir das 7h30 (horário de Brasília).
- A equipe cubana apresenta um bom saque e ataca forte o tempo todo. Será mais um jogo muito difícil. Temos de estudar a equipe adversária para vermos qual estratégia adotar – contou Percy.
Antes da vitória do Brasil sobre o Irã, Cuba venceu os Estados Unidos por 3 sets a 0 e também garantiu vaga nas semifinais. Com a classificação garantida, brasileiros e cubanos lutarão pelo primeiro lugar do grupo F.
Na chave E, a situação ainda está indefinida. Depois de perderem seus jogos na primeira rodada da segunda fase, Rússia e Argentina venceram Bélgica e Índia, respectivamente. Com isso, todas as equipes estão empatadas com uma vitória.
O primeiro set começou equilibrado e disputado ponto a ponto. Eficientes no ataque, as equipes alternaram-se na liderança até a segunda parada técnica obrigatória, quando o placar apontava 16/15 para a seleção brasileira. Depois de marcar três pontos consecutivos e abrir 19/15, o Brasil conseguiu impor seu ritmo de jogo. E apesar dos seis erros de saque, a equipe verde-amarela fechou a primeira parcial em 25/20 após o ataque do ponteiro Maurício.
O segundo set também começou disputado. No entanto, melhor no bloqueio, o Irã logo ficou em vantagem: 8/5. Os adversários permaneceram à frente até o 11º ponto, quando o ponteiro Tiago Wesz atacou para empatar (11/11). A virada veio num ace do meio-de-rede Renan (17/16). E o time brasileiro não largou mais a liderança. Mais uma vez, foi Maurício quem deu números finais à parcial: 25/22.
No terceiro set, o Brasil imprimiu um ritmo forte desde o início e logo abriu 8/4. Apesar de ceder o empate (9/9), a seleção verde-amarela continuou pressionando. Muito bem no ataque, a equipe chegou à segunda parada técnica obrigatória com 16/12 no placar, após bola de segunda do levantador Murilo. No fim, o time brasileiro fechou a parcial em 25/18 e garantiu a vitória por 3 a 0.
BRASIL – Murilo, Franco, Maurício, Tiago Wesz, Isac e Renan. Líbero – Thales. Entrou: Aurélio. Técnico – Percy Oncken
IRÃ – Salafzoon, Ghaemi, Dejara, Jadidi, Kamalvand e Gheyasi. Líbero – Sakhavi. Entraram: Vadi e Daneshfar. Técnico – Mostafa Karkhaneh
Marcelo Negrão em etapa do Circuito Estadual Banco do Brasil
A estreia do campeão olímpico Marcelo Negrão (SP) no Circuito Estadual Banco do Brasil Vôlei de Praia 2009 é a principal atração da 19a etapa da competição, que acontece a partir desta sexta na Praia Grande, em São Paulo (SP). As disputas acontecerão na arena montada na Avenida Presidente Castelo Branco, s/n, e a entrada é gratuita.
Campeão olímpico com a seleção brasileira em 1992, Marcelo Negrão estreará na competição no sábado ao lado do conterrâneo Matheus Maçoneto. No primeiro dia do torneio principal, as 12 duplas em cada naipe serão divididas em quatro chaves e enfrentarão os rivais do próprio grupo.
As duas melhores parcerias em cada chave avançam à segunda fase, composta por quartas-de-final, semifinal e final, além da disputa de terceiro lugar. Os campeões da etapa paulista serão conhecidos no domingo.
Na sexta-feira, primeiro dia de jogos na cidade paulista, acontecerá o torneio classificatório, onde estarão em jogo as últimas oito vagas – metade em cada naipe – para a fase principal.
Além de Marcelo Negrão/Matheus Maçoneto (SP), outras sete parcerias masculinas estão garantidas na fase principal: Oscar/Guto (RJ/SP), Nelsinho/Keko (SC), Isac Dias/Jefferson (GO/RJ), Carlos/Richards (MS/MG), Fábio Toro/Gustavo (SP), Cássio/Diego Carrion (SP) e Anselmo/Grellet (SP).
No feminino, as oito parcerias pré-classificadas para a fase principal são Naiara/Andrea Teixeira (DF/SC), Fabíola/Evelyn (DF), Camila/Patrícia Marinho (RJ), Jaqueline/Lucinha (MS), Ana Beatriz/Rossana (SP/DF), Bia Souza/Caroline (SP), Herika/Lenina (SP) e Marli/Débora Lisa (SP).
A etapa goiana do Circuito Estadual Banco do Brasil é a quinta do Grupo 3 da competição, que envolve atletas do Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo
Machucado faz Emanuel desistir de etapa do Circuito Mundial
Uma ferida no pé esquerdo fez com que Emanuel decidisse não disputar a etapa polonesa do Circuito Mundial, em Stare Jablonki. Ele se machucou há duas semanas, durante o Grand Slam de Marselha, na França. Ao tentar recuperar uma bola, pisou forte em uma placa de publicidade. Mesmo machucado, disputou outro Grand Slam, o de Klagenfurt, na Áustria. O ferimento, contudo, não cicatrizou, e o jogador vai voltar ao Brasil para se submeter a exames. Ricardo tem até terça-feira para comunicar à organização se escolherá outro parceiro ou se ficará fora.
O torneio polonês começará nesta terça, quando será disputado o country-cota (torneio preliminar entre duplas de um mesmo país). Ricardo, se competir, só estreará na chave principal, na quinta.
A pancada arrancou parte da pele do calcanhar do pé esquerdo de Emanuel. No sábado, ele começou a sentir dores pelo corpo.
- Tentei tratar da melhor forma em Klagenfurt. Na areia eu não sentia muita dor, porque estava pisando na areia, mas pisando no chão, com chinelo, descalço, mesmo com o curativo, sentia muitas dores e incomodava bastante. Aguentei o máximo que deu, mas, no sábado pela manhã, acordei com a parte lateral da coxa incomodando muito e também a lombar, tudo porque estava tentando compensar para não piorar ainda mais a ferida no pé – explicou Emanuel.
Quando se pensa no medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, Ricardo, automaticamente a dupla que vem à cabeça é Emanuel. Mas dessa vez não será esse “binômio” que iremos ouvir vindo das areias polonesas de Stare Jablonki. Sem poder contar com o companheiro, que lesionou o pé esquerdo e precisou retornar ao Brasil, o baiano estreia na manhã desta quinta-feira no décimo torneio do Circuito Mundial 2009.
Ricardo afirma que o entrosamento com Franco será na base da conversa
Enquanto o paranaense passará por exames e seguirá em tratamento, Ricardo forma parceria com o experiente Franco. E para conquistar entrosamento, eles apostam na conversa.
- Emanuel voltou ao Brasil porque a contusão dele foi séria, chamei o Franco e agora vamos conversar bastante para acertar posicionamento e tática antes da etapa. Nosso treino vai ser mais na base da conversa mesmo, para tentar diminuir os erros. Mas o Franco é um atleta experiente, tem um estilo de jogo que gosto muito, é um guerreiro em quadra e acho que a nossa dupla pode ir longe no torneio – afirmou o baiano Ricardo, hexacampeão do Circuito Mundial.
No primeiro dia de jogos do torneio principal em Stare Jablonki, quatro parcerias entram em quadra. Além de Ricardo/Franco, Pedro Solberg/Benjamin, Alison/Harley e Billy/Bruno Schmidt pisam nas areias polonesas. A última dupla, por sinal, chegou à chave após vencer duas partidas nesta quarta.
Na primeira rodada, os brasileiros derrotaram os irmãos Janis e Martins Freidenfelds, da Letônia, por 2 sets a 0, parciais de 21/11 e 21/10, em 29 minutos. Já na segunda, eles enfrentaram os italianos Matteo e Paolo Ingrosso e venceram, em 44 minutos, por 2 sets a 0, parciais de 21/15 e 21/18.
Brasil supera Cuba no Mundial
Única equipe invicta da 15ª edição do Campeonato Mundial juvenil masculino, a seleção brasileira despachou mais um adversário na tarde desta quinta. Com atuação de gala, o Brasil venceu Cuba por 3 sets a 0 (25/22, 25/14 e 25/22), em 59 minutos, no ginásio principal do Balewadi Sports Complex, em Pune. Agora, o time verde-amarelo, que assegurou o primeiro lugar do grupo F e enfrentará os indianos na semifinal da competição, está a duas vitórias do tetracampeonato (93, 01 e 07).
- Esta foi a melhor partida da equipe neste Mundial. Jogamos muito bem taticamente. Como havíamos planejado, estamos conseguindo diminuir a quantidade de erros e crescer a cada jogo – comemorou o técnico brasileiro Percy Oncken.
Apontado como uma das grandes promessas do voleibol mundial, o ponteiro cubano Leon, de 16 anos, que integra também a seleção adulta de seu país, foi eleito o melhor saque da Liga Mundial 2009. No entanto, nesta quinta, apesar de terminar como o maior pontuador de Cuba, com 11 acertos, ele não conseguiu conduzir sua equipe à vitória. A ótima atuação do time brazuca anulou qualquer chance de reação cubana.
- Conseguimos sacar bem e dificultar a recepção adversária. Isso facilitou muito nosso ataque e bloqueio e chegamos à vitória – comentou Percy, que aproveitou para falar sobre a revelação de Cuba.
- Leon é um diamante bruto que vai ser lapidado aos poucos. Por sua condição física e técnica, ele tem um futuro brilhante pela frente. Não me lembro de ter visto um jogador com esta idade se destacando numa seleção adulta da forma que está acontecendo com Leon – analisou o treinador brasileiro.
Além do Brasil, outras duas equipes do continente americano estão entre as quatro melhores do mundo: Cuba, que também já estava classificada para as semifinais e Argentina, que, nesta quinta, venceu a Rússia por 3 sets a 0 e garantiu a vaga.
- Gostaria de parabenizar as Américas. Três equipes estão entre as melhores e isso merece ser exaltado – disse Percy Oncken.
Nesta sexta, todas as seleções folgarão. No sábado, Argentina e Cuba disputarão a classificação para a final a partir das 7h30 (horário de Brasília). Em seguida, às 9h30 (horário de Brasília), o Brasil enfrentará a Índia e decidirá a outra vaga.
Depois de um início de primeiro set equilibrado, a qualidade do ataque brasileiro logo fez a diferença e a equipe conseguiu abrir 11/8. Melhor também no bloqueio, o Brasil aumentou a vantagem: 19/13. A seleção cubana ainda ensaiou a reação (23/21), mas não foi suficiente. Depois do erro de saque do ponteiro Leon, os brasileiros fecharam em 25/22.
Aproveitando-se de seis erros da equipe cubana – quatro de ataque e dois de saque – o Brasil começou melhor também no segundo set e chegou à primeira parada técnica obrigatória com 8/3 no placar. Mantendo a superioridade no ataque e no bloqueio, a seleção brasileira fez 16/9 e administrou a diferença. No final, o meio-de-rede Renan fez o ponto do set e fechou a segunda parcial em 25/14.
No terceiro set, o panorama permaneceu o mesmo. Bem no saque, a equipe brasileira dificultou a recepção cubana e logo fez 10/6. Disposto a liquidar a partida, o time verde-amarelo não deu chances para os adversários e fechou a parcial em 25/22 no ataque do ponteiro Tiago Wesz.
BRASIL – Murilo, Franco, Maurício, Tiago Wesz, Isac e Renan. Líbero – Thales. Técnico – Percy Oncken
CUBA – Macias, Cepeda, Mesa, Leon, Hernandez e Camejo. Líbero – Andrade. Entraram: Danger, Mederos, Leyva, Gonzalez. Técnico – Juan Carlos Rodriguez
Ana Tiemi vai aproveitar tour asiático para rever a família
Ana Tiemi não, Japa. É assim que, carinhosamente, a levantadora da seleção brasileira é chamada pelas companheiras. Os olhos puxados, semelhantes aos das milhares de macaenses, no entanto, não a fazem se sentir em casa nesta segunda etapa do Grand Prix. Pela primeira vez, Ana Tiemi, que nasceu no Mato Grosso, participa da competição, e a estreia aconteceu na semana passada, no Maracanãzinho.
- Fazer parte da seleção brasileira é uma das coisas que eu sempre quis. Estou muito feliz, e ao mesmo tempo ansiosa. É a primeira vez que estou na Ásia e no Grand Prix. Me senti em casa jogando no Maracanãzinho, com o apoio da torcida. Fiquei ansiosa lá, mas também estou ansiosa aqui – completou.
Depois de Macau, a seleção brasileira seguirá para a Coreia do Sul, onde serão conhecidos as cinco seleções classificadas para a decisão do título em Tóquio, na semana seguinte – as japonesas já têm vaga assegurada. É na capital japonesa que Ana Tiemi pode se sentir um pouco mais em casa. Isso porque ela encontrará o pai, Toshio, que mora no Japão há dois anos, e um de seus três irmãos – os outros dois moram no Brasil.
- Meu pai trabalha no Japão, e meu irmão, que também se chama Toshio, estuda lá há cinco anos. Nos vemos sempre nas férias, mas será a primeira vez que irei visitar os dois – adiantou a jovem atleta, que tem no currículo a medalha de ouro no Mundial Juvenil em 2005, além do bronze no Mundial Infanto-Juvenil, em 2003. – Minha maior curiosidade com relação à Ásia é conhecer a cultura – comentou a Japa do Brasil.
Todas as duplas masculinas ainda vivem na etapa polonesa
Três das quatro duplas masculinas que representam o Brasil na etapa polonesa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia 2009 garantiram, nesta quinta-feira (06.08), classificação às oitavas-de-final da competição. Jogando juntos pela primeira vez, Franco e Ricardo caíram a repescagem, mas seguem vivos nas areias de Stare Jablonki.
Líderes do ranking mundial, Alison e Harley passaram sem dificuldades pelo primeiro dia do torneio principal na cidade polonesa. Na estreia, os vice-campeões mundiais não tomaram conhecimento dos ucranianos Mykola Babich e Sergiy Mykhaylov, vencendo por 2 sets a 0 (21/15 e 21/14) após 38 minutos.
Os brasileiros voltaram à quadra para o compromisso da segunda rodada, diante dos irmãos franceses Andy e Kevin Cès, e venceram mais uma vez: 2 sets a 0, parciais de 21/16 e 21/14. Nas oitavas, Alison e Harley medirão forças com Daniel Hupfer/Paul Schroffenegger, da Áustria.
- Foi um dia ótimo para nossa dupla. Tivemos jogos contra duplas fortes, mas jogamos muito bem e tornamos as partidas tranquilas. Após cinco semanas de Campeonato Mundial e Grand Slams, sinto as duplas um pouco cansadas, mas as parcerias que estão lutando pelo título do Circuito Mundial seguem na mesma batida, então não podemos diminuir o ritmo – diz Alison.
A parceria austríaca impôs a primeira derrota dos veteranos Franco e Ricardo nas areias polonesas. Jogando juntos pela primeira vez por conta de lesão no pé sofrida por Emanuel, os brasileiros foram superados pela dupla européia em três sets: 22/24, 21/17 e 15/17. Na primeira rodada, Franco e Ricardo venceram os letões Martins Plavins e Toms Smedins por 2 sets a 1, parciais de 21/17, 19/21 e 15/11.
Com os resultados acumulados no primeiro dia, a dupla brasileira vai à repescagem, onde enfrentará Petr Benes/Premysl Kubala, da República Tcheca. O campeão olímpico Ricardo espera usar a força da torcida a seu favor na competição.
- Me sinto em casa quando venho a Stare Jablonki. É um dos lugares onde mais gosto de jogar. É uma pena que o Emanuel tenha se contundido, mas felizmente estou aqui para representar a dupla – conta o atleta.
Vindos do qualifying, Billy e Bruno Schmidt passaram invictos pelo primeiro dia do torneio principal. Na primeira rodada, os brasileiros derrotaram os britânicos Steven Grotowski e Gregg Weaver por 2 sets a 0 (21/13 e 21/11).
No segundo duelo do dia, tiveram um pouco mais de trabalho, mas superaram os poloneses Grzegorz Fijalek e Mariusz Prudel: 2 sets a 0, parciais de 26/24 e 21/18. O próximo desafio dos brasileiros será uma verdadeira pedreira: os atuais campeões mundiais Julius Brink e Jonas Reckermann, da Alemanha.
- Fizemos dois jogos equilibrados, mas o saldo foi positivo, afinal conseguimos duas vitórias importantes. Agora é se preparar para a sequência da competição, que será ainda mais difícil – diz Billy.
Completando a lista de brasileiros em ação na Polônia, Pedro Solberg e Benjamin também garantiram vaga nas oitavas. Os brasileiros passaram pelos canadenses Ahren Cadieux e Martin Reader por 2 sets a 0 (21/18 e 21/19) na estreia.
Na sequência, a vitória foi sobre o suíço Martin Laciga e o brasileiro naturalizado Bella: 2 sets a 0, parciais de 21/15 e 21/12. Na próxima rodada, Pedro e Benjamin medirão forças com os argentinos Mariano Baracetti e Jose Salema.
Pedro Solberg e Benjamin são campeões na etapa da Polônia do Circuito Mundial
Pode-se dizer que teve gosto de revanche. Neste domingo, nas areias polonesas de Stare Jablonski, Pedro Solberg e Benjamin derrotaram os alemães atuais campeões mundiais e líderes do ranking, Brink e Reckermann, por 2 sets a 0 e garantiram o título da etapa do Circuito Mundial de vôlei de praia. Na última parada, em Moscou, os atuais campeões levaram o título sobre os brasileiros Ricardo e Emanuel.
O título é o primeiro da dupla, formada após o Campeonato Mundial, no começo de julho, por conta da lesão sofrida por Pedro Cunha, parceiro habitual de Solberg. O filho da ex-jogadora Isabel, aliás, volta a vencer uma etapa do Circuito Mundial desde a etapa brasileira de 2008, em setembro, quando ainda jogava com Harley.

Dupla vence alemães Brink e Reckermann, atuais campeões mundiais
Com parciais de 23/21 e 21/16, Pedro e Benjamin garantiram a vitória. Nas semifinais, eles superaram os espanhóis Herrera e Gavira, também por 2 a 0, com 21/17 e 21/14.
- Fiquei muito chateado com a infelicidade do Pedro, que se contundiu e perdeu o resto da temporada. Mas, por outro lado, tive muita sorte por um jogador como o Benjamin estar disponível. Demoramos um pouco para nos acertar, mas agora mostramos que podemos vencer juntos – comentou Pedro, eleito o melhor jogador da etapa.
Alison e Harley, por sua vez, caíram na disputa do bronze justamente para a dupla da Espanha. Os brasileiros venceram o primeiro set, mas caíram nos dois seguintes.
- Infelizmente jogamos muito abaixo do que estamos acostumados na semifinal. Conseguimos nos apresentar melhor na disputa de terceiro lugar, que foi um jogão, mas os espanhóis mereceram vencer. Agora é partir para a próxima etapa pensando em um resultado melhor – afirmou Alison.
Em cinco sets, Brasil conquista tetra mundial na Índia

Após um grande jogo, brasileiros batem cubanos e conquistam mais um título mundial juvenil, com destaque para o ponta Maurício
Um fim de semana para ficar marcado na história do voleibol brasileiro. Na Índia, a seleção brasileira juvenil masculina conquistou o tetracampeonato mundial (93, 2001, 2007 e 2009). O time comandado pelo técnico paranaense Percy Oncken derrotou a seleção de Cuba por 3 sets a 2 (30/28, 21/25, 25/22, 23/25 e 15/08) e conquistou a medalha de ouro. Em Macau, a seleção feminina, dirigida por José Roberto Guimarães, manteve a invencibilidade no Grand Prix ao derrotar a China por 3 sets a 2 (25/21, 25/20, 19/25, 22/25 e 15/12). Na Polônia, Juliana/Larissa e Pedro Solberg/Benjamin foram os campeões da nona etapa do Circuito Mundial, na cidade de Stare Jablonki.
Viradas, ânimos exaltados, reclamações com a arbitragem e muita emoção. Brasil e Cuba protagonizaram uma partida digna de uma grande final no ginásio principal do Balewadi Sports Complex, neste domingo.
Melhor para os brasileiros, que venceram por 3 sets a 2 (30/28, 21/25, 25/22, 23/25 e 15/8) e conquistaram o título da 15ª edição do Campeonato Mundial juvenil masculino, o quarto do país na história da competição (93, 01, 07 e 09).
O título mundial juvenil prova que um dos segredos do voleibol brasileiro é a renovação permanente. Nos três mundiais das categorias de base já realizados até o momento este ano, o Brasil subiu ao pódio em todos eles. No Mundial Infanto-Juvenil feminino, a equipe comandada pelo técnico Luizomar de Moura conquistou o ouro e sagrou-se tricampeã da categoria (97, 2005 e 2009). No Mundial Juvenil feminino, o time dirigido pelo técnico Antonio Rizola conquistou a medalha de bronze.
Na Índia, a seleção brasileira juvenil foi campeã invicta do Mundial masculino da categoria. Depois de passar por Rússia, Canadá, Polônia, Estados Unidos, Irã e Cuba, nas duas fases classificatórias iniciais, o Brasil enfrentou os donos da casa nas semifinais. E numa partida emocionante, venceu no tie-break. Na decisão, os brasileiros enfrentaram um tradicional rival: Cuba e, mais uma vitória no quinto set, mas, desta vez, o resultado valeu o título. O ponteiro Maurício foi eleito o melhor jogador da competição, enquanto o central Renan Buiatti foi o melhor bloqueio.

Título mundial juvenil no masculino e no feminino e bronze no mundial infanto-juvenil das meninas dão destaque ao esporte no Brasil
As vitórias das categorias de base ajudam na formação de uma nova geração do voleibol brasileiro. Se as equipes adultas já começaram a preparação para os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, a “nova geração” já é garantia de equipes competitivas para as Olimpíadas de 2016.
Em agosto, a seleção infanto-juvenil masculina tentará manter o Brasil no pódio em todos os mundiais das categorias de base. O time, também dirigido por Percy Oncken, buscará um lugar entre os melhor do Mundial da categoria, entre os dias 28 de agosto e 6 de setembro, nas cidades de Jesolo e Bassano Del Grappa, na Itália. Nesta categoria, o Brasil tem seis títulos mundiais (89, 91, 93, 95, 2001, 2003).
EQUIPES
BRASIL – Murilo, Franco, Maurício, Tiago Wesz, Isac e Renan. Líbero – Thales
Entraram: Najari, Jairo e Ygor.
CUBA – Macias, Cepeda, Mesa, Leon, Hernandez e Camejo. Líbero – Andrade.
Entraram: Danger, Mederos, e Leyva.
Confira a campanha invicta do Brasil no Mundial:
Brasil 3 x 1 Rússia
Brasil 3 x 0 Canadá
Brasil 3 x 0 Polônia
Brasil 3 x 1 Estados Unidos
Brasil 3 x 0 Irã
Brasil 3 x 0 Cuba
Brasil 3 x 2 Índia
Brasil 3 x 2 Cuba
Classificação final:
1º) Brasil
2º) Cuba
3º) Argentina
4º) Índia
5º) Rússia
6º) Bélgica
7º) Irã
8º) Estados Unidos
De olho em 2016, base do vôlei brasileiro já prepara outra renovação na seleção
Título mundial juvenil no masculino e no feminino e bronze no mundial infanto-juvenil das meninas dão destaque ao esporte no Brasil
Enquanto a seleção brasileira masculina de vôlei, comandada por Bernardinho, passa por uma renovação, as categorias de base do esporte no país também começam a mostrar suas novas caras. E tudo isso já cria um ambiente de preparação para os Jogos Olímpicos de 2016.
As meninas conquistaram, no Mundial Juvenil, a medalha de bronze, enquanto, no Mundial Infanto-Juvenil, a equipe comandada pelo técnico Luizomar de Moura conquistou o ouro e sagrou-se tricampeã da categoria (97, 2005 e 2009).
Entre os homens, o título veio na Índia. A seleção brasileira juvenil foi campeã invicta do Mundial. Depois de passar por Rússia, Canadá, Polônia, Estados Unidos, Irã e Cuba, nas duas fases classificatórias iniciais, o Brasil enfrentou os donos da casa nas semifinais. E numa partida emocionante, venceu no tie-break. Na decisão, os brasileiros enfrentaram um tradicional rival: Cuba e, mais uma vitória no quinto set, mas, desta vez, o resultado valeu o título. O ponteiro Maurício foi eleito o melhor jogador da competição, enquanto o central Renan Buiatti foi o melhor bloqueio.
Jogos Abertos estão mantidos, mas pode haver adiamento

Japs Painel
A fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná (Jap’s) está mantida para a data prevista, de 21 a 29 de agosto, em oito sedes, mas não está descartado um adiamento. Se isso acontecer, os municípios saberão antes da sessão técnica confirmada para a próxima terça-feira (11/8), nas oito sedes: São José dos Pinhais (Região 1), Irati (2), Bandeirantes (3). Mandaguari (4), Ubiratã (5), Assis Chateaubriand (6), Coronel Vivida (7) e Manoel Ribas (Região 8). O adiamento, segundo o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha, seria em decorrência das seguidas transferências de datas para o reinício das aulas na rede estadual de ensino, como medida de prevenção ao contágio da Gripe A (H1N1). “Ocorre que essas aulas terão que ser repostas e o calendário escolar pode não comportar a suspensão por mais uma semana de aulas no caso da utilização dos colégios estaduais como alojamento para os atletas nessas oito sedes”, explica Marco Aurélio. Qualquer mudança de planos os dirigentes esportivos saberão nas sessões técnicas marcadas para a próxima terça-feira (11/8). Nesse dia, os 246 municípios interessados na fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná se reunirão nas oito sedes para decidir sobre o calendário dos jogos, se será mantido ou adiado, e a participação de suas equipes. O cancelamento da fase regional, como chegou a ser especulado na própria Paraná Esporte, parece ser a decisão menos provável, em razão da vontade dos municípios em participar da disputa. Se todos os interessados confirmarem a intenção de participar da fase regional serão inscritas 1.432 equipes (mais de 20 mil atletas) em nove modalidades: basquete, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol, vôlei, vôlei de praia e xadrez. Mas esse número é apenas uma previsão. Os municípios se manifestam inicialmente para garantirem a vaga. Depois, na sessão técnica, confirmam ou não as equipes que realmente participarão, e em quais categorias e modalidades. “Nem sempre todos conseguem montar equipes competitivas e desistem”, observa o coordenador da competição, Mauro Cachel. Essa desistência na sessão técnica gira em média em torno de 40%, considerando outras dificuldades dos municípios, como o transporte, além da preparação das equipes. A alimentação, alojamento, premiação e pagamento das arbitragens são garantidos pelo Governo do Estado.
Vale lembrar que da fase regional participam só as equipes da Divisão B, brigando pela classificação à fase final, de 23 de outubro a 1.º de novembro, em Francisco Beltrão. As da Divisão A vão direto para a fase final. Na final, além das equipes da Divisão A nas modalidades coletivas (basquete, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol e vôlei) entram ainda as de outras modalidades: atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis, tênis de mesa e vôlei de praia.
O futebol, nas duas divisões, é disputado só pelo sexo masculino, e a ginástica rítmica, apenas pelo feminino. Já a bocha não tem equipes do sexo feminino na Divisão B, só na “A”. Sobre a faixa etária dos atletas, as exceções da ginástica (nascidas até 1995) e futebol (entre 1988 e 1991), nas demais modalidades participam atletas nascidos até 1991.
Considerando a intenção de participar da fase regional, na Região Esportiva 7, em Coronel Vivida, haveria o maior número de municípios: 41. Eles inscreveram previamente 284 equipes, também o maior número de equipes. Já a Região 2, com sede em Irati, tem o menor número de municípios e de equipes: 21 e 104. Destaca-se que nas regiões onde há maior número de equipes da Divisão A pode existir menos da Divisão B, e vice-versa.
Sobre as modalidades, independente de regiões, as que despertam mais interesse são as de futsal e futebol. Outras já variam conforme a região, destacando a bocha na regional de Coronel Vivida, com 21 das 76 equipes previstas em todo o estado. O basquete e vôlei de praia são as modalidades com menos candidatos na maioria das regiões, na frente só do bolão.
BERNARD
A história da explosão de popularidade que ocorreu no vôlei brasileiro no fim dos anos 70 e início dos 80 não pode ser contada sem que seja citado o nome, entre outros, de Bernard Rajzman. Capitão e um dos líderes da ‘geração de prata’ na Olimpíada de Los Angeles 1984, ele ficou conhecido do grande público também por ser o inventor do saque “jornada nas estrelas”.
Nascido no Rio de Janeiro em 25 de abril de 1957, Bernard iniciou sua carreira no Fluminense, aos 11 anos e, assim como muitos de sua geração, teve a sorte de ter Bené, conhecido revelador de talentos, como primeiro técnico.
Vinte anos após encerrar a carreira, ajudando, assim como fez na quadra, a popularizar o vôlei de praia, o camisa 12 da equipe que conquistou a prata olímpica está longe de abandonar o esporte. Ainda apaixonado pela modalidade que o consagrou, Bernard joga por lazer todos os fins de semana, seja na praia da Barra da Tijuca ou na quadra no quintal da sua casa, no mesmo bairro da Zona Oeste carioca (confira o vídeo de uma animada pelada de vôlei, com direito a jornada nas estrelas).
- Joguei por 17 anos na Seleção Brasileira e encerrei a carreira com a sensação de que cumpri meu dever. Pertenci à geração precursora do que o vôlei se tornou nas duas últimas décadas. Meus contemporâneos, assim como eu, superamos preconceitos e iniciamos uma caminhada árdua, mas extremamente recompensadora. O vôlei nos dias de hoje extrapola o campo esportivo e faz parte da auto-estima do povo brasileiro. Somos exemplo de sucesso.

Bernard, atleta eleito para a Seleção do Mundo de todos os tempos... creio que não há necessidade de dizer mais nada sobre o extraordinário craque
Bernard Rajzman saiu do voleibol e, como que dando prosseguimento a uma missão ainda inacabada, entrou para a política.
Em 1991, devido a sua demonstração de ilibada conduta como atleta exemplar que fora, o então presidente da República, Fernando Collor de Melo, convidou-o para substituir Arthur Antunes Coimbra, o Zico, na Secretaria Nacional de Desportes do Governo Federal — cargo que atualmente corresponde ao de Ministro do Esporte e Turismo.
No comando deste órgão, Bernard pôs em prática a política dos vitoriosos. Contando com a assessoria de profissionais de destaque nas várias modalidades esportivas e também na área técnico-administrativa, projetou e conseguiu resultados excelentes no que tange à desenvoltura e destaque internacional em participações desportivas de nossos atletas, tanto na área olímpica quanto na paraolímpica. Foi em 1992 que o Brasil obteve o maior número de medalhas paraolímpicas de toda sua história : 27.
Em sua trajetória político-desportiva contou com a ajuda imprescindível de aliados de grande notoriedade esportiva, como o Professor Doutor MANOEL JOSE GOMES TUBINO, ex-presidente do Conselho Nacional dos Desportos (CND), que sem sombra de dúvidas, com o seu potencial de conhecimentos específicos nesta área, foi quem mais lhe proporcionou alavancar idéias e traçar perfis ideais ao desenvolvimento do desporto nacional.
BERNARD foi um dos responsáveis por traçar a política do desenvolvimento esportivo adotado atualmente e que, genericamente falando, é o melhor da América do Sul.
Sua participação como Secretário Nacional dos Desportos foi imprescindível para a aprovação das Leis n.os: 8672/93 (LEI ZICO); e 9615/98 (LEI PELÉ), que regem o esporte nacional.
Em 1991, participou da criação da Comissão Nacional de Atletas do Ministério do Esporte e Turismo (MET), criada para atender às reivindicações dos atletas junto ao Ex.mo Sr. Presidente da República, sendo designado como Membro. Mais tarde, por méritos pessoais e votação dos demais atletas, foi indicado para a presidência, cargo que ocupa até hoje. A Comissão Nacional de Atletas, criada em dezembro de 2000, pela Portaria n.o 127, é formada por 25 personalidades esportivas. Em 2002, foi indicado também para a vice-presidência do Tribunal de Justiça Desportiva da Associação
- Sou um homem comprometido com o Olimpismo. O vôlei abriu portas de conhecimento que eu dificilmente teria caso não fosse um atleta de sucesso. Jamais imaginei que chegaria aonde cheguei e tudo que tento fazer é retribuir para de alguma forma ajudar o esporte.
Jogos Abertos do Paraná são adiados
A fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná (Jap’s) não será mais na data prevista no calendário da Paraná Esporte, de 21 a 29 de agosto, mas em outro período a ser definido. “O adiamento decorreu de procedimentos das secretarias de Estado da Saúde e Educação para diminuir o risco de propagação dos vírus da Gripe A (H1N1), com a suspensão das aulas, por exemplo. Vamos aguardar novas instruções para marcar a nova data”, comunica o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha.
Já a sessão técnica para a confirmação das equipes que participarão da fase regional foi mantida para esta terça-feira (11/8) em sete das oito sedes: São José dos Pinhais (Região 1), Irati (2), Mandaguari (4), Ubiratã (5), Assis Chateaubriand (6), Coronel Vivida (7) e Manoel Ribas (Região 8). A sede inicial da Região Esportiva número 3, Bandeirantes, no Norte do Estado, não será mais, pela desistência do município. A sessão técnica poderá ser em Londrina ainda esta semana, mas a sede substituta só será conhecida no decorrer dos próximos dias.

Sessão técnica está mantida para esta terça-feira (11/8) em sete das oito sedes – Bandeirante desistiu
Na sessão técnica desta terça-feira (11/8), os municípios interessados na fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná se reunirão para confirmar a participação de suas equipes. Inicialmente, dentro do prazo estabelecido pelo calendário, eles se manifestaram para garantir a vaga. Agora terão a oportunidade de confirmar ou não as equipes que de fato participarão, e em quais modalidades e categorias. São nove as modalidades na fase regional: basquete, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol, vôlei, vôlei de praia e xadrez.
Divisão B – Da fase regional participam só as equipes da Divisão B, brigando pela classificação à fase final, em Francisco Beltrão, a princípio entre 23 de outubro a 1.º de novembro. As da Divisão A vão direto para a fase final. Na final, além das equipes da Divisão A nas modalidades coletivas (basquete, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol e vôlei) entram ainda as de outras modalidades: atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis, tênis de mesa e vôlei de praia.
O futebol, nas duas divisões, é disputado só pelo sexo masculino, e a ginástica rítmica, apenas pelo feminino. Já a bocha não tem equipes do sexo feminino na Divisão B – só na “A”. Sobre a faixa etária dos atletas, as exceções da ginástica (nascidas até 1995) e futebol (entre 1988 e 1991), nas demais modalidades participam atletas nascidos até 1991.
Cativa/Oppnus/Santa Catarina derrota equipe da casa na estreia da Liga Nacional

Cativa/Oppnus/Santa Catarina
A Cativa/Oppnus/Santa Catarina (SC) estreou com força total na Fase Final da Liga Nacional de Vôlei 2009. Nesta terça-feira (11.08), a equipe catarinense levou 1h15 para derrotar as donas da casa da Unfor (CE) em três sets, parciais de 25/12, 25/14 e 25/13, na primeira rodada do Grupo A do torneio feminino.
A ponteira Suelle, vice-campeã da Superliga 08/09 pelo Finasa/Osasco (SP), foi a maior pontuadora do confronto com 13 pontos.
“, comenta a oposto Tandara, que marcou 11 pontos na partida.
Na segunda rodada, nesta quarta-feira (12.08), a equipe catarinense enfrentará a COPM/Ananindeua (PA), às 16h. No mesmo dia, às 18h, a Unifor buscará a reabilitação diante da Rio do Sul (SC).
Blumenau/FMD/Furb/Barão (SC) e FAPI (SP) largam na frente no Grupo A do torneio masculino

As equipes masculinas Blumenau/FMD/Furb/Barão (SC) e FAPI (SP) largaram na frente na luta pelas vagas destinadas ao Grupo A nas semifinais da Liga Nacional de Vôlei 2009. Catarinenses e paulistas venceram seus compromissos de estreia no ginásio Poliesportivo, em Juazeiro do Norte (CE), nesta terça-feira (11.08), e ocupam as duas primeiras colocações da chave.
Na Fase Final da Liga Nacional, as oito equipes em cada naipe são divididas em duas chaves com quatro componentes cada. Após os jogos contra os rivais dos próprios grupos, os dois melhores times em cada chave avançam às semifinais, marcada para sexta-feira (14.08).
As decisões dos títulos serão no sábado (15.08), às 9h30, no feminino, e às 11h30, para o masculino, com transmissão ao vivo pelo canal Sportv. As duas equipes finalistas em cada naipe garantirão o direito de disputar a Superliga 09/10, desde que preencham os pré-requisitos do campeonato.
A equipe catarinense venceu a primeira partida do Grupo A do torneio masculino. O time comandado pelo técnico André Luis Donega levou 1h17 para vencer o Clube do Remo (PA) por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/21 e 25/21. O oposto Caio marcou 15 pontos e foi o principal destaque da equipe.
Na partida seguinte, os paulistas da FAPI conseguiram uma virada incrível diante da Mauricio de Nassau (PE). Depois de perder os dois primeiros sets, a equipe de São Paulo virou e venceu o jogo por 3 sets a 2, parciais de 16/25, 25/27, 25/16, 25/23 e 15/10, em 2h07. O oposto Breno teve grande colaboração na vitória, com 22 pontos.
Na segunda rodada da chave, nesta quarta-feira (12.08), a FAPI voltará à quadra às 14h, para enfrentar o Clube do Remo. A Mauricio de Nassau, por sua vez, buscará sua primeira vitória diante do Blumenau/FMD/Furb/Barão, às 12h.
Pelo torneio feminino, duas partidas da fase decisiva já foram realizadas em Juazeiro do Norte. Pelo Grupo A, o Rio do Sul (SC) bateu, de virada, a COPM/Ananindeua (PA) por 3 sets a 1, parciais de em 1h47 de partida. A ponteira Juliana Amaral foi o destaque do jogo com 21 pontos assinalados.
O segundo jogo do Grupo A do torneio feminino será realizado ainda nesta terça-feira, a partir das 18h, quando a Unifor (CE) enfrentará a Cativa/Oppnus/Santa Catarina (SC).
Na segunda rodada, a ser realizada nesta quarta-feira, mais duas partidas movimentarão a chave: COPM/Ananindeua x Cativa/Oppnus/Santa Catarina, às 16h, e Unfor x Rio do Sul, na seqüência, às 18h.
Pelo Grupo B, as disputas foram iniciadas com a vitória do São Bernardo (SP) sobre a Centro/UFRN (RN) por 3 sets a 0, parciais de 25/07, 25/10 e 25/13, em 57 minutos. A principal jogadora da equipe paulista foi a oposto Nega, responsável por 10 dos pontos da equipe.
O duelo entre Fênix do Rio Verde (GO) e São Sebastião/Semp Toshiba (AM), marcado para as 16h desta terça, completará a rodada inicial da chave. Na quarta, duas partidas serão realizadas pela segunda rodada: Centro/UFRN x Fênix do Rio Verde e São Sebastião/Semp Toshiba x São Bernardo.
Análises
Sapulha, ponteiro do Blumenau/FMD/Furb/Barão (SC) – “O time iniciou o jogo um pouco nervoso, o que é natural, até por se tratar da estreia. Demoramos um pouco para nos adaptarmos ao ginásio. Mas foi bom pela vitória. Agora temos que nos preparar para o jogo contra Mauricio de Nassau, que tem uma grande equipe”.
Pedro Castelli Filho, o Moska, técnico da FAPI (SP) – “Nosso time é formado por atletas juvenis e infanto-juvenis, que estão tendo uma ótima oportunidade de participar de uma competição tão importante. Vínhamos jogando o Campeonato Paulista Juvenil, mas a equipe demorou um pouco a engrenar na partida. Dois jogadores, inclusive, passaram mal. Melhoramos no decorrer do jogo, mas ainda assim estivemos abaixo do que podemos produzir”.
Liga Nacional 2009
Feminino
Grupo A – COPM (PA), Unifor (CE), Cativa/Santa Catarina (SC), Rio do Sul (SC)
Grupo B – São Sebastião/Semp Toshiba (AM), Fenix do Rio Verde (GO), São Bernardo (SP), Centro/UFRN (RN)
Masculino
Grupo A – Clube do Remo (PA), Maurício de Nassau (PE), Blumenau/FMD/FURB/Barão (SC), FAPI (SP)
Grupo B – Rio Negro/Galo Vôlei (AM), UPIS (DF), Voltaço (RJ), Unifor (CE)
Tabela
PRIMEIRA RODADA – TERÇA-FEIRA (11.08)
JOGO 1 – FEM – Rio do Sul 3 x 1 COPM (22/25, 25/23, 25/16 e 25/20)
JOGO 2 – FEM – São Bernardo 3 x 0 Centro/UFRN (25/07, 25/10 e 25/13)
JOGO 3 – MAS – Blumenau/Barão 3 x 0 Clube do Remo (25/17, 25/21 e 25/21)
JOGO 4 – MAS – FAPI 3 x 2 Maurício de Nassau (16/25, 25/27, 25/16, 25/23 e 15/10)
JOGO 5 – FEM – Fenix do Rio Verde x São Sebastião/Semp Toshiba, às 16h
JOGO 6 – FEM – Unifor x Cativa/Santa Catarina, às 18h
JOGO 7 – MAS – Unifor x Voltaço, às 20h
JOGO 8 – MAS – UPIS x Rio Negro/Galo Vôlei, às 22h
SEGUNDA RODADA – QUARTA-FEIRA (12.08)
JOGO 9 – FEM – Centro/UFRN x Fenix do Rio Verde, às 8h.
JOGO 10 – FEM – São Sebastião/Semp Toshiba x São Bernardo, às 10h.
JOGO 11 – MAS – Maurício de Nassau x Blumenau/Barão, às 12h.
JOGO 12 – MAS – Clube do Remo x FAPI, às 14h
JOGO 13 – FEM – COPM x Cativa/Santa Catarina, às 16h
JOGO 14 – FEM – Unifor x Rio do Sul, às 18h
JOGO 15 – MAS – UPIS x Unifor, às 20h
JOGO 16 – MAS – Rio Negro/Galo Vôlei x Voltaço, às 22h
TERCEIRA RODADA – QUINTA-FEIRA (13.08)
JOGO 17 – FEM – São Bernardo x Fenix do Rio Verde, às 8h.
JOGO 18 – FEM – Cativa/Santa Catarina x Rio do Sul , às 10h.
JOGO 19 – MAS – Blumenau/Barão x FAPI, às 12h.
JOGO 20 – MAS – UPIS x Voltaço, às 14h
JOGO 21 – FEM – Centro/UFRN x São Sebastião/Semp Toshiba, às 16h
JOGO 22 – FEM – Unifor x COPM, às 18h
JOGO 23 – MAS – Unifor x Rio Negro/Galo Vôlei, às 20h
JOGO 24 – MAS – Maurício de Nassau x Clube do Remo, às 22h
QUARTA RODADA – SEXTA-FEIRA (14.08) – SEMIFINAIS
JOGO 25 – FEM – 1º DO GRUPO A – FEM X 2º DO GRUPO B – FEM, às 14h.
JOGO 26 – FEM – 1º DO GRUPO B – FEM X 2º DO GRUPO A – FEM, às 16h.
JOGO 27 – MAS – 1º DO GRUPO A – MAS X 2º DO GRUPO B – MAS, às 18h.
JOGO 28 – MAS – 1º DO GRUPO B – MAS X 2º DO GRUPO A– MAS, às 20h.
QUINTA RODADA – SÁBADO (15.08) – FINAIS
JOGO 29 – FEM – PERDEDOR DO JOGO 25 X PERDEDOR DO JOGO 26, às 8h.
JOGO 30 – FEM – VENCEDOR DO JOGO 25 X VENCEDOR DO JOGO 26, às 9h30.SPORTV
JOGO 31 – MAS – PERDEDOR DO JOGO 27 X PERDEDOR DO JOGO 28, às 10h.
JOGO 32 – MAS – VENCEDOR DO JOGO 27 X VENCEDOR DO JOGO 28, às 11h30.SPORTV
Sidão quer aproveitar para se firmar na seleção brasileira

Ausência de Rodrigão, machucado, dará ao central a chance de mostrar a Bernardinho, no Sul-Americano
Sidão está no grupo dos melhores centrais do Brasil. É presença constante nas convocações do técnico Bernardinho para a seleção brasileira. Porém, como Gustavo e Rodrigão eram titulares absolutos, restava a ele observar e aprender. Após as Olimpíadas de Pequim, Gustavo se aposentou e deixou uma vaga aberta. Em meio à renovação, Lucão assumiu e tem sido elogiado com frequência pelo exigente treinador. Na última Liga Mundial, quando o Brasil conquistou o octacampeonato, Rodrigão sofreu uma lesão rara no ombro esquerdo e abriu uma nova brecha na posição, que Sidão pretende agarrar com unhas e dentes para se firmar de vez na equipe.
- Infelizmente, aconteceu esse problema com o Rodrigão. É um cara que admiro não só como jogador, mas como homem também. Ele é um cara sem igual. Mas vou ter a chance de mostrar serviço. Vou dar o máximo de mim, pois é o meu momento – disse Sidão.
A chance a qual ele se refere é o Campeonato Sul-Americano, que começa no próximo dia 15, em Bogotá, na Colômbia. O vencedor do torneio garante vaga na Copa do Campeões, em novembro, no Japão. Com Rodrigão fora, Sidão será titular ao lado de Lucão. O meio-de-rede ressaltou que Bernardinho não tem fixado alguns jogadores na equipe principal. Ele acredita que pode usar o torneio para mostrar ao treinador que ele é uma boa opção para ser permanente.
- Se o jogo estiver mais para o bloqueio, o Bernardinho pode colocar o Éder, que é mais alto e bastante eficiente. Não quero passar por cima de ninguém, só quero mostrar que estou ali. Então, estou correndo atrás mesmo, me esforçando muito nos treinos. Tentando melhorar meus fundamentos, sendo mais produtivo no bloqueio e, no ataque, buscando um entrosamento melhor com o Bruninho. Peço dicas aos meus experientes e aos profissionais da comissão, que têm me ajudado muito – contou o central.
Sidão não acredita na sua inserção como titular de uma hora para outra. Porém, ele garante estar tranqüilo com o que está por vir. Depois de anos vendo, do banco de reservas, os melhores do mundo em ação, ele se sente pronto para assumir a responsabilidade, entrar em quadra e dar seu melhor.
- Estou muito concentrado e determinado. A atuação no jogo é um reflexo do treino, e estou treinando bem. Vou para cima.
Brasil estreia contra o Peru no Campeonato Sul-Americano
Sete equipes brigam pelo título do Sul-Americano, que dá ao campeão o direito de jogar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. O sistema de disputa é todos contra todos e, sendo assim, a equipe que mais pontos fizer será a campeã.
O time brasileiro entra em quadra apenas no domingo, às 15h (de Brasília), contra o Peru. No dia seguinte, o adversário será o Uruguai, no mesmo horário. Na terça-feira, a equipe verde-amarela joga contra a Colômbia, dona da casa, às 17h (de Brasília).
A trajetória do Brasil termina com as partidas contra Chile, na quarta-feira, às 13h (de Brasília), Venezuela, às 15h (de Brasília), e Argentina, às 17h (de Brasília).
Dante e André Nascimento não vão ao Sul-Americano
Após a conquista do octacampeonato da Liga Mundial, o técnico Bernardinho treina a seleção brasileira para a disputa do Campeonato Sul-Americano, que começa no próximo dia 15, na Colômbia. Nesta terça-feira, o técnico anunciou que Dante e André Nascimento não vão participar do evento, no qual o Brasil tem a hegemonia desde 1951. Apesar de não terem sido convocados,os dois chegaram a se preparar no CT de Saquarema. O treinador, no entanto, optou por não inclui-los na lista dos 12.
- O Dante ainda está com um problema com o filho. Graças a Deus, ele já está melhor. Mas disse a ele que a prioridade é ficar perto da família. Já o André não estava na mesma condição física dos demais jogadores. Ele ficou sem treinar dois meses, recuperou um pouco, mas não foi o suficiente – explicou Bernardinho, garantindo que os dois fazem planos para a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão.
Quem também não vai ao Sul-Americano é o oposto Rivaldo. Apesar de ter participado da maioria dos jogos da Liga Mundial, ele foi substituído por João Paulo Tavares, que passará a exercer a função. Em seu lugar, na ponta, estará João Paulo Bravo. Ídolo na Itália, o campeão com o Piacenza ainda não estreou com a camisa do Brasil devido a um estiramento no abdômen.
- Fiquei seis semanas parado em função do problema que tive logo no início da Liga Mundial. Mas estou totalmente recuperado e pronto para jogar – disse Bravo.
O Sul-Americano será uma boa oportunidade para Bernardinho testar alguns jogadores para as demais competições que compõem o ciclo olímpico. Além de João Paulo Bravo, quem também estará em exposição é o central Sidão. Devido à lesão rara de Rodrigão no ombro esquerdo, que o obrigou a se afastar por um mês, o meio-de-rede terá a chance de mostrar serviço e se firmar na equipe.
- Infelizmente, aconteceu esse problema com o Rodrigão. Mas é a hora de jogar bem tranquilo e mostrar que sou uma boa opção. Vou dar o máximo de mim, pois é o meu momento.
O Brasil viaja nesta quinta-feira para a Colômbia, onde vai enfrentar Uruguai, Colômbia, Chile, Venezuela e Argentina. No Sul-Americano, jogam todos contra todos, e o vencedor garante vaga na Copa do Campeões.
Veja a lista de convocados:
Levantador – Bruno e Marlon
Meio-de-rede – Eder, Lucas e Sidão
Ponteiro – Giba, Murilo, Thiago e João Paulo Bravo
Oposto – João Paulo Tavares e Leandro Vissotto
Líbero – Serginho
Santander encerra parceria com São Bernardo
O grupo Santander enviou nesta quarta-feira (12/8) um comunicado à imprensa informando uma mudança de estratégia de seus patrocínios, o que acarretará no fim do apoio ao São Bernardo a partir de junho de 2010. Assim, chega ao fim a mais longa parceria do voleibol brasileiro, que começou em 1983, impulsionada pela geração que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles (EUA).
A parceria começou em 1983 quando o banco ainda se chamava Banespa. A partir de então, foi criado o mais tradicional formador do voleibol brasileiro, que colocou no mercado nomes como de Maurício, Marcelo Negrão, Nalbert e muitos outros que passaram e que ainda estão na Seleção Brasileira. Em 2000, o Banespa foi comprado pelo Santander, que continuou apoiando o vôlei e manteve o projeto.
Ao lado do time há 25 anos, o Santander é nome atual do time do Banespa, que em sua peneira revelou nomes como Ricardinho, Rodrigão, Gustavo, Marcelo Negrão e Murilo. Segundo o banco, trata-se de uma mudança na estratégia de marketing da empresa.

Após 25 anos apoiando o voleibol brasileiro, Grupo Santander segue passos do Bradesco e também anuncia o fim de sua parceria com o São Bernardo para 2010
“Como parte de sua estratégia global de patrocínios, o Grupo Santander Brasil informa que está redirecionando e concentrando seus investimentos esportivos na Fórmula 1 e no patrocínio à Copa Santander Libertadores. Assim, o grupo esclarece que manterá o patrocínio ao Brasil Vôlei Clube até a conclusão da temporada 2009/2010, em junho de 2010″, afirmou o Santander.
Por já ter o compromisso com o time, o banco continuará a bancar os gastos da temporada 2009/2010, mas as camisas não ostentarão mais o nome da empresa para facilitar as negociações do clube com outros interessados. Por isso, a equipe passará a usar seu nome original, Brasil Vôlei Clube.
Confira o comunicado:
Como parte de sua estratégia global de patrocínios, o Grupo Santander Brasil informa que está redirecionando e concentrando seus investimentos esportivos na Fórmula 1 e no patrocínio à Copa Santander Libertadores. Assim, o Grupo esclarece que manterá o patrocínio ao Brasil Vôlei Clube até a conclusão da temporada 2009/2010, em junho de 2010.
O compromisso assumido com o clube é manter os investimentos no Brasil Vôlei Clube e retirar sua marca para facilitar as negociações com potenciais patrocinadores interessados. A partir de agora, o nome Santander deixará de existir, sendo substituído por Brasil Vôlei Clube. Para dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 25 anos, o Grupo Santander Brasil incentivou o Brasil Vôlei Clube, apoiou a sua estruturação administrativa e reforçou significativamente a equipe, repatriando renomados atletas.
Paciência e concentração para superar Equipe Japonesa
Atacar uma, duas, três vezes, e não ver a bola cair. Enfrentar as japonesas requer paciência, e é isso que as jogadoras da seleção brasileira adulta feminina de vôlei precisarão mostrar em quadra para superar suas adversárias nesta sexta-feira (14.08), abertura da terceira fase do Grand Prix, em Mokpo, na Coréia do Sul. A partida será disputada às 6 horas (horário de Brasília), com transmissão ao vivo do canal Sportv. Uma vitória assegurará, matematicamente, o Brasil na fase decisiva da competição, entre os dias 19 e 23, em Tóquio.
O time brasileiro lidera a classificação geral do Grand Prix com 12 pontos, e permanece invicto, com seis vitórias – Porto Rico, Alemanha, Estados Unidos, Tailândia, Polônia e China. Além do Japão, a seleção brasileira enfrentará nesta fase as equipes da Alemanha – pela segunda vez – e da Coréia do Sul.
- O Japão ganhou da Rússia e vem motivado para nos enfrentar. A equipe japonesa mudou sua característica de jogo, algumas jogadoras, e está com o time um pouco mais alto. Será um teste interessante para nós – analisou o técnico José Roberto Guimarães.
Em sua sétima participação no Grand Prix, Sassá é a jogadora do atual grupo que mais vezes enfrentou as japonesas.
- Acho que será um jogo em que a concentração e a paciência farão a diferença – afirmou Sassá. – O Japão é um time que defende demais. Vamos precisar de tranquilidade quando a bola não cair, além de concentração, pelo fato de ser um time com muita velocidade e várias jogadas, diferente do padrão das outras equipes – completou a jogadora mineira.
A líbero Fabi sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo durante o segundo treino em Mokpo, na terça-feira à noite, e não participou do treinamento desta quarta(12.08). O técnico Zé Roberto já inscreveu Fabi entre as 12 atletas para esta fase, e está confiante na recuperação da jogadora para enfrentar o Japão.
- A Fabi é guerreira. Acho que ela vai se recuperar a tempo e jogar. Se isso não acontecer, vou ter que improvisar uma jogadora na posição – admitiu o treinador brasileiro.
No treino desta quarta (12.08), Zé Roberto chamou a atenção das jogadoras para diminuírem o período de descanso à tarde, após o almoço, já que as partidas deste fim-de-semana acontecerão mais cedo.
- Temos de nos adequar aos horários. Jogaremos contra o Japão às 18 horas (6 horas, horário de Brasília), mas depois enfrentaremos a Alemanha às 15h30 (3h30, horário de Brasília), e a Coréia do Sul às 17h30 (5h30, horário de Brasília). Esse descanso vai ter que ser reduzido para que na hora do jogo todas estejam se sentindo bem e sem sono – disse Zé Roberto.
Nova geração copia projeto bem-sucedido
Pela primeira vez as promessas da nova geração do vôlei de praia terão acesso à mesma infraestrutura das quadras. Durante um mês, a seleção brasileira sub-21 fará uma concentração no Centro de Treinamento de Saquarema, já bastante conhecido pelas estrelas nacionais da modalidade, para o Campeonato Mundial da categoria, que será realizado de 16 a 20 de setembro, na Inglaterra. A inédita iniciativa tem como objetivo deixar o vôlei de praia brasileiro tão profissional quanto o de quadra, no futuro.
- Esse confinamento é bom porque inclui disciplina. Eles têm que sentir o profissionalismo. É isso que queremos colocar na cabeça deles. Lá fora, as categorias de base já estão bem profissionais. A gente estava precisando começar a se organizar mais cedo. Espero que, em breve, até a sub-19 tenha essa oportunidade – disse a técnica da equipe feminina, Rejane Cannes.

Jovens atletas vão se concentrar durante um mês no Centro de Treinamento de Saquarema para o Mundial Sub-21, na Inglaterra
O grupo formado por sete meninas e sete meninos de vários estados do Brasil viajou nesta quarta-feira para Saquarema. Lá, eles terão acesso pela primeira vez a toda estrutura utilizada pelas seleções de quadra do Brasil.
- Isso vai ser muito importante para gente. Na praia, não estamos acostumados com essa disciplina toda. Precisamos aprender a trabalhar em equipe, a escutar mais os nossos técnicos. Na praia, os atletas é que mandam nos técnicos – comentou Fabiane Aires, um dos destaques da equipe que já até disputa competições na categoria adulta, ao lado de Shaylyn.
Dos 14 atletas que foram para Saquarema, apenas oito (quatro duplas) vão para a Inglaterra. Mais novo do grupo com apenas 17 anos, Marcos Vinicius Carvalhaes sabe que não será fácil garantir vaga no Mundial 2009. O jovem jogador, entretanto, acredita que será uma experiência determinante para o seu futuro.
- Eu nunca tinha sido convocado. Estou muito ansioso. Sei que sou o mais novo, preciso amadurecer, mas tenho que aproveitar o máximo possível essa oportunidade.
Desde 2001, quando foi realizada a primeira edição da competição, o Brasil já faturou nove ouros, uma prata e três bronzes.
Ídolo na Itália, João Paulo Bravo busca seu espaço na seleção

Ainda desconhecido no Brasil, ponteiro de 30 anos, que se machucou antes da Liga Mundial, voltará ao time de Bernardinho para o Sul-Americano, na foto a Liga Italiana , enfrentando o bloqueio de Vissoto.
O ponteiro João Paulo Bravo, de 30 anos, ainda é desconhecido da torcida brasileira. Há sete anos atuando no exterior, ele sempre almejou um espaço na seleção do técnico Bernardinho. Finalmente, em abril, seu nome apareceu na lista de convocados para a Liga Mundial. Era a hora de mostrar sua cara e seu jogo aos seus compatriotas. Porém, um estiramento no abdômen durante os treinos no CT de Saquarema o impediu de participar da conquista do octacampeonato. Assistiu à vitória pela televisão, ao lado da esposa e da filha. Agora, com o Campeonato Sul-Americano, que começa no próximo dia 15, na Colômbia, o jogador vislumbra com bastante serenidade o momento em que vestirá pela primeira vez a camisa verde-amarela.
- Se eu fosse mais jovem, talvez estivesse vivendo um momento de euforia. Mas não, estou muito consciente do que tenho que fazer. Apesar ser minha estreia na seleção, estou bem tranquilo. Acredito que tudo tem sua hora certa para acontecer. Fiquei seis semanas parado, mas agora estou totalmente recuperado. Tinha que ser assim – analisou ele, sorrindo.

João Paulo Bravo ao lado de Leandro Vissoto no Centro de Treinamento de Saquarema
Na Liga Mundial, Bernardinho tinha em mãos 14 jogadores. Para o Campeonato Sul-Americano, que dá ao campeão o direito de jogar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão, o técnico teve que abrir mão de dois e listar apenas 12. Na tentativa de testar todo o seu elenco, o oposto Rivaldo foi substituído por João Paulo Tavares, que passará a exercer a função. Em seu lugar, na ponta, estará o estreante João Paulo Bravo.
Na última temporada, João Paulo foi campeão italiano pelo Piacenza. Ergueu o famoso ‘scudetto’, um sonho de muitos jogadores, mas que é uma realidade para poucos. Na Itália, ele é considerado um ídolo. Os brasileiros que atuaram no exterior e que hoje estão repatriados são só elogios ao ponteiro. O chamam de craque. Dante, por exemplo, já declarou que é fã número 1 de João Paulo. Este, no entanto, não enxerga as declarações dos colegas e o desconhecimento do público brasileiro como uma pressão. Muito pelo contrário.
- Sei que tem muita gente ansiosa para me ver jogar. Afinal, conquistei meu espaço lá fora. Aqui no Brasil, não sou conhecido. Mas tento ver isso tudo isso de uma forma muito tranquila. Penso como um estímulo a mais para a minha estreia – contou ele, que na próxima temporada continuará defendendo a equipe italiana do Piacenza.
Brasil bate a Alemanha, mantendo a invencilidade no Grand Prix
Foi muito sofrido, mas a seleção brasileira feminina de vôlei conseguiu derrotar a da Alemanha por três sets a dois, em Mokpo, Coréia do Sul, na madrugada deste sábado (horário de Brasília), e manteve sua invencibilidade no Grand Prix e a liderança na competição. Além do Brasil, apenas a Holanda ainda não perdeu. As parciais do jogo, que durou 2h07m, foram de 25/27, 25/15, 25/29, 19/25 e 15/10.
Thaisa foi a maior pontuadora do Brasil, com 19, mas Margareta Kozuch foi a que mais pontuou na partida: 25. Neste domingo, às 8h30m (de Brasília), o Brasil encerra sua participação na primeira fase da competição contra as sul-coreanas.

O jogo começou bem equilibrado, mas com as alemãs dominando o marcador. Depois de a Alemanha escapar três pontos na frente, o Brasil conseguiu ir para a primeira parada técnica com 8 a 7 a seu favor, depois de um bloqueio triplo que explodiu em Fabiana e caiu na quadra adversária. Na volta, a partida continuou muito parelha, mas as brasileiras é que lideravam o placar. Quando o Brasil fez 12 a 9, o técnico italiano Giovanni Guidetti, da Alemanha, pediu tempo para tentar acertar sua equipe.
Não deu certo, a equipe de José Roberto Guimarães continuou melhor em quadra e ampliou a vantagem para 15 a 10. Sacando em cima de Mari, as alemãs conseguiram dois pontos seguidos, mas depois de um ataque de Fabiana, o Brasil foi para a segunda parada com 16 a 12 a seu favor. As campeãs olímpicas foram se acertando em quadra e aumentaram a diferença no placar, chegando a 20 a 15. Mas as rivais reagiram e encostaram: 20 a 18.
Zé Roberto pediu tempo e na volta o Brasil fez logo um ponto, mas o jogo voltou a ficar muito equilibrado. Após um erro brasileiro, as alemãs ficaram só um ponto atrás (23 a 22) e conseguiram empatar no momento crucial do primeiro set: 24 a 24. Depois de um rali, a Alemanha acabou fechando o primeiro set em 27 a 25.
Brasileiras viram o jogo
O segundo set começou com o mesmo equilíbrio do primeiro, mas o Brasil conseguiu abrir uma vantagem boa de 8 a 2. Na volta da parada técnica, o panorama da partida continuou igual, com o Brasil dominando e ampliando sua vantagem, que chegou a 11 a 4, depois a 13 a 5, 14 a 6 e foi para a segunda parada técnica do set com 16 a 9, após ataque de Natalia. A superioridade brasileira neste momento do jogo era grande, e as alemãs pouco poderiam fazer para evitar o empate. Num bloqueio duplo de Natalia e Thaisa, em que a bola bateu na segunda, o Brasil venceu o segundo set por 25 a 15.
Como nos dois sets anteriores, o terceiro também começou equilibrado. Com o Brasil cometendo erros de passe e recepção, as alemãs se aproveitaram e foram para a primeira parada técnica com 8 a 6 no placar, após uma cortada de Margareta Kozuch que bateu no bloqueio brasileiro. Na volta, a Alemanha conseguiu ampliar o marcador para 11 a 7. Quando o placar chegou a 13 a 9, Zé Roberto pediu tempo, mas os erros de recepção continuaram e ele tirou Natalia e pôs Sassá em quadra.
O Brasil melhorou e após três bloqueios seguidos, o último com Fabiana, a melhor jogadora brasileira em quadra naquele momento, fez o 12º ponto encostando no marcador, ficando somente três pontos atrás. Com 16 a 13, a Alemanha foi para a segunda parada técnica do set mantendo a vantagem. Mas na volta, a seleção brasileira conseguiu finalmente chegar ao empate em 16 a 16 após toque na rede do bloqueio alemão.
Em bloqueio de Thaisa, o Brasil virou para 18 a 17, e com um ataque e um bloqueio de Adenizia, ampliou a vantagem para 21 a 18. Depois de tempo pedido pelo técnico da Alemanha, Natalia sacou e fez o 22º ponto. O 23º veio logo em seguida num erro alemão, e o Brasil virou o jogo, fechando o set em 25 a 19, após cortada fulminante de Thaisa.
Alemanha reage e jogo vai para o tie-break
Novamente, um set começou com as duas equipes se alternando na frente no marcador. Mas a Alemanha conseguiu escapar após vários erros do Brasil, chegou a 7 a 3 e foi para a parada técnica com 8 a 4 no placar. Com o bloqueio preciso, as brasileiras encostaram (8 a 7), mas logo depois as alemãs retomaram a dianteira, com 10 a 7, depois 12 a 8 e foi para a parada técnica com 16 a 11.
Com uma sequência sensacional de defesas, a Alemanha ampliou a vantagem para 18 a 11. Embora o Brasil tenha esboçado uma reação, as alemãs ganharam confiança e caminharam sem dificuldades para vencer o quarto set e levar o jogo para o tie-break. No fim, a Alemanha fez 25 a 19.

Amigos e rivais
As brasileiras iniciaram melhor o quinto set e abriram 4 a 1 no marcador. Após uma cortada de Natalia, o Brasil fez 5 a 2, e após bom saque de Sheilla, Thaisa fez o sexto ponto brasileiro. Bem melhor em quadra, a seleção de Zé Roberto Guimarães foi para a parada técnica com 8 a 2 a seu favor, deixando o jogo praticamente decidido. No entanto, na volta, as alemãs reagiram e fizeram três pontos seguidos: 8 a 5.
O técnico brasileiro pediu tempo, mas na volta à quadra as alemãs fizeram o sexto ponto. O Brasil só voltou a respirar quando Dani Lins conseguiu vencer uma disputa na rede e fez o nono ponto. Logo depois num bloqueio triplo, a bola tocou nas mãos de Thaisa e a seleção brasileira colocou 10 a 6 no placar.
A equipe brasileira se tranquilizou e foi se aproximando da vitória quando fez 14 a 7. Novamente o Brasil se instabilizou, e a Alemanha se aproveitou para fazer três pontos seguidos. Porém, após outro tempo de Zé Roberto Guimarães, a seleção brasileira fechou o tie-break com 15 a 10, num ponto de Sheilla, e conquistou sua oitava vitória em oito jogos no Grand Prix.
Times
BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natalia e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Regiane, Sassá, Ana Tiemi e Adenizia.
ALEMANHA – Christiane Fürst, Kathleen Weiss, Heike Beier, Maren Brinker, Margareta Kozuch e Corina Ssuschke. Líbero: Kerstin Tzscherlich. Entraram: Denise Hanke, Sabrina Ross, Anne Matthes, Heike Beier e Sarah Petrausch.
Brasil bate Coreia e é o único 100%
Com uma campanha de 100% de aproveitamento e única invicta, a seleção brasileira encerrou, neste domingo, sua participação na fase classificatória do Grand Prix. O Brasil, que busca o octacampeonato, conquistou a nona vitória na competição ao superar a Coréia do Sul, por 3 sets a 1, com parciais de 25/27, 25/15, 25/15 e 25/19, em 1h38 de jogo, na cidade sul-coreana de Mokpo.
A fase final do Grand Prix será iniciada nesta quarta, em Tóquio, no Japão. Natália foi a maior pontuadora do jogo, com 20 acertos, junto com Kim Yeon-Koung.
A Holanda, que até a última rodada também permanecia invicta, sofreu sua primeira derrota na competição neste domingo, em Hong Kong. As holandesas perderam para a China por 3 sets a 1 (21/25, 22/25, 25/21 e 21/25).

Depois de susto no set inicial, Seleção se recupera, derrota donas da casa e agora é a única invicta do Grand Prix
O Brasil chegou ao primeiro tempo técnico com a vantagem de 8/4 – dos quatro pontos das sul-coreanas, três foram cedidos pelas brasileiras em consecutivos erros de saque. O time brasileiro chegou a ter 16/11 e 18/14 no placar, mas no serviço de sua melhor jogadora, Kim Yeon-Koung, a Coreia do Sul chegou ao empate. Sassá entrou no lugar de Natália para melhorar a recepção brasileira. E foi com Sassá que o Brasil fez 24/23 – o time ainda teve outro set point, com Mari fazendo 25/24. Mas Kim Yeon-Koung desequilibrou e decidiu todos os pontos para sua equipe: 27/25.
O time brasileiro fez 5 a 0 no início do segundo set, e no primeiro tempo técnico já abria a vantagem de 8/1. A maior diferença veio com um ponto de saque de Natália: 14/5. Com menos erros que no set anterior (quatro contra sete), o Brasil chegou à vitória por 25/15. No terceiro set, a seleção brasileira manteve o domínio da partida sem dificuldades: 25/15.
O quarto set voltou a ser um pouco mais equilibrado. No primeiro tempo técnico, a seleção brasileira tinha 8/7 no placar. Após o empate em 12 iguais, o Brasil chegou à segunda parada técnica com 16/13 no marcador. No final do set, Mari se destacou no bloqueio, e Sheilla marcou o ponto da vitória por 25/19.
BRASIL: Dani Lins, Sheilla, Fabiana, Thaísa, Mari e Natália. Líbero – Fabi. Entraram – Sassá, Ana Tiemi, Carol Gattaz e Adenízia. Técnico – José Roberto Guimarães
COREIA DO SUL: Yeum Hye-Seon, Kim Se-Young, La Hea-Won, Kim Min-Ji e Kim Yeon-Koung. Líbero – Kim Hae-Ran. Entraram – Na Hyun-Jung, Oh Hyun-Mi, Kim Lee-Jin e Lee So-La. Técnico – Lee Sung-Hee
Bruno fratura punho e está fora do Sul-Americano

Bruninho não disputará o Sul-Americano
Notícia ruim para a seleção brasileira. O levantador Bruninho fraturou um osso do punho e será substituído por Marlon na disputa do Campeonato Sul-Americano. O Brasil estreia na competição contra o Peru, às 19h (de Brasília), deste domingo.
De acordo com a avaliação do médico da seleção brasileira, Dr. Ney Pecegueiro do Amaral, ainda não é possível estabelecer um prazo exato para o retorno do jogador às quadras.
- O Bruno fraturou um osso do punho durante um treinamento realizado ontem, quando caiu em cima da mão. O tratamento para a lesão deve demorar de três a cinco semanas, dependendo de outros exames que ainda serão realizados – disse o Dr. Pecegueiro.
Abalado com a lesão repentina, Bruno contou como está se sentindo no momento.
- Estou triste porque estamos num bom momento. Estou muito motivado e cada vez mais solto. Queria muito jogar o Sul-Americano. É um campeonato que tem poucas equipes tradicionais, mas eu desejava muito estar ali. No entanto, tanto o Marlon quanto o Raphael estão bem preparados e irão levar o time a mais essa conquista. Vai dar tudo certo e conseguiremos o nosso objetivo, que é a classificação para a Copa dos Campeões.
Marlon será o levantador titular do time contra o Peru neste domingo, mas o técnico Bernardinho já convocou Raphael, que atuou na seleção durante algumas etapas da Liga Mundial 2009. O jogador chegará em Bogotá nesta segunda-feira.
Brasil vence o Peru no Sul-Americano
O Brasil começou com vitória o Sul-Americano neste domingo, em Bogotá, na Colômbia. Diante do Peru, o time comandado pelo técnico Bernardinho fez 3 sets a 0 (25/15, 25/14 e 25/10), em apenas 48 minutos. Nesta segunda-feira, a equipe verde-amarela enfrentará o Uruguai, às 19h (horário de Brasília).
Sem poder contar com o levantador Bruno, que fraturou o pulso direito em um treinamento no último sábado, o time brasileiro manteve o bom jogo. O único problema enfrentado pelos jogadores foi a altitude de 2.640.
- O time se mostrou bem, principalmente no ataque e no bloqueio. No entanto, devido a altitude, erramos muito no saque, que vinha sendo uma importante arma para nós. É um problema que iremos ter que enfrentar. Respeitamos muito todos os times, mas acredito que Venezuela e Argentina continuam sendo nossos maiores adversários, já que possuem experiência internacional – analisa Bernardinho.
O ponteiro Murilo, o oposto Leandro Vissotto e o meio-de-rede Lucas foram os destaques do time brasileiro na partida. Pelo lado peruano, o técnico Antonio Pérez espera que seus jogadores tenham um melhor desempenho nas outras partidas da competição, já que enfrentaram “os melhores do mundo” neste domingo.
Nesta segunda-feira o Brasil enfrentará o Uruguai, às 19h (horário de Brasília). Na terça, a equipe verde-amarela jogará contra a Colômbia, dona da casa, às 21h (horário de Brasília), e o Brasil ainda enfrenta Chile, Venezuela e Argentina.
Após a vitória por 3 sets a 0 sobre o Peru, na estreia do Sul-Americano, o capitão Giba disse que o Brasil teve certa dificuldade para se adaptar à altitude de Bogotá, capital da Colômbia. Segundo o jogador, o time precisou de um tempo para conseguir acertar a força nos saques.
- Foi uma partida na qual nos custou um pouco acertar o serviço. Temos que treinar muito isto porque aqui a altitude torna a bola um pouco mais leve. No entanto, jogamos muito concentrados, pois demos à partida a importância que merecia – disse ele.
A seleção masculina está em busca de seu 28º título no torneio. Nesta segunda-feira, o Brasil enfrenta o Uruguai, às 19h (de Brasília).
Zé Roberto analisa fase final do Grand Prix
Confiante, mas sem perder a cautela, o técnico José Roberto Guimarães gostou de saber que a Rússia será a primeira adversária da seleção brasileira na fase final do Grand Prix, em partida a ser realizada nesta quarta-feira, em Tóquio, no Japão. Segundo o treinador, a derrota no tie-break na semifinal dos Jogos de Atenas-2004 para o time russo não é mais um fantasma para a equipe atual campeã olímpica.
- Aquilo já passou. Não podemos ficar lembrando sempre daquela derrota. Já enfrentamos a Rússia depois dos Jogos de Atenas e vencemos. O importante é saber que é um time perigoso, com características totalmente diferentes das equipes que enfrentamos nestas três primeiras fases do Grand Prix. Joga com as bolas mais altas da competição, e tem um bloqueio alto e pesado. Será um ótimo teste para nós. Agora começa outro campeonato – disse o técnico.
Única invicta no Grand Prix, com apenas dois sets perdidos, e em busca do octacampeonato, a seleção fará sua estreia contra a Rússia na quarta-feira e, no dia seguinte, enfrentará a China. Na sexta-feira, a adversária será a Holanda, seguida de Alemanha (sábado) e o Japão (domingo).
- O campeonato é muito duro: são três fases, muitas viagens e muitos jogos. O Grand Prix é sempre complicado e mexe com todo mundo. É uma luta contra o cansaço. E agora serão cinco partidas seguidas que não se pode perder – analisou Zé Roberto.
TABELA DA FASE FINAL:
Quarta-feira: 19/08
Holanda x China – 01h30m (de Brasília)
BRASIL x Rússia – 03h30m (de Brasília)
Japão x Alemanha – 06h30m (de Brasília)
Quinta-feira: 20/08
Holanda x Alemanha – 01h30m (de Brasília)
China x BRASIL – 03h30m (de Brasília)
Japão x Rússia – 06h30m (de Brasília)
Sexta-feira: 21/08
China x Rússia – 01h30m (de Brasília)
BRASIL x Alemanha – 03h30m (de Brasília)
Japão x Holanda – 06h30m (de Brasília)
Sábado: 22/08
Alemanha x Rússia – 01h30m (de Brasília)
BRASIL x Holanda – 03h30m (de Brasília)
Japão x China – 06h30m (de Brasília)
Domingo: 23/08
Alemanha x China – 01h30m (de Brasília)
Rússia x Holanda – 03h30m (de Brasília)
Japão x BRASIL – 07h30m (de Brasília)
Definida a nova data dos 52.º Jogos Abertos do Paraná
O Diretor-Presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha, confirmou nessa segunda-feira (17/08) o novo período para a realização da fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná (Jap’s): de 4 a 12 de setembro. “Foi a melhor data que encontramos para não prejudicar ainda mais o calendário escolar e esportivo do Estado”, afirmou Marco Aurélio após reunião com a Secretária de Estado da Educação, Yvelise Arco-Verde.
A fase regional dos Jogos Abertos, que pelo calendário da Paraná Esporte aconteceria de 21 a 29 de agosto, foi adiada por conta da prevenção frente à nova gripe. “Seguimos as instruções das secretarias de Estado da Saúde e Educação para diminuirmos o risco de propagação do vírus da Gripe A (H1N1). Agora já estamos tomando todas as medidas preventivas cabíveis para o bom andamento da fase regional destes Jogos e dos demais que virão”, lembra o presidente da autarquia.
Ao todo, 579 equipes estão inscritas para a regional que abre caminho à fase final da competição, em Francisco Beltrão, prevista para acontecer de 23 de outubro a 1.º de novembro. No total, 179 municípios confirmaram a participação na fase regional dos 52.º Jogos Abertos do Paraná. A região 8, que terá como sede Manoel Ribas, será a maior da competição, com 32 municípios e 99 equipes.
Entre as modalidades, o futsal foi o que apresentou maior número de inscritos, com 172 equipes entre o masculino e feminino, o que representa aproximadamente 29% do total das inscrições da fase regional.
A nova data marca as competições simultaneamente nas oito sedes:
São José dos Pinhais (Região 1),
Irati (2),
Siqueira Campos (3),
Mandaguari (4),
Ubiratã (5),
Assis Chateaubriand (6),
Coronel Vivida (7),
Manoel Ribas (Região 8).
A competição
Disputados nas divisões A e B, os Jogos Abertos do Paraná ocorrem entre as seleções dos municípios. Nove modalidades estarão em disputa de 4 a 12 de setembro pela fase regional dos 52.º Jogos Abertos: basquetebol, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol, vôlei, vôlei de praia e xadrez. Nesta etapa, participam somente equipes da Divisão B, que servem de acesso para a classe “A”.No entanto o vôlei de praia e o xadrez formam exceção por serem disputados somente na Divisão “A”.

O futebol, nas duas divisões, é disputado apenas pelo sexo masculino e a ginástica rítmica somente pelo feminino. Já a bocha não tem equipes do sexo feminino na Divisão B, somente na “A”. Sobre a faixa etária dos atletas, as exceções da ginástica (nascidas até 1995) e futebol (entre 1988 e 1991), nas demais modalidades participam atletas nascidos até 1991. A alimentação, alojamento, premiação e pagamento das arbitragens são garantidos pelo Governo do Estado.
Válido lembra que além das modalidades da fase regional, somam-se na final o atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis e tênis de mesa.
Sem sustos, Brasil vence a segunda no Sul-Americano
O Brasil voltou a vencer na segunda partida do Sul-Americano nesta segunda-feira. O time comandado pelo técnico Bernardinho superou a seleção uruguaia por 3 sets a 0 (25/17, 25/19 e 25/15), em 57 minutos de jogo, e, agora, se prepara para enfrentar, nesta terça-feira, às 21h (horário de Brasília), a Colômbia, dona da casa.
O levantador Marlon, que acabou entrando no time devido a lesão de Bruno, está confiante. Ele, que esteve com o grupo desde a primeira convocação da temporada, sabe que só precisa de mais ritmo de jogo para chegar ao auge em Bogotá, Colômbia.
- A adaptação está sendo tranquila para mim. Eu já conheço muito o grupo e falta só pegar um pouco mais de ritmo de jogo para as partidas mais importantes do Sul-Americano, que serão contra Venezuela e Argentina – diz Marlon, explicando que não está tendo problemas com os efeitos da altitude.
- Até que não está sendo tão difícil jogar aqui. O problema maior é o saque mesmo e as condições precárias de treinamento. Mesmo com isso tudo, iremos fazer sempre o melhor para conquistar a vaga. A competição começa mesmo amanhã, quando faremos nosso primeiro jogo com pressão. Enfrentaremos os donos da casa e, mesmo assim, a pressão por vitória é nossa – explica Marlon
Independente da condição técnica dos dois primeiros adversários no Sul-Americano, o oposto Leandro Vissotto acredita que os jogos foram válidos.
- É bom para dar um gás. É difícil jogar aqui na altitude. Falta um pouco de ar, mas estamos nos virando bem. Usaremos todos os confrontos para pegar experiência. Isso será importante na hora de enfrentar nossos dois maiores adversários na competição, que são Argentina e Venezuela. Já conhecemos o time deles e o mais importante será a maneira como iremos entrar em quadra. A cabeça tem que estar boa e temos que ter um jogo agressivo – afirma Vissotto, explicando que a concentração para a partida desta terça-feira deve ser ainda maior.
- Acho que será a nossa estreia na competição. É um jogo contra o time da casa, que possui jogadores mais preparados do que Peru e Uruguai -, encerra Vissotto.
Depois de enfrentar a Colômbia, o Brasil ainda terá três partidas pelo Sul-Americano. Enfrentará o Chile, na quarta, às 15h (horário de Brasília), a Venezuela na quinta, às 19h (horário de Brasília), e Argentina na sexta, às 21h (horário de Brasília).
Grupamentos de Regionais dos Jap’s
Conforme divulgado segue abaixo os grupamentos de três das oito sedes das Fases Regionais dos Jap’s:
São José dos Pinhais (Região 1):
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_sj_pinhais.pdf
Irati (Região 2):
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
|
||||||||||
Siqueira Campos (Região 3):
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
| Local: | SIQUEIRA CAMPOS/ ASE – ASSOCIAÇÃO SIQUEIRENSE DE ENSINO |
| Endereço: | Santuário Bom Jesus da Cana Verde, s/n |
| Telefone: | (43) 3571-3958 |
| Região/Fase: | REGIÃO 3 – SIQUEIRA CAMPOS |
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_scampos.pdf
Mandaguari (Região 4):
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_japs_mandaguari.pdf
Ubiratã (Região 5):
Não divulgado.
Assis Chateaubriand (Região 6):
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
| Local: | Assis Chateaubriand – OFICINA DO OFICIO |
| Endereço: | Av. Cívica s/nº |
| Telefone: | (44) 3528-1822 |
| Região/Fase: | REGIÃO 6 – ASSIS CHATEAUBRIAND |
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentosassischateaubriand.pdf
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
|
||||||||||
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_celvivida.pdf
Manoel Ribas (Região 8):
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA
| Local: | MANOEL RIBAS / SECRETARIA – C.E. PROF. RENI CORREIA GAMPER |
| Endereço: | RUA 1º DE MAIO, 454 |
| Telefone: | (43) 3435 2519 / 3435 1332 |
| Região/Fase: | REGIÃO 8 – MANOEL RIBAS |
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/2009_equipes_confirmadas_grupamento.pdf
Paredão brasileiro para o ataque russo
Atual campeã mundial, a Rússia entrou em quadra com Gamova & Cia., e o Brasil com o poderio de seis medalhistas de ouro olímpicas em Pequim/2008 para garantir a primeira vitória na fase final do Grand Prix feminino de vôlei 2009. Na madrugada desta quarta-feira, no ginásio Metropolitan de Tóquio, a seleção brasileira manteve a invencibilidade na competição ao derrotar as russas por 3 sets a 2, com parciais de 25/20, 22/25, 25/17, 24/26 e 16/14, após 1h54 – em uma sensacional virada após estar perdendo o quinto e decisivo set por 12/14, o Brasil montou seu “paredão” e parou o ataque russo.
Com 28 pontos, Sheilla foi a maior pontuadora da partida. Esta foi a décima vitória do Brasil nesta edição do Grand Prix. Na madrugada desta quinta-feira (20.08), o time brasileiro enfrentará a China a partir das 3h37 (horário de Brasília). A TV Globo e o canal Sportv transmitirão o jogo ao vivo.
O jogo
Com a defesa atenta, o Brasil abriu quatro pontos de vantagem no início do set: 5/1, com três pontos de Natália. No primeiro tempo técnico, a seleção brasileira tinha 8/3. Na segunda parada técnica, o time brasileiro abriu 16/10, com uma finalização de Natália, um bloqueio de Thaísa e um ponto de saque de Sheilla. O 17° ponto veio em outro serviço da oposto do Brasil: 17/10. Sheilla foi a jogadora mais acionada a partir daí. Foram quatro ataques. Natália, Thaísa e Mari também pontuaram e o Brasil fechou o set por 25/20, em 22 minutos.
No segundo set, o Brasil abriu 3/1 no marcador, com um saque de Mari e uma finalização de Fabiana. No primeiro tempo técnico, a seleção brasileira tinha a vantagem de 8/7, mas a Rússia passou pela primeira vez à frente, fazendo 8/9. Um ataque de Natália e um bloqueio de Sheilla e Fabiana colocaram o Brasil novamente à frente: 11/9. A partir do empate em 12 pontos, a Rússia abriu e chegou a ter três pontos de diferença: 16/19, e a manteve até o final do set para ganhar por 25/22, após 25 minutos.
Com pontos de Mari, Thaísa e Natália, o Brasil saiu na frente no primeiro tempo técnico: 8/4. Vieram ainda três pontos consecutivos, com Sheilla, Mari e um bloqueio de Fabiana: 11/6. Na segunda parada técnica, a seleção brasileira já abria seis pontos de vantagem: 16/10, no saque de Mari, em uma finalização de Fabiana e outra de Sheilla, e contando com dois ataques desperdiçados pelas russas. Os dois pontos seguintes vieram em um serviço de Fabiana e um ataque de Natália: 18/10. A partir daí foi só administrar a vantagem. Em um bloqueio de Fabiana, vitória do Brasil por 25/17, em 23 minutos.
O Brasil voltou a dominar o início do quarto set: 4/0, com destaque para Fabiana – um ponto de bloqueio e outro em finalização – e para a líbero Fabi. Na primeira parada técnica, 8/5 para a seleção brasileira em um saque de Sheilla, que dificultou o passe da Rússia. A situação, porém, acabou se invertendo. A recepção e o ataque do Brasil cometeram algumas falhas, e as russas se aproveitaram para abrir 13/16 e posteriormente em 14/19.
A reação brasileira ganhou a adesão da torcida. Foram cinco pontos seguidos: no saque de Dani Lins, ataque de Natália, e três bloqueios, um de Mari e dois de Fabiana. No empate em 24 pontos, a Rússia chegou à vitória por 26/24, em 27 minutos. O equilíbrio marcou o quinto e decisivo set. No bloqueio, o time europeu fez 12/10. Mas o Brasil deu o troco também no bloqueio e chegou à vitória por 16/14, após 17 minutos.
As equipes:
Brasil: Dani Lins, Sheilla, Fabiana, Thaísa, Mari e Natália. Líbero – Fabi. Entraram – Sassá, Ana Tiemi, Carol Gattaz, Joycinha e Regiane. Técnico – José Roberto Guimarães
Rússia: Zhadan, Borodakova, Makarova, Murtazaeva, Gamova e Kosheleva. Líbero – Kabeshova. Entraram – Safronova, Faleeva, Sedova, Starodubova e Seshenina. Técnico – Vladimir Kuzyutkin
Zé Roberto destaca reação da equipe no quinto set
Não foi à toa que o técnico José Roberto Guimarães alertou as jogadoras, no primeiro treino, em Tóquio, sobre a importância de se poupar energia. Nada de olhar as vitrines japonesas. Pelo menos, por enquanto. A vitória desta quarta-feira (19.08), sobre a Rússia, na primeira partida da fase final do Grand Prix feminino de vôlei, provou que Zé Roberto estava certo. A decisão no tie-break e a virada após estar perdendo por 12/14, foi muito comemorada. Mas o treinador confessa que não precisava passar por tanto sofrimento à beira da quadra.
- Foi bom porque estávamos atrás no placar, conseguimos nos recuperar, e vencer por 16 a 14. Temos que tirar isso como o lado positivo. Mas perdemos muitos contra-ataques importantes. Foi um jogo difícil, com bolas mais altas e mais lentas, completamente diferente do que havíamos enfrentado na fase classificatória. Nosso sistema defensivo não funcionou como deveria, e não conseguimos parar o ataque russo do jeito que queríamos. Mesmo assim, conseguimos reverter o quadro. Isso dá uma maior motivação ao grupo para as próximas partidas – ressaltou Zé Roberto.
Maior pontuadora do confronto, com 28 pontos – 23 de ataque, dois de bloqueio e três de saque -, Sheilla fez sua análise da partida.
- Foi um jogo de altos e baixos, mas o importante foi que na hora de decidir sacamos bem. Temos que continuar assim. Estávamos atrás no placar no tie-break e fomos buscar a vitória.
A levantadora e capitã da seleção brasileira, Dani Lins, afirmou que o grupo já estava esperando uma partida difícil.
- Nossa diferença foi quando começamos a sacar bem e conseguimos bloquear. Os jogos contra a Rússia são sempre assim, difíceis e de muita defesa.
Pelo lado da Rússia, Ekaterina Gamova foi a maior pontuadora, com 24 acertos. Em seguida, aparece Natália, com 22 pontos, Mari com 19, e Fabiana com 18.
Os números da vitória brasileira sobre as russas
BRASIL
Ataque – 76
Bloqueio – 15
Saque – 9
Pontos em erros do adversário – 12
RÚSSIA
Ataque – 62
Bloqueio – 12
Saque – 4
Pontos em erros do adversário – 24
Brasil bate colombianos e Bernardinho reclama de altitude

Treinador já sente que o jogo brasileiro está sendo influenciado pela altitude da capital colombiana e espera mais dureza daqui para a frente
A seleção brasileira adulta masculina voltou a vencer nesta terça-feira (18.08), no Sul-Americano de voleibol, realizado em Bogotá, na Colômbia. O adversário da vez foi o time da casa e, pela primeira vez na competição, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho passou sufoco. Mesmo com os 3 sets a 0 (25/23, 25/21 e 25/19), em um hora de jogo, o comandante brasileiro está preocupado com o desempenho demonstrado.
Diante de sete mil torcedores colombianos, o time brasileiro teve um pouco de dificuldade no primeiro set da partida. Sem poder contar com a eficiência do saque, uma das principais armas dessa nova equipe, os jogadores tiveram que se superar para vencer.
- Mesmo sem contar com nosso saque, que foi fundamental na Liga Mundial, conseguimos vencer. No primeiro set, ficamos quase todo tempo atrás do placar e tivemos uma atuação abaixo da crítica. A Colômbia entrou em quadra entusiasmada e, mais acostumada com a altitude, conseguiu nos surpreender. Melhoramos nas outras duas parciais, mas, mesmo assim, jogamos abaixo do que podemos – avalia Bernardinho.
Após três vitórias em três partidas, o técnico brasileiro ainda mantém uma preocupação com relação aos principais confrontos do Sul-Americano, contra Venezuela e Argentina, que também se mantém invictos na competição.
- A altitude influencia bastante no nosso jogo. Perdemos o saque e, com isso, um pouco da confiança. A competição se nivela por baixo e acho que também estamos um pouco abaixo do que podemos mostrar. Isso é preocupante, principalmente para os jogos contra Venezuela e Argentina. Pude perceber que os venezuelanos estão jogando melhor, mais organizados do que na Liga Mundial, e o time argentino continua forte. Vamos sofrer – encerra o treinador brasileiro.
Nesta quarta-feira (19.08), o Brasil enfrentará o Chile, às 17h (horário de Brasília). Na quinta-feira (20.08), o adversário será a Venezuela, às 19h (horário de Brasília). Fechando a participação brasileira na competição, um duelo contra a Argentina, na sexta-feira (21.08), às 21h (horário de Brasília).
O time que conquistar mais pontos será o campeão Sul-Americano e terá o direito de participar da Copa dos Campeões, em novembro, no Japão.
Sem perder nenhum set, Brasil vence a quarta consecutiva no Sul-Americano
Com uma atuação bem melhor do que contra a Colômbia, na última terça-feira, o Brasil derrotou o Chile, nesta quarta, pelo Sul-Americano masculino de vôlei. Ainda sem perder nenhum set na competição, a seleção brasileira melhorou no saque e conquistou outra vitória por 3 sets a 0, parciais de 25/8, 25/22 e 25/22.
A melhora no fundamento foi sentida pelo treinador Bernardinho, que enalteceu o crescimento da equipe. Agora, ele espera pelas partidas contra Venezuela e Argentina, na quinta e na sexta, respectivamente.
- No primeiro set, o time sacou bem e também teve um bom desempenho no bloqueio. Na segunda parcial, continuamos bem, mas os chilenos equilibraram um pouco o jogo, deixando o placar um pouco mais apertado. No último set é que jogamos abaixo. Talvez pelo nível de concentração, que caiu, ou até mesmo pelas modificações que fiz na equipe – explicou Bernardinho, que colocou todos os 12 jogadores em quadra.
Para Bernardinho, é neste momento que a competição aperta. E ele sabe que o Brasil encontrará dificuldades para o jogo contra a Venezuela.
- A competição passa a se definir a partir de agora. Hoje (quarta-feira), Argentina e Venezuela se enfrentam e já teremos, mais ou menos, uma ideia de como irá se desenhar a classificação. Amanhã (quinta-feira), enfrentaremos a equipe que tem apresentado o melhor voleibol do Sul-Americano. A Venezuela evoluiu muito desde a Liga Mundial e me parece um time mais seguro. Eles estão cometendo poucos erros e irão, sem dúvida, nos dar trabalho – disse o treinador.
O Brasil enfrenta os venezuelanos na quinta-feira, às 19h. A última partida brasileira será na sexta, contra os argentinos, às 21h. A equipe que terminar em primeiro lugar na classificação será a campeã e terá o direito de participar da Copa dos Campeões, que será disputada em novembro, no Japão.
Brasil passa pela China no Grand Prix
Foi bem menos sofrido que a partida contra a Rússia, mas não pode se dizer que a seleção brasileira feminina derrotou facilmente a China na madrugada desta quinta-feira (no horário de Brasília), pela segunda rodada da fase final do Grand Prix, que está sendo disputada em Tóquio. Apesar dos três sets a zero, as brasileiras só conseguiram deslanchar no fim dos dois primeiros sets e no terceiro teve de suar muito para vencer: as parciais foram de 25/22, 25/20 e 31/29.

Com Natália inspirada, campeãs olímpicas continuam invictas
Esta foi a segunda vitória na fase final das invictas campeãs olímpicas, que lutam pelo oitavo título no Grand Prix, e a 11ª na competição deste ano. A melhor jogadora em quadra foi a jovem Natália, que fez 19 pontos, muitos deles decisivos. Nesta sexta-feira, às 3h30m, pela terceira rodada, o Brasil enfrentará a Alemanha, que tem uma vitória e uma derrota na fase final, com transmissão ao vivo da Rede Globo.
Na primeira partida do dia, a Holanda suou muito novamente para conseguir a sua segunda vitória nesta fase do Grand Prix. Como na véspera, quando derrotaram a China, as holandesas precisaram de cinco sets para superar as alemãs, com parciais de 19/25, 25/21, 25/22,21/25 e 15/13.
O jogo
Com Yanni Zhao no lugar da estrela Yunwen Ma, a China começou o jogo marcando o primeiro ponto do jogo e dando trabalho para o Brasil, que abriu 5 a 2, mas permitiu que as adversárias encostassem em 6 a 5. As brasileiras, porém, foram para a primeira parada técnica com 8 a 6 a seu favor.
Na volta à quadra, o jogo continuou equilibrado. Com jogadas velozes, as chinesas conseguiram empatar em 10 a 10, 11 a 11 e 12 a 12. Uma cortada de Mári em ataque do fundo da quadra levou o Brasil a abrir dois pontos. Foi o primeiro da atacante brasileira na partida.
Em seguida, Sheilla deu uma largada de alta categoria e pôs 15 a 12 no placar, obrigando o técnico chinês Bin Cai a pedir tempo pouco antes da segunda parada. Pouco adiantou, Sheilla fez o 16º ponto brasileiro de saque.
Com ótimos saques e bloqueios, a seleção brasileira foi encaminhando sua vitória no primeiro set, abrindo cinco pontos de vantagem a partir de 19 a 14 até 22 a 17. A equipe do Brasil começou a errar e permitiu que a China diminuísse a desvantagem para dois pontos. Mas Sheilla está em grande fase e com um ponto dela, finalmente o Brasil fez o 23º ponto. O 24º veio de um erro no ataque chinês e o último após violentíssima cortada de Natália. No fim, Brasil 25 a 21.
Segundo set um pouco mais tranquilo que o primeiro
O segundo set começou equilibrado como o primeiro, mas com bons ataques de Natália as brasileiras conseguiram abrir uma vantagem de 6 a 3. Bin Cai pediu tempo para tentar acertar sua equipe, que fez dois pontos seguidos na volta à quadra e conseguiu o empate em 7 a 7. Em contra-ataque que Mári aproveitou bem, o time brasileiro foi para a primeira parada do set com 8 a 7 a seu favor.
As campeãs olímpicas voltaram melhores à quadra e começaram a abrir vantagem até que chegaram a 13 a 9 e fez o técnico chinês pedir tempo novamente. A equipe chinesa se acertou outra vez e fez dois pontos consecutivos. No entanto, as brasileiras demonstravam muita consistência e com um bloqueio fez o seu 14º ponto. Com outro belo ataque de Natália o Brasil foi para a parada técnica com 16 a 13.
A equipe brasileira manteve a vantagem e a ampliou no momento decisivo do set, indo a 22 a 16. Com isso, parecia ser só uma questão de tempo a vitória do Brasil, porém as chinesas não se entregavam e fizeram três pontos seguidos que preocuparam o técnico José Roberto Guimarães, que pediu tempo. Deu certo, Sheilla pôs a bola no chão adversário e fez o 23º ponto. Logo depois a mesma atacante, em bloqueio, fez o 24º. O set foi fechado em 25 a 20 com um ataque no meio da rede de Thaisa.
Muita emoção no terceiro e último set
O panorama do início dos dois primeiros sets foi mantido no terceiro. Mas desta vez foram as chinesas que foram com vantagem para a primeira parada técnica: 8 a 7. O time chinês conseguiu abrir dois pontos de vantagem, mas após um erro as brasileiras conseguiram empatar em 10 a 10.
O jogo ficou muito parelho, mas sempre com vantagem das chinesas, que foram para a segunda parada técnica com 16 a 14, após um bloqueio em Mári. As chinesas fizeram mais um ponto, mas dois erros seguidos permitiram que o Brasil empatasse em 17 a 17. Natália, que atuava com grande personalidade, fez o 18º, e Mári, o 19º, abrindo uma vantagem importantíssima para as brasileiras num momento crucial do jogo.
O técnico chinês pediu tempo, mas na volta Natália voltou a carga e fez o 20º e o 21º pontos do Brasil. Um erro de Sheilla deixou a China a um ponto do Brasil (20 a 21) e na jogada seguinte, Dani Lins insistiu com Sheilla, que não conseguiu virar. Porém, as chinesas se precipitaram e deram o 22º ponto para o Brasil.
O final do terceiro set foi muito disputado, mas com uma cortada de Sheilla que resvalou no bloqueio chinês, o Brasil fez 24 a 22 e teve a seu dispor o primeiro match point da partida. No entanto, as chinesas se aproveitaram de erros brasileiros e empataram em 24 a 24, quando Zé Roberto pediu tempo.
Numa largada improvável de Natália, o Brasil fez o 25º, mas numa disputa na rede a China voltou a empatar. Um erro da Fabiana no meio de rede deu às chinesas a chance de vencer o set e continuarem vivas na partida. O técnico do Brasil pediu outro tempo e Sheilla empatou o jogo em 26 a 26.
Era lá e cá e a China fez 27º ponto, mas Natália empatou novamente em diagonal. A equipe chinesa furou o bloqueio no meio e fez o 28º, mas na jogada seguinte, o bloq brasileiro funcionou e ficou tudo igual. Mais uma vez Natália brilhou e fez o 29º ponto brasileiro, porém as chinesas voltaram a empatar. A jovem atacante do Brasil voltou a aparecer e fez o 30º ponto. E a vitória veio no bloqueio: 31 a 29.
Times:
BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mári, Natalia e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Regiane, Joyce e Ana Tiemi.
CHINA – Qiuyue Wei, Juan Li, Ming Xue, Yunwen Ma, Yanni Zhao e Na Yin. Líbero: Xian Zhang. Entraram: Jinling Chu e Yunli Xu.
Ricardo e Pedro Solberg vencem Marcio e Fábio Luiz
Sem Emanuel, lesionado no pé esquerdo, Ricardo iniciou a parceria temporária com Pedro Solberg com duas vitórias, sendo a segunda contra os vice-campeões olímpicos Márcio e Fábio Luiz, e avançou às oitavas de final da etapa da Finlândia do Circuito Mundial nesta quinta-feira. Além da dupla, Alison/Harley e Billy/Bruno Schmidt também estão na próxima fase em Aland.
Ricardo e Pedro jogaram juntos pela primeira vez e venceram os poloneses Michal Kadziola e Jakub Szalankiewicz por 2 sets a 0 (21/15 e 21/16). Em seguida, a dupla superou Marcio e Fábio Luiz por 21/15 e 24/22 e passou às oitavas para enfrentar os estonianos Kristjan Kais e Rivo Vesik. Os brasileiros, que chegaram a derrotar os espanhóis Inocencio Lario e Raul Mesa por 21/16 e 21/15, enfrentarão os britânicos Steven Grotowski e Gregg Weaver na repescagem.
Líderes do ranking mundial, Alison e Harley enfrentaram duas equipes européias no primeiro dia da fase principal em Aland. Na rodada inaugural, atropelaram os britânicos Steven Grotowski e Gregg Weaver por 2 sets a 0, parciais de 21/11 e 21/12. Em seguida, os brasileiros passaram pelos irmãos franceses Andy e Kevin Ces (27/25 e 21/14). Nas oitavas, a parceria enfrenta os compatriotas Billy e Bruno Schmidt.
- Foi um dia complicado, pois está ventando bastante e isso sempre atrapalha. O frio também incomoda um pouco, mas apesar de tudo conseguimos jogar muito bem. Agora precisaremos manter o nível de atenção elevado, afinal enfrentaremos uma dupla formada por dois ótimos jogadores e que sempre faz jogos complicados conosco – disse Alison.
Billy e Bruno abriram o dia derrotando os russos Yury Bogatov e Serguei Prokopiev em dois sets, com duplo 21/19. Na seqüência, levaram a melhor no duelo brasileiro com Franco e Benjamin, vencendo por 2 a 0 (21/17 e 21/9). A dupla, que bateu os neozelandeses Jason Lochhead e Kirk Pitman por 2 sets a 1 (21/17, 26/28 e 17/15), foi à repescagem, onde jogará contra os poloneses Grzegorz Fijalek e Mariusz Prudel.
Brasil dá show e segue rumo ao octa do Grand Prix
Desta vez foi fácil, muito fácil. Ao contrário do que aconteceu contra a Rússia, principalmente, e a China, a seleção brasileira não encontrou qualquer dificuldade para derrotar a Alemanha na madrugada desta sexta-feira (no horário de Brasilia), por 3 sets a 0 (25/15, 25/15 e 25/16), em Tóquio. Com uma bela atuação, o Brasil conquistou sua terceira vitória na fase final do Grand Prix (a 12ª em toda a competição) e parte firme para a conquista do seu oitavo título.
Neste sábado, às 3h30m, o jogo será contra a Holanda, pela penúltima rodada, e uma vitória pode deixar as campeãs olímpicas com mais uma taça. O último jogo será no domingo, às 07h30m, contra as japonesas. A Rede Globo e o SporTV transmitirão ao vivo os dois jogos.
Na preliminar, em jogo entre as duas equipes que foram derrotadas pela seleção brasileira nas duas primeiras rodadas da fase final, a Rússia derrotou a China, de virada, por três sets a um (27/29, 25/16, 25/19 e 25/23). O resultado deixou as chinesas praticamente sem chances de conquistar o título e manteve as russas com esperanças.
Antes do jogo, Mari chegou a ser dúvida por causa de uma enxaqueca, mas se recuperou e jogou normalmente até o fim. Com boa variação de jogadas de ataque e muita vibração de suas jogadoras, a seleção brasileira começou bem o jogo e abriu 5 a 2. As alemãs, porém, não estavam dispostas a deixar o Brasil deslanchar no placar e chegaram a ficar somente um ponto atrás. No entanto, as brasileiras foram para a primeira parada técnica com a vantagem de três pontos: 8 a 5.
Na volta à quadra, o time brasileiro continuou bem e abriu para 10 a 5. O técnico da equipe alemã, o italiano Giovanni Guidetti, pediu tempo, mas com um saque de Sheilla o Brasil fez o seu 11º ponto. Natália fazia novamente uma bela partida e, com uma fortíssima pancada de fundo da quadra, fez o Brasil chegar a 13 a 8.
A seleção alemã reagiu e se aproveitou de erros brasileiros para encostar no marcador: 14 a 13. As campeãs olímpicas se recuperaram e com uma bela largada de Sheilla foi para a segunda parada com 16 a 13. Na volta, agora com força, aproveitando-se de uma inversão sensacional de Dani Lins, Sheilla fez o 17º ponto brasileiro. Sheilla aproveitou o bom momento e fez mais dois pontos, um de bloqueio, do mesmo modo que Fabiana, que até então não havia conseguido pontuar. As brasileiras foram deslanchando e a vitória no primeiro set já era certa. No fim, terminou 25 a 15.
O segundo set começou equilibrado, mas as alemãs conseguiram fazer 5 a 2 no placar, depois de dois erros seguidos de recepção do Brasil. Os erros mudaram de lado de quadra, o Brasil melhorou sua defesa, com destaque para a líbero Fabi, e conseguiu virar o marcador e abrir boa vantagem, indo a 8 a 5 na primeira parada do set.
As brasileiras mantiveram o ritmo e quando foi a 10 a 5 o treinador da Alemanha pediu tempo para tentar recolocar sua equipe nos eixos. Não deu certo, pois Fabiana fez dois ótimos bloqueios e marcou o 11º e o 12º pontos brasileiros. Aí a equipe do técnico José Roberto Guimarães já arrasava a adversária e foi para a segunda parada com 16 a 6.
O Brasil dava um baile na Alemanha e caminhava com tranquilidade para fechar o segundo set. O jogo estava tão tranquilo, que Zé Roberto aproveitou para deixar Adenízia e Ana Tiemi em quadra nos últimos pontos do set. E a levantadora reserva fez o 23º ponto em uma bola de segunda que enganou a defesa alemã. Com o mesmo placar do primeiro set a seleção brasileira venceu o segundo, após uma bola colocada por Natália no fundo da quadra adversária.
Poucos erros no terceiro set e vitória fácil confirmada
Com poucos erros, o Brasil começou o terceiro set com vontade de acabar logo com o jogo. Com 4 a 1 para as adversárias, o técnico Guidetti pediu tempo. As alemãs voltaram para a quadra melhores e fizeram dois pontos seguidos reequilibrando o jogo. Mas isso durou pouco, as brasileiras voltaram a dominar a quadra e em dois bloqueios seguidos de Thaisa foi para a primeira parada com 8 a 3.
O Brasil continuava mandando na partida e sem perder a concentração foi ampliando o marcador. Para a segunda parada o time brasileiro foi com uma larga vantagem de 16 a 7 no placar. Com segurança e ótimas jogadas, as brasileiras foram construindo sua fácil vitória. No fim, um erro alemão fez o set terminar 25 a 16.
Times:
BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Regiane, Adenízia, Ana Tiemi, Sassá, Carol Gattaz
ALEMANHA – Christiane Fürst, Kathleen Weiss, Heike Beier, Maren Brinker, Margareta Kozuch e Corina Ssuschke. Líbero: Kerstin Tzscherlich. Entraram: Denise Hanke, Sarah Petrausch, Sabrina Ross, Anne Mathes
Japão vence a Holanda e ajuda o Brasil a se aproximar do octa do Grand Prix
Seleção brasileira, que enfrenta a Holanda, é a única invicta na fase final
Além de competência, sorte. Depois de vencer sua terceira partida na fase final do Grand Prix, contra a Alemanha, a seleção brasileira feminina de vôlei recebeu uma grande ajuda no caminho para a conquista do oitavo título da competição, em Tóquio. No terceiro jogo do dia, o Japão, que havia perdido as duas primeiras partidas - para Alemanha e Rússia - derrotou a até então invicta Holanda por três sets a zero (25/22, 25/18 e 25/22), levando sua torcida ao delírio.
Agora o Brasil lidera a fase final de forma isolada com três vitórias. Holanda e Rússia vem logo a seguir, com duas vitórias e uma derrota, e depois Alemanha e Japão, com uma vitória e duas derrotas. Em último, com três derrotas, está a China.
Neste sábado, a seleção de José Roberto Guimarães enfrentará a Holanda, a partir das 03h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo da Rede Globo e do SporTV, e uma vitória deixará as campeãs olímpicas praticamente com o título nas mãos. As japonesas são as últimas adversárias das brasileiras, domingo, às 07h30m (de Brasília).
Brasil vence a Venezuela e decide o título contra a Argentina
O Brasil venceu a Venezuela, nesta quinta-feira (20.08), por 3 sets a 1 (25/23, 25/18, 23/25 e 25/22), em 1h41 de jogo, e brigará com a Argentina pelo título do Campeonato Sul-Americano de voleibol, que está sendo disputado em Bogotá, na Colômbia.
Brasileiros e argentinos se enfrentarão nesta sexta-feira, às 21h (horário de Brasília). Quem sair vencedor do confronto levará o título da competição e uma vaga para a Copa dos Campeões, que será realizada em novembro, no Japão.
Assim como havia previsto o técnico Bernardinho, o time brasileiro teve que suar para vencer os venezuelanos. Após vencer os dois primeiros sets, a equipe verde-amarela foi surpreendida pela Venezuela, que ‘entrou na partida’ e perdeu a terceira parcial.
O Brasil voltou para o quarto set e ficou atrás no placar durante a maior parte do tempo. Errando muito no saque, que devido à altitude deixou de ser uma grande arma do time, os jogadores tiveram que mostrar um algo a mais. Eles se superaram e conquistaram a vitória na parcial e na partida: 25/22, marcando oito pontos consecutivos.
Capitão da equipe, Giba tem certeza que ele e seus companheiros aprenderam uma grande lição na partida desta quinta-feira.

Cumprindo a expectativa de Bernardinho, jogo foi o mais equilibrado até agora no torneio, mas brasileiros confirmaram o favoritismo e se garantiram em mais uma decisão de título
- A principal coisa a ser dita é que não podemos dar sopa para o azar. Temos que estar sempre 100% ligados senão a vaca vai para o brejo – diz Giba, explicando como o time está se sentindo durante os jogos na Colômbia.
- Aqui ninguém está conseguindo sacar direito. Dessa maneira, todos os times estão jogando com o passe na mão. Isso faz com que mude a tática de todo mundo. É meio que um voleibol dos anos 80, ou até de antes – afirma Giba.
Para a partida decisiva contra a Argentina, o capitão brasileiro da uma receita, ‘roubada’ do levantador Marlon.
- O Marlon falou uma coisa muito interessante quando terminou o jogo. Lição dada é lição aprendida. Assim iremos enfrentar a Argentina. Não muda nada. É estar focado 100% durante todo o jogo – finaliza Giba.
Prata olímpica da geração de 1982 completa 25 anos
Setembro de 1982. O Brasil conhece a seleção masculina de vôlei, faz festa e cria ídolos. Agosto de 1984. O Brasil se decepciona com a medalha de prata e chora com aqueles ídolos. Dois momentos marcantes para uma geração que colocou o nome do voleibol brasileiro no cenário mundial.
A histórica prata nos Jogos de Los Angeles-1984 completa 25 anos neste mês de agosto. Uma conquista um pouco amarga, mas que ajudou o jogo a ser admirado no país e impulsionou a trilha para chegar ao topo do mundo oito anos depois, em Barcelona. E agora voltar, com o título da Liga Mundial. Relembramos as histórias de como aquela equipe se formou, dos treinos, primeiros autógrafos e brigas que acabaram com o time de prata.
Quem era quem
“O núcleo central era composto por Bernard, William e Fernandão. Junto com eles estavam Renan, Amauri, Montanaro, Xandó e Badá. Eram os oito principais jogadores”, afirma Bernardinho, o levantador reserva da equipe prata e hoje todo-poderoso do vôlei nacional. “Os demais, como eu, [Domingos] Maracanã, Leo, Marcos Vinícius brigavam para entrar nesse time. Tudo girava em torno daqueles nomes. Era um grupo muito fechado”, explica o atual técnico da seleção masculina.
Primeiros passos
O primeiro grande desafio dessa seleção foi a Olimpíada de Moscou, em 1980. Xandó estava machucado, Renan não brilhou e Moreno, remanescente da geração anterior, não pode participar de todos os jogos. Resultado: Brasil em quinto lugar, e ouro para a União Soviética. “Não jogamos com todo o potencial daquele time. Poderíamos ter ido mais longe”, analisa Bernardinho. “A União Soviética era imbatível e a Bulgária tinha um grande time, tanto que foram os primeiros. Com as outras a gente poderia ter lutado mais”, completa.
Um ano depois, o Brasil subiu ao pódio. Sob o comando do técnico Bebeto de Freitas, ficou com o bronze na Copa do Mundo depois de vencer a Polônia. “Foi uma disputa dramática e uma conquista fantástica. Mas ninguém ficou sabendo. A mídia nem falava direito de vôlei”, conta Montanaro.
Primeiro título e primeiro vice
No ano seguinte, a seleção masculina vararia febre nacional. Na preparação para o Campeonato Mundial, o país sediou o Mundialito, no Rio de Janeiro. Foi neste torneio que Bernardinho fez seu melhor jogo. O Brasil perdia por 9 a 1 para o Japão e conseguiu virar e vencer. “Foi o melhor momento da minha vida como jogador”, lembra o ex-levantador. Na final, a equipe brasileira venceu a gigante União Soviética por 3 sets a 2 diante de 20 mil pessoas que lotaram o ginásio do Maracanãzinho.

Seleção de Xandó, Renan, Bernard, Amauri, Fernandão e William , esse era o time base que ajudou na popularização da modalidade no País
Torcida e imprensa estavam conquistadas. Com o título, os jornais passaram a noticiar a seleção masculina e colocar o Brasil entre os melhores do mundo. O resultado foi o aumento de interesse por parte do público e ginásios mais cheios. A televisão também passou a transmitir as partidas, e a compreendido dos macetes do esporte se disseminou.
O time estava pronto para o Mundial, que começaria no dia 2 de setembro de 1982, na Argentina. Para conquistar a torcida local, os brasileiros distribuíram bonés e camisetas antes dos jogos. O Brasil foi passando pelos adversários e ganhando status.
Na primeira partida, arrasou a Líbia por 3 a 0, com direito a dois sets com 15 a 0 no placar (na época, cada parcial tinha 15 pontos e o time tinha que primeiro conquistar uma vantagem, assumir a posse de bola e, depois, concretizar o ponto). Na sequência, repetiu o mesmo placar sobre o Iraque. A primeira derrota foi contra a Tchecoslováquia, por 3 sets a 1. Na segunda fase, depois de grande confusão da organização, que mudou as chaves do torneio, a seleção venceu Polônia e Cuba pelo mesmo placar: 3 a 0. A vaga na semifinal veio em um 3 a 1 contra a Bulgária e, para encerrar a fase, com titulares poupados, Brasil perdeu para União Soviética por 3 a 0.

Paulo Sérgio Rocha Angeles (preparador físico), Badá, Bernard, Renan, Amaury, Xandó, e Rui. Sentados: Montanaro, Willian, Marcus Vinícius, Fernandão e Domingos Maracanã.
Na semifinal contra o Japão, os principais jogadores estavam descansados, e o time venceu por 3 a 0 para garantir a vaga em Los Angeles. Na final, mais uma vez os soviéticos se sobrepuseram. A seleção perdeu por 3 sets a 0, mas já estava na elite do esporte.
Mesmo com o segundo lugar, o vôlei ganhou status entre os esportes no Brasil em um ano de decepções como a Copa do Mundo de futebol e Nelson Piquet na Fórmula 1. “O grito de gol foi transferido para o vôlei”, analisa Montanaro, atacante da geração de prata e hoje gerente do Brasil Vôlei Clube. Na volta para casa, os jogadores foram recepcionados com festa no aeroporto.
A prata olímpica
Agosto de 1984. Chegou a Olimpíada de Los Angeles. Pela primeira vez, a seleção brasileira masculina iria para um torneio mundial como favorita, ajudada pelo bicampeonato pan-americano em Caracas-1983. Para facilitar, a União Soviética não participou dos Jogos em resposta ao boicote dos Estados Unidos aos Jogos de Moscou. “Nós éramos totalmente conhecidos. Idolatravam a gente e confiavam naquele time”, afirma Montanaro. Foram mais de 400 horas de treinos e o time estava concentrado desde janeiro. Eles estavam prontos para lutar pelo ouro.
Na fase classificatória, vitórias sobre Argentina e Túnisia. Contra a Coreia do Sul, na partida que valeria vaga na semifinal, derrota por 3 sets a 1. No jogo seguinte, 3 a 0 nos Estados Unidos e o lugar na semi. “Viemos aqui buscar o ouro e só vamos sair como ele no peito”, disse Amauri depois da classificação. Na semifinal, Brasil venceu a Itália por 3 a 1 e encararia de novo os donos da casa na decisão.
Na temporada haviam sido nove vitórias brasileiras sobre os norte-americanos. Mas, na final olímpica, os Estados Unidos faturam o jogo com um 3 a 0, com parciais de 15/06, 15/06 e 15/07. “Perdemos para nós mesmos. A gente tinha condições técnicas para vencer, mas não tinha cabeça”, analisa Amauri. “Foi muita vaidade dentro da quadra. Um quis aparece mais que o outro. Foi a medalha de ouro mais certa que a gente deixou escapar”, explica o ex-central. A torcida também sentiu a decepção da medalha de prata. Dessa vez, não teve nenhuma festa no desembarque do time.
Com a sensação de ser eterno vice, como disse o levantador William ao jornal Gazeta Esportiva depois da derrota em Los Angeles, a seleção passou por muitas crises, brigas internas e se separou no final de uma era. Mesmo com a ausência de um grande título, com os vices no Mundial e na Olimpíada, aquele time entrou para a história do esporte nacional. Além disso, abriu caminho para o desenvolvimento de uma nova geração, com mais estrutura, que seria campeã olímpica em Barcelona.
“A fama subiu à cabeça de todos”, diz Montanaro sobre fim da geração; onde eles estão agora?

Fernadão, Bernard Xandó e Rui, no fundo, jogadores da seleção brasileira dos anos 80, que saíram do anonimato e viraram ídolos em poucos anos, infelizmente brigas internas minaram uma talentosa e pioneira seleção
, Quando se tem fama, dinheiro e sucesso, além de aprender a lidar com a cobrança para se manter entre os melhores, é necessário aprendera lidar com a vaidade de cada um. Os brasileiros voltaram da Olimpíada de Los Angeles com a medalha de prata e eram ídolos nacionais. Mas não engoliram a frustração de um segundo lugar no torneio em que era apontados como favoritos, e os problemas começaram a aparecer.
“Passamos de amadores a profissionais, éramos ídolos nacionais, e não soubemos lidar com isso. Um queria mostrar que era melhor que o outro, e perdemos o foco, que era jogar voleibol”, explica Bernardinho, levantador reserva daquela equipe. “A fama subiu à cabeça de todos. Os contratos de publicidade aumentaram, começou e entrar dinheiro e a coisa começou a pegar”, conta Montanaro, ex-atacante. “De repente, alguém faltava a um treino para filmar uma campanha publicitária e quem estava lá, trabalhando, ficava se perguntando se aquilo era justo”, lembra Amauri, meio-de-rede na Olimpíada.
Após essa quebra, a seleção não conseguiu subir ao pódio até 1987, tendo como melhor posição i quarto lugar na Copa do Mundo de 1985 e a mesma colocação no Mundial da França, em 1986. O time passou por uma renovação e contou com a chegada de nomes como Maurício, Carlão e Paulão, que seriam campeões olímpicos em Barcelona, 1992.
O comando ficou com o sul-coreano Young Wan Sohn, convidado pela CBV, que não agradava aos atletas. “Ele deixava a gente batendo bola e ia fumar”, conta Amauri. Os jogadores, revoltados, escreveram uma carta pedindo a saída do técnico, o Manifesto de Miami. Mas o documento acabou caindo nos jornais, e Carlos Arthur Nuzman, hoje presidente da CBV, não gostou nada – desconvocou todo o time e manteve Sohn no comando.
Pouco depois, um mês antes da Olimpíada de Seul, em 1988, o sul-coreano foi afastado. E Bebeto de Freitas voltou ao comando. Com ele, voltaram os jogadores da geração de prata, com exceção de Bernard e Bernardinho, que ficaram conhecidos como “os intocáveis”. Brasil foi aos Jogos e perdeu o bronze para a Argentina.
No ano seguinte, a situação do vôlei no país piorou. “As condições de treinamento não eram boas”, diz Montanaro, referindo-se aos treinos em Itapecerica da Serra, em São Paulo. “O ginásio não recebia os cuidados que a nossa prática exigia. No alto rendimento, qualquer poeirinha atrapalha. Reivindicamos algum pagamento e melhores condições de trabalho, mas Nuzman não nos atendeu e deixamos a seleção”, conclui o ex-atacante.
Apesar da separação do time, quase todos os jogadores daquela geração seguiram no esporte. Veja o que cada um deles está fazendo atualmente:

Em pé, da direita para a esquerda: Major Paulo Sérgio da Rocha, Jorge Barros (Jorjão), Bernard, Leonídio, Fernandão, Rui, Xandó, Domingos Maracanã, Amaury, Bebeto de Freitas e José Carlos Brunoro. Sentados, da esquerda para a direita: José Mathias, Marcus Vinícius, Montanaro, Bernardinho, Renan, William, Ronaldão, Cacau e Badá.
Montanaro: gerente do time de vôlei de São Bernardo do Campo Brasil Vôlei Clube
William: técnico do time feminino do Vôlei Futuro, de Araçatuba, interior de São Paulo
Renan: gerente de esportes do time Cimed, de Florianópolis
Xandó: supervisor de esportes da Secretaria Municipal de São Paulo
Bernardinho: técnico da seleção masculina brasileira
Marcus Vinícius: superintendente executivo de esportes do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e foi chefe da delegação nacional em jogos como o Pan-Americano e a Olimpíada de Pequim
Amauri: presidente da Associação Brasileira de Voleibol Paraolímpico e técnico do time de vôlei sentado na Olimpíada de Pequim
Bernard: seguiu carreira política e é presidente da Comissão de Atletas do COB
Maracanã: trabalha no projeto de inclusão social da Federação Paulista de Futebol
Fernandão: é professor do curso de Direito Desportivo da UniverCidade, do Rio de Janeiro, e já foi comentarista e colunista de vôlei e assessor de Bernard na Assembleia Legislativa
Rui Campos: gerente de esportes do departamento nacional do Sesi
Badá: único que deixou o esporte e foi cuidar de uma pousada
Bebeto de Freitas (técnico): até a terça-feira deste semana era diretor-executivo do departamento de futebol do Atlético-MG
Carlos Arthur Nuzman (presidente da CBV na época): presidente do COB.
Brasil leva susto, vence Argentina e é campeão
O Brasil tomou um susto, mas na base do talento e da garra, virou sobre a Argentina e conquistou o Campeonato Sul-Americano de vôlei. A equipe de Bernardinho perdeu o primeiro set para os hermanos, mas fez 3 sets a 1, parciais de 28/30, 25/17, 25/19 e 25/15, e volta de Bogotá com o título da competição, o seu 27º.
Com o título, a seleção brasileira ainda garantiu vaga para disputar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. O torneio reúne os melhores de cada continente e que já conquistou duas vezes, em 1997 e 2005. Bernardinho comemorou o poder de superação do grupo.
- Tínhamos a responsabilidade de manter a hegemonia no Sul-Americano e essa pressão de ter que ganhar é complicada. Além disso, tivemos o problema da altitude. Por exemplo, no jogo de hoje alguns jogadores sentiram falta de ar. Sem dúvida, na dificuldade o grupo se une ainda mais. Provamos isso na final contra os argentinos. É uma coisa que, sem dúvida, levaremos conosco – disse o treinador.
A seleção brasileira chegou à decisão como franca favorita. Em seis jogos, venceu todos e havia perdido apenas um set, para a Venezuela. Perdeu o segundo nesta sexta, mas conseguiu a virada para levar o título.
Os argentinos tinham a mesma campanha do Brasil e eram os únicos que poderiam tirar o título dos comandados de Bernardinho. Após um começo irregular, a seleção brasileira voltou mais atenta para o segundo set e construiu a vitória. Com a derrota, a Argentina termina na segunda colocação do Sul-Americano.
Brasil passa pela Holanda e está a uma vitória do octacampeonato do Grand Prix
A seleção brasileira feminina nem precisou jogar tão bem como nas três primeiras partidas da fase final do Grand Prix, em Tóquio, para derrotar a Holanda, por 3 sets a 1, na madrugada deste sábado (no horário de Brasília), e ficar a uma vitória do seu oitavo título na competição. Com parciais de 25/22, 18/25, 25/20 e 25/16, as campeãs olímpicas se mantiveram invictas, com 13 jogos e 13 triunfos, e se derrotarem as japonesas neste domingo festejarão mais um título. Coincidentemente, no mesmo dia em que completarão 1 ano da conquista da medalha de ouro de Pequim.
A partida contra o Japão será a última da quinta e última rodada da fase final, às 7h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV. E as brasileiras poderão entrar em quadra já com a taça na mão, caso as russas percam, no jogo de 3h30m, para as holandesas, que não têm mais como chegar ao título.
Matematicamente, Brasil e Rússia são as únicas equipes com chances de conquista. A seleção brasileira, na liderança, está invicta e soma oito pontos na fase final, um a mais do que as russas – com uma derrota. No critério de desempate (divisão dos pontos ganhos pelos perdidos), tem a vantagem de 34 pontos. Para a Rússia sagrar-se campeã, será preciso vencer e torcer por uma queda do Brasil com uma pontuação suficiente para tirar a diferença.
Antes, no primeiro jogo da rodada, à 1h30m, Alemanha e China, que não têm mais chances, se enfrentam
O Brasil começou bem, mas o jogo era equilibrado e depois de dois erros seguidos, de Fabi e Natália, a Holanda virou para 4 a 3. As brasileiras se desconcentraram e deixaram as adversárias abrirem três pontos de vantagem (7 a 4). Para a primeira parada técnica, as holandesas foram à frente no marcador: 8 a 6.
O time brasileiro não repetia as boas atuações anteriores, e as holandesas se aproveitaram para voltar a ter três pontos de diferença no placar: 10 a 7. Quando a Holanda fez 12 a 8, o técnico José Roberto Guimarães pôs Sassá no lugar de Natália, que errava passes e não era tão eficiente no ataque como vinha acontecendo.
A modificação melhorou o time, que encostou em 12 a 13. Mas os erros se sucediam e após uma recepção completamente equivocada de Mari, as holandesas fizeram 15 a 12. O Brasil voltou ao jogo após a segunda parada técnica e conseguiu virar para 18 a 17 e abrir para 19 a 17, após erro de ataque holandês. O suficiente para o técnico Avital Selinger pedir tempo.
A Holanda manteve o equilíbrio do jogo, sem deixar que o Brasil escapasse no marcador. O bloqueio brasileiro funcionava bem e mantinha o time na frente, mas uma cortada de Mari, que significaria o 24º ponto brasileiro, foi dada como bola fora pelo árbitro, sob protestos das jogadoras e de Zé Roberto. Assim, o placar ficou em 23 a 22 para as brasileiras. O time do Brasil manteve a calma e conseguiu fechar em 25 a 22 após um belo bloqueio no meio da rede.
A Holanda voltou bem melhor no segundo set, e o Brasil, irreconhecível. Resultado: 5 a 0 para as holandesas. Mari fez dois pontos seguidos e diminuiu a vantagem. Mas o time holandês estava melhor e foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 4.
A equipe brasileira não fazia uma boa apresentação e deixou a rival abrir novamente cinco pontos de vantagem: 10 a 5. O time de Zé Roberto demorou um pouco a entrar no jogo e o treinador deu um berro para ver se acordava as jogadoras em quadra. Com isso, a diferença holandesa diminuiu para dois pontos: 13 a 11. As brasileiras passaram a vibrar mais, mas a Holanda foi para a segunda parada com 16 a 13.
Na volta, a seleção brasileira melhorou e encostou no placar em 18 a 17. Depois de um erro de Mari na recepção, houve um princípio de discussão que Zé Roberto, no tempo que já pedira, procurou debelar. Disse ele que não adiantava ficar discutindo quando o grande problema havia sido no início do set, e o time precisava se recuperar. Mas não houve jeito. O Brasil errava muito, e a Holanda se aproveitou para deslanchar e vencer o set por 25 a 18.
O terceiro set começou como terminara o segundo, com dois erros seguidos da recepção brasileira. Fabiana, em duas jogadas, a segunda num bloqueio, pôs tudo igual no marcador: 2 a 2. O Brasil entrou na partida e virou para 4 a 3. O saque e o bloqueio brasileiro melhoraram muito, e a equipe foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 5. Na volta, Thaisa bloqueou duas vezes seguidas, e a seleção brasileira foi a 10 a 5. Finalmente, as brasileiras passaram a dar o show que haviam apresentado na véspera, contra a Alemanha, e abriram oito pontos de vantagem (13 a 5), quando o técnico holandês pediu tempo.
A Holanda voltou melhor, e o Brasil se mostrou novamente apático. Assim, as holandesas fizeram quatro pontos seguidos, o que fez Zé Roberto pedir tempo. Na volta, Sheilla errou um ataque de fundo de quadra e a Holanda fez mais um, logo depois outro ponto, e o jogo, que estava fácil, ficou complicado: 13 a 11. Mas aí apareceu Thaisa com dois pontos seguidos para o Brasil. Logo depois, num bom bloqueio, as brasileiras foram à segunda parada com 16 a 11.
A seleção continuou bem e abriu para 18 a 12. Sassá, que entrara no lugar de Natália no primeiro set, atuava bem, e com os seus saques o Brasil chegou a 22 a 14. Fabi errou duas recepções, a segunda após uma reclamação de Mari contra a arbitragem que deu fora um ataque seu, e Zé Roberto pediu tempo para acalmar seu time. Deu certo, e o Brasil fechou em 25 a 20, após uma cortada de Mari em diagonal da entrada de rede.
Quarto set: depois de um início complicado, Brasil sobra em quadra

Se as russas forem derrotadas pelas holandesas neste domingo, as brasileiras entrarão em quadra contra o Japão já com o título garantido
A seleção brasileira iniciou bem o quarto set, mas logo a recepção começou a falhar e a Holanda virou para 4 a 2. Apesar de errar muito, o Brasil voltou ao jogo, e com um belo saque de Fabiana, o jogo ficou empatado em 7 a 7. Logo depois, as holandesas erraram e o Brasil foi para a primeira parada técnica com vantagem: 8 a 7.
Na volta, com destaque para Fabiana e Thaisa, a vantagem brasileira foi aumentando e chegou a 11 a 7. O jogo passou a ficar mais tranquilo e o Brasil foi para a segunda parada com 16 a 9. Na volta, o ritmo foi mantido e a seleção brasileira caminhou tranquilamente para a vitória depois de uma atuação irregular, mas superior à da adversária. E, curiosamente, o último ponto veio com Natália, que desta vez não atuou bem, e ficou boa parte do jogo no banco: 25 a 16.
Times:
BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi.
Entraram: Sassá, Ana Tiemi, Joyce e Regiane.
HOLANDA – Kim Staelens, Manon Flier, Francien Huurman, Chaïne Staelens, Ingrid Visser e Debby Stam. Líbero: Janneke van Tienen.
Entraram: Maret Grothues e Caroline Wensink.
Juliana e Larissa ficam com o título da Finlândia, o sexto da dupla em 2009
Juliana e Larissa garantiram o ouro da etapa finlandesa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia ao derrotarem, neste sábado, as atuais campeãs mundiais Jennifer Kessy e April Ross, dos Estados Unidos, na decisão por 2 sets a 0 (21/15 e 28/26). O bronze ficou com Talita e Maria Elisa, que derrotaram Ana Paula e Shelda na disputa de terceiro lugar. O título da etapa finlandesa, o sexto da dupla no ano, deixa a disputa no Circuito Mundial 2009 totalmente indefinida. Com os 600 pontos obtidos com o ouro, Juliana e Larissa somam agora 5.560, contra 5.600 de Talita e Maria Elisa, que mantiveram a liderança do ranking ao baterem Ana Paula e Shelda por 2 sets a 0 (21/15 e 21/18) na briga pelo bronze. Brasil sempre nas cabeças A medalha de ouro conquistada pelas brasileiras é a 10ª obtida pelo vôlei de praia feminino do país no Circuito Mundial, que chega na Finlândia à 12ª etapa do ano. A conquista é também a segunda da dupla em Aland, já que Ju e Larissa também foram campeãs na cidade em 2007.
Brasil conquista o octa do Grand Prix
A data de 23 de agosto já era especial para a seleção brasileira feminina de vôlei. Neste domingo, no entanto, se tornou inesquecível. No dia em que completou um ano da inédita conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil tornou-se octacampeão invicto do Grand Prix e, assim, reafirmou seu status de maior vencedor do torneio: 94/96/98/04/05/06/08/09. O time brasileiro poderia ter chegado ao oitavo título com uma rodada de antecedência na fase final, em Tóquio. A taça estava praticamente na mão. Mas ainda não era o dia 23. Por isso, somente após o triunfo sobre o Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/21, 25/27, 25/19 e 25/19, é que pôde festejar.

Seleção brasileira faz de 23 de agosto uma data memorável e reafirma seu status de maior vencedora da competição: 94/96/98/04/05/06/08/09
- É um dia muito especial. Dia 23 de agosto de 2008 foi quando conseguimos a nossa maior realização. Todo dia 23 a gente vai lembrar disso. Hoje, com mais esse título, será uma comemoração dupla – disse o técnico José Roberto Guimarães.
Na verdade, será tripla. Isso porque, Mari dá um motivo a mais para a comemoração. Além da conquista do octacampeonato do Grand Prix e do aniversário da medalha olímpica, ela completa, neste 23 de agosto, 26 anos de idade.
- Por todos esses motivos, é uma data muito importante para nós - reforçou Zé Roberto.
Com uma derrota e quatro vitórias, totalizando 9 pontos, a Rússia ficou com a medalha de prata do Grand Prix. O bronze foi para a seleção da Alemanha, com 7 pontos, duas derrotas e três vitórias.
O Brasil fez uma campanha impecável na competição. Foram 14 jogos e 14 vitórias, contra Estados Unidos, Alemanha, Porto Rico, China, Polônia, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda. Para manter a rotina, o GP teve uma brasileira como melhor jogadora. Em 2005, Paula Pequeno foi a eleita.
No ano de 2006, foi a vez de Sheilla. Em 2008, Mari foi a escolhida. Neste ano, quem ficou com o título de MVP foi, mais uma vez, a oposto Sheilla. A equipe de Zé Roberto ainda ganhou mais um prêmio individual em 2009.
Fabiana recebeu a placa de melhor bloqueadora.
O octacampeonato foi o quarto título na atual temporada da seleção brasileira, que foi campeã do Torneio de Montreux, na Suíça; da Copa Pan-Americana, nos Estados Unidos; e do Torneio Classificatório para o Mundial 2010, disputado nas cidades mineiras de Contagem e Betim.
Programação de Regionais dos JAP’s
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL SIQUEIRA CAMPOS
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_scampos_04a08.pdf
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL CORONEL VIVIDA
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_celvivida.pdf
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL ASSIS CHATEAUBRIAND
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL MANOEL RIBAS
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/2009_bol01_pro_04a12_09.pdf
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL IRATI
http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/irati-boletimoficial01.pdf
52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL MANDAGUARI
Rodrigão passa por exames na lesão do ombro esquerdo
O meio-de-rede Rodrigão vai se submeter a exames nesta quarta-feira em São Paulo com o objetivo de avaliar o atual estágio da lesão no ombro esquerdo. O jogador se machucou no dia 24 de julho, no confronto com a Argentina pelas finais da Liga Mundial de Vôlei, disputada em Belgrado, na Sérvia.
Logo após o retorno ao Brasil, o jogador da seleção e do Pinheiros passou por uma ressonância magnética, que apontou a ruptura de um dos ligamentos do ombro. Uma lesão rara que, segundo os médicos da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), é registrada mais em atletas que praticam levantamento de peso ou esqui aquático.
- Por enquanto, só estou fazendo trabalhos físicos na academia do Pinheiros. Apenas após o resultado do exame de hoje (quarta-feira) os médicos vão poder me liberar para treinos com bola – disse Rodrigão.
De acordo com o prognóstico inicial do departamento médico da CBV, a recuperação do meio-de-rede demoraria em torno de seis semanas. O resultado dos exames realizados nesta quarta devem sair no final do dia ou na próxima quinta-feira.
Murilo no meio de uma queda de braço
Depois de alguns rounds mais discretos, agora Lube de Macerata da Itália e CBV(Confederação Brasileira de vôlei) travam talvez, o round que pode decidir o futuro do atacante Murilo nessa temporada. A história é simples: Murilo assinou contrato com o clube italiano e foi anunciado em maio como novo reforço da equipe. Dois meses depois, sua futura esposa, Jaqueline, acertou com o time de Osasco. À partir daí, Murilo começou uma verdadeira cruzada para tentar voltar ao país e ficar perto de Jaqueline. Com o aval do presidente da CBV, Ary Graça, o SESI anunciou sua contratação há algumas semanas.
Em entrevista ao site volleyball.it nesta terça-feira, o supervisor da equipe de Macerata, Stefano Recine, confirmou que o clube italiano vai entrar com a inscrição de Murilo na FIVB(Federação Internacional de vôlei) baseado no contrato assinado pelo brasileiro.
Se isso acontecer, o SESI não poderia fazer a inscrição de Murilo no Brasil. Se fizer, o atacante pode ser suspenso pela FIVB por dupla inscrição e ficar sem jogar nesta temporada. Enfim, de um lado, a CBV acredita que o contrato assinado por Murilo na Itália é apenas um pré-contrato sem validade. Do outro, os italianos declaram que vão fazer valer o contrato assinado. Enfim, tudo pode acontecer menos o Murilo ficar sem jogar nessa temporada, o que seria prejudicial para ele e principalmente para a seleção brasileira.
Convocação de Árbitro para atuar no Brasileiro Juvenil Masculino
A CBV divulgou nesta terça-feira (26.08) a lista dos 10 árbitros de todo Brasil que foram convocados para o Campeonato Brasileiro de Seleções Juvenil Masculino, que se realizará de 01 a 05 de setembro de 2009 em Itabira – MG.
Cada Federação de Voleibol indica um árbitro, e no Estado do Paraná foi convocado, o árbitro Nacional Luís Carlos dos Santos Andrade. O árbitro deve se apresentar na segunda-feira 31.08 em Belo Horizonte, para o início da competição.
Fase Final dos Jogos Colegiais no interior
A interiorização da fase final dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s) foi o principal assunto da reunião técnica da Paraná Esporte, nessa quinta-feira (27/8), no auditório da autarquia, com os diretores de colégios estaduais de Curitiba e colaboradores na fase final de competição deste ano, em julho. Foi uma celebração ao grande sucesso dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná.
“O motivo desse encontro é para agradecê-los pela cessão de suas instalações para a realização da fase final nesse ano, mas já vamos transmitir a nossa intenção de levar a fase final para as cidades do interior a partir do ano que vem”, comunicou Marco Aurélio Saldanha Rocha, diretor-presidente da Paraná Esporte.
Desde que os Jogos Colegiais do Paraná voltaram a ser disputados, em 2003, a fase final tem sido em Curitiba, por ser a única cidade com estrutura para realizar um evento de tal grandeza, reunindo mais de 8 mil atletas em 13 modalidades. Outro argumento defendido pelos organizadores até então era pela oportunidade de alunos do interior conheceram a capital.
Para o diretor-presidente da Paraná Esporte, a interiorização não compromete o desenvolvimento da competição, porque não haverá uma única sede, mas várias, cada uma delas se responsabilizando por determinadas modalidades, conforme suas estruturas. “Oportunidades para conhecer a capital sempre vão existir em outros projetos do governo, e sem a aglomeração de uma fase final dos Jogos Colegiais”, defende Marco Aurélio.
Ao falar da interiorização, a direção da Paraná Esporte ouviu também as opiniões dos dirigentes sobre o assunto. “A somatização de esforços busca melhorar o atendido ao atleta, fundamental para melhores resultados e na formação dos jovens. Com o apoio dos diretores escolares tudo se torna mais fácil. Assim poderemos trabalhar cada vez melhor para uma cidade, o estado e o país”, convocou Ney de Lucca Mecking, diretor de Esportes da Paraná Esporte.
Novidade para os presentes, o projeto chamou atenção e recebeu a aprovação da maioria. “Não havia pensado nisso. Quando o Marco falou da idéia eu logo percebi que isso seria, além de tudo, uma motivação para as cidades que receberão os jogos. Será importante também pelo fato de os alunos da capital conhecerem outro local, comunidade e costumes, isso pode ser motivação para eles também. E eu tenho certeza que assim como nós, os diretores de colégios do interior farão o possível para receber bem os atletas”, espera a diretora do Colégio Estadual Anibal Cury, Vera Lúcia Machado.
A cerimônia no Auditório da Paraná Esporte começou com a apresentação de um vídeo institucional sobre a competição. Além dos diretores e colaboradores estiveram presentes a representante da secretária de Estado da Educação, Yvelize Arco Verde, a professora Maria de Fátima Navarro Lins, e a chefe do Núcleo Regional de Educação de Curitiba, Alexandra Scheidt. O encontro foi encerrado com um café da manhã.
Nos contatos com os dirigentes, Marco Aurélio voltou a falar a respeito da interiorização dos Jogos Colegiais. “Com esse projeto queremos engrandecer o evento nos diversos municípios que têm capacidade de sediar a competição. No interior o público é muito maior para esse tipo de competição”, justificou, lembrando que não se pode desperdiçar o potencial dessas cidades.
Competição – Os Jogos Colegiais do Paraná congregam alunos-atletas de todos municípios do Estado, envolvendo aproximadamente 300 mil jovens em todas as fases (interna, municipal, regional, macrorregional e final). “Proporcionam o intercambio social, a vivência saudável do esporte e contribui para situar a escola como centro cultural, desportivo e formativo da comunidade. A competição ainda ajuda para a formação de novos talentos no esporte e também para torná-los grandes cidadãos”, completou a coordenadora geral dos Jogos Colegiais, Márcia Tomadon, da Paraná Esporte.
Curso de Estatística em andamento em Santo André
Os responsáveis no Brasil pelo sistema de voleibol da Federação Internacional, as Prof.ª Ms. Sandra Caldeira e Prof.ª Esp. Silvia Favalli, da SC Consultoria, Esporte e Educação, estão à frente do Curso de Avaliação Técnica no Voleibol – Sistema Superliga, na cidade de Santo André, São Paulo.

O Sistema V.I.S. Volley-Ball Information System
O Sistema V.I.S. (Volley-Ball Information System), é uma forma estatística, pelo método de coleta de dados, com orientação, descrição e análise, com a interpretação de dados qualitativos, baseando na utilização dos dados para a tomada correta de decisão, e é usada para calcular as habilidades individuais no decorrer de uma partida de voleibol. Através das aulas práticas e teóricas, os participantes conheceram os critérios de avaliação técnica de todos os fundamentos de voleibol. O curso, que tem o aval da Confederação Brasileira de Voleibol, esta sendo ministrado em duas etapas, nos dias 28, 29 e 30 de agosto e nos dias 12 e 13 de setembro, no Centro Universitário Fundação Santo André.
As ministrantes Prof.ª Ms Sandra Caldeira, com experiência na área há 21 anos, e Prof.ª Esp. Silvia Favalli desde 93, são as supervisoras de todos os dados estatísticos da Superliga, ainda tendo convidados que dividiram seus conhecimentos com os participantes, sendo as experiências de grande valia. O curso é destinado aos profissionais de educação física, e também aos especialistas da modalidade e técnicos de equipes de voleibol.

A carga horária é de 30 horas e os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 2009/10.
Na sexta feira dia 28/08 no Centro Universitário Fundação Santo André, iniciou com uma palestra com a estatística da seleção brasileira masculina adulto de voleibol, Prof.ª Roberta Giglio integrante da equipe técnica da atual campeã mundial.
Na abertura do curso em sua parte teórica, a Prof.ª Sandra abordou a natureza da Avaliação, o perfil do avaliador, o sistema de avaliação técnica, seu histórico, sua metodologia, os critérios de avaliação do saque, recepção, ataque, e a assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo.
No sábado dia 29/08, houve na parte teórica, Sistema de Avaliação Técnica – critérios de Avaliação – bloqueio, levantamento, defesa, e assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo, e o sistema de anotação, já com a tutela da Prof.ª Silvia. Na sua parte prática, realizada no Ginásio Pedro Del’Antonia se realizou a análise de jogo ao vivo, entre as equipes GAC/LOGISTICS/Santo André X ULBRA/São Caetano, pelo Super Paulistão categoria adulto masculino.

Os profissionais de educação física, técnicos de equipes de voleibol, acompanhados das Prof.ª Sandra Caldeira e Silvia Favalli.
No domingo, dia 30/08, em sua parte teórica, foi analisado a avaliação do jogo – GACLOGISTCS X ULBRA/S.CAETANO, e a Parte prática no Esporte Clube Pinheiros, no período da tarde a Análise de jogo ao vivo do Campeonato Paulista Juvenil 2009 – PINHEIROS X UNIMED.
Concluída a primeira etapa do curso, os alunos se preparam para a segunda etapa que se realizara nos dias 12 e 13 de setembro, nas dependências do Centro Universitário Fundação Santo André, onde serão concluídos a parte final do programa na avaliação do jogo: PINHEIROS X UNIMED, os Modelo de Relatórios, mais uma análise de jogo ao vivo, ainda aguardando a tabela do Campeonato Paulista – 2ª. Fase, e finalizando com a avaliação do jogo do dia anterior e Avaliação Final e Entrega de Certificado.
Maiores informações no site http://www.scconsultoria.com.br/
Escalas JAPs Fase Regional
De ordem do Diretor de Árbitros da Federação Paranaense de Volley Ball,publica‐se a convocação dos árbitros para atuarem nos Jogos Abertos do Paraná, Fase Regional…
http://www.voleiparana.com.br/adm/downloads/00000000466escalas%20japs.pdf
As equipes adversárias do Brasil no Mundial masculino e feminino
A Seleção Brasileira masculina já conhece todos os rivais que terá pela frente no Campeonato Mundial do próximo ano, na Itália.
A competição, que acontecerá entre 24 de setembro e 10 de outubro, contará com 24 equipes. Itália, dona da casa, e Brasil, atual campeão, não precisaram passar pela fase de classificação.
As demais 22 seleções participantes serão as seguintes:
Porto Rico, Rússia, Alemanha, Venezuela, Tunísia, Egito, China, Austrália, Bulgária, República Tcheca, Polônia, França, Sérvia, Espanha, Cuba, EUA, Egito, Camarões, Japão, Irã, Canadá, México e Argentina.
Mais informações no Link abaixo.
http://www.fivb.org/EN/Volleyball/Competitions/WorldChampionships/2010/Men/index.asp
Estão definidas as 24 seleções que disputarão o Campeonato Mundial feminino no ano que vem, no Japão.
As quatro últimas vagas ficaram com Canadá, Costa Rica, Coreia e Cazaquistão.
Eles se juntam assim ao Japão, país-sede, Rússia, atual campeã, Brasil, Peru, República Dominicana, Cuba, Estados Unidos, Porto Rico, Quênia, Argélia, China, Tailândia, Itália, República Tcheca, Sérvia, Croácia, Turquia, Polônia, Alemanha e Holanda.
Mais informações no Link abaixo.
http://www.fivb.org/EN/Volleyball/Competitions/WorldChampionships/2010/Women/
Rodrigão volta às quadras
Motivado pelo seu retorno na última quarta-feira, quando ajudou o Pinheiros/Sky a vencer o Lupo/Náutico em Araraquara depois de dois meses se recuperando de uma lesão no ombro esquerdo, Rodrigão volta à quadra nesta segunda-feira, quando sua equipe recebe o Vôlei Futuro.
O confronto, que encerra a 12ª rodada da fase de classificação do Super Paulistão, será disputado às 20 horas no ginásio do Esporte Clube Pinheiros, na Capital.
- Estou muito feliz por estar voltar a jogar depois de tanto tempo e encaro cada nova partida com grande motivação. É claro que ainda não estou em meu estágio físico e técnico ideal, mas o (técnico) Cebola sabe que se precisar de mim, vou procurar ajudar o Pinheiros/Sky a conquistar mais uma vitória – garantiu o central que está completando 10 anos de seleção brasileira.
Como o Brasil Vôlei venceu o Climed/Atibaia por 3 a 1 na última sexta-feira, na abertura da 12ª rodada do Super Paulistão, e manteve a liderança com 22 pontos ganhos, o time de Rodrigão, que soma 20 pontos, precisa da vitória sobre o Vôlei Futuro para novamente encostar na equipe de São Bernardo do Campo.
Melhor jogador do Mundial Juvenil com chance no adulto
Com patrocinador novo, Osasco adota o laranja e branco

Empresa alimentícia retoma apoio ao esporte de quadra mais vitorioso do país com uma das equipes de maior destaque do vôlei nacional
Dez anos após acabar com um projeto vencedor no voleibol feminino, a Nestlé está de volta com força total. Nesta segunda-feira (21/9), a multinacional de alimentos anunciou o patrocínio à equipe de Osasco, comandada por Luizomar de Moura. A partir de agora, o nome da equipe será Sollys Osasco, uma bebida à base de soja, ligada à imagem de força, energia e competitividade de uma das equipes mais poderosas do voleibol nacional.
O elenco, que conquistou os últimos oito Campeonatos Paulista, permanece sob o comando do técnico Luizomar de Moura e conta com seis atletas que serviram à Seleção Brasileira na conquista do oitavo título do Grand Prix de vôlei feminino – Thaísa, Sassá, Natália, Adenízia, Camila Brait e Ana Tiemi –, além das revelações Sthéfanie e Francynne, que acabaram de conquistar o Mundial Infanto Juvenil pela Seleção Brasileira, e Isadora, eleita melhor jogadora do mundial juvenil.
Sollys estampará todo o material da equipe, englobando uniforme e a comunicação na área de jogo (lonas de publicidade, prismas, rede, protetor de poste e protetor de cadeira de árbitro etc). Ao longo da temporada, a Nestlé prevê ações envolvendo as atletas, torcida e comunidade.
Sollys Osasco estreia o novo uniforme no jogo de abertura do 2º turno do Campeonato Paulista, em 30 de setembro, às 19h30, no Ginásio Professor José Liberatti, na partida contra o Piracicaba (APIV/Supricel/Amhpla).
O retorno da Nestlé ao Vôlei retoma uma história vitoriosa no esporte, iniciada em 1993, quando a empresa revitalizou o vôlei feminino com a criação da equipe Leite Moça (depois Leites Nestlé), tendo o técnico Sérgio Negrão e as atletas Ana Moser, Ana Paula e Fernanda Venturini como destaques do time. A equipe colecionou títulos até 1999 (Mundial de Clubes de 1994, tricampeã no Sul-Americano e na Superliga).
Botafogo prepara retorno ao vôlei. Rizola será o técnico
O Botafogo está prestes a anunciar a montagem de um time feminino para a disputa da Superliga.
A informação foi publicada neste domingo pelo jornal Lance!, pelo colunista Daniel Bortoletto.
O técnico será Antonio Rizola e serão aproveitadas jogadoras da Seleção Brasileira infanto e juvenil. A inscrição para a Superliga, inclusive, já foi feita.
Os treinamentos do novo time estão previstos para a Escola de Educação Física do Exército (Esefex), na Urca. É lá também que a Unilever realiza bsua preparação. Já as partidas acontecerão no ginásio do próprio Botafogo, que passará por reformas.
Atualmente, o clube procura patrocinadores. A Liquigás, que expõe sua marca na camisa do time de futebol, já aceitou deixar o espaço master do uniforme do vôlei. Deverá ficar com o espaço nas mangas das camisas das atletas.
| Barueri negocia com Zé Roberto montagem de time |
O técnico José Roberto Guimarães voltou a confirmar que dirigirá novamente clubes a partir da próxima temporada.
Depois de deixar o Pesaro, da Itália, Zé atendeu a um pedido de Ary Graça, presidente da CBV, para ficar um ano exclusivamente com a Seleção. Para a temporada 2010/2011, porém, ele já tem a liberação da entidade para comandar um time Barueri, cidade na Grande São Paulo, onde o técnico reside.
O projeto já está em andamento com a prefeitura da cidade e o otimismo para montagem de uma equipe é grande.
- A estrutura em Barueri é muito boa, agora precisamos de um patrocinador para montar a equipe. Este será o maior desafio. Sabemos que isto não é simples – comentou Zé Roberto, ao site LANCENET!.
José Calil, secretário de esportes de Barueri, o projeto do time feminino é para três anos de duração inicialmente, até 2012.
- A esperança é que a figura do Zé nos ajude a conseguir um patrocínio. Queremos uma parceria com uma única empresa. Não queremos mais de uma, pois senão o nome da cidade não vai aparecer – falou Calil, que afirmou que a equipe, se realmente sair do papel, jogará no Ginásio José Correa, sede de algumas finais da Superliga no passado.
Botafogo adia projeto e decide disputar Superliga só em 2010/2011
O clube carioca resolveu adiar para a temporada seguinte, como publica o jornal LANCE! nesta terça-feira, para poder estruturar melhor, seu retorno à elite do vôlei.
Com mais tempo, o Botafogo poderá reforçar o seu ginásio e firmar as parcerias com o Exército, que deve ceder as instalações para os treinamentos, e com alguma cidade carioca, que poderia também ser parceira nesta empreitada.
Norte-americano campeão olímpico reforça o Vivo/Minas na temporada
O Vivo/Minas ganha mais um importante reforço para o extenso calendário da temporada 2009/2010. As diretorias do Minas, da BMG e da Vivo confirmaram a contratação do ponteiro/passador norte-americano Riley David Salmon, 33 anos, 1,96m e 89kg, jogador da seleção dos Estados Unidos e campeão mundial e olímpico em 2008, que esteve no Clube ontem. Ele está na seleção de seu país desde 2001 e vem completar o trio de jogadores olímpicos da Vivo/Minas ao lado de André Nascimento e André Heller.
Riley também terá como companheiros de equipe Roberto Minuzzi, Luizinho e Rogério, que retornaram ao Clube, o levantador Rafael, o meio de rede Henrique, o oposto Igor, os ponteiros Maurício (está com a Seleção Brasileira adulta) e Wanderson e o líbero Serginho, base vice-campeã nacional da temporada passada. Os juvenis Victor Hillmann, Sérgio, Evaldo, Índio e George, além de Otávio, Victor Hugo, Renan, Eykmann e Leonardo completam o grupo do Vivo/Minas para 2009/10, que tem no comando o técnico Marcos Miranda, o Marcão.
O ponteiro norte-americano já conhecia os minastenistas André Heller, André Nascimento e Henrique, além do técnico Marcão, apesar de nunca ter conversado com o treinador da Vivo/Minas. O jogador comentou que a estrutura do Minas é perfeita para ele e que o time de Belo Horizonte é muito bom. Ele já vive a expectativa de jogar a Superliga.
- Quero muito jogar a Superliga, tenho certeza que será muito difícil, mas quero ser campeão – afirmou o ponteiro.
Riley nasceu em Amarillo/Texas, no dia 2 de julho de 1976, e jogou na Grécia/Olympiakos (2004/05), na Turquia/Izmir (2005/06), na Polônia/Czetehova (2006/07). Na Itália ele disputou duas temporadas (2006/07 e 2007/08), no Latina e no Treviso.
O jogador norte-americano está com a Seleção dos Estados Unidos, que fará amistosos com o Brasil, em Montes Claros (MG), no ginásio Presidente Tancredo Neves, amanhã e quarta, às 19h, e em Uberlândia, nos dias 25, 26 e 27, no Ginásio Sabiazinho, às 19h, 17h30 e 22h, respectivamente. As equipes treinam visando a Copa dos Campeões, de 18 a 23/11, no Japão.
Brasil vence o primeiro confronto
A chuva chegou a Montes Claros logo no início do jogo amistoso entre Brasil e Estados Unidos e amenizou um pouco o calor que faz na cidade do norte mineiro. No entanto, dentro de quadra, nesta terça-feira (22.09), a temperatura era quente. Diante do ginásio Tancredo Neves lotado a seleção brasileira começou bem a série de cinco partidas diante dos norte-americanos e venceu por 3 sets a 1 (23/25, 25/18, 25/20 e 25/21). Nesta quarta-feira (23.09), as duas equipes se enfrentarão novamente, às 19h, no mesmo local.
Ciente de que os confrontos com os Estados Unidos serão de grande valia para a evolução de seus jogadores, o técnico Bernardinho analisou o confronto como positivo.
“Os dois times estavam bastante modificados. Estamos realizando testes e, por isso, acho que foi um bom desafio”, diz Bernardinho.
No primeiro set, o time brasileiro começou bem e logo abriu dois pontos de vantagem num ace do meio-de-rede Eder. No entanto, o ponto de saque, uma das maiores armas da equipe comandada pelo técnico Bernardinho, não foi repetido mais vezes.
Sem quebrar o passe norte-americano, o Brasil acabou enfrentando um adversário de bom nível técnico e que não estava disposto a vender fácil uma derrota. Os norte-americanos, comandados pelo levantador Winder e pelo ponteiro Salmon, endureceram o jogo e conseguiram virar o placar logo no primeiro tempo técnico: 8/7.
O time brasileiro melhorou na partida e voltou a comandar o marcador: 16/14. No entanto, os Estados Unidos estava ligado na partida e conseguiu empatar em 18/18, para depois virar e fechar a parcial: 25/23.
“Foi um começo difícil para nós. No primeiro set estávamos presos e sentimos um pouco a falta de ritmo. Aquela velha máxima de treino é treino, jogo é jogo é uma grande verdade”, analisa o líbero Mário Jr., que substituiu o titular Serginho, que sentiu dores nas costas e acabou ficando de fora do primeiro jogo contra os norte-americanos.
No segundo set, os brasileiros, mesmo sem conseguir entrar com seus saques, melhoraram na partida. Esse fato, somado a queda de rendimento dos norte-americanos mudou o rumo da partida. O Brasil comandou toda a parcial e no segundo tempo técnico a vantagem era de dois pontos: 16/14.
Após a última parada técnica, a diferença no placar só fez aumentar e acabou terminando em sete pontos: 25/18.
A terceira parcial voltou a ser bastante equilibrada. As duas equipes trocavam pontos, mas o Brasil continuava dominando. Com muitos erros de saques dos dois lados, o set acabou se definindo nesse fundamento, mas com um acerto. Thiago Alves foi para o saque e acertou um torpedo em cima do ponteiro Salmon, que tentou defender e não conseguiu: 25/20 para os brasileiros.
No quarto e último set, o time brasileiro sacou bem e, assim, o bloqueio apareceu como trunfo para finalizar a partida. Desde o início comandando o placar, o Brasil abriu quatro pontos já no primeiro tempo técnico: 8/4. A diferença foi mantida até o final da parcial, quando o Brasil fechou em 25/21.
“Depois de perder o primeiro set, nosso time acordou e voltou a jogar. Nossa maneira de atuar é sempre buscando os pontos. Jogamos para frente, comandando o placar e fizemos isso nas outras parciais. Foi uma experiência boa e iremos evoluir durante esses quatro jogos que restam”, diz Mário Jr, que viveu uma situação inusitada nesta terça-feira.
O líbero da seleção brasileira teve como reserva o ponteiro Giba, escalado neste jogo por bernardinho na posição de Mário Jr.
“Eu não poderia ficar de fora desse confronto. Como ainda não estou 100%, participei do jogo como líbero”, explicou Giba, bastante elogiado pelo titular do dia.
“Ter o Giba como companheiro de equipe é um grande privilégio para mim e para todos os outros atletas da seleção brasileira. Ele e o Serginho recebem todos os novatos bem e dão força sempre. Eles ajudam demais quem está chegando e eu quero levar esse exemplo comigo por toda a vida”, finaliza Mário Jr.
NO LUGAR DO ÍDOLO
O ponteiro Thiago Alves já foi citado algumas vezes por Giba como seu ‘peixe’. Visto pelo capitão do Brasil como um possível sucessor, Thiago Alves teve, nesta terça-feira, o papel de substituir o ídolo brasileiro em quadra, contra os Estados Unidos.
Contente com o resultado, ele sabe que precisa mostrar muito trabalho para continuar presente na seleção brasileira, ao lado de Giba.
“Eu recebo tudo o que o Giba fala como um presente. É muito bom para mim ter o meu ídolo por perto e me dando conselhos. Um elogio então, nem se fala. Preciso trabalhar bastante para conseguir ser um sucessor dele. Sei que temos grandes talentos na posição como Murilo e Dante. Por isso os mais novos devem sempre mostrar trabalho quando são acionados. É isso que pretendo fazer”, diz o ponteiro, que teve seu nome gritado exaustivamente pelas fãs durante o jogo: mais uma semelhança com o ídolo Giba.
Na vontade do estreante Maurício, Brasil vence segundo amistoso contra os EUA
A não ser por um segundo set emocionante, a vida do Brasil foi mais fácil no segundo amistoso contra os EUA, em Montes Claros. Se na primeira partida, na terça-feira, a seleção venceu os rivais de virada, os comandados de Bernardinho não cederam nenhuma parcial aos americanos e venceram por 3 sets a 0 (25/19, 31/29 e 25/15).
Brasil e EUA voltam à quadra para o terceiro amistoso na próxima sexta-feira, às 19h, no ginásio Sabiazinho, em Uberlândia. A cidade mineira receberá também os outros dois confrontos, no sábado e no domingo.
O destaque da partida desta quarta foi um estreante. O ponteiro Maurício, eleito o melhor jogador do Mundial juvenil, vencido pelo Brasil neste ano, entrou em quadra pela primeira vez com a seleção adulta e mostrou serviço. Mal começou a partida, marcou o primeiro ponto de um set vencido com facilidade pelos brasileiros: 25/19.
A vida fácil no primeiro set não se repetiu na segunda parcial. Os americanos voltaram melhores em quadra e passaram a complicar o jogo dos brasileiros. A partida ficou bastante disputada e foi decidida na força dos centrais brasileiros, que, quando não bloqueavam, dificultavam as bolas dos americanos e facilitavam a defesa. O set se estendeu bastante e só foi terminar em 31/29 a favor da equipe verde-amarela.
Na terceira e última parcial, os brasileiros voltaram a impor seu ritmo de jogo. À base da vontade e da dedicação dos jogadores, o Brasil não deu qualquer chance aos rivais. Com destaque para o oposto Leandrão, bastante acionado pelo levantador Marlon, o time de Bernardinho fechou a partida em 25/15.
Ao fim do jogo, Maurício parecia não acreditar na boa exibição na estreia. Ele diz, no entanto, que seu caminho está apenas começando e que o que ele mais quer é se manter no grupo.
- Jogar ao lado dos melhores do mundo é especial. Além disso, consegui realizar outro sonho hoje, que era jogar ao lado do Giba. Falei isso para ele quando terminou a partida. Minha meta é continuar trabalhando bastante para sempre ser lembrado pelo Bernardinho. O que mais quero é estar aqui com esse grupo maravilhoso – disse o ponteiro.
Homenageado pelo companheiro, Giba fez questão de elogiar o desempenho de Maurício contra os EUA.
- Olha, não sei nem como me expressar. É muito bom saber que ele tem essa admiração por mim. É a prova de que seu trabalho deu certo. Eu me sinto lisonjeado pelo que ele me disse no fim do jogo e só tenho a agradecer. É indiscutível que ele tem muito talento. É um jovem de cabeça boa e que, sem dúvida, vai estar muitas e muitas vezes na seleção brasileira – disse Giba.
JOJUP’S: Maringá quebra tabu e vence Curitiba no Feminino A
A grande final do voleibol feminino da divisão A trazia além do título um tabu favorável a Curitiba. A equipe da Capital é campeã desde 2000, nove títulos seguidos. Maringá tinha a chance de quebrar esse tabu.
No primeiro set Maringá sobressaiu no final e venceu o set por 26×24. No segundo set a vantagem foi um pouco maior, mas o jogo foi equilibrado do começo ao fim, com mais uma parcial favorável a Maringá 25×21.
No terceiro set Curitiba abriu vantagem, chegou primeiro ao ponto do set 24×22, mas permitiu que Maringá tivesse a chance de fechar 25×24. Curitiba virou e ficou com a chance de fechar 26×25. Aí foi Maringá que virou o teve a chance de fechar 27×26. Curitiba virou e ficou com a chance de fechar 28×27. Maringá não permitiu e mais uma vez passou a frente 29×28. Curitiba mais uma vez virou e ficou com a chance de fechar o set 30×29. Maringá empatou (30×30), passou um (31×30) e fechou o set 32×30, com 42 minutos de duração e o jogo em três sets a zero, conquistando título e derrubando a hegemonia de Curitiba que durava nove anos.
Na disputa do terceiro lugar, Marechal Cândido Rondon venceu Guarapuava por três sets a um e mais uma vez se colocou entre as três principais forças do voleibol feminino do Estado.
JOJUP’S: Maringá fatura Bi no Masculino da Divisão A
Maringá e Ponta Grossa chegaram à grande final do Voleibol Masculino da Divisão A dos Jogos da Juventude com todos os méritos. As duas equipes vem há anos duelando nas competições que participam.
No primeiro set vitória de Maringá num placar apertado, 27×25. No segundo set Ponta Grossa reagiu mas também venceu por placar apertado, 26×24. No terceiro set nova parcial para Maringá, 25×22. No quarto set o domínio dos maringaenses impossibilitou uma reação dos adversários, e no final, 25×14, três sets a um no jogo e o bi campeonato dos Jogos da Juventude.
O terceiro lugar ficou com Cianorte que venceu o jogo contra São José dos Pinhais por três sets a zero com parciais de 25×11, 25×17 e 25×22.
Zé Roberto ganha prêmio de melhor técnico da temporada na Itália
O ano de 2008 segue rendendo títulos a José Roberto Guimarães. Depois da medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim, o técnico da seleção brasileira voltou para a Itália e deu início à caminhada vitoriosa do Pesaro, que terminou em maio de 2009 com a conquista do ’scudetto’. Zé se despediu do país, passou a se dedicar à equipe nacional, mas esta semana recebeu um convite para ir a Milão receber o prêmio de melhor técnico do Campeonato Italiano. A cerimônia será na próxima segunda-feira.

Técnico da seleção feminina que foi campeão com o Pesaro, comemora a conquista e diz que sua ideia é comandar um time brasileiro em 2010
- É uma grande honra ter sido escolhido, por se tratar de um campeonato forte e fora do meu país. É o coroamento de um trabalho bem feito, de uma missão que foi cumprida. Infelizmente terei de mandar um representante porque este é um momento difícil para sair do Brasil. Meu pai, de 86 anos, quebrou o fêmur e preciso estar ao lado dele - disse.
Nos últimos meses, a imprensa italiana não se cansa de perguntar a Zé Roberto sobre a possibilidade de seu retorno. Ele trabalhou na Itália durante três anos.
- Eu nunca digo nunca. Mas a minha ideia agora é ficar aqui e montar um projeto em Barueri para a próxima Superliga. O Ary Graça (presidente da Confederação Brasileira de Vôlei) já me liberou para isso. Existe essa vontade, mas depende de patrocínio. Acredito que agora, o fato de o Rio ter conquistado o direito de sediar as Olimpíadas de 2016, possa ajudar bastante. Quero acreditar que vou conseguir – afirmou o treinador.
Amigavelmente, soldados dos exércitos americano e afegão fazem duelo no vôlei

Se no âmbito político a guerra é ferrenha, no esporte, a relação entre americanos e afegãos, parece ser bom. Pelo menos, na hora do vôlei. Soldados da tropa do exército dos Estados Unidos, que têm a base em Fort Drum, Nova York, jogam contra os soldados do exército do Afeganistão no interior de Kherwar. Na foto, a partida parece bastante amistosa
Tropas deixam os problemas de lado e se enfrentam em partida amistosa
Vôlei de Base pelo Brasil a Fora – Paraná
Esta reportagem foi publicada originalmente no Site, pelo Sr. Alessandro Boia:
http://www.melhordovolei.com.br/colunas.asp?coluna=65 , e o seu canal de comunicação para que possam se corresponder enviando seus comentários, críticas e sugestões é o: Alessandro.boia@globo.com.
Dando sequência à nossa viagem virtual pelos trabalhos nas categorias de base realizados no Brasil, iremos aterrizar desta vez no estado do Paraná. A terra do “leitE QuentE”, do Tererê e dois “piás” também pode ser chamada terra do voleibol. De lá surgiu um dos maiores jogadores de voleibol do mundo, em todos os tempos, o ídolo Giba, além de outros atletas de destaque no cenário nacional como o oposto Samuel. Até o melhor líbero do mundo, Serginho, embora tenha sido criado em São Paulo nasceu nestas terras, além de outros tantos atletas importantes para o voleibol nacional. Apesar de não ter representantes na Superliga o estado tem grandes trabalhos nas categorias de base do voleibol, movida por iniciativa de clubes, instituições de ensino, patrocinadores e também o poder público. A Paraná Esporte, entidade ligada ao governo estadual desenvolve ações de várias modalidades esportivas integrando quase todos os municípios em competições e cooperando positivamente para a o desenvolvimento do esporte e com isso também o voleibol. Acho importante ressaltar também o trabalho da Federação Paranaense que neste ano reformulou a forma de organizar seus campeonatos, favorecendo todas as categorias. O site da federação (www.voleiparana.com.br) também foi reformulado, passando informação de todos os campeonatos, com noticias, fotos e informações sobre os atletas. Dos diversos trabalhos locais efetuados nas categorias de base podemos destacar o Colégio Sion, treinado pelo campeão olímpico em Barcelona 92 Jorge Edson, o Círculo Militar, além do Colégio Positivo ambos na capital, também trabalhos destacados em outras cidades como Maringá, Londrina, Cascavel e Araucária. Todavia, para representar todas estas iniciativas selecionamos um trabalho realizado na extremidade oeste do estado, perto da divisa com o Paraguai, a cidade de Marechal Candido Rondon. E quem falará conosco sobre o voleibol paranaense é o responsável por este trabalho, o treinador Claudemiro dos Santos, o Miro. Confira conosco este bate-papo e descubra um pouco mais sobre o vôlei paranaense.
A equipe de Marechal Candido Rondon pertence ao Colégio Evangélico Martin Luther em parceria com a Prefeitura Municipal e conta com o patrocínio da TECSOFT – Fabrica de Maquinas para Sorvete Soft.
O primeiro ponto de nossa conversa foi sobre o estilo paranaense de fazer e jogar voleibol. Para Miro na maioria das equipes existe uma defesa muito apurada com um volume de jogo muito grande. As equipes geralmente tentam diminuir o numero de erros, e atuam com muita garra e dedicação.
Falamos em seguida sobre a representação do Paraná na SuperLiga. De forma mais regular o estado tem apresentado equipes masculinas, embora nas duas últimas edições as equipes paranaenses não participaram. No feminino a última equipe que representou o estado era o Rexona-Ades. Miro considera que para formar uma equipe competitiva no feminino o custo é mais alto em relação ao masculino. Outro fator apontado é a falta de instituições de ensino particulares de nível superior dispostas a executar projetos esportivos a longo prazo. As mulheres acabam sendo muito mais preocupadas com a formação profissional do que os homens e o envolvimento de instituições de ensino com projetos de alto-nível possibilitariam as meninas mais novas a se dedicarem mais tempo ao esporte.
Para Mirio a ausência de equipes adultas de alto-nível interfere bastante nas categorias de base. Os atletas mais jovens ficam sem espelhos e a projeção de sua carreira acaba se tornando para a maioria uma realidade abstrata, principalmente para as que não têm oportunidade de migrarem para outros estados que possuam equipes que estão disputando uma Superliga.
Conversamos também sobre os desafios de realizar um trabalho nas categorias de base, principalmente pela maior dificuldade em se obter patrocínios. Nosso convidado dividiu conosco que atualmente possuem uma estrutura sólida e que o projeto do voleibol Rondonense é executado pelo Colégio Evangélico Martin Luther em parceria com a Prefeitura Municipal e ainda contam com um patrocinador, a empresa TECSOFT – Fabrica de Maquinas para Sorvete soft), que há 5 anos apóiam o trabalho, mas lembra que nem sempre foi assim, por várias vezes teve que bancar do próprio bolso alimentação de atleta, tênis, joelheiras entre outras necessidades: “Infelizmente o esporte amador tem disso e o voleibol ainda mais, no entanto não me arrependo pois estamos ajudando a formar o futuro cidadão que terá o poder de mudar esta realidade”.

Além das equipes de base competitivas também existe o projeto social denominado “FERAS DO VÔLEI” que atende atualmente 300 crianças de 10 a 14 anos, dentro deste projeto os destaques individuais são convidados para integrar as equipes de rendimento. Contudo, mesmo com os trabalhos concisos efetuados no município para que as equipes de competição possam atuar em alto-nível é preciso buscar outros talentos na região e de outros estados.
Além de participar dos torneios organizados pela federação as equipes de competição de Mal. Candido Rondon também competem pela Copa Paraná de Vôlei Feminino (www.copaparanadevoleifeminino.com.br), uma liga formada por municípios do Oeste Paranaense. Miro que ajuda a dirigir a liga considera que este trabalho é muito importante para as equipes porque possibilitam a participação em todas as categorias e servem de preparação para as competições oficiais do estado e da Federação Paranaense. A liga é apoiada pela federação que além do reconhecimento do trabalho sede sua chancela. A Copa Paraná de Vôlei Feminino é a mais antiga e bem organizada do estado com 12 anos de existência. Durante sua história vem revelando muitos talentos e atendendo mais de 2000 crianças em varias categorias por ano.
Falando um pouco sobre seu trabalho Miro diz ter dois objetivos fundamentais: Contribuir com a formação educacional e cultural de crianças e jovens que possam atuar com autonomia na transformação de suas realidades – Selecionar talentos para formação de atletas de alto nível. Como treinador busca a relação humana entre técnico e atleta, também prover vivencias que oportunizem formação em todos os aspectos dos atletas juntamente com a metodologia científica. É muito exigente, perfeccionista, e acredita que só com muita dedicação nos treinos e jogos os objetivos serão alcançados.
Por estarem em uma região com colonização européia sempre surgem meninas altas e longilíneas, biotipo ideal para o voleibol, porém não considera que só o biotipo seja suficiente, deve-se observar a aptidão física adequada de cada uma. As meninas mais baixas têm uma resposta do treinamento muito mais rápida nos fundamentos principalmente na recepção e deslocamentos, enquanto que as meninas mais altas levam um tempo maior para o desenvolvimento da coordenação, velocidade e da força.
Sobre suas equipes Miro diz ter em mãos um grupo bem homogêneo, onde existem talentos em condições para compor a seleção do estado e seleção nacional, principalmente na categoria Mirim (nascidas em 1996) na qual tem algumas atletas que estão sendo trabalhadas para que possam se destacar no cenário nacional.
Em sua opinião a parte técnica e tática dos trabalhos, bem como o conhecimento científico estão bem difundidos entre todos os técnicos nas mais diferentes regiões do Brasil. O que diferencia os trabalhos das outras regiões em relação à região sudeste é o investimento.
Prova disso é que de Marechal Candido Rondon já saíram muitos atletas para as seleções masculinas de base e no feminino, dentre outras boas novidades tem uma atleta de excelente nível, que infelizmente não teve oportunidades nas seleções de base de sua geração. Falamos da ponta Larissa Oliveira, nascida em 1991 e de 1,85m. Larissa integrou por vezes seguidas as seleções estaduais paranaenses além de ser destaque em diversos torneios de base com participações de clubes de todo o Brasil.
Para finalizar nosso bate-papo Miro deixou seu recado:
Eu gostaria de agradecer as pessoas que estão por de trás do projeto que existe em Marechal Cândido Rondon/PR, que são: TECSOFT, PREFEITURA MUNICIPAL e COLÉGIO MARTIN LUTHER, que tem o Voleibol como um dos pilares para formação do cidadão e revelação de talentos para o esporte. A cada ano que passa está crescendo e fazendo a diferença nas vidas de muitas crianças, seja para formar atletas ou cidadão para uma sociedade melhor.
Deixo o meu endereço e o da Copa Paraná, se alguém tiver interesse em entrar em contato para trocar experiências ou realizar intercambio estamos a disposição.
E-mail: mirovoleimcr@hotmail.com
Site da Copa Paraná: www.copaparanadevoleifeminino.com.br
Para fechar agradecemos ao Miro pela colaboração nesta matéria e torcemos para que seu trabalho em Marechal Candido Rondon bem como os demais trabalhos de destaque do estado do Paraná possam sempre ter disposição para continuar esta se desenvolvendo, nesta caminhada árdua, porém gratificante e da mesma forma importante para o desenvolvimento do esporte nacional.
Bernardinho visita programa na Paraná Esporte
As crianças das turmas da manhã dessa segunda-feira (5/10) e do início do período da tarde, no núcleo da Paraná Esporte do Programa Esporte Cidadão Unilever, tiveram uma grande surpresa: a visita do técnico da seleção brasileira masculina de vôlei Bernadinho. Como ele faria uma palestra em Curitiba, antecipou a viagem em algumas horas para fazer contato com as crianças do projeto, que funciona há quase 12 anos no Paraná – até o ano passado com o nome Rexona-Ades.

Bernadinho, presidente do Instituto Compartilhar, que mantem a parceria com a Unilever e o Governo do Paraná para o funcionamento do Programa Esporte Cidadão Unilever, sempre que tem folga na agenda visita os núcleos no Paraná e também de São Paulo e Rio de Janeiro, onde faz o mesmo trabalho. “Nunca deixamos de acompanhar as atividades com nossos parceiros, mas esse contato direto com os alunos é especial para mim, porque eles transmitem entusiasmos que mostram que estamos no caminho certo.”

Durante os dois horários, Bernadinho falou com as crianças (a maioria no horário) e respondeu a muitas perguntas, abordando principalmente a sua carreira de sucesso como jogador e treinador da seleção brasileira. E não se incomodou com o tamanho das filas para ganhar autógrafos. Todos foram atendidos com muitas palavras de incentivos.
O diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha, compareceu para cumprimentar o treinador da seleção e também transmitiu um recado às crianças: “Vocês são a continuidade do sucesso do vôlei no Paraná e no Brasil. Não ficarei surpreso se tivermos alguns atletas daqui na seleção que vai disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro.
Olimpíadas também foi assunto nas indagações ao técnico Bernardinho. “O Brasil, mais uma vez, demonstra seu potencial para realizar grandes eventos. Espero que essa conquista represente uma importante oportunidade, principalmente para os jovens, já que o esporte vai ser fomentado, com incentivo nas categorias de base. Certamente, durante esse período que antecede os Jogos, serão revelados grandes talentos.”
Programa
Segundo a coordenadora do Instituto Compartilhar no Paraná, Dora Castanheira, o programa funciona no Estado com 20 núcleos, atendendo aproximadamente 3.600 crianças e jovens, dos 7 aos 17 anos. Dois núcleos estão em Curitiba, o maior deles na sede da Paraná Esporte, no Capão da Imbuia, com 800 alunos, e na Universidade Tuiuti.
No ginásio de vôlei na Paraná Esporte, os alunos têm aulas duas vezes por semana, ou às segundas e quartas-feiras ou às terças e quintas, com a duração de uma uma hora em cada dia. São três horários pela manhã e três à tarde, com três turmas de 20 a 25 alunos ou média de 70 por hora.
Os outros 18 núcleos do Paraná estão no interior, atendendo em média 140 alunos em cada um: Apucarana, Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Castro, Cianorte, Cornélio Procópio, Francisco Beltrão, Guarapuava, Ibaiti, Loanda, Londrina, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Pitanga, Ponta Grossa e Toledo.
O Programa Esporte Cidadão Unilever tem o objetivo de transformar a vida de crianças e jovens de baixa renda, dando-lhes oportunidades e buscando a inclusão e equidade social por meio do esporte. “Nossa preocupação é ter o esporte como instrumento para ensinar valores de cidadania, bem-estar, cooperação, respeito, ou seja, transformar a vida e a perspectiva das crianças e jovens de baixa renda”, define Dora Castanheira.
Campeões dos Jogos da Juventude do Paraná
Nada menos que 22 campeões foram conhecidos nessa sexta-feira (2/10), no último dia de disputa da fase final dos 23.º Jogos da Juventude do Paraná (Jojup’s), em Umuarama. Foram 16 campeões das modalidades coletivas (basquetebol, futebol, futsal, handebol e vôlei) e 6 das individuais (ciclismo, natação e tênis de mesa). Dois das coletivas já eram conhecidos, Ponta Grossa (basquete, Divisão A, feminino) e Curitiba (futebol, Divisão A), assim como outros 15 municípios do atletismo, ginástica rítmica, judô, karatê, tênis, taekwondo, vôlei de praia e xadrez, no masculino e feminino, a exceção da ginástica só disputada pelo sexo feminino.
Alguns dos campeões nessa sexta-feira foram: Marechal Cândido Rondon (basquetebol, Divisão B, masculino), que derrotou Imbituva na final, por 76 a 27; Colombo (futebol, disputado só pelo sexo masculino, Divisão B), que ganhou a decisão de Ubiratã, por 2 a 0; Campo Mourão (futsal, Divisão B, masculino), que goleou Astorga na final, por 8 a 1; Colombo (handebol, Divisão B, feminino), que passou por Santo Antônio do Sudoeste, por 24 a 13; e Maringá (vôlei, Divisão A, feminino), que faturou Curitiba, por 3 a 0, no jogo decisivo.
“Foi um dia de muitas decisões, todas dentro de uma programação elaborada conforme o número de participantes em cada modalidade. Estamos felizes porque tudo deu certo, premiando as melhores equipes, depois de oito dias de jornada, com os atletas atuando praticamente todos os dias. Algumas equipes até tiveram problemas com desgaste físico, mas a maioria mostrou-se bem preparada para uma competição nesses moldes. Parabéns a todos, aos campeões, vices, terceiros e aos demais participantes”, cumprimenta o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha.
Nos oito dias de competições em Umuarama, estiveram em ação, em 16 modalidades, 541 equipes de 96 municípios, num total de 4.611 atletas com até 18 anos de idade. Duas equipes de Itambaracá, de futebol e ginástica rítmica, desistiram na última hora. A competição teve início com a fase regional nas oito regiões esportivas do Estado, em junho, quando as equipes da Divisão B das modalidades coletivas (basquete, futebol, futsal, handebol, vôlei e vôlei de praia) e xadrez, envolvendo mais de 10 mil atletas, disputaram a classificação para a fase final.
A promoção foi da Paraná Esporte em parceria com o município de Umuarama. Esse ofereceu a estrutura física, com instalações públicas e privadas. Coube ao Governo do Estado a organização técnica e os custos com a alimentação, taxas de arbitragens, premiação (troféus e medalhas aos três primeiros de cada modalidade, divisão e sexo) e material esportivo. Também foi entregue o Troféu Disciplina para as três delegações com menor número de processos no Tribunal Especial de Justiça Desportiva proporcionalmente ao número de equipes participantes por município: Curitiba, Maringá e Ponta Grossa. Como alojamentos foram utilizados colégios públicos estaduais e municipais.

Modalidades
Atletismo
Feminino
1.º – Londrina
2.º – Campo Mourão
3.º – Medianeira
Masculino
1.º – Londrina
2.º – Maringá
3.º – Curitiba
Basquetebol
Divisão A
Feminino
1.º – Ponta Grossa
2.º – Toledo
3.º – Curitiba
Masculino
1.º – Londrina
2.º – Toledo
3.º – Campo Mourão
Divisão B
Feminino
1.º – Medianeira
2.º – Campo Mourão
3.º – Palmas
Masculino
1.º – Marechal Cândido Rondon
2.º – Imbituva
3.º – Palmas
Ciclismo
Feminino
1.º – Paranavaí
2.º – Maringá
3.º – Londrina
Masculino
1.º – Curitiba
2.º – Londrina
3.º – Paranavaí
Futebol
Divisão A
Masculino
1.º – Curitiba
2.º – Cascavel
3.º – Cambé
Divisão B
Masculino
1.º – Colombo
2.º – Ubiratã
3.º – Cidade Gaúcha
Futsal
Divisão A
Feminino
1.º – Campo Mourão
2.º – Londrina
3.º – Guarapuava
Masculino
1.º – Altônia
2.º – Foz do Iguaçu
3.º – Curitiba
Divisão B
Feminino
1.º – Pato Branco
2.º – Ponta Grossa
3.º – Céu Azul
Masculino
1.º – Campo Mourão
2.º – Astorga
3.º – Nova Aurora
Ginástica rítmica
1.º – Toledo
2.º – Londrina
3.º – Curitiba
Handebol
Divisão A
Feminino
1.º – Cianorte
2.º – Cascavel
3.º – Ponta Grossa
Masculino
1.º – São Miguel do Iguaçu
2.º – Londrina
3.º – Marechal Cândido Rondon
Divisão B
Feminino
1.º – Colombo
2.º – Santo Antônio do Sudoeste
3.º – Palmeira
Masculino
1.º – Maringá
2.º – Corbélia
3.º – Colorado
Judô
Feminino
1.º – Curitiba
2.º – Toledo
3.º – Maringá
Masculino
1.º – Curitiba
2.º – Cascavel
3.º – Maringá
Karatê
Feminino
1.º – Maringá
2.º – Londrina
3.º – Araucária
Masculino
1.º – Araucária
2.º – Londrina
3.º – Cascavel
Taekwondo
Feminino
1.º – Maringá
2.º – Londrina
3.º – Cascavel
Masculino
1.º – Maringá
2.º – Cascavel
3.º – Ponta Grossa
Tênis
Feminino
1.º – Londrina
2.º – Curitiba
3.º – Maringá
Masculino
1.º – Maringá
2.º – Londrina
3.º – Umuarama
Tênis de mesa
Feminino
1.º – Curitiba
2.º – Londrina
3.º – Cascavel
Masculino
1.º – Londrina
2.º – Campo Mourão
3.º – Cascavel
Vôlei
Divisão A
Feminino
1.º – Maringá
2.º – Curitiba
3.º – Marechal Cândido Rondon
Masculino
1.º – Maringá
2.º – Ponta Grossa
3.º – Cianorte
Divisão B
Feminino
1.º – Ponta Grossa
2.º – Toledo
3.º – Londrina
Masculino
1.º – Araucária
2.º – Castro
3.º – Francisco Beltrão
Vôlei de praia
Feminino
1.º – Maringá
2.º – Londrina
3.º – Paranavaí
Masculino
1.º – Londrina
2.º – Maringá
3.º – Paranavaí
Xadrez
Feminino
1.º – Paranavaí
2.º – Campo Mourão
3.º – Londrina
Masculino
1.º – Londrina
2.º – Foz do Iguaçu
3.º – Ponta Grossa
Observações: nas modalidades coletivas (exceção do vôlei de praia) há acesso e descenso para 2010, com o número variando de dois a três municípios conforme a quantidade de equipes por região. Assim, o terceiro colocado da Divisão B corre risco de não subir. A classificação da natação ainda não foi liberada pela Federação Paranaense de Desportos Aquáticos.
Cuba vence os Estados Unidos e assegura vaga na Copa dos Campeões
A seleção de Cuba garantiu vaga na Copa dos Campeões masculina de vôlei ao derrotar os Estados Unidos na final do Campeonato da Norceca (confederação das Américas do Norte, Central e o Caribe). Os atuais campeões olímpicos só conseguiram vencer um set na partida disputada na cidade de San Juan, em Porto Rico: 3 a 1, parciais de 25/21, 22/25, 25/21 e 25/22.
Com o resultado, Cuba se junta a Japão, Brasil, Polônia, Irã e Egito na Copa dos Campeões, que será disputada no período de 18 a 23 de novembro, nas cidades japonesas de Osaka e Nagóia. O bronze acabou com a seleção anfitriã ao vencer o Canadá por 3 a 2, parciais de 25/16, 24/26, 25/20, 22/25 e 15/9.
A serviço da seleção, jogador cubano some durante torneio em Porto Rico
O jogador de vôlei cubano Leonard Leyva está desaparecido desde a última quinta-feira. O atleta, de 20 anos e que estava na disputa do torneio Norceca com sua seleção na cidade de San Juan, em Porto Rico, foi visto pela última vez ao subir para seu quarto no hotel onde está hospedado. As informações são da agência de notícias AP.
A polícia está procurando Leyva em hotéis e hospitais de San Juan. Além disso, um agente de imigração americano está envolvido nas buscas.
Esta não é a primeira vez que jogadores cubando a serviço de sua seleção fora do país somem. Em agosto, quatro atletas da equipe de basquete fugiram após um amistoso contra a Espanha nas Ilhas Canárias.
Blausiegel São Caetano, e Brasil Vôlei Clube/São Bernardo é campeão dos Jogos Abertos
Com quatro vitórias em quatro jogos, a Blausiegel/São Caetano assegurou, na tarde de hoje o título da 73º edição dos Jogos Abertos do Interior. Jogando em casa, no Ginásio Lauro Gomes, a equipe do ABC Paulista passou por Franca e Araçatuba na fase classificatória, Piracicaba, na semifinal, e venceu novamente o time de Araçatuba hoje na decisão por 3 a 0 (25-14, 25-13 e 25-23), em 74 minutos.
O técnico Mauro Grasso comemorou muito o título.
- Nada descreve a sensação de ser campeão. A nossa expectativa era jogar bem e a nossa preocupação com a falta de entrosamento com a Mari e a Sheilla foi amenizada pelo tempo em que elas jogaram junto com a Fofão na Seleção – disse Grasso, que destacou a importância dos investidores.
- A satisfação de poder retribuir o investimento da Blausiegel e de São Caetano com mais um título é enorme – comentou Mauro Grasso que, nesta temporada 2009/2010, já levou seu time à conquista dos Jogos Regionais e da Copa São Paulo. A equipe segue agora na disputa do Campeonato Paulista.
- Com certeza, esse título nos dará mais moral para seguirmos no Paulista – complementou o treinador.
A campeã olímpica Fofão também festejou seu primeiro título nos Jogos Abertos do Interior.
- Entrei para essa partida com o objetivo de conquistar esse título que faltava no meu currículo e estou muito feliz por ter jogado em um ginásio cheio e ter disputado uma final forte. Estão todos de parabéns, tanto a cidade, quanto as jogadoras envolvidas – disse a levantadora.
Suas companheiras na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim/08, Mari e Sheilla, também estiveram em quadra e ajudaram a Blausiegel/São Caetano a ser campeã dos Jogos Abertos.
- Esse é o meu primeiro título com o time e ele é muito importante para mim. Por agora, a sensação é de dever cumprido, pois sabíamos que éramos favoritos e conseguimos confirmar esse favoritismo. Mas ainda temos muitas competições pela frente que queremos conquistar – disse a oposta Sheilla.
A meio-de-rede Juciely foi a maior pontuadora, com 17 pontos, seguida de Sheilla, que fez 11, e Mariana e Mari, que fizeram 10 pontos cada.
Blausiegel/São Caetano: Fofão, Sheilla, Mariana, Mari, Natália, Juciely e a líbero Suelen, além de Ciça e Ana Maria.
Vôlei Futuro/Araçatuba: Ana Cristina, Neneca, Clarisse, Juliana Saracuza, Dani Vieira, Fernanda Gritz e a líbero Teny, além de Vivi, Jordane, Dani Oliveti, Gisele e Ariane.
O Brasil Vôlei Clube/São Bernardo é tricampeão dos Jogos Abertos do Interior de 2009. A equipe dirigida pelo técnico Rubinho venceu a Ulbra/São Caetano, na noite desta sexta-feira (16/10), por 3 a 1 (25-18, 22-25, 25-18 e 25-16), em 105 minutos de jogo disputado no Ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul, e assegurou o título pela terceira vez para a cidade de São Bernardo do Campo.
O técnico Rubinho destacou a boa atuação do Brasil Vôlei.
- O time voltou a jogar no mesmo nível em que estava na semana passada, quando disputamos a final do Sul-Americano de Clubes. Hoje, a equipe fez basicamente o que vinha fazendo. A queda no rendimento no início dos Abertos foi natural pela emoção vivida lá – comentou Rubinho.
- Hoje, suportamos a pressão nos momentos em que eles forçaram e fomos bem organizados taticamente. Essa tem sido uma característica marcante e muito positiva para a nossa equipe – analisou o treinador.
Na sua primeira temporada pelo Brasil Vôlei, o campeão olímpico Dante conquistou seu primeiro título de Jogos Abertos.
- A gente sabe da importância que a Prefeitura de São Bernardo dá a esta conquista e alcançamos o objetivo, que era de ser campeão – comentou Dante, maior pontuador de hoje, com 15 acertos.
Também estreante na equipe, o ponta Rapha entrou bem e ajudou seu time a ser campeão.
- Isso mostra que a nossa equipe tem mais do que os jogadores que começam a partida para ajudar a decidir. Foi muito bom conquistarmos esse campeonato, pois isso vai nos motivar ainda mais para a final do Paulista – comentou Rapha.
O próximo compromisso do Brasil Vôlei Clube será a final do Campeonato Paulista. A série melhor de três jogos contra o SESI – SP começa no próximo dia 25, no Ginásio Baetão, em São Bernardo. O segundo jogo será dia 29, no ginásio do SESI e, se for necessário, o terceiro confronto será dia 31, novamente em São Bernardo.
Brasil Vôlei Clube / São Bernardo: Marlon, Najari, Dante, Thiago Sens, Maurício, Giovanni e o líbero Gian, além de Fidele, Rapha, Élder e Renan.
Sollys/Osasco bate Unilever e é campeão sul-americano
O Sollys/Osasco sagrou-se campeão Sul-Americano de Clubes ao vencer o Unilever, do Rio de Janeiro, por 3 sets a 1, parciais de 25/19, 25/17, 12/25 e 25/18.
A decisão começou com atraso, devido à falta de energia no Ginásio Municipalidad de Miraflores, em Lima, no Peru.
Para chegar à final, o Osasco venceu River Plate/Argentina, Regatas/Peru e Boca Juniors/Argentina.
Ainda na quadra, Jaqueline comemorou:
- Estou muito feliz, esse grupo é especial. É a primeira vez que jogamos juntas. Esse título é muito importante.
O técnico Luizomar de Moura falou sobre o Sul-Americano:
- A convivência do grupo foi excelente. Temos seis altetas na seleção e a afinidade com as
demais foi muito bom. O título veio coroar como as meninas encararam a responsabilidade. O 1º lugar, nos leva ao Mundial Interclubes.
O treinador também falou sobre o Campeonato Paulista, que a equipe volta a participar, na sexta-feira:
- Nosso time mostrou que tem muita disciplina tática, vamos concentrar nossas forças no torneio regional. Só poderemos contar com o time completo, novamente, nas finais, pois seis
estarão na seleção.
O título de campeão Sul-Americano de Clubes não será o único troféu que irá para a cidade de Osasco. Cinco atletas foram eleitas as melhores em suas posições:

MELHOR JOGADORA DO TORNEIO – JAQUELINE
MELHOR ATACANTE – NATÁLIA
MELHOR RECEPÇÃO – SASSÁ
MELHOR DEFESA – CAMILA BRAIT
MELHOR LEVANTADORA – CAROL
A levantadora e capitã Carol exaltou o novo momento do time:
- Foi muito bom, muito importante com a chegada do novo patrocinador ganhármos um título internacional. Nesse momento de transição confiamos no Luizomar. Independente do torneio, iremos trabalhar sempre para chegármos nas finais e se tiver Mundial, queremos estar lá.
Sobre o Unilever, ela completou:
- Sempre gostoso vencê-las, são as nossas principais rivais. É um time muito competitivo, as duas equipes ainda vão evoluir, nessa temporada.
Cimed intensifica treinos para o Mundial
Faltando apenas 15 dias para começar o Mundial de Clubes em Doha, no Qatar, a equipe da Cimed, representante do Brasil e do continente Americano já treina as novas regras para disputar o campeonato. O Mundial de Clubes será realizado entre os dias 3 e 8 de novembro.
Segundo o técnico Marcos Pacheco, a Federação Internacional de Voleibol determinou que as mudanças nas regras serão testadas durante o Campeonato Mundial.
- Pela nova regra, o ataque só poderá ser feito da linha de três metros, o que muda muito todo o esquema de jogo. Estamos treinando isso nessas duas semanas para podermos nos adaptar o mais rápido possível.
A Cimed foi a última equipe confirmada para o Mundial. A vaga foi conquistada no Campeonato Sul-americano realizado entre os dias 7 e 11 de outubro em Santa Catarina. Com o passaporte carimbado, a Comissão Técnica intensificou os treinos e busca informações sobre as equipes adversárias. A Cimed vai ficar no Grupo B no Mundial de Clubes e enfrenta as equipes do Payakan, do Irã, o Skra Belchatow da Pólonica e o Al-Arabi do Qatar. Pelo grupo A do Mundial, estão os clubes: Trentino da Itália, Zenit Kazan da Rússia, Corozal de Porto Rico e Zamalek do Egito.
- Temos a expectativa de um bom campeonato, mas não conhecemos nossos adversários, então considero que a primeira rodada do Mundial servirá mais como apresentação das equipes – explica Pacheco, que confirma a motivação da sua equipe para esse campeonato.
- Primeiro é o coroamento de um projeto que está ainda muito jovem, apenas na quinta temporada. É legal para o grupo e individualmente para cada um da equipe e por isso, vamos aproveitar todas as chances para trazer o titulo para o Brasil.
A Cimed está com a agenda bem movimentada nessas duas semanas antes da viagem para o Qatar. Na próxima terça-feira viaja para Blumenau para enfrentar a equipe de Blumenau pelas Olimpíadas OLEG. O jogo será às 19 horas no galegao.
Na quinta-feira, viaja a Sombrio para a semifinal do Campeonato Catarinense. E na sexta-feira, vai para Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde participa de dois amistosos com a equipe Pinheiros/Sky, no sábado (24/10) e domingo (25/10).
Fórmula Dourada
A FIVB concordou em aplicar a regra de Fórmula Dourada no Campeonato Mundial de Clubes Masculino de voleibol da FIVB, que está retornando ao circuito de internacional depois de 17 anos, durante os dias 3 ao 8 de novembro em Doha, Qatar.
O sistema de jogo Fórmula Dourada requer que o primeiro ataque de cada equipe começa desde a linha de trás numa tentativa de produzir jogadas mais longas.
Enquanto será a primeira vez para a FIVB testar a regra, no Qatar as competições nacionais incorporaram a Fórmula Dourada com sucesso em anos recentes.
O Campeonato Mundial de Clubes será representado pelos oito melhores clubes de voleibol do mundo, que inclui Trentino Volley da Itália, Zamalek do Egito, Payakan do Iran, e Al Arabi Doha do Qatar, o Cimed do Brasil, e da Los Plataneros de Corozal, de Porto Rico.
Os convidados, são para PGE Skra Belchatow da Polônia e Dínamo Kazan da Rússia,
Os Membros da Junta de Administração da FIVB, Essa Hamza Al Failakawi y o Diretor de Eventos de voleibol da FIVB, Sr. Piero Rebaudengo, recentemente inspecionaram as instalações de Doha onde o Campeonato Mundial de Clubes será preparado e estiveram muito agradados com seus resultados.
Sr. Hamza, disse que tem grande confiança nas capacidades da Associação de voleibol de Qatar, sob a liderança de Dr. Abdullah Yousuf Al-Mal, para organizar um campeonato mundial dessa classe.
Sr.Rebaudengo expressou sua completa satisfação com a visita de inspeção e assegurou que todos requisitos da FIVB serão cumpridos a um nível destacado.
A Programação do Mundial de Doha, no Qatar.
Grupo A
|
Nº |
Jogos |
Dia |
Hora local |
Cidade |
Pavilhão |
|
1 |
Trentino Betclic (Ita)-Zamalek (Egy) |
3-Nov |
11:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
2 |
Zenit Kazan (Rus)-Corozal (Pur) |
3-Nov |
16:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
5 |
Zamalek (Egy)-Corozal (Pur) |
4-Nov |
11:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
6 |
Trentino Betclic (Ita)-Zenit Kazan (Rus) |
4-Nov |
16:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
9 |
Zenit Kazan (Rus)-Zamalek (Egy) |
5-Nov |
11:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
10 |
Corozal (Pur)-Trentino Betclic (Ita) |
5-Nov |
16:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
Nº |
Jogos |
Dia |
Hora local |
Cidade |
Pavilhão |
|
3 |
PGE Skra Belchatow (Pol)-Al-Arabi (Qat) |
3-Nov |
18:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
4 |
Payakan (Iri)-Cimed |
3-Nov |
20:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
7 |
Al-Arabi (Qat)-Cimed |
4-Nov |
18:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
8 |
PGE Skra Belchatow (Pol)-Payakan (Iri) |
4-Nov |
20:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
11 |
Payakan (Iri)-Al-Arabi (Qat) |
5-Nov |
18:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
|
12 |
Cimed-Belchatow (Pol) |
5-Nov |
20:00 |
Doha |
Aspire Zone Indoor Hall |
Falece no Rio Nereu Marques, coordenador de arbitragem do vôlei de praia
O voleibol brasileiro perdeu um grande amante nesta QUINTA-FEIRA (04.02). Faleceu, nesta madrugada, no Hospital Albert Sabin, no Maracanã, no Rio de Janeiro, Nereu Martins Marques, de 78 anos, coordenador de arbitragem do vôlei de praia da Comissão Brasileira de Arbitragem de Voleibol (COBRAV).
A vida de Nereu sempre foi dedicada ao voleibol. Jogou no Flamengo – seu clube de coração-, Fluminense e Sírio Libanês. Na década de 50, trocou a quadra pela praia – sua grande paixão. Diariamente, Nereu era presença certa nas areias de Copacabana. A história de Nereu está diretamente relacionada com a do Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia. Desde a primeira edição da competição, em 1991, Nereu era o coordenador de arbitragem.
Casado com Aracy há 55 anos, deixa quatro filhos e sete netos. O corpo de Nereu será velado na capela 9 do cemitério São João Baptista, das 13h às 16h. Depois, será cremado.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se solidariza com os familiares e amigos e se orgulha de ter contado com um dos mais brilhantes árbitros do Brasil.
Arbitragem paranaense progride em 2009
No último mês de dezembro de 2009 foram realizados em Goiânia dois Cursos de Avaliação de Arbitragem pela CBV e os resultados foram positivos para os árbitros paranaenses. Dois já estão comemorando a promoção para Aspirante a Nacional. Frederico Peixoto Ferrão e Jandrey Vicentin foram homologados como Árbitros Aspirante a Nacional pela CBV no dia 04 de janeiro. Os dois deixam de ser árbitros regionais e galgam mais um degrau na carreira da arbitragem.
Quem mais comemorou mesmo foram três árbitros que estavam na categoria Aspirante a Nacional há mais de três anos, e por isso habilitados para a avaliação para Árbitro Nacional. Ismael Pereira dos Santos, Giseli Amantino e Paulo Konorr de Quadros Junior foram aprovados no curso de Goiânia e aguardam somente a publicação do resultado em Nota Oficial para a ascensão de categoria.
Em 2009, 29 novos árbitros foram inscritos na CBV, um recorde na história da FPV. Mas tem explicação, há pelo menos três anos o quadro de árbitros não sofria alteração. Em 2010, o Presidente Neuri Barbieri garante pelo menos mais 10 inscrições de árbitros que estejam atuando no Estado do Paraná, que tenha qualidade técnica, pelo menos dois anos de atuação e perspectivas de crescimento na arbitragem.
Segundo Neuri, o ano de 2009 foi especial para a arbitragem do Paraná, principalmente no segundo semestre: “Depois de muito tempo, o Paraná voltou a ter um árbitro internacional. Paulo Turci recebeu o escudo da FIVB. Fizemos três árbitros nacionais em um ano. De 1994 até 2009, tínhamos feito a mesma coisa. 15 anos e três nacionais. Ainda tivemos mais dois aprovados para aspirante a nacional e 29 inscritos na CBV como árbitros regionais. Foi um bom ano que precisa continuar. Termos bons árbitros já nos garante condições de sediarmos boas competições”
Indicação de Árbitros para Etapa Banco do Brasil em Caxias do Sul:
http://www.voleiparana.com.br/adm/downloads/00000000535Comunicado%20001.pdf
SUPERLIGA 09/10: CBV divulga tabela da 16ª edição do campeonato
A Unidade Técnica de Vôlei de Quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou, nesta QUARTA-FEIRA (25.11), a tabela oficial da Superliga 09/10. A 16ª edição da competição contará com a participação de 17 equipes masculinas e 13 femininas, um recorde na história. A competição começará no próximo dia 3 (quinta-feira), com a realização da primeira rodada da Superliga masculina, com oito jogos. O primeiro confronto será às 18h30 e marcará o encontro da atual campeã, a Cimed (SC), com o Sada/Cruzeiro (MG), terceiro colocado na última temporada. O jogo será disputado no ginásio Capoeirão, em Florianópolis, e terá transmissão ao vivo do canal Sportv. Três jogos serão disputados às 19h. Em Montes Claros (MG), o Montes Claros/Fudabem (MG) terá pela frente o Sesi/SP, no ginásio Tancredo Neves. O Brasil Vôlei Clube (SP) jogará contra o Pinheiros/Sky, no ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo (SP), enquanto o Volta Redonda (RJ) medirá forças com o Santo André, no ginásio Poliesportivo, em Volta Redonda (RJ). Às 19h30, o Álvares/Vitória (ES) receberá a Ulbra/São Caetano (SP), no ginásio do Álvares Cabral, em Vitória. Dois jogos serão disputados às 20h: em Brasília, no ginásio do Cruzeiro, a Upis/Brasília (DF) duelará com o Vôlei Futuro (SP); em Blumenau, no ginásio Sebastião Cruz, o Soya/Blumenau/Furb/Barão enfrentará o Vivo/Minas (MG). No encerramento da rodada, o Funvic/Uptime/Cuiabá (MT) fará seu primeiro jogo na história da Superliga contra o Lupo/Náutico/Let´s (SP), a partir das 20h30, no ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá. A Fátima/Medquímica/UCS (RS) folgará na primeira rodada. Unilever estreia contra time mineiro A competição feminina começará no dia 10 de dezembro (quinta-feira). O primeiro jogo será entre Vôlei Futuro (SP) e Blausiegel/São Caetano (SP), às 18h, no ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba (SP), com transmissão ao vivo do canal Sportv. O hexacampeão Unilever (RJ) jogará no mesmo dia contra o Mackenzie/Newton Paiva (MG), às 19h30, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. No mesmo horário, outros dois jogos: Praia Clube/Banana Boat (MG) duelará com o São Bernardo (SP), no ginásio do Praia Clube, em Uberlândia (MG); e, na Arena Multiuso, em Brusque (SC), a Cativa/Oppnus (SC) terá pela frente o Pinheiros/Mackenzie (SP). Em Macaé (RJ), o Macaé Sport marcará seu retorno à Superliga medindo forças com a Usiminas/Minas (MG), a partir das 19h, no ginásio Municipal. O último jogo da primeira rodada será no ginásio Forquilhão, em São José (SC), onde o Pauta/São José (SC) jogará contra o Sollys/Osasco (SP). Clique aqui e confira a tabela da Superliga feminina 09/10. Clique aqui e confira a tabela da Superliga masculina 09/10. Lançamento O lançamento da Superliga 09/10 será na próxima SEGUNDA-FEIRA (30.11), em São Paulo, a partir das 11h. Comissões técnicas e jogadores de todas as equipes participantes conversarão com a imprensa no Salão Nobre do Esporte Clube Sírio, localizado à Avenida Indianópolis, 1192 – Indianópolis – São Paulo (SP). Sistema de disputa A fase classificatória será disputada no sistema de ida e volta – turno e returno – e todas as equipes jogarão contra todas. As oito equipes mais bem colocadas na fase classificatória, de acordo com o índice técnico na soma dos pontos obtidos no turno e returno passarão às quartas-de-final. Nessa fase, os cruzamentos seguirão a seguinte ordem: 1º x 8º colocados, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º, no sistema de play-off melhor de três partidas. O mando de campo das partidas nas quartas-de-final será definido pela equipe mais bem colocada na fase classificatória: 1º e 3º jogos em casa (2º fora) ou 2º e 3º jogos em casa (1º fora). Caso a partida seja transmitida pela TV Globo, o mando de quadra será da CBV. As semifinais também serão disputadas em melhor de três partidas, com o seguinte cruzamento: vencedores de 1º x 8º e 4º x 5º e ganhadores dos confrontos entre 2º x 7º e 3º x 6º. As equipes mais bem colocadas escolherão o mando dos jogos. As opções são 1º e 3º em casa (2º fora) ou 2º e 3º em casa (1º fora). A final masculina e feminina será disputada em um único confronto, e independente das equipes que estiverem brigando pelo título, o jogo acontecerá no estado de São Paulo. A decisão da medalha de bronze também será em uma única partida. Nesse caso, na “casa” do melhor colocado na fase classificatória. Para a definição do quinto ao 13º lugares, no feminino, e do quinto ao 17º lugares, no masculino, será adotado o critério de índice técnico apenas da fase classificatória. Por cada vitória, as equipes somarão dois pontos. Em caso de derrota, um. Os times entrarão nas quartas-de-final e nas semifinais sem pontuação. Quando houver necessidade, o critério de desempate será, nesta ordem: sets average; pontos average; confronto direto e sorteio. EQUIPES DA SUPERLIGA 09/10 MASCULINAS Álvares/Vitória (ES) Brasil Vôlei/São Bernardo (SP) Cimed (SC) Fatima/Medquímica/UCS (RS) FUNVIC/Uptime Cuiabá Vôlei Clube (MT) Lupo/Náutico/Let´s (SP) Montes Claros/Funadem (MG) Pinheiros/Sky (SP) Sada Cruzeiro Vôlei (MG) Santo André (SP) São Caetano/Ulbra (SP) Sesi (SP) Soya/Blumenau/FURB/Barão (SC) UPIS/Brasília (DF) Vivo/Minas (MG) Vôlei Futuro (SP) Volta Redonda (RJ) FEMININAS Blausiegel/São Caetano (SP) Cativa/Oppnus (SC) Macaé Sports (RJ) Mackenzie/Newton Paiva (MG) Pauta/São José (SC) Praia Clube/Banana Boat (MG) Pinheiros/Mackenzie (SP) São Bernardo (SP) Sollys/Osasco (SP) Sport/Banco BMG (PE) Unilever (RJ) Usiminas/Minas (MG) Vôlei Futuro (SP)
Cativa/Oppnus disputará Taça Rio de Voleibol Feminino com outras três equipes da Superliga
A equipe da Cativa/Oppnus representará as cidades de Pomerode e Brusque na Superliga, marcada para iniciar em 10 de dezembro, foi convidada a participar da Taça Rio de Voleibol Feminino, de 27 a 29 de novembro.
As atletas estarão no Rio de Janeiro disputando a competição ao lado de outras três equipes que também estarão na elite do esporte nacional: a atual campeã da Superliga, Unilever; a caçula Macaé e a vice-campeã carioca, o Tijuca Tênis Clube. A prova terá transmissão televisa para todo o Brasil pelo canal Sportv. A disputa servirá como mais um grande treino para a Superliga. Em Santa Catarina, Cativa/Oppnus realizou outro torneio similar e faturou fácil o troféu. A equipe já aguarda ansiosa pelo início da Superliga.
Brasil estreia contra Cuba em busca do tri da Copa dos Campeões
Vencedora em todos os campeonatos que disputou em 2009, a seleção brasileira adulta masculina de vôlei vai em busca de mais um ouro a partir desta quarta-feira (18.11). O time comandado pelo técnico Bernardinho estreia na Copa dos Campeões na cidade de Osaka, no Japão, onde terá pela frente os cubanos, rivais tradicionais, às 4h30 (horário de Brasília), no Osaka Municipal Central Gym, e sabe que não terá moleza na luta pelo tricampeonato (97 e 2005). A partida será transmitida ao vivo pelo canal Sportv. Acostumado a conviver com a pressão por títulos, Bernardinho sabe o que é preciso para continuar com vitórias: “muito trabalho”. No entanto, antes de embarcar para o Japão, o técnico brasileiro ressaltou que, para essa competição especificamente, o Brasil passará por mais dificuldades. – Treinamos apenas com uma parte do grupo, já que alguns jogadores estavam disputando o Mundial de clubes, e o trabalho realizado em Saquarema sempre é fundamental para os nossos bons resultados. Eles jogaram numa regra diferente essa competição e isso pode nos prejudicar também. Eles não chegaram treinados. Vamos ter que superar isso tudo – disse o treinador. Sobre o primeiro adversário da Copa dos Campeões, o comandante brasileiro não faz mistério sobre sua avaliação: “um grande time, favorito ao título”. – Cuba tem um time muito bom. Eles venceram os Estados Unidos, que jogou com o time completo, com quase todos os jogadores campeões olímpicos, no torneio continental, e merecem muito respeito. Os cubanos vivem um bom momento e será difícil superá-los. Ainda teremos o fator estreia. O primeiro jogo sempre é mais complicado – explica Bernardinho. Mesmo sem treinar com o grupo durante a preparação no Aryzão, o Centro de desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema, o levantador Bruno, que atuou no Mundial de clubes pela Cimed (SC), explicou como foi a preparação realizada no Japão. – Chegamos aqui um pouco antes do restante do grupo, já que estávamos disputando o Mundial. O grupo ficou completo na última semana e fizemos um bom trabalho. Trabalhamos no centro de treinamentos do Panasonic, um clube aqui do Japão, numa estrutura maravilhosa. Deu para treinar bem para a competição – diz Bruno. O Brasil enfrentará ainda na competição o Irã, nesta quinta-feira (19.11), às 2h30, a Polônia, no sábado (21.11), às 1h30, o Egito, no domingo (22.11), às 1h30, e o Japão, na segunda-feira (23.11), às 8h. Todos os jogos terão transmissão ao vivo do canal Sportv.
Cancelados amistosos entre Cimed e Pinheiros
Enquanto muitos esperavam o duelo de gerações da Seleção Brasileira antes do início da Superliga Masculina, o cancelamento deixou muitos torcedores tristes. A equipe Pinheiros/Sky, eliminada no Campeonato Paulista de Vôlei, resolveu dar folga de dez dias aos seus atletas. Para a Cimed, que corre contra o tempo em busca de adaptação para a nova regra que será implantada no Mundial de Clubes em Doha, no Qatar, restou a semifinal do Campeonato Catarinense e o amistoso em Blumenau. A nova regra consiste em que o terceiro toque dado pela equipe tenha que ser passado ao adversário atrás da linha dos três metros. Porém, os outros toques podem ser antes da linha. A Cimed conquistou a única vaga do sul-americana para o Mundial. A equipe Catarinense, viajou nesta tarde de terça-feira para Blumenau onde, às 20h, realiza um amistoso contra a equipe da cidade. Os dois times disputarão a Superliga e estão na semifinal do Catarinense. A Cimed, atual campeã, retorna aos treinos nesta quarta-feira (14h – Academia e 16h – Treino Técnico) visando à semifinal do Catarinense. Os jogos acontecerão em Sombrio e Florianópolis. O primeiro jogo da semifinal será realizado em Sombrio acontece às 20h de sexta-feira (23/10). O jogo de volta será realizado segunda-feira (26/10), no mesmo horário, no ginásio Saul Oliveira, em Florianópolis. As entradas para os jogos serão gratuitas. A outra semi do Catarinense será entre Blumenau e Concordia.
Cimed aprova seis jogadores em sua peneira
A Cimed, atual campeã Sul-americana de vôlei, realizou no último sábado (17/10) uma peneira em busca de jovens promessas do voleibol. Os testes foram realizados no ginásio Saul Oliveira, o Capoeirão, e contou com 185 inscritos. Jovens promessas do Brasil estavam presentes. Os Estados brasileiros representados na peneira foram; Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
Para o treino da tarde ficaram apenas 18 atletas. Sendo todos eles entre 15 e 20 anos. Entre as apostas, a equipe catarinense, gostou muito do rendimento em quadra dos centrais Rafael R. Araujo, 18 anos 2,05m, natural de Londrina(PR), e Bernardo Reitz, 18 anos 2,03m.
Nascido em Biguaçu (SC), Bernardo já integrou a Seleção Catarinense Juvenil e Seleção Brasileira Infanto. Atualmente o atleta joga no Bonja/Joinville, porém sua preocupação é com seu futuro, tendo em vista que em Joiville não existe equipe adulta.
- A Cimed tem um time adulto e uma equipe que será formada para disputar torneios Estaduais, se eu me destacar posso jogar no time principal – afirmou o atleta que tinha seu pai, Franscisco Reitz, na torcida por uma vaga na equipe.
Outros quatro atletas já foram definidos pelo clube. O meio-de-rede Alexandre Alberto Siewert, 18 anos 2,03m, o ponteiro, Andre Santos, 18 anos 1,95m, e Alex William Schemberger, de 18 anos 1,98m, e Daniel Leffa Allembrand, de 19 anos e 1,96m, ambos opostos.
Do grupo que treinou à tarde, 12 atletas tiveram seus treinos gravados e serão analisados pela comissão técnica.
Federação Paulista de Voleibol divulga datas para a final do SuperPaulistão 2009
As finais do torneio masculino do SuperPaulistão 2009 estão definidas. O Departamento Técnico da Federação Paulista de Volleyball divulgou a programação da série melhor de três que apontará o campeão de 2009 do principal torneio regional do país. Brasil Vôlei Clube/São Bernardo e SESI-SP iniciarão o playoff final no dia 25 de outubro, às 12h, no Ginásio do Baetão, em São Bernardo do Campo, enquanto o segundo confronto será no dia 29, às 18h30, no ginásio do SESI-Leopoldina. Caso seja necessário, o terceiro e decisivo jogo será no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo. As partidas terão transmissão ao vivo para todo o país pelo Canal SporTV.
A decisão do Super Paulistão 2009 reunirá as duas melhores equipes da fase classificatória. O Brasil Vôlei Clube/São Bernardo, comandado pelo técnico Rubinho, terminou em primeiro lugar, com 25 pontos, 11 vitórias e apenas três derrotas. Já o SESI-SP, do técnico Giovane Gávio, terminou com 24 pontos, 10 vitórias e quatro derrotas. A campanha mais positiva garantiu ao representante do ABC a vantagem de decidir em casa no caso de uma terceira partida.
Nos confrontos entre ambos, o equilíbrio ficou evidente com uma vitória para cada lado: 1º turno, SESI-SP 1 x 3 Brasil Vôlei Clube/São Bernardo, e 2º turno, Brasil Vôlei Clube/São Bernardo 2 x 3 SESI-SP. As duas equipes também decidiram a Copa São Paulo 2009, com vitória para o time paulistano, em sua primeira competição oficial da temporada.
Programação da final do SuperPaulistão 2009:
25/10 12h – Brasil Vôlei X SESISP – São Bernardo – Baetão
29/10 – 18h – SESI-SP X Brasil Vôlei – SESI-Leopoldina
31/10 12h – Brasil Vôlei X SESI-SP – S. Bernardo – Gin. Poliesportivo – (se necessário)













































































