O Voleibol Brasileiro no Mundo

Competições, Notícias e Regras Oficiais.

Curso de Estatística em andamento em Santo André

Os responsáveis no Brasil pelo sistema de voleibol da Federação Internacional, as Prof.ª Ms. Sandra Caldeira e Prof.ª Esp. Silvia Favalli, da SC Consultoria, Esporte e Educação, estão à frente do Curso de Avaliação Técnica no Voleibol – Sistema Superliga, na cidade de Santo André, São Paulo.

O Sistema V.I.S. Volley-Ball Information System

O Sistema V.I.S. Volley-Ball Information System

O Sistema V.I.S. (Volley-Ball Information System), é uma forma estatística, pelo método de coleta de dados, com orientação, descrição e análise, com a interpretação de dados qualitativos, baseando na utilização dos dados para a tomada correta de decisão, e é usada para calcular as habilidades individuais no decorrer de uma partida de voleibol. Através das aulas práticas e teóricas, os participantes conheceram os critérios de avaliação técnica de todos os fundamentos de voleibol. O curso, que tem o aval da Confederação Brasileira de Voleibol, esta sendo ministrado em duas etapas, nos dias 28, 29 e 30 de agosto e nos dias 12 e 13 de setembro, no Centro Universitário Fundação Santo André.

As ministrantes Prof.ª Ms Sandra Caldeira, com experiência na área há 21 anos, e Prof.ª Esp. Silvia Favalli desde 93, são as supervisoras de todos os dados estatísticos da Superliga, ainda tendo convidados que dividiram seus conhecimentos com os participantes, sendo as experiências de grande valia. O curso é destinado aos profissionais de educação física, e também aos especialistas da modalidade e técnicos de equipes de voleibol.

 A carga horária é de 30 horas e os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 2009/10.

A carga horária é de 30 horas e os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 2009/10.

Na sexta feira dia 28/08 no Centro Universitário Fundação Santo André, iniciou com uma palestra com a estatística da seleção brasileira masculina adulto de voleibol, Prof.ª Roberta Giglio integrante da equipe técnica da atual campeã mundial.

Na abertura do curso em sua parte teórica, a Prof.ª Sandra abordou a natureza da Avaliação, o perfil do avaliador, o sistema de avaliação técnica, seu histórico, sua metodologia, os critérios de avaliação do saque, recepção, ataque, e a assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo.

No sábado dia 29/08, houve na parte teórica, Sistema de Avaliação Técnica – critérios de Avaliação – bloqueio, levantamento, defesa, e assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo, e o sistema de anotação, já com a tutela da Prof.ª Silvia. Na sua parte prática, realizada no Ginásio Pedro Del’Antonia se realizou a análise de jogo ao vivo, entre as equipes  GAC/LOGISTICS/Santo André X  ULBRA/São Caetano, pelo Super Paulistão categoria adulto masculino.

Os profissionais de educação física, técnicos de equipes de voleibol, acompanhados das Prof.ª  Sandra Caldeira e Silvia Favalli.

Os profissionais de educação física, técnicos de equipes de voleibol, acompanhados das Prof.ª Sandra Caldeira e Silvia Favalli.

No domingo, dia 30/08, em sua parte teórica, foi analisado a avaliação do jogo – GACLOGISTCS X ULBRA/S.CAETANO, e a Parte prática no Esporte Clube Pinheiros, no período da tarde a Análise de jogo ao vivo do Campeonato Paulista Juvenil 2009 – PINHEIROS X UNIMED.

Concluída a primeira etapa do curso, os alunos se preparam para a segunda etapa que se realizara nos dias 12 e 13 de setembro, nas dependências do Centro Universitário Fundação Santo André, onde serão concluídos a parte final do programa na avaliação do jogo: PINHEIROS X UNIMED, os  Modelo de Relatórios, mais uma  análise de jogo ao vivo, ainda aguardando a tabela do Campeonato Paulista – 2ª. Fase, e finalizando com a avaliação do jogo do dia anterior e Avaliação Final e Entrega de Certificado.

 

Maiores informações no site http://www.scconsultoria.com.br/

30 de agosto de 2009 Posted by | Notícias | 1 Comentário

Fase Final dos Jogos Colegiais no interior

A interiorização da fase final dos Jogos Colegiais do Paraná (Jocop’s) foi o principal assunto da reunião técnica da Paraná Esporte, nessa quinta-feira (27/8), no auditório da autarquia, com os diretores de colégios estaduais de Curitiba e colaboradores na fase final de competição deste ano, em julho. Foi uma celebração ao grande sucesso dos 56.º Jogos Colegiais do Paraná.
“O motivo desse encontro é para agradecê-los pela cessão de suas instalações para a realização da fase final nesse ano, mas já vamos transmitir a nossa intenção de levar a fase final para as cidades do interior a partir do ano que vem”, comunicou Marco Aurélio Saldanha Rocha, diretor-presidente da Paraná Esporte.
Desde que os Jogos Colegiais do Paraná voltaram a ser disputados, em 2003, a fase final tem sido em Curitiba, por ser a única cidade com estrutura para realizar um evento de tal grandeza, reunindo mais de 8 mil atletas em 13 modalidades. Outro argumento defendido pelos organizadores até então era pela oportunidade de alunos do interior conheceram a capital.
Para o diretor-presidente da Paraná Esporte, a interiorização não compromete o desenvolvimento da competição, porque não haverá uma única sede, mas várias, cada uma delas se responsabilizando por determinadas modalidades, conforme suas estruturas. “Oportunidades para conhecer a capital sempre vão existir em outros projetos do governo, e sem a aglomeração de uma fase final dos Jogos Colegiais”, defende Marco Aurélio.

Participantes da reunião na Paraná Esporte

Participantes da reunião na Paraná Esporte

Ao falar da interiorização, a direção da Paraná Esporte ouviu também as opiniões dos dirigentes sobre o assunto. “A somatização de esforços busca melhorar o atendido ao atleta, fundamental para melhores resultados e na formação dos jovens. Com o apoio dos diretores escolares tudo se torna mais fácil. Assim poderemos trabalhar cada vez melhor para uma cidade, o estado e o país”, convocou Ney de Lucca Mecking, diretor de Esportes da Paraná Esporte.
Novidade para os presentes, o projeto chamou atenção e recebeu a aprovação da maioria. “Não havia pensado nisso. Quando o Marco falou da idéia eu logo percebi que isso seria, além de tudo, uma motivação para as cidades que receberão os jogos. Será importante também pelo fato de os alunos da capital conhecerem outro local, comunidade e costumes, isso pode ser motivação para eles também. E eu tenho certeza que assim como nós, os diretores de colégios do interior farão o possível para receber bem os atletas”, espera a diretora do Colégio Estadual Anibal Cury, Vera Lúcia Machado.

O encontro com os dirigentes nessa quinta-feira

O encontro com os dirigentes nessa quinta-feira

A cerimônia no Auditório da Paraná Esporte começou com a apresentação de um vídeo institucional sobre a competição. Além dos diretores e colaboradores estiveram presentes a representante da secretária de Estado da Educação, Yvelize Arco Verde, a professora Maria de Fátima Navarro Lins, e a chefe do Núcleo Regional de Educação de Curitiba, Alexandra Scheidt. O encontro foi encerrado com um café da manhã.
Nos contatos com os dirigentes, Marco Aurélio voltou a falar a respeito da interiorização dos Jogos Colegiais. “Com esse projeto queremos engrandecer o evento nos diversos municípios que têm capacidade de sediar a competição. No interior o público é muito maior para esse tipo de competição”, justificou, lembrando que não se pode desperdiçar o potencial dessas cidades.
Competição – Os Jogos Colegiais do Paraná congregam alunos-atletas de todos municípios do Estado, envolvendo aproximadamente 300 mil jovens em todas as fases (interna, municipal, regional, macrorregional e final). “Proporcionam o intercambio social, a vivência saudável do esporte e contribui para situar a escola como centro cultural, desportivo e formativo da comunidade. A competição ainda ajuda para a formação de novos talentos no esporte e também para torná-los grandes cidadãos”, completou a coordenadora geral dos Jogos Colegiais, Márcia Tomadon, da Paraná Esporte.

27 de agosto de 2009 Posted by | JOCOP'S, Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Convocação de Árbitro para atuar no Brasileiro Juvenil Masculino

A CBV divulgou nesta terça-feira (26.08) a lista dos 10 árbitros de todo Brasil que foram convocados para o Campeonato Brasileiro de Seleções Juvenil Masculino, que se realizará de 01 a 05 de setembro de 2009 em Itabira – MG.

Andrade ao lado de Neuri Barbieri, presidente da Federação Paranaense

Andrade ao lado de Neuri Barbieri, presidente da Federação Paranaense de Voleibol

Cada Federação de Voleibol indica um árbitro, e no Estado do Paraná foi convocado, o árbitro Nacional Luís Carlos dos Santos Andrade. O árbitro deve se apresentar na segunda-feira 31.08 em Belo Horizonte, para o início da competição.

27 de agosto de 2009 Posted by | Notícias | Deixe um comentário

Mari e Natália vão treinar mais para melhorar passe

Se no ataque Mari e Natália só causaram problemas para os adversários, na recepção as duas não estiveram tão bem durante o Grand Prix. Especialmente nos duelos contra Holanda e Japão, na fase final, os erros neste fundamento foram comuns, dificultando o trabalho da levantadora Dani Lins e colocando o Brasil em situações complicadas.

Para minimizar o problema, o técnico José Roberto Guimarães vai aumentar a carga de treinamentos de passe para as duas atletas durante a próxima passagem do time no CT de Saquarema, Rio de Janeiro, a partir de 1º de setembro.

A ideia é fazer um “intensivão”, onde cada uma delas vai trabalhar de 30 a 40 minutos a mais por dia defendendo bolas jogadas pela comissão técnica e por máquinas específicas nas mais variadas direções e alturas.

“Não dá para simplesmente colocá-las para treinar passe durante horas e pronto. Treino tem que ser em doses homeopáticas. O importante é elas sempre estarem em contato com o fundamento”, ensina Zé Roberto.

Apesar de reconhecer a deficiência, o treinador procurou minimizar as falhas das ponteiras no passe. “A Natália foi caçada e teve momentos muito difíceis. Já a Mari estava muito cansada no último jogo, pois ela não só passa, mas corre, faz defesas, ataca e ainda vai para o bloqueio triplo, coisa que, por exemplo, a Sassá não faz”, comparou.

Principal jogadora do Brasil no passe, ao lado da líbero Fabi, Sassá acredita que algumas semanas de treino serão suficientes para solucionar o problema das companheiras de seleção.


“Eu acredito que nasci com o dom de uma boa recepção, um bom fundo de quadra, mas isso não é nada que as meninas não possam aperfeiçoar com treinos. Com treinamento, tudo tem jeito. A Natália e a Mari vão ter a oportunidade de treinar bastante este que é um dos fundamentos mais difíceis do voleibol”, afirmou.

27 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Murilo no meio de uma queda de braço

Depois de alguns rounds mais discretos, agora Lube de Macerata da Itália e CBV(Confederação Brasileira de vôlei) travam talvez, o round que pode decidir o futuro do atacante Murilo nessa temporada. A história é simples: Murilo assinou contrato com o clube italiano e foi anunciado em maio como novo reforço da equipe. Dois meses depois, sua futura esposa, Jaqueline, acertou com o time de Osasco. À partir daí, Murilo começou uma verdadeira cruzada para tentar voltar ao país e ficar perto de Jaqueline. Com o aval do presidente da CBV, Ary Graça, o SESI anunciou sua contratação há algumas semanas.

Em entrevista ao site volleyball.it nesta terça-feira, o supervisor da equipe de Macerata, Stefano Recine, confirmou que o clube italiano vai entrar com a inscrição de Murilo na FIVB(Federação Internacional de vôlei) baseado no contrato assinado pelo brasileiro.

Se isso acontecer, o SESI não poderia fazer a inscrição de Murilo no Brasil. Se fizer, o atacante pode ser suspenso pela FIVB por dupla inscrição e ficar sem jogar nesta temporada. Enfim, de um lado, a CBV acredita que o contrato assinado por Murilo na Itália é apenas um pré-contrato sem validade. Do outro, os italianos declaram que vão fazer valer o contrato assinado. Enfim, tudo pode acontecer menos o Murilo ficar sem jogar nessa temporada, o que seria prejudicial para ele e principalmente para a seleção brasileira.

27 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Rodrigão passa por exames na lesão do ombro esquerdo

Meio-de-rede se machucou no confronto com a Argentina pela Liga Mundial

Meio-de-rede se machucou no confronto com a Argentina pela Liga Mundial

O meio-de-rede Rodrigão vai se submeter a exames nesta quarta-feira em São Paulo com o objetivo de avaliar o atual estágio da lesão no ombro esquerdo. O jogador se machucou no dia 24 de julho, no confronto com a Argentina pelas finais da Liga Mundial de Vôlei, disputada em Belgrado, na Sérvia.

Logo após o retorno ao Brasil, o jogador da seleção e do Pinheiros passou por uma ressonância magnética, que apontou a ruptura de um dos ligamentos do ombro. Uma lesão rara que, segundo os médicos da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), é registrada mais em atletas que praticam levantamento de peso ou esqui aquático.

– Por enquanto, só estou fazendo trabalhos físicos na academia do Pinheiros. Apenas após o resultado do exame de hoje (quarta-feira) os médicos vão poder me liberar para treinos com bola – disse Rodrigão.

De acordo com o prognóstico inicial do departamento médico da CBV, a recuperação do meio-de-rede demoraria em torno de seis semanas. O resultado dos exames realizados nesta quarta devem sair no final do dia ou na próxima quinta-feira.

26 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Paraná fica em sexto na classificação geral das Olimpíadas Universitárias Brasileiras

Handebol da Unopar, de Londrina

Handebol da Unopar, de Londrina

O Paraná ficou em sexto lugar na classificação geral das Olimpíadas Universitárias Brasileiras, em Fortaleza, no Ceará, encerradas sábado (22/8), uma posição abaixo do desempenho em 2008, em Alagoas. “Esperávamos melhorar, com as nossas equipes coletivas mantendo a regularidade e as individuais aumentando o rendimento. Mas todas as federações de uma maneira geral também subiram de produção, tornando a competição mais equilibrada”, analisou o presidente da Federação de Desportos Universitários do Paraná (FPDU), Ney Mecking, também diretor de Esportes da Paraná Esporte.

Também acompanhando as atuações das equipes paranaenses, em Fortaleza, o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha, viu as dificuldades na competição e se propôs a estudar soluções para o Estado melhorar o desempenho. “Sentimos que muitas equipes vieram desfalcadas, não só por contusões mas, talvez, em razão da crise, por falta de recursos financeiros, e outros atletas nem vieram por questão econômica mesmo. E são os resultados que aparecem, que repercutem na mídia”, constata Marco Aurélio.

Futsal da Unopar

Futsal da Unopar

No último dia de competições, além das medalhas nas modalidades coletivas – ouro da Unopar (masculino) no handebol e bronze da Unopar (feminino) no futsal e da FAG (feminino) no handebol – , outras medalhas paranaenses foram na natação e atletismo. Na natação, Flávia Borges, da Dom Bosco, de Curitiba, ganhou mais uma medalha de ouro, nos 100 metros livre, com a marca de 58”04 (a outra havia sido nos 200 metros livres) e Rafael do Amaral Budid, também da Dom Bosco, de Curitiba, ganhou a de bronze nos 100 metros peito com tempo 1’17”29 (ela já havia ganho a de prata nos 200 metros peito).

No atletismo foram conquistadas no último dia de provas duas medalhas de prata e uma de bronze. As de pratas foram de Helquer Gatto Rigone, da Unopar, no 800 metros rasos, com a marca de 1′ 52”14; e de Elton Ricardo de Oliveira Costa, da UEM, nos 110 metros com barreiras, em 14”57. A de bronze foi de Aline Fernanda Sanches, da Unopar, no salto em altura, com a marca 1,69 metros. No total, foram nove medalhas no atletismo; quatro de prata e cinco de bronze. 
Na natação foram ganhas quatro medalhas pelos paranaenses: duas de ouro, uma de prata e uma de bronze. O Paraná ainda teve medalhas no judô: uma de ouro e outra de prata. Nas individuais só não ganhou no xadrez, em que a melhor posição foi um quarto lugar da aluna Fernanda de Oliveira Pereira, da UEM, de Maringá, e um sétimo do campeão de 2007, Jomar Egoroff, do Cesumar, de Maringá.

26 de agosto de 2009 Posted by | História, JUP'S, Notícias | Deixe um comentário

SuperPaulistão tem sete jogos nesta quarta-feira

O SuperPaulistão 2009 tem sequência nesta quarta-feira, dia 26, com sete partidas, envolvendo os torneios masculino e feminino. A rodada do masculino, quarta do primeiro turno, terá quatro confrontos. Em Santo André, a partir das 19h30, o Gac Logistics/Sto. André recebe o Sesi-SP, no ginásio Pedro Dell’Antonia. Um pouco mais tarde, a partir das 20h, outros três jogos, Climed/Atibaia x Lupo/Náutico/Let´s, em Atibaia; Ulbra/São Caetano x Pinheiros/Sky, em São Caetano do Sul, e Vôlei Futuro x Brasil Vôlei, em Araçatuba.

Já entre as equipes femininas, a rodada, que começou nesta terça-feira, com o jogo entre UniÍtalo/Taboão x São Bernardo, apresenta outras três partidas. Às 18h30, em São Caetano do Sul, o Blausiegel/S. Caetano enfrenta o Apiv/Supricel/Amhpla; às 19h30, em Osasco, o time da casa recebe o Vôlei Futuro; enquanto às 20h, em Franca, o Carmen Steffens/Senhor Café pega o Pinheiros/Mackenzie.

Ainda em seu primeiro turno, o Super Paulistão 2009 já mostra que será bastante equilibrado. No torneio masculino, a liderança é do Pinheiros/Sky, único invicto e que soma seis pontos. Na segunda colocação aparece o Ulbra/São Caetano, com cinco pontos como Brasil Vôlei e Sesi-SP, mas que perdem no desempate pelo critério de ponto average e set average, respectivamente. Lupo/Náutico/Let´s ocupa a quinta posição, com quatro pontos, assim com Vôlei Futuro e Climed/Atibaia. O Gac Logistics/Santo André aparece em oitavo lugar, com três pontos.

No feminino não está muito diferente. Blausiegel/São Caetano e Osasco têm seis pontos cada, mas o representante do ABC leva vantagem pelo melhor set average, 1,3 contra 1,5. Apiv/Supricel, São Bernardo e Carmen Steffens/Senhor Café estão com três pontos, enquanto Pinheiros/Mackenzie, Vôlei Futuro e UniÍtalo/Taboão têm dois pontos cada.

26 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Programação de Regionais dos JAP’s

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL SIQUEIRA CAMPOS

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_scampos_04a08.pdf

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL CORONEL VIVIDA

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/programacao_celvivida.pdf

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL ASSIS CHATEAUBRIAND

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/bol_01_programacao_assis_chateaubriand.pdf

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL MANOEL RIBAS

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/2009_bol01_pro_04a12_09.pdf

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL IRATI

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/irati-boletimoficial01.pdf

52° JOGOS ABERTOS DO PARANÁ/ REGIONAL MANDAGUARI

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/mandaguari_prog_japs_prog_04a070909_corrigido.pdf

25 de agosto de 2009 Posted by | JAP'S, Notícias | Deixe um comentário

A história do Vôlei de Praia

O vôlei de praia começou oficialmente em 1920, nas praias do Havaí, com partidas disputadas por equipes de seis jogadores. Mas há indícios de que o esporte já era praticado em Santa Mônica, na Califórnia. Em 1927, o esporte atravessou o Oceano Atlântico e se converteu em uma das atividades mais populares dos acampamentos nudistas de Francoville, na França. Já nos anos 30, era praticado assiduamente nas cidades francesas de Palávas, Lacuana e Royan, em Praga, na Tchecoslováquia, e na cidade de Riga, na Letônia. Entretanto, foi nas praias de Santa Mônica, nos Estados Unidos, que começou a diminuir a quantidade de jogadores por equipe. Primeiro, o número se reduziu para quatro e, posteriormente, para dois.

Em 1947, foi disputado o primeiro torneio oficial de duplas masculinas, jogado em State Beach, na Califórnia. Um ano mais tarde, a companhia Pepsi-Cola realizou um torneio de grande sucesso com prêmios em dinheiro. O torneio provocou uma “febre” pelo jogo e culminou na organização do primeiro circuito de vôlei de praia na Califórnia, envolvendo as cidades de Santa Bárbara, State Beach, Corona Del Mar, Laguna Beach e Santa Mônica, com a participação de centenas de jogadores. Na mesma época, foi disputado no Brasil o primeiro torneio, patrocinado pela empresa Newspaper Publishing.

A primeira entidade encarregada de criar torneios e unificar as regras, a Associação de Voleibol de Praia da Califórnia, foi fundada em 1965. Nesse mesmo ano, foram disputados os torneios de Tahoe, Santa Cruz, Santa Bárbara e San Diego. Em 1976, o vôlei de praia se converteu em um esporte de grande popularidade, impulsionado pela realização do primeiro campeonato mundial. O evento foi realizado em State Beach, nos Estados Unidos, e foi acompanhado por um público de mais de 30 mil espectadores.

Na temporada 1989/90, foi criado o Circuito Mundial de Vôlei de Praia, com torneios no Brasil, Itália, Japão e Estados Unidos. No dia 8 de setembro de 1990, a FIVB (Federação Internacional de Vôlei), reunida na cidade de Lausanne, na Suíça, resolveu discutir as futuras regras e o calendário da modalidade. No congresso, foram escolhidos França, Itália, Japão e Brasil como países-anfitriões dos campeonatos mundiais masculinos.

Em 1992, o vôlei de praia se tornou um esporte profissional. Nos Jogos de Barcelona, ainda como esporte-exibição, fez grande sucesso junto ao público, que lotou as praias de Almería. No ano seguinte, Juan Antonio Samaranch, então presidente do COI, Billy Paine, presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996, e outros membros do COI assistiram, junto a 140 mil espectadores, às finais do Campeonato Mundial realizadas nas praias do Rio de Janeiro. No dia 24 de dezembro do mesmo ano, o vôlei de praia foi reconhecido como esporte olímpico.

A primeira competição olímpica foi realizada no mês de julho de 1996 em Atlanta Beach, em um estádio com capacidade para 10 mil espectadores. Os ingressos para o evento se esgotaram com um ano de antecedência. No Pan, a estréia aconteceu três anos depois, na cidade canadense de Winnipeg.

Em 1987 o esporte foi oficializado pela Federação Internacional de Voleibol, FIVB, e foi realizado em Ipanema o primeiro mundial. Em 1989 criou-se o I Circuito Mundial de Vôlei de Praia Masculino. Depois, as mulheres passaram também a competir em um circuito internacional – o Women’s World Championship Series. O Brasil é sede de etapas dos dois circuitos.

O vôlei de praia começou no Brasil na década de 50, com torneios amadores espalhados pelas praias do Rio de Janeiro, berço do esporte no Brasil.

Em 1986, foi realizado o primeiro campeonato oficial chamado Hollyood Volley. Desde então, o vôlei de praia tornou-se o esporte que mais cresceu no mundo. Tornando – se o esporte a ingressar mais rápido nas Olimpíadas, entrando como teste em 1996, e sendo em 1997 oficializado para 2000! O Brasil já tem seu nome marcado na história do vôlei de praia como esporte olímpico por ter as primeiras campeãs e vice da história.

No início, o vôlei de praia, era praticado também por duplas mistas! E hoje, já existe mais uma extensão do esporte: o 4 x 4.

O Brasil tem hoje, sem dúvida, alguns dos melhores atletas de vôlei de praia. Jacqueline e Sandra Pires: Campeãs olímpicas, são as atuais campeãs mundiais e detinham até pouco tempo a primeira colocação no ranking. Mônica e Adriana: medalha de prata em Atlanta, foram campeãs mundiais em 94, além de conquistarem e medalha de prata nos jogos da Amizade, 94. Franco e Roberto Lopes, que também representaram o Brasil em Atlanta, foram campeões do Circuito Mundial em 94 e 95. Zé Marco e Emanuel, terminaram a temporada de 96 em primeiro lugar e também representaram o Brasil em Atlanta.

Nas Olimpíadas de Sydney em 2000, o esporte obteve um excelente resultado, obtendo 1/3 de todas as medalhas obtidas pelo Brasil nos Jogos.

Em 2003, o Brasil sediou o Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, que foi disputado na cidade do Rio de Janeiro no mês de outubro (2003).

2003 – Em Santo Domingo, na República Dominicana, o vôlei de praia disputou pela segunda vez uma edição dos Jogos Pan-Americanos. No masculino, Paulo Emílio e Luizão garantiram a medalha de prata. Na final, perderam para os cubanos Alvarez e Rossell. No feminino, Larissa e Ana Richa ficaram com o bronze. O título ficou com Grasset e Peraza, de Cuba.

2004 – Emanuel venceu, pela primeira vez, o Torneio Rei da Praia, em Ipanema. No feminino, uma surpresa: Val ficou com a coroa. Três duplas brasileiras garantiram mais uma vez o país no pódio dos Campeonatos Mundiais sub-18 e sub-21. Na Itália, Carolina Solberg e Bárbara asseguraram a medalha de prata no Mundial sub-18. Em seguida, em Portugal, Carolina assegurou o ouro ao lado de Taiana, que, dessa forma, tornou-se bicampeã mundial sub-21. No masculino, bronze para Pedro Solberg e Moisés.

2004 – Nas Olimpíadas de Atenas, uma conquista histórica. Ricardo e Emanuel brilharam e conquistaram a medalha de ouro superando, na decisão, Bosma e Herrera, da Espanha. A medalha de bronze ficou com Heuscher e Kobel, da Suíça. Adriana Behar e Shelda garantiram a segunda medalha de prata olímpica. Um feito para poucos. Na final, Adriana Behar e Shelda perderam para as norte-americanas Walsh e May, favoritas ao título. O pódio olímpico foi completado por mais uma dupla dos Estados Unidos: McPeak e Youngs. Ana Paula/Sandra e Márcio/Benjamin terminaram a competição em nono lugar. O Brasil voltou a dominar o Circuito Mundial. Ricardo/Emanuel e Adriana Behar/Shelda ficaram com o primeiro lugar no ranking.

volei-de-praia2005 – Emanuel é bicampeão do Torneio Rei da Praia. Juliana, participando pela primeira vez, fica com o título do Rainha da Praia, e no pela primeira vez, o Brasil sediou o Campeonato Mundial Sub-21. A competição foi disputada nas areias de Copacabana. Entre as meninas, vitória brasileira com Carolina Solberg e Camillinha. No masculino, o título ficou com a Lituânia. Pedro Solberg e Tiago ficaram em quarto lugar. Márcio e Fábio Luiz mantiveram a tradição brasileira no Campeonato Mundial. Disputado de dois em dois anos, a competição foi realizada em Berlim, na Alemanha. Na decisão, Márcio e Fábio Luiz derrotaram os suíços Paul Laciga e Markus Egger. No feminino, Larissa e Juliana conquistaram a medalha de prata. O ouro ficou com as norte-americanas Walsh e May, bicampeãs.

2005 – Ricardo/Emanuel e Larissa/Juliana sagraram-se campeãs da temporada do Circuito Mundial. No masculino, as três primeiras posições no ranking foram do Brasil. Márcio/Fábio Luiz e Harley/Benjamin terminaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugares. No feminino, Adriana Behar e Shelda ficaram com a terceira colocação.

2006 – No Circuito Mundial, Ricardo/Emanuel garantiu o tetracampeonato e Larissa/Juliana ganhou o segundo título consecutivo.No Circuito Banco do Brasil, Ricardo/Emanuel e Larissa/Juliana foram as duplas campeãs. Ao término da temporada, Ricardo e Larissa foram eleitos os melhores jogadores da competição.No Campeonato Mundial Sub-21, na Itália, Bárbara Seixas e Carolina Aragão deram ao Brasil a quinta medalha de ouro em seis edições. No masculino, Bruno Schmidt e Pedro Solberg foram os campeões na Polônia, recuperando o título que o Brasil não ganhava desde 2004.

25 de agosto de 2009 Posted by | História | 3 Comentários

Grupamentos de Regionais dos Jap’s

Conforme divulgado segue abaixo os grupamentos de três das oito sedes das Fases Regionais dos Jap’s:

São José dos Pinhais (Região 1):

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_sj_pinhais.pdf

Irati (Região 2):

COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA

 
Local: IRATI – CLUBE DO COMÉRCIO
Endereço: RUA XV DE JULHO 310
Telefone: 42 3907 3158
Região/Fase: REGIÃO 2 – IRATI

Siqueira Campos (Região 3):

COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA

 
Local: SIQUEIRA CAMPOS/ ASE – ASSOCIAÇÃO SIQUEIRENSE DE ENSINO
Endereço: Santuário Bom Jesus da Cana Verde, s/n
Telefone: (43) 3571-3958
Região/Fase: REGIÃO 3 – SIQUEIRA CAMPOS
 

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_scampos.pdf

Mandaguari (Região 4):

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_japs_mandaguari.pdf

Ubiratã (Região 5):

Não divulgado.

Assis Chateaubriand (Região 6):

COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA

 
Local: Assis Chateaubriand – OFICINA DO OFICIO
Endereço: Av. Cívica s/nº
Telefone: (44) 3528-1822
Região/Fase: REGIÃO 6 – ASSIS CHATEAUBRIAND

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentosassischateaubriand.pdf

Coronel Vivida(Região 7):

COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA

 
Local: Complexo Esportivo Barro Preto
Endereço: Rua Clevelândia, s/n
Telefone: 46 3232-2038
Região/Fase: REGIÃO 7 – CORONEL VIVIDA

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/grupamentos_celvivida.pdf

Manoel Ribas (Região 8):

COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA

 
Local: MANOEL RIBAS / SECRETARIA – C.E. PROF. RENI CORREIA GAMPER
Endereço: RUA 1º DE MAIO, 454
Telefone: (43) 3435 2519 / 3435 1332
Região/Fase: REGIÃO 8 – MANOEL RIBAS

http://www.jogosabertos.pr.gov.br/modules/fase_final/uploads/2009_equipes_confirmadas_grupamento.pdf

24 de agosto de 2009 Posted by | JAP'S, Notícias | Deixe um comentário

Supervisoras das estatísticas da FIVB promovem curso

A carga horária é de 30 horas e os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 09/10.

A carga horária é de 30 horas e os aprovados poderão ser selecionados para atuarem na Superliga 09/10.

Os responsáveis no Brasil pelo sistema de voleibol da Federação Internacional, as professoras Sandra Caldeira e Silvia Favalli estarão à frente do Curso de Avaliação Técnica no Voleibol – Sistema Superliga -, em Santo André, São Paulo.

Através das aulas práticas e teóricas, os participantes conhecerão os critérios de avaliação técnica de todos os fundamentos do vôlei.

O curso, que tem a chancela da Confederação Brasileira de Voleibol, será ministrado em duas etapas: nos dias 28, 29 e 30 de agosto e nos dias 12 e 13 de setembro, na Fundação Santo André.

Sandra Caldeira, com experiência na área há 21 anos, e Silvia Favalli desde 93, são as supervisoras dos dados estatísticos da Superliga, e convidaram o professor Denis Pereira dos Santos para dividir seus conhecimentos com os participantes.

O curso é destinado aos profissionais e alunos de educação física, e também aos especialistas da modalidade e técnicos de equipes de vôlei.

Programação:

Dia 28/08

Local: Centro Universitário Fundação Santo André

Horário: 19:00 às 23:00 horas

Parte teórica:

A natureza da Avaliação.

Perfil do Avaliador.

Sistema de Avaliação Técnica – Sistema Superliga

– Histórico

– Metodologia

Critérios de Avaliação – saque, recepção, ataque.

Assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo.

Dia 29/08

Local: Centro Universitário Fundação Santo André

Horário: 9:00 às 15:30 horas

Parte teórica:

Sistema de Avaliação Técnica – Sistema Superliga

Critérios de Avaliação – bloqueio, levantamento, defesa.

Assimilação dos critérios pela análise de jogos através de vídeo.

Sistema de anotação.

Parte prática:

Local: Rua São Pedro, 27 – Ginásio Pedro Del’Antonia – Vila Pires

Horário: 16:00 às 19:30 horas

Análise de jogo ao vivo: 17:30   GACLOGISTICS/S.ANDRE  X  ULBRA/SAO CAETANO

Dia 30/08

Local: Centro Universitário Fundação Santo André

Horário: 8:00 às 12:00 horas

Parte teórica: Análise da avaliação do jogo – GACLOGISTCS X ULBRA/S.CAETANO

Parte prática:

Local: Esporte Clube Pinheiros  Rua Angelina Maffei Vita, 493 – Jardim Europa – São Paulo/SP

Horário: 15:00 às 18:00 hs

Análise de jogo ao vivo: Campeonato Paulista Juvenil 2009 – PINHEIROS X UNIMED

Dia 12/09

Local: Centro Universitário Fundação Santo André

Horário: 8:00 às 12:00 horas

Parte teórica:

Análise da avaliação do jogo: PINHEIROS X UNIMED  Modelo de Relatórios

Parte prática:

Local: a ser definido

Horário: período da tarde

Análise de jogo ao vivo: aguardando a tabela do Campeonato Paulista – 2ª. fase

Dia 13/09

Local: Centro Universitário Fundação Santo André

Horário: 8:00 às 12:00 horas

Parte teórica:

Análise da avaliação do jogo do dia anterior

Avaliação

Entrega de Certificado e Encerramento

As inscrições poderão ser feitas no site http://www.scconsultoria.com.br/

24 de agosto de 2009 Posted by | Notícias | Deixe um comentário

Brasil conquista o octa do Grand Prix

A data de 23 de agosto já era especial para a seleção brasileira feminina de vôlei. Neste domingo, no entanto, se tornou inesquecível. No dia em que completou um ano da inédita conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil tornou-se octacampeão invicto do Grand Prix e, assim, reafirmou seu status de maior vencedor do torneio: 94/96/98/04/05/06/08/09. O time brasileiro poderia ter chegado ao oitavo título com uma rodada de antecedência na fase final, em Tóquio. A taça estava praticamente na mão. Mas ainda não era o dia 23. Por isso, somente após o triunfo sobre o Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/21, 25/27, 25/19 e 25/19, é que pôde festejar.

Seleção brasileira faz de 23 de agosto uma data memorável e reafirma seu status de maior vencedora da competição: 94/96/98/04/05/06/08/09

Seleção brasileira faz de 23 de agosto uma data memorável e reafirma seu status de maior vencedora da competição: 94/96/98/04/05/06/08/09

– É um dia muito especial. Dia 23 de agosto de 2008 foi quando conseguimos a nossa maior realização. Todo dia 23 a gente vai lembrar disso. Hoje, com mais esse título, será uma comemoração dupla – disse o técnico José Roberto Guimarães.
Na verdade, será tripla. Isso porque, Mari dá um motivo a mais para a comemoração. Além da conquista do octacampeonato do Grand Prix e do aniversário da medalha olímpica, ela completa, neste 23 de agosto, 26 anos de idade.

– Por todos esses motivos, é uma data muito importante para nós – reforçou Zé Roberto.

Com uma derrota e quatro vitórias, totalizando 9 pontos, a Rússia ficou com a medalha de prata do Grand Prix. O bronze foi para a seleção da Alemanha, com 7 pontos, duas derrotas e três vitórias.

Neste ano, quem ficou com o título de MVP foi, mais uma vez, a oposto Sheilla

Neste ano, quem ficou com o título de MVP foi, mais uma vez, a oposto Sheilla

O Brasil fez uma campanha impecável na competição. Foram 14 jogos e 14 vitórias, contra Estados Unidos, Alemanha, Porto Rico, China, Polônia, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda. Para manter a rotina, o GP teve uma brasileira como melhor jogadora. Em 2005, Paula Pequeno foi a eleita.

No ano de 2006, foi a vez de Sheilla. Em 2008, Mari foi a escolhida. Neste ano, quem ficou com o título de MVP foi, mais uma vez, a oposto Sheilla. A equipe de Zé Roberto ainda ganhou mais um prêmio individual em 2009.

Fabiana recebeu a placa de melhor bloqueadora.

O octacampeonato foi o quarto título na atual temporada da seleção brasileira, que foi campeã do Torneio de Montreux, na Suíça; da Copa Pan-Americana, nos Estados Unidos; e do Torneio Classificatório para o Mundial 2010, disputado nas cidades mineiras de Contagem e Betim.

23 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Juliana e Larissa ficam com o título da Finlândia, o sexto da dupla em 2009

Larissa e Juliana exibem as sexta medalha de ouro conquistada na temporada

Larissa e Juliana exibem as sexta medalha de ouro conquistada na temporada

Juliana e Larissa garantiram o ouro da etapa finlandesa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia ao derrotarem, neste sábado, as atuais campeãs mundiais Jennifer Kessy e April Ross, dos Estados Unidos, na decisão por 2 sets a 0 (21/15 e 28/26). O bronze ficou com Talita e Maria Elisa, que derrotaram Ana Paula e Shelda na disputa de terceiro lugar. O título da etapa finlandesa, o sexto da dupla no ano, deixa a disputa no Circuito Mundial 2009 totalmente indefinida. Com os 600 pontos obtidos com o ouro, Juliana e Larissa somam agora 5.560, contra 5.600 de Talita e Maria Elisa, que mantiveram a liderança do ranking ao baterem Ana Paula e Shelda por 2 sets a 0 (21/15 e 21/18) na briga pelo bronze. Brasil sempre nas cabeças A medalha de ouro conquistada pelas brasileiras é a 10ª obtida pelo vôlei de praia feminino do país no Circuito Mundial, que chega na Finlândia à 12ª etapa do ano. A conquista é também a segunda da dupla em Aland, já que Ju e Larissa também foram campeãs na cidade em 2007.

22 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Brasil passa pela Holanda e está a uma vitória do octacampeonato do Grand Prix

A seleção brasileira feminina nem precisou jogar tão bem como nas três primeiras partidas da fase final do Grand Prix, em Tóquio, para derrotar a Holanda, por 3 sets a 1, na madrugada deste sábado (no horário de Brasília), e ficar a uma vitória do seu oitavo título na competição. Com parciais de 25/22, 18/25, 25/20 e 25/16, as campeãs olímpicas se mantiveram invictas, com 13 jogos e 13 triunfos, e se derrotarem as japonesas neste domingo festejarão mais um título. Coincidentemente, no mesmo dia em que completarão 1 ano da conquista da medalha de ouro de Pequim.

Thaisa mostra toda a sua força

Thaisa mostra toda a sua força

A partida contra o Japão será a última da quinta e última rodada da fase final, às 7h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV. E as brasileiras poderão entrar em quadra já com a taça na mão, caso as russas percam, no jogo de 3h30m, para as holandesas, que não têm mais como chegar ao título.

Matematicamente, Brasil e Rússia são as únicas equipes com chances de conquista. A seleção brasileira, na liderança, está invicta e soma oito pontos na fase final, um a mais do que as russas – com uma derrota. No critério de desempate (divisão dos pontos ganhos pelos perdidos), tem a vantagem de 34 pontos. Para a Rússia sagrar-se campeã, será preciso vencer e torcer por uma queda do Brasil com uma pontuação suficiente para tirar a diferença.

Antes, no primeiro jogo da rodada, à 1h30m, Alemanha e China, que não têm mais chances, se enfrentam

O Brasil começou bem, mas o jogo era equilibrado e depois de dois erros seguidos, de Fabi e Natália, a Holanda virou para 4 a 3. As brasileiras se desconcentraram e deixaram as adversárias abrirem três pontos de vantagem (7 a 4). Para a primeira parada técnica, as holandesas foram à frente no marcador: 8 a 6.

O time brasileiro não repetia as boas atuações anteriores, e as holandesas se aproveitaram para voltar a ter três pontos de diferença no placar: 10 a 7. Quando a Holanda fez 12 a 8, o técnico José Roberto Guimarães pôs Sassá no lugar de Natália, que errava passes e não era tão eficiente no ataque como vinha acontecendo.

A modificação melhorou o time, que encostou em 12 a 13. Mas os erros se sucediam e após uma recepção completamente equivocada de Mari, as holandesas fizeram 15 a 12. O Brasil voltou ao jogo após a segunda parada técnica e conseguiu virar para 18 a 17 e abrir para 19 a 17, após erro de ataque holandês. O suficiente para o técnico Avital Selinger pedir tempo.

A Holanda manteve o equilíbrio do jogo, sem deixar que o Brasil escapasse no marcador. O bloqueio brasileiro funcionava bem e mantinha o time na frente, mas uma cortada de Mari, que significaria o 24º ponto brasileiro, foi dada como bola fora pelo árbitro, sob protestos das jogadoras e de Zé Roberto. Assim, o placar ficou em 23 a 22 para as brasileiras. O time do Brasil manteve a calma e conseguiu fechar em 25 a 22 após um belo bloqueio no meio da rede.

Sheilla dá uma largadinha para vencer o bloqueio

Sheilla dá uma largadinha para vencer o bloqueio

A Holanda voltou bem melhor no segundo set, e o Brasil, irreconhecível. Resultado: 5 a 0 para as holandesas. Mari fez dois pontos seguidos e diminuiu a vantagem. Mas o time holandês estava melhor e foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 4.

A equipe brasileira não fazia uma boa apresentação e deixou a rival abrir novamente cinco pontos de vantagem: 10 a 5. O time de Zé Roberto demorou um pouco a entrar no jogo e o treinador deu um berro para ver se acordava as jogadoras em quadra. Com isso, a diferença holandesa diminuiu para dois pontos: 13 a 11. As brasileiras passaram a vibrar mais, mas a Holanda foi para a segunda parada com 16 a 13.

Na volta, a seleção brasileira melhorou e encostou no placar em 18 a 17. Depois de um erro de Mari na recepção, houve um princípio de discussão que Zé Roberto, no tempo que já pedira, procurou debelar. Disse ele que não adiantava ficar discutindo quando o grande problema havia sido no início do set, e o time precisava se recuperar. Mas não houve jeito. O Brasil errava muito, e a Holanda se aproveitou para deslanchar e vencer o set por 25 a 18.

O terceiro set começou como terminara o segundo, com dois erros seguidos da recepção brasileira. Fabiana, em duas jogadas, a segunda num bloqueio, pôs tudo igual no marcador: 2 a 2. O Brasil entrou na partida e virou para 4 a 3. O saque e o bloqueio brasileiro melhoraram muito, e a equipe foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 5. Na volta, Thaisa bloqueou duas vezes seguidas, e a seleção brasileira foi a 10 a 5. Finalmente, as brasileiras passaram a dar o show que haviam apresentado na véspera, contra a Alemanha, e abriram oito pontos de vantagem (13 a 5), quando o técnico holandês pediu tempo.

A Holanda voltou melhor, e o Brasil se mostrou novamente apático. Assim, as holandesas fizeram quatro pontos seguidos, o que fez Zé Roberto pedir tempo. Na volta, Sheilla errou um ataque de fundo de quadra e a Holanda fez mais um, logo depois outro ponto, e o jogo, que estava fácil, ficou complicado: 13 a 11. Mas aí apareceu Thaisa com dois pontos seguidos para o Brasil. Logo depois, num bom bloqueio, as brasileiras foram à segunda parada com 16 a 11.

A seleção continuou bem e abriu para 18 a 12. Sassá, que entrara no lugar de Natália no primeiro set, atuava bem, e com os seus saques o Brasil chegou a 22 a 14. Fabi errou duas recepções, a segunda após uma reclamação de Mari contra a arbitragem que deu fora um ataque seu, e Zé Roberto pediu tempo para acalmar seu time. Deu certo, e o Brasil fechou em 25 a 20, após uma cortada de Mari em diagonal da entrada de rede.

Quarto set: depois de um início complicado, Brasil sobra em quadra

Se as russas forem derrotadas pelas holandesas neste domingo, as brasileiras entrarão em quadra contra o Japão já com o título garantido

Se as russas forem derrotadas pelas holandesas neste domingo, as brasileiras entrarão em quadra contra o Japão já com o título garantido

A seleção brasileira iniciou bem o quarto set, mas logo a recepção começou a falhar e a Holanda virou para 4 a 2. Apesar de errar muito, o Brasil voltou ao jogo, e com um belo saque de Fabiana, o jogo ficou empatado em 7 a 7. Logo depois, as holandesas erraram e o Brasil foi para a primeira parada técnica com vantagem: 8 a 7.

Na volta, com destaque para Fabiana e Thaisa,  a vantagem brasileira foi aumentando e chegou a 11 a 7. O jogo passou a ficar mais tranquilo e o Brasil foi para a segunda parada com 16 a 9. Na volta, o ritmo foi mantido e a seleção brasileira caminhou tranquilamente para a vitória depois de uma atuação irregular, mas superior à da adversária. E, curiosamente, o último ponto veio com Natália, que desta vez não atuou bem, e ficou boa parte do jogo no banco: 25 a 16.

Times:
BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi.

Entraram: Sassá, Ana Tiemi, Joyce e Regiane.
HOLANDA – Kim Staelens, Manon Flier, Francien Huurman, Chaïne Staelens, Ingrid Visser e Debby Stam. Líbero: Janneke van Tienen.

Entraram: Maret Grothues e Caroline Wensink.

22 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Brasil leva susto, vence Argentina e é campeão

O Brasil tomou um susto, mas na base do talento e da garra, virou sobre a Argentina e conquistou o Campeonato Sul-Americano de vôlei. A equipe de Bernardinho perdeu o primeiro set para os hermanos, mas fez 3 sets a 1, parciais de 28/30, 25/17, 25/19 e 25/15, e volta de Bogotá com o título da competição, o seu 27º.

Com o título, a seleção brasileira ainda garantiu vaga para disputar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. O torneio reúne os melhores de cada continente e que já conquistou duas vezes, em 1997 e 2005. Bernardinho comemorou o poder de superação do grupo.

Comandados de Bernardinho conquistam taça após vitória por 3 sets a 1

Comandados de Bernardinho conquistam taça após vitória por 3 sets a 1

– Tínhamos a responsabilidade de manter a hegemonia no Sul-Americano e essa pressão de ter que ganhar é complicada. Além disso, tivemos o problema da altitude. Por exemplo, no jogo de hoje alguns jogadores sentiram falta de ar. Sem dúvida, na dificuldade o grupo se une ainda mais. Provamos isso na final contra os argentinos. É uma coisa que, sem dúvida, levaremos conosco – disse o treinador.

A seleção brasileira chegou à decisão como franca favorita. Em seis jogos, venceu todos e havia perdido apenas um set, para a Venezuela. Perdeu o segundo nesta sexta, mas conseguiu a virada para levar o título.

Os argentinos tinham a mesma campanha do Brasil e eram os únicos que poderiam tirar o título dos comandados de Bernardinho. Após um começo irregular, a seleção brasileira voltou mais atenta para o segundo set e construiu a vitória. Com a derrota, a Argentina termina na segunda colocação do Sul-Americano.

22 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Prata olímpica da geração de 1982 completa 25 anos

Setembro de 1982. O Brasil conhece a seleção masculina de vôlei, faz festa e cria ídolos. Agosto de 1984. O Brasil se decepciona com a medalha de prata e chora com aqueles ídolos. Dois momentos marcantes para uma geração que colocou o nome do voleibol brasileiro no cenário mundial.

A histórica prata nos Jogos de Los Angeles-1984 completa 25 anos neste mês de agosto. Uma conquista um pouco amarga, mas que ajudou o jogo a ser admirado no país e impulsionou a trilha para chegar ao topo do mundo oito anos depois, em Barcelona. E agora voltar, com o título da Liga Mundial. Relembramos as  histórias de como aquela equipe se formou, dos treinosprimeiros autógrafosbrigas que acabaram com o time de prata.

Seleção brasileira de volei de 1984

Seleção brasileira de volei de 1984

Quem era quem
“O núcleo central era composto por Bernard, William e Fernandão. Junto com eles estavam Renan, Amauri, Montanaro, Xandó e Badá. Eram os oito principais jogadores”, afirma Bernardinho, o levantador reserva da equipe prata e hoje todo-poderoso do vôlei nacional. “Os demais, como eu, [Domingos] Maracanã, Leo, Marcos Vinícius brigavam para entrar nesse time. Tudo girava em torno daqueles nomes. Era um grupo muito fechado”, explica o atual técnico da seleção masculina.

Primeiros passos
O primeiro grande desafio dessa seleção foi a Olimpíada de Moscou, em 1980. Xandó estava machucado, Renan não brilhou e Moreno, remanescente da geração anterior, não pode participar de todos os jogos. Resultado: Brasil em quinto lugar, e ouro para a União Soviética. “Não jogamos com todo o potencial daquele time. Poderíamos ter ido mais longe”, analisa Bernardinho. “A União Soviética era imbatível e a Bulgária tinha um grande time, tanto que foram os primeiros. Com as outras a gente poderia ter lutado mais”, completa.

Um ano depois, o Brasil subiu ao pódio. Sob o comando do técnico Bebeto de Freitas, ficou com o bronze na Copa do Mundo depois de vencer a Polônia. “Foi uma disputa dramática e uma conquista fantástica. Mas ninguém ficou sabendo. A mídia nem falava direito de vôlei”, conta Montanaro.

Primeiro título e primeiro vice
No ano seguinte, a seleção masculina vararia febre nacional. Na preparação para o Campeonato Mundial, o país sediou o Mundialito, no Rio de Janeiro. Foi neste torneio que Bernardinho fez seu melhor jogo. O Brasil perdia por 9 a 1 para o Japão e conseguiu virar e vencer. “Foi o melhor momento da minha vida como jogador”, lembra o ex-levantador. Na final, a equipe brasileira venceu a gigante União Soviética por 3 sets a 2 diante de 20 mil pessoas que lotaram o ginásio do Maracanãzinho.

Seleção de Montanaro, Renan, William e companhia ajudou na popularização da modalidade no País

Seleção de Xandó, Renan, Bernard, Amauri, Fernandão e William , esse era o time base que ajudou na popularização da modalidade no País

Torcida e imprensa estavam conquistadas. Com o título, os jornais passaram a noticiar a seleção masculina e colocar o Brasil entre os melhores do mundo. O resultado foi o aumento de interesse por parte do público e ginásios mais cheios. A televisão também passou a transmitir as partidas, e a compreendido dos macetes do esporte se disseminou.

O time estava pronto para o Mundial, que começaria no dia 2 de setembro de 1982, na Argentina. Para conquistar a torcida local, os brasileiros distribuíram bonés e camisetas antes dos jogos. O Brasil foi passando pelos adversários e ganhando status.

Na primeira partida, arrasou a Líbia por 3 a 0, com direito a dois sets com 15 a 0 no placar (na época, cada parcial tinha 15 pontos e o time tinha que primeiro conquistar uma vantagem, assumir a posse de bola e, depois, concretizar o ponto). Na sequência, repetiu o mesmo placar sobre o Iraque. A primeira derrota foi contra a Tchecoslováquia, por 3 sets a 1. Na segunda fase, depois de grande confusão da organização, que mudou as chaves do torneio, a seleção venceu Polônia e Cuba pelo mesmo placar: 3 a 0. A vaga na semifinal veio em um 3 a 1 contra a Bulgária e, para encerrar a fase, com titulares poupados, Brasil perdeu para União Soviética por 3 a 0.

Nos dias de hoje a seleção que ganharia a prata em Los Angeles

Paulo Sérgio Rocha Angeles (preparador físico), Badá, Bernard, Renan, Amaury, Xandó, e Rui. Sentados: Montanaro, Willian, Marcus Vinícius, Fernandão e Domingos Maracanã.

Na semifinal contra o Japão, os principais jogadores estavam descansados, e o time venceu por 3 a 0 para garantir a vaga em Los Angeles. Na final, mais uma vez os soviéticos se sobrepuseram. A seleção perdeu por 3 sets a 0, mas já estava na elite do esporte.

Mesmo com o segundo lugar, o vôlei ganhou status entre os esportes no Brasil em um ano de decepções como a Copa do Mundo de futebol e Nelson Piquet na Fórmula 1. “O grito de gol foi transferido para o vôlei”, analisa Montanaro, atacante da geração de prata e hoje gerente do Brasil Vôlei Clube. Na volta para casa, os jogadores foram recepcionados com festa no aeroporto.

A prata olímpica
Agosto de 1984. Chegou a Olimpíada de Los Angeles. Pela primeira vez, a seleção brasileira masculina iria para um torneio mundial como favorita, ajudada pelo bicampeonato pan-americano em Caracas-1983. Para facilitar, a União Soviética não participou dos Jogos em resposta ao boicote dos Estados Unidos aos Jogos de Moscou. “Nós éramos totalmente conhecidos. Idolatravam a gente e confiavam naquele time”, afirma Montanaro. Foram mais de 400 horas de treinos e o time estava concentrado desde janeiro. Eles estavam prontos para lutar pelo ouro.

Na fase classificatória, vitórias sobre Argentina e Túnisia. Contra a Coreia do Sul, na partida que valeria vaga na semifinal, derrota por 3 sets a 1. No jogo seguinte, 3 a 0 nos Estados Unidos e o lugar na semi. “Viemos aqui buscar o ouro e só vamos sair como ele no peito”, disse Amauri depois da classificação. Na semifinal, Brasil venceu a Itália por 3 a 1 e encararia de novo os donos da casa na decisão.

Na temporada haviam sido nove vitórias brasileiras sobre os norte-americanos. Mas, na final olímpica, os Estados Unidos faturam o jogo com um 3 a 0, com parciais de 15/06, 15/06 e 15/07. “Perdemos para nós mesmos. A gente tinha condições técnicas para vencer, mas não tinha cabeça”, analisa Amauri. “Foi muita vaidade dentro da quadra. Um quis aparece mais que o outro. Foi a medalha de ouro mais certa que a gente deixou escapar”, explica o ex-central. A torcida também sentiu a decepção da medalha de prata. Dessa vez, não teve nenhuma festa no desembarque do time.

Com a sensação de ser eterno vice, como disse o levantador William ao jornal Gazeta Esportiva depois da derrota em Los Angeles, a seleção passou por muitas crises, brigas internas e se separou no final de uma era. Mesmo com a ausência de um grande título, com os vices no Mundial e na Olimpíada, aquele time entrou para a história do esporte nacional. Além disso, abriu caminho para o desenvolvimento de uma nova geração, com mais estrutura, que seria campeã olímpica em Barcelona.

“A fama subiu à cabeça de todos”, diz Montanaro sobre fim da geração; onde eles estão agora?

Jogadores da seleção brasileira dos anos 80 saíram do anonimato e viraram ídolos em poucos anos; brigas internas minaram uma talentosa e pioneira seleção

Fernadão, Bernard Xandó e Rui, no fundo, jogadores da seleção brasileira dos anos 80, que saíram do anonimato e viraram ídolos em poucos anos, infelizmente brigas internas minaram uma talentosa e pioneira seleção

, Quando se tem fama, dinheiro e sucesso, além de aprender a lidar com a cobrança para se manter entre os melhores, é necessário aprendera lidar com a vaidade de cada um. Os brasileiros voltaram da Olimpíada de Los Angeles com a medalha de prata e eram ídolos nacionais. Mas não engoliram a frustração de um segundo lugar no torneio em que era apontados como favoritos, e os problemas começaram a aparecer.

“Passamos de amadores a profissionais, éramos ídolos nacionais, e não soubemos lidar com isso. Um queria mostrar que era melhor que o outro, e perdemos o foco, que era jogar voleibol”, explica Bernardinho, levantador reserva daquela equipe.  “A fama subiu à cabeça de todos. Os contratos de publicidade aumentaram, começou e entrar dinheiro e a coisa começou a pegar”, conta Montanaro, ex-atacante.  “De repente, alguém faltava a um treino para filmar uma campanha publicitária e quem estava lá, trabalhando, ficava se perguntando se aquilo era justo”, lembra Amauri, meio-de-rede na Olimpíada.

Após essa quebra, a seleção não conseguiu subir ao pódio até 1987, tendo como melhor posição i quarto lugar na Copa do Mundo de 1985 e a mesma colocação no Mundial da França, em 1986. O time passou por uma renovação e contou com a chegada de nomes como Maurício, Carlão e Paulão, que seriam campeões olímpicos em Barcelona, 1992.

O comando ficou com o sul-coreano Young Wan Sohn, convidado pela CBV, que não agradava aos atletas. “Ele deixava a gente batendo bola e ia fumar”, conta Amauri. Os jogadores, revoltados, escreveram uma carta pedindo a saída do técnico, o Manifesto de Miami. Mas o documento acabou caindo nos jornais, e Carlos Arthur Nuzman, hoje presidente da CBV, não gostou nada – desconvocou todo o time e manteve Sohn no comando.

Pouco depois, um mês antes da Olimpíada de Seul, em 1988, o sul-coreano foi afastado. E Bebeto de Freitas voltou ao comando. Com ele, voltaram os jogadores da geração de prata, com exceção de Bernard e Bernardinho, que ficaram conhecidos como “os intocáveis”. Brasil foi aos Jogos e perdeu o bronze para a Argentina.

No ano seguinte, a situação do vôlei no país piorou. “As condições de treinamento não eram boas”, diz Montanaro, referindo-se aos treinos em Itapecerica da Serra, em São Paulo. “O ginásio não recebia os cuidados que a nossa prática exigia. No alto rendimento, qualquer poeirinha atrapalha. Reivindicamos algum pagamento e melhores condições de trabalho, mas Nuzman não nos atendeu e deixamos a seleção”, conclui o ex-atacante.

Apesar da separação do time, quase todos os jogadores daquela geração seguiram no esporte. Veja o que cada um deles está fazendo atualmente:

Em pé, da direita para a esquerda: Major Paulo Sérgio da Rocha, Jorge Barros (Jorjão), Bernard, Leonídio, Fernandão, Rui, Xandó, Domingos Maracanã, Amaury, Bebeto de Freitas e José Carlos Brunoro. Sentados, da esquerda para a direita: José Mathias, Marcus Vinícius, Montanaro, Bernardinho, Renan, William, Ronaldão, Cacau e Badá.

Em pé, da direita para a esquerda: Major Paulo Sérgio da Rocha, Jorge Barros (Jorjão), Bernard, Leonídio, Fernandão, Rui, Xandó, Domingos Maracanã, Amaury, Bebeto de Freitas e José Carlos Brunoro. Sentados, da esquerda para a direita: José Mathias, Marcus Vinícius, Montanaro, Bernardinho, Renan, William, Ronaldão, Cacau e Badá.

Montanaro: gerente do time de vôlei de São Bernardo do Campo Brasil Vôlei Clube

William: técnico do time feminino do Vôlei Futuro, de Araçatuba, interior de São Paulo

Renan: gerente de esportes do time Cimed, de Florianópolis

Xandó: supervisor de esportes da Secretaria Municipal de São Paulo

Bernardinho: técnico da seleção masculina brasileira

Marcus Vinícius: superintendente executivo de esportes do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e foi chefe da delegação nacional em jogos como o Pan-Americano e a Olimpíada de Pequim

Amauri: presidente da Associação Brasileira de Voleibol Paraolímpico e técnico do time de vôlei sentado na Olimpíada de Pequim

Bernard: seguiu carreira política e é presidente da Comissão de Atletas do COB

Maracanã: trabalha no projeto de inclusão social da Federação Paulista de Futebol

Fernandão: é professor do curso de Direito Desportivo da UniverCidade, do Rio de Janeiro, e já foi comentarista e colunista de vôlei e assessor de Bernard na Assembleia Legislativa

Rui Campos: gerente de esportes do departamento nacional do Sesi

Badá: único que deixou o esporte e foi cuidar de uma pousada

Bebeto de Freitas (técnico): até a terça-feira deste semana era diretor-executivo do departamento de futebol do Atlético-MG

Carlos Arthur Nuzman (presidente da CBV na época): presidente do COB.

21 de agosto de 2009 Posted by | História, Notícias | 2 Comentários

Brasil vence a Venezuela e decide o título contra a Argentina

O Brasil venceu a Venezuela, nesta quinta-feira (20.08), por 3 sets a 1 (25/23, 25/18, 23/25 e 25/22), em 1h41 de jogo, e brigará com a Argentina pelo título do Campeonato Sul-Americano de voleibol, que está sendo disputado em Bogotá, na Colômbia.

Seleção perde terceiro set, mas se recupera para buscar a vaga na Copa dos Campeões

Seleção perde terceiro set, mas se recupera para buscar a vaga na Copa dos Campeões

Brasileiros e argentinos se enfrentarão nesta sexta-feira, às 21h (horário de Brasília). Quem sair vencedor do confronto levará o título da competição e uma vaga para a Copa dos Campeões, que será realizada em novembro, no Japão.

Assim como havia previsto o técnico Bernardinho, o time brasileiro teve que suar para vencer os venezuelanos. Após vencer os dois primeiros sets, a equipe verde-amarela foi surpreendida pela Venezuela, que ‘entrou na partida’ e perdeu a terceira parcial.

O Brasil voltou para o quarto set e ficou atrás no placar durante a maior parte do tempo. Errando muito no saque, que devido à altitude deixou de ser uma grande arma do time, os jogadores tiveram que mostrar um algo a mais. Eles se superaram e conquistaram a vitória na parcial e na partida: 25/22, marcando oito pontos consecutivos.

Capitão da equipe, Giba tem certeza que ele e seus companheiros aprenderam uma grande lição na partida desta quinta-feira.

Cumprindo a expectativa de Bernardinho, jogo foi o mais equilibrado até agora no torneio, mas brasileiros confirmaram o favoritismo e se garantiram em mais uma decisão de título

Cumprindo a expectativa de Bernardinho, jogo foi o mais equilibrado até agora no torneio, mas brasileiros confirmaram o favoritismo e se garantiram em mais uma decisão de título

– A principal coisa a ser dita é que não podemos dar sopa para o azar. Temos que estar sempre 100% ligados senão a vaca vai para o brejo – diz Giba, explicando como o time está se sentindo durante os jogos na Colômbia.

– Aqui ninguém está conseguindo sacar direito. Dessa maneira, todos os times estão jogando com o passe na mão. Isso faz com que mude a tática de todo mundo. É meio que um voleibol dos anos 80, ou até de antes – afirma Giba.

Para a partida decisiva contra a Argentina, o capitão brasileiro da uma receita, ‘roubada’ do levantador Marlon.

– O Marlon falou uma coisa muito interessante quando terminou o jogo. Lição dada é lição aprendida. Assim iremos enfrentar a Argentina. Não muda nada. É estar focado 100% durante todo o jogo – finaliza Giba.

21 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Brasil dá show e segue rumo ao octa do Grand Prix

Desta vez foi fácil, muito fácil. Ao contrário do que aconteceu contra a Rússia, principalmente, e a China, a seleção brasileira não encontrou qualquer dificuldade para derrotar a Alemanha na madrugada desta sexta-feira (no horário de Brasilia), por 3 sets a 0 (25/15, 25/15 e 25/16), em Tóquio. Com uma bela atuação, o Brasil conquistou sua terceira vitória na fase final do Grand Prix (a 12ª em toda a competição) e parte firme para a conquista do seu oitavo título.

Jogadora sente muita dor de cabeça, sangra pelo nariz, mas se recupera

Jogadora sente muita dor de cabeça, sangra pelo nariz, mas se recupera

Neste sábado, às 3h30m, o jogo será contra a Holanda, pela penúltima rodada, e uma vitória pode deixar as campeãs olímpicas com mais uma taça. O último jogo será no domingo, às 07h30m, contra as japonesas. A Rede Globo e o SporTV transmitirão ao vivo os dois jogos.

Na preliminar, em jogo entre as duas equipes que foram derrotadas pela seleção brasileira nas duas primeiras rodadas da fase final, a Rússia derrotou a China, de virada, por três sets a um (27/29, 25/16, 25/19 e 25/23). O resultado deixou as chinesas praticamente sem chances de conquistar o título e manteve as russas com esperanças.

Antes do jogo, Mari chegou a ser dúvida por causa de uma enxaqueca, mas se recuperou e jogou normalmente até o fim. Com boa variação de jogadas de ataque e muita vibração de suas jogadoras, a seleção brasileira começou bem o jogo e abriu 5 a 2. As alemãs, porém, não estavam dispostas a deixar o Brasil deslanchar no placar e chegaram a ficar somente um ponto atrás. No entanto, as brasileiras foram para a primeira parada técnica com a vantagem de três pontos: 8 a 5.

Na volta à quadra, o time brasileiro continuou bem e abriu para 10 a 5. O técnico da equipe alemã, o italiano Giovanni Guidetti, pediu tempo, mas com um saque de Sheilla o Brasil fez o seu 11º ponto. Natália fazia novamente uma bela partida e, com uma fortíssima pancada de fundo da quadra, fez o Brasil chegar a 13 a 8.

A seleção alemã reagiu e se aproveitou de erros brasileiros para encostar no marcador: 14 a 13. As campeãs olímpicas se recuperaram e com uma bela largada de Sheilla foi para a segunda parada com 16 a 13. Na volta, agora com força, aproveitando-se de uma inversão sensacional de Dani Lins, Sheilla fez o 17º ponto brasileiro. Sheilla aproveitou o bom momento e fez mais dois pontos, um de bloqueio, do mesmo modo que Fabiana, que até então não havia conseguido pontuar. As brasileiras foram deslanchando e a vitória no primeiro set já era certa. No fim, terminou 25 a 15.

O segundo set começou equilibrado, mas as alemãs conseguiram fazer 5 a 2 no placar, depois de dois erros seguidos de recepção do Brasil. Os erros mudaram de lado de quadra, o Brasil melhorou sua defesa, com destaque para a líbero Fabi, e conseguiu virar o marcador e abrir boa vantagem, indo a 8 a 5 na primeira parada do set.

As brasileiras mantiveram o ritmo e quando foi a 10 a 5 o treinador da Alemanha pediu tempo para tentar recolocar sua equipe nos eixos. Não deu certo, pois Fabiana fez dois ótimos bloqueios e marcou o 11º e o 12º pontos brasileiros. Aí a equipe do técnico José Roberto Guimarães já arrasava a adversária e foi para a segunda parada com 16 a 6.

O Brasil dava um baile na Alemanha e caminhava com tranquilidade para fechar o segundo set. O jogo estava tão tranquilo, que Zé Roberto aproveitou para deixar Adenízia e Ana Tiemi em quadra nos últimos pontos do set. E a levantadora reserva fez o 23º ponto em uma bola de segunda que enganou a defesa alemã. Com o mesmo placar do primeiro set a seleção brasileira venceu o segundo, após uma bola colocada por Natália no fundo da quadra adversária.

Poucos erros no terceiro set e vitória fácil confirmada

Com poucos erros, o Brasil começou o terceiro set com vontade de acabar logo com o jogo. Com 4 a 1 para as adversárias, o técnico Guidetti pediu tempo. As alemãs voltaram para a quadra melhores e fizeram dois pontos seguidos reequilibrando o jogo. Mas isso durou pouco, as brasileiras voltaram a dominar a quadra e em dois bloqueios seguidos de Thaisa foi para a primeira parada com 8 a 3.

O Brasil continuava mandando na partida e sem perder a concentração foi ampliando o marcador. Para a segunda parada o time brasileiro foi com uma larga vantagem de 16 a 7 no placar. Com segurança e ótimas jogadas, as brasileiras foram construindo sua fácil vitória. No fim, um erro alemão fez o set terminar 25 a 16.

Times:

BRASIL – Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Regiane, Adenízia, Ana Tiemi, Sassá, Carol Gattaz
ALEMANHA – Christiane Fürst, Kathleen Weiss, Heike Beier, Maren Brinker, Margareta Kozuch e Corina Ssuschke. Líbero: Kerstin Tzscherlich. Entraram: Denise Hanke, Sarah Petrausch, Sabrina Ross, Anne Mathes

Japão vence a Holanda e ajuda o Brasil a se aproximar do octa do Grand Prix

Seleção brasileira, que enfrenta a Holanda, é a única invicta na fase final

Além de competência, sorte. Depois de vencer sua terceira partida na fase final do Grand Prix, contra a Alemanha, a seleção brasileira feminina de vôlei recebeu uma grande ajuda no caminho para a conquista do oitavo título da competição, em Tóquio. No terceiro jogo do dia, o Japão, que havia perdido as duas primeiras partidas – para Alemanha e Rússia – derrotou a até então invicta Holanda por três sets a zero (25/22, 25/18 e 25/22), levando sua torcida ao delírio.

Agora o Brasil lidera a fase final de forma isolada com três vitórias. Holanda e Rússia vem logo a seguir, com duas vitórias e uma derrota, e depois Alemanha e Japão, com uma vitória e duas derrotas. Em último, com três derrotas, está a China.

Neste sábado, a seleção de José Roberto Guimarães enfrentará a Holanda, a partir das 03h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo da Rede Globo e do SporTV, e uma vitória deixará as campeãs olímpicas praticamente com o título nas mãos. As japonesas são as últimas adversárias das brasileiras, domingo, às 07h30m (de Brasília).

21 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Ricardo e Pedro Solberg vencem Marcio e Fábio Luiz

Sem Emanuel, lesionado no pé esquerdo, Ricardo iniciou a parceria temporária com Pedro Solberg com duas vitórias, sendo a segunda contra os vice-campeões olímpicos Márcio e Fábio Luiz, e avançou às oitavas de final da etapa da Finlândia do Circuito Mundial nesta quinta-feira. Além da dupla, Alison/Harley e Billy/Bruno Schmidt também estão na próxima fase em Aland.

Alison/Harley e Billy/Bruno também avançam às oitavas na Finlândia.

Alison/Harley também avançam às oitavas na Finlândia.

Ricardo e Pedro jogaram juntos pela primeira vez e venceram os poloneses Michal Kadziola e Jakub Szalankiewicz por 2 sets a 0 (21/15 e 21/16). Em seguida, a dupla superou Marcio e Fábio Luiz por 21/15 e 24/22 e passou às oitavas para enfrentar os estonianos Kristjan Kais e Rivo Vesik. Os brasileiros, que chegaram a derrotar os espanhóis Inocencio Lario e Raul Mesa por 21/16 e 21/15, enfrentarão os britânicos Steven Grotowski e Gregg Weaver na repescagem.

Líderes do ranking mundial, Alison e Harley enfrentaram duas equipes européias no primeiro dia da fase principal em Aland. Na rodada inaugural, atropelaram os britânicos Steven Grotowski e Gregg Weaver por 2 sets a 0, parciais de 21/11 e 21/12. Em seguida, os brasileiros passaram pelos irmãos franceses Andy e Kevin Ces (27/25 e 21/14). Nas oitavas, a parceria enfrenta os compatriotas Billy e Bruno Schmidt.

Pedro e Ricardo comemoram primeiras vitórias juntos

Pedro e Ricardo comemoram primeiras vitórias juntos

– Foi um dia complicado, pois está ventando bastante e isso sempre atrapalha. O frio também incomoda um pouco, mas apesar de tudo conseguimos jogar muito bem. Agora precisaremos manter o nível de atenção elevado, afinal enfrentaremos uma dupla formada por dois ótimos jogadores e que sempre faz jogos complicados conosco – disse Alison.

Billy e Bruno abriram o dia derrotando os russos Yury Bogatov e Serguei Prokopiev em dois sets, com duplo 21/19. Na seqüência, levaram a melhor no duelo brasileiro com Franco e Benjamin, vencendo por 2 a 0 (21/17 e 21/9). A dupla, que bateu os neozelandeses Jason Lochhead e Kirk Pitman por 2 sets a 1 (21/17, 26/28 e 17/15), foi à repescagem, onde jogará contra os poloneses Grzegorz Fijalek e Mariusz Prudel.

20 de agosto de 2009 Posted by | Notícias, Temporada 2009 | Deixe um comentário