O Voleibol Brasileiro no Mundo

Competições, Notícias e Regras Oficiais.

Clínica de Voleibol realizada no México no Mundial Juvenil Feminino

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http://www.arbitrosdevoleibol.com/PT/Arquivos/Clinic%20do%20Mexico%202009.pdf

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3 de setembro de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Algumas considerações importantes acerca do desenvolvimento do Voleibol nos últimos 20 anos

Artigo sobre o desenvolvimento do voleibol 

Por ALEXANDER STEEL, Presidente da Comissão das Regras do Jogo da FIVB
 
 http://www.arbitrosdevoleibol.com/PT/Arquivos/Algumas_Consideracoes.pdf 

3 de setembro de 2009 Posted by | História, Notícias, Orientações Gerais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Sem sustos, Brasil vence a segunda no Sul-Americano

Seleção volta à quadra para enfrentar a Colômbia nesta terça-feira, às 21h

Seleção volta à quadra para enfrentar a Colômbia nesta terça-feira, às 21h

O Brasil voltou a vencer na segunda partida do Sul-Americano nesta segunda-feira. O time comandado pelo técnico Bernardinho superou a seleção uruguaia por 3 sets a 0 (25/17, 25/19 e 25/15), em 57 minutos de jogo, e, agora, se prepara para enfrentar, nesta terça-feira, às 21h (horário de Brasília), a Colômbia, dona da casa.

O levantador Marlon, que acabou entrando no time devido a lesão de Bruno, está confiante. Ele, que esteve com o grupo desde a primeira convocação da temporada, sabe que só precisa de mais ritmo de jogo para chegar ao auge em Bogotá, Colômbia.

– A adaptação está sendo tranquila para mim. Eu já conheço muito o grupo e falta só pegar um pouco mais de ritmo de jogo para as partidas mais importantes do Sul-Americano, que serão contra Venezuela e Argentina – diz Marlon, explicando que não está tendo problemas com os efeitos da altitude.

– Até que não está sendo tão difícil jogar aqui. O problema maior é o saque mesmo e as condições precárias de treinamento. Mesmo com isso tudo, iremos fazer sempre o melhor para conquistar a vaga. A competição começa mesmo amanhã, quando faremos nosso primeiro jogo com pressão. Enfrentaremos os donos da casa e, mesmo assim, a pressão por vitória é nossa – explica Marlon

Independente da condição técnica dos dois primeiros adversários no Sul-Americano, o oposto Leandro Vissotto acredita que os jogos foram válidos.

– É bom para dar um gás. É difícil jogar aqui na altitude. Falta um pouco de ar, mas estamos nos virando bem. Usaremos todos os confrontos para pegar experiência. Isso será importante na hora de enfrentar nossos dois maiores adversários na competição, que são Argentina e Venezuela. Já conhecemos o time deles e o mais importante será a maneira como iremos entrar em quadra. A cabeça tem que estar boa e temos que ter um jogo agressivo – afirma Vissotto, explicando que a concentração para a partida desta terça-feira deve ser ainda maior.

– Acho que será a nossa estreia na competição. É um jogo contra o time da casa, que possui jogadores mais preparados do que Peru e Uruguai -, encerra Vissotto.

Depois de enfrentar a Colômbia, o Brasil ainda terá três partidas pelo Sul-Americano. Enfrentará o Chile, na quarta, às 15h (horário de Brasília), a Venezuela na quinta, às 19h (horário de Brasília), e Argentina na sexta, às 21h (horário de Brasília).

18 de agosto de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Duelo de técnicos campeões olímpicos

Hugh McCutcheon

Hugh McCutcheon

Dois campeões olímpicos de Pequim estarão frente a frente no ginásio do Maracanãzinho neste domingo. De um lado, José Roberto Guimarães, medalha de ouro com a seleção brasileira. Do outro, Hugh McCutcheon, que subiu ao lugar mais alto do pódio com o time masculino dos Estados Unidos. No fim de 2008, o neozeolandês mudou de ares e assumiu o time feminino do país, que enfrenta o Brasil às 10h (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo. A partida é válida pela terceira rodada da primeira semana do Grand Prix. E o neozeolandês não é o único trunfo da equipe americana, derrotada na final feminina de Pequim pelo Brasil. Ao lado de McCutcheon, está aquele que é considerado o maior jogador de vôlei de todos os tempos, Karch Kiraly. Dono de três medalhas de ouro olímpicas – duas na praia e uma na quadra -, o americano é assistente-técnico do time. – Ele (McCutcheon) ainda tem um assistente de peso. Pelo menos em número de medalhas, a equipe americana está na frente – brincou Zé Roberto.

McCutcheon conhece bem o gostinho de vencer os brasileiros em casa. No último ano, antes de conquistar o ouro na capital chinesa com uma vitória sobre o time de Bernardinho na decisão, o técnico comandou a conquista da Liga Mundial, cuja fase final foi disputada no Rio de Janeiro.

José Roberto Guimarães

José Roberto Guimarães

No entanto, sua atual equipe não vive boa fase. Totalmente renovada – apenas as duas líberos jogaram em Pequim -, sofreu para bater Porto Rico neste sábado e foi derrotada pela Alemanha na estreia. No entanto, apesar de já ter vencido as americanas em 2009 (as equipes se enfrentaram nas semifinais da Copa Pan-Americana), a seleção brasileira deverá entrar em quadra cautelosa, garante Zé Roberto.

– Ele está com um time jovem, com potencial de bloqueio e defesa enormes. Vi alguns tempos pedidos no jogo contra a Alemanha, e ele está orientando as jogadoras muito bem. É um grupo que tem qualidade, e que precisamos respeitar – alertou.-Ele está com um time jovem, com potencial de bloqueio e defesa enormes. Vi alguns tempos pedidos no jogo contra a Alemanha, e ele está orientando as jogadoras muito bem. É um grupo que tem qualidade, e que precisamos respeitar – alertou.

1 de agosto de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Juliana e Larissa vencem a última etapa do Circuito Mundial

As campeãs pan-americanas Juliana e Larissa garantiram, neste sábado (01.08), a medalha de ouro do último Grand Slam da temporada 2009 do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Nas areias de Klagenfurt, na Áustria, as brasileiras subiram ao lugar mais alto do pódio após vencerem na decisão as norte-americanas Nicole Branagh e Elaine Youngs por 2 sets a 0, parciais de 21/12 e 21/15. O bronze ficou com as norte-americanas Jennifer Kessy e April Ross, atuais campeãs mundiais, que bateram as austríacas Sara Montagnolli e Barbara Hansel por 2 sets a 0 (21/19 e 21/17) para tristeza dos torcedores locais.

Após baterem na trave duas vezes na temporada, a parceria campeã pan-americana bateu americanas na decisão do GS de Klagenfurt

Após baterem na trave duas vezes na temporada, a parceria campeã pan-americana bateu americanas na decisão do GS de Klagenfurt

O título em Klagenfurt representa a 25a conquista internacional da dupla brasileira e a quarta no ano – venceram também no Brasil, no Japão e na Rússia. O resultado da final apontou a quinta vitória de Juliana/Larissa sobre Branagh/Youngs no sétimo encontro entre as parcerias.

Com o título, Juliana e Larissa deixam para trás um incômodo tabu nas areias austríacas. As brasileiras conquistaram, neste sábado, o primeiro título da dupla em Klagenfurt após obterem dois vice-campeonatos, em 2006 e 2007.

– Estamos felizes por finalmente vencermos em Klagenfurt – diz Juliana. – Chegamos perto do título na Áustria duas vezes, mas acabamos derrotados por duas parcerias muito fortes (as finalistas olímpicas Tian Jia/Wang Jie, da China, e Kerri Walsh/Misty May, dos Estados Unidos). Vencemos uma dupla igualmente forte desta vez e estamos muito satisfeitas. As últimas cinco semanas foram muito desgastantes com  o Campeonato Mundial e os quatro Grand Slams do Circuito Mundial – comenta a brasileira.

O primeiro set da decisão em Klagenfurt foi equilibrado até 7/7, quando as brasileiras conseguiram uma incrível seqüência de sete pontos e ficaram próximas da vitória. As experientes norte-americanas  reduziram para 15/10, mas não conseguiram evitar a derrota por 21/12.

A segunda parcial teve trajetória diferente, com as norte-americanas começando melhor e chegando a ter 6/4 no placar. As brasileiras igualaram em 6/6 e passaram a frente em 11/10. Após uma boa seqüência, passaram a liderar por 15/12 e mantiveram-se à frente até o final, quando fecharam em 21/15.

– Nosso primeiro set foi fundamental para a vitória, pois cometemos poucos erros e nos motivou ainda mais para fechar o jogo sem dar chances para a dupla adversária. Começamos o segundo set cometendo alguns erros, mas logo corrigimos isso e conseguimos a medalha de ouro. A arena estava lotada e foi muito bom vencer na Áustria – completa Larissa.

Antes da decisão, Juliana e Larissa derrotaram as austríacas Sara Montagnolli e Barbara Hansel por 2 sets a 1 (21/18 e 21/19) na semifinal.

1 de agosto de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Brasil estreia com vitória sobre Porto Rico no Grand Prix

Atual campeã da competição, a equipe de Zé Roberto não encontra dificuldades contra as caribenhas. A Alemanha é a próxima adversária, às 10h deste sábado

Atual campeã da competição, a equipe de Zé Roberto não encontra dificuldades contra as caribenhas. A Alemanha é a próxima adversária, às 10h deste sábado

A seleção brasileira adulta feminina de vôlei estreou com vitória no Grand Prix 2009, na manhã desta sexta-feira (31.07). O Brasil derrotou Porto Rico por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/17 e 25/17. Neste sábado (01.08), a equipe brasileira jogará contra a Alemanha, a partir das 10 horas, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, na segunda rodada do grupo A. O jogo será transmitido ao vivo pela TV Globo.

Após o jogo entre Brasil e Alemanha, os Estados Unidos enfrentarão Porto Rico, a partir das 13 horas. Neste domingo (02.08), às 10 horas, a seleção brasileira, atual campeã olímpica, jogará contra as norte-americanas, prata em Pequim.

Pelo grupo C, em Ningbo, na China, a seleção da Rússia estreou superando a Coréia do Sul por 3 sets a 0 (25/23, 25/23 e 25/15) após 1h10. A sul-coreana Kim Yeon-Koung foi a principal pontuadora do jogo, com 19 acertos. Pela equipe russa, Ana Makarova e Tatiana Kosheleva marcaram 16 pontos, cada.

Na preliminar, a China venceu a República Dominicana por 3 a 0 (25/12, 25/18 e 25/19) em 1h01. A chinesa Ming Xue marcou 15 pontos e foi a maior pontuadora da partida. Pelo time caribenho, Bethania de La Cruz fez 11 pontos.

As equipes:

BRASIL
Dani Lins, Sheilla (13), Fabiana (10), Thaísa (6), Mari (5) e Sassá (5) – Líbero – Fabi. Entraram Ana Tiemi (2), Joycinha (2), Natália (1), Regiane (2) e Carol Gattaz. Técnico: Zé Roberto Guimarães.

PORTO RICO
Mojica (4), Alvarez (3), Rosa (8), Oquendo (4), Sheila Ocasio (7) e Áurea Cruz (10) – Líbero – Debora Seilhamer. Entraram: Karina Ocasio (8), Tatiana (1) e Eva Cruz. Técnico: Carlos Cardona.

31 de julho de 2009 Posted by | Notícias, Orientações Gerais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Fotos dos Jocops em Bela Vista do Paraiso

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27 de julho de 2009 Posted by | JOCOP'S, Orientações Gerais, Temporada 2009 | 1 Comentário

PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO

CAPÍTULO CINCO – INTERRUPÇÕES, INTERVALOS &

RETARDAMENTOS

15.2.1 Interrupções regulamentares do jogo podem ser solicitadas pelo

técnico, ou na ausência do técnico, pelo capitão em jogo, e somente por

eles.

A solicitação é feita através da correspondente sinalização manual

quando a bola está fora de jogo e antes do apito para o saque.

15.10 PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO

(Substituição rápida) – 15.10.3a A real solicitação de

substituição é a entrada do jogador(es) substituto(s) na

zona de substituição, pronto para jogar, durante uma

interrupção regulamentar.

15.10.3.b Se isto não ocorrer, a substituição não está

garantida e a equipe é punida por um retardamento.

15.10.3c A solicitação de substituição é reconhecida e

anunciada pelo apontador ou segundo árbitro,

respectivamente pelo uso da campainha ou apito.

23 de julho de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | 2 Comentários

Esclarecimentos sobre a Alteração da Regra

Se um jogador aproxima a mão da rede, buscando a posição onde a bola vai tocar na rede vinda da quadra adversária,  para que a mesma impulsionada pela bola, toque sua mão e caia, deve ser considerado FALTA de toque na rede.

Tal falta deve ser marcada baseado na Regra abaixo:

Regra 11.4.4 – “realiza ações que obstruam uma tentativa legítima de um adversário jogar a bola”.

Veja o video no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=E4qOb2kyWMA&eurl=http://cimino-ca.com/web/index.php&feature=player_embedded

Composição das Equipes  

1-Para World League 2009: 12 jogadores regulares e mais 2 líberos os 14 são inscritos na súmula e podem ficar os 14 em quadra.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 12 jogadores regulares, sendo 13 em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve apenas 12 jogadores regulares, sendo 12 em quadra.

2-Para o Grand Prix 2009 e Mundiais Juvenis e Infantos: 10 jogadores regulares e mais 2 líberos e são inscritos 12 jogadores em súmula somando os líberos.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 11 jogadores regulares, sendo 12 no máximo em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve 12 jogadores regulares, sendo 12 jogadores em quadra.

3-Para o Brasil e RS são 12 jogadores inscritos em súmula, podendo entre estes inscrever 1 ou 2 líberos, sendo 12 jogadores no máximo em quadra..

4-Para a Champions CUP 2009 no Japão será efetuado um novo teste, a substituição dos jogadores de defesa em quadra, por um dos líberos de forma ilimitada.Isto significa que a cada vez pode entrar um líbero diferente em quadra.Não poderá haver a troca direta de líbero por líbero.Não poderão estar os 2 líberos jogando em quadra ao mesmo tempo.

23 de julho de 2009 Posted by | Notícias, Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Diretrizes e Instruções de Arbitragem

Diretrizes e Instruções de Arbitragem

http://www.cbv.com.br/cbv2008/arquivos/cobrav/diretrizes_e_instrucoes_de_arbitragem_2005-2008.pdf

Mais informações você pode obter no Site da Confederação Brasileira de Voleibol

http://www.cbv.com.br/cbv2008/institucional/arbitragem.asp

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Orientações para o Apontador

Regra 25 – Apontador


Localização
O apontador desempenha suas funções sentado na mesa do apontador, no lado oposto e de frente para o 1º árbitro.

Responsabilidades
Manter a súmula de acordo com as Regras, cooperando com o 2º árbitro.
Usar uma campainha ou outro aparelho sonoro para comunicar aos árbitros o que estiver sob sua responsabilidade .

Antes da partida e do set, o apontador:
– registra os dados da partida e das equipes, incluindo o nome e o número do jogador Líbero, de acordo com os procedimentos em vigor e obtém as assinaturas dos capitães e dos técnicos;
– registra a formação inicial de cada equipe, a partir da papeleta de ordem de saque. Se não receber a papeleta de ordem de saque a tempo, ele imediatamente informa este fato ao 2º árbitro.

Durante a partida o apontador:
– registra os pontos marcados;
– controla a ordem de saque de cada equipe e avisa aos árbitros sobre qualquer erro, imediatamente após o saque;
– registra os tempos e as substituições dos jogadores, controlando seu número e informa ao 2º árbitro;
– notifica os árbitros sobre uma solicitação de interrupção indevida;
– anuncia aos árbitros o final dos sets e a marcação do 8º ponto no set decisivo;
– registra quaisquer punições;
– registra todos os outros eventos, conforme instruído pelo 2º árbitro: substituições excepcionais, interrupções prolongadas, interferência externa, etc.

Ao final da partida, o apontador:
– registra o resulta final;
– em caso de protesto, com a prévia autorização do 1º árbitro, escreve ou permite ao capitão da equipe em jogo solicitar que seja registrado na súmula que seguirá seu protesto.
– após assinar a súmula, colhe a assinatura dos capitães das equipes e a dos árbitros.

O R I E N T A Ç Õ E S

O trabalho do apontador é muito importante. Todos os árbitros e juízes de linha devem saber como preencher uma súmula; e, se necessário, eles devem ser capazes de realizar o trabalho do apontador.
O Apontador
Deve conferir, depois de receber as papeletas de ordem de saque com a formação inicial das equipes e antes do começo de cada set, e se os números nelas contidos estão na relação das equipes (se não, deve relatar ao 2º árbitro).
Informar ao 2º árbitro o segundo tempo e a 5ª e a 6ª substituições de cada equipe (que informará ao 1º árbitro e ao técnico).
Deve cooperar bem atentamente durante o processo de substituição:
O 2º árbitro, depois de autorizar apitando uma substituição, aproxima-se do encontro das linhas de ataque e lateral e posiciona-se de frente para o apontador.
Ao mesmo tempo, o jogador substituto deve ir para a zona de substituição, de frente ao 2º árbitro, elevando uma mão com a plaqueta numerada.
Se o técnico solicita mais de uma substituição, o processo de substituição deve ser feito um de cada vez, assim o 2º árbitro e o apontador têm tempo para conferir e verificar a legalidade delas.
O 2º árbitro olha para o apontador que, vendo a plaqueta numerada e o número na camiseta do atleta, confere se a solicitação é legal; se for legal, o apontador imediatamente levanta uma das mãos.
Neste ponto, o 2º árbitro, vendo a mão levantada do apontador, entende que a solicitação é legal e imediatamente deixa o jogador substituto entrar na quadra enquanto o outro a deixa.
O apontador, depois de mostrar ao 2º árbitro que a substituição é legal levantando a mão, imediatamente escreve o número do reserva e o placar no momento da troca no espaço apropriado da súmula.
Então, ele deve imediatamente levantar suas duas mãos para mostrar que os procedimentos administrativos foram completados. No caso de múltiplas trocas, o apontador deve usar o mesmo procedimento para cada substituição.
Depois de o 2º árbitro ver a sinalização manual do apontador de “OK”, ele repete este sinal para o 1º árbitro que agora poderá apitar autorizando o próximo saque.
Neste momento, o apontador deve se concentrar em conferir se o sacador segue ou não a ordem de rotação.
Se não, ele deve parar a jogada imediatamente após o saque, acionando a campainha, mas nunca antes da execução do saque. O 2º árbitro deve ir até a mesa do apontador para conferir a decisão do apontador e informar às equipes e ao 1º árbitro da situação.
Se o apontador descobre que a substituição é ilegal, depois de olhar para o reserva próximo ao 2º árbitro e comparar o número da camiseta e da plaqueta na mão dele com os “jogadores iniciantes” e ”reservas” da súmula, ele imediatamente levanta uma mão e a balança dizendo: “a solicitação de substituição é ilegal”.

Neste caso, o 2º árbitro deve ir imediatamente até a mesa do apontador e conferir, com base nos dados da súmula, a ilegalidade da solicitação.

Se confirmada, a solicitação deve ser rejeitada pelo 2º árbitro.

O 1º árbitro deve penalizar a equipe com um “retardamento de jogo”.

O apontador deve registrar o retardamento de jogo na seção “penalidades” da súmula.

O 2º árbitro confere o trabalho do apontador acompanhando o procedimento.

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Comparativo Quadra x Praia

Quadra Praia
ÁREA DE JOGO:

  • 18 x 9m com área livre mínima de 3m e 7m de altura. Em competições mundiais são 5m lateral e 8m no fundo e 12,5m na altura.
  • linha central, linha de ataque, linhas pontilhadas e linhas da zona de saque (5cm).
  • FIVB linhas brancas, cores claras e  contrastantes entre a quadra de jogo e a zona livre.
  • Existem Zonas de frente, de substituição, de aquecimento para os reservas e de penalidade
ÁREA DE JOGO:

  • 16 x 8m com área livre mínima de 3m  7m de altura. Em competições mundiais são de 5 a 6m lateral e no fundo e 12,5m na altura.
  • Só existem as linhas de delimitação da quadra (5 a 8cm) sem linha central.
  • 40cm de profundidade de areia.
  • linhas coloridas contrastantes e de material flexível.
  • Só zona de saque, também de 8m
TEMPERATURA E ILUMINAÇÃO

  • mínimo de 10ºC (50ºF)
  • Para competições mundiais temperatura entre 16ºC (61ºF) e 25ºC (77ºF) e de 1000 a 1500 Luxes.

TEMPO E ILUMINAÇÃO

  • as condições climáticas não devem apresentar risco de lesão para os jogadores. Não há limites fixos.
  • Para competições mundiais jogadas à noite é que há os 1000 a 1500 Luxes.
REDE E POSTES:

  • 9,50 ou 10m de comprimento.
  • Faixa horizontal superior (7cm) e inferior (5cm) de cor BRANCA, malhas pretas.
  • pode aproximar a mão/corpo para desviar a bola que vem em direção à rede
  • tocar a rede NÃO É FALTA, exceto se o contato ocorre na ação de jogar a bola ou interfere na jogada
  • só altura 2,43m Masc. e 2,24m Fem está prevista na regra
  • postes ficam a 0,5m/1m das linhas laterais

REDE E POSTES:

  • 8,50m (+/- 3cm) de comprimento. (FIVB rede especial, SWATCH NET, com exatos 8m, malhas menores e publicidade)
  • Faixa horizontal SUPERIOR E INFERIOR (7 a 10cm ambas) de cor azul escuro ou brilhante, malhas qualquer cor.
  • aproximar a mão/corpo para desviar a bola que vem em direção à rede É FALTA DE REDE!
    • tocar a rede SEMPRE É FALTA, exceto toque acidental do cabelo
    • altura 2,43m Masc. e 2,24m Fem e diferentes alturas para diferentes idades já previstas na regras: 2m (M/F até 12 anos), 2,12 (M/F até 14 anos) e 2,24 (M/F até 16 anos)
    • postes ficam a 0,7m/1m das linhas laterais
FAIXAS LATERAIS:

  • brancas

FAIXAS LATERAIS:

  • mesma largura e cor das linhas (permitida publicidade)
BOLA:

  • feita de couro ou couro sintético
  • cor clara uniforme ou combinação de cores.
  • pressão: 0,3 a 0,325 kg/cm²
  • circunferência: 65/67cm

BOLA:

  • feita de couro, couro sintético ou outro material que não absorva umidade
  • cor BRILHANTE uniforme ou combinação de cores.
  • pressão: 0,175 a 0,225 kg/cm²
  • circunferência: 66/68cm
EQUIPES E LOCALIZAÇÃO:

  • 12 atletas
  • técnico, assistente, médico ou massagista
  • pode ter líbero
  • cada equipe permanece do mesmo lado da quadra até o fim do set
  • os reservas ficam sentados ou na área de aquecimento e não podem usar bola durante tempos e tempos técnicos, só nos intervalos e fora da quadra de jogo
  • banco de reservas deve ficar ao lado da mesa do apontador fora da zona livre

EQUIPES:

  • SOMENTE os DOIS atletas
  • técnico (CBV sim – FIVB não; a regra expressamente PROÍBE técnico e instruções)
  • há trocas de lado durante o set
  • não é proibido o uso da bola durante tempos, tempos técnicos e intervalos
  • cadeiras devem ficar a 3m, no mínimo da mesa do apontador e a 5m da quadra
UNIFORME:

  • calção, camiseta, meia e tênis idênticos, exceto líbero.
  • numeração 1 a 18 no peito (15cm) e nas costas (20cm), 2cm largura.
  • em competições mundiais dever ter número também no calção (4 a 6cm e 1 cm largura)
  • pode-se autorizar a jogar descalço.
UNIFORME:

  • Bermuda/sunquini(FIVB medida padrão), camiseta/top (de acordo com o torneio); expressamente autoriza o uso de boné
  • numeração 1 e 2 no peito (10cm), 1,5cm largura. Se jogar sem camiseta o número é obrigatório na frente do calção
  • deve jogar descalço; pode-se autorizar a jogar de tênis/meias.
CAPITÃO:

  • somente ele pode falar com árbitros.
  • capitão identificado (8x2cm)
CAPITÃO:

  • AMBOS os atletas podem falar com árbitros.
    • capitão só é identificado na súmula.
FORMA DE DISPUTA E PONTOS:

  • 5 sets: 1º-4º c/ 25 pontos e o 5º c/ 15, pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença.
  • “rally point system”
FORMA DE DISPUTA E PONTOS:

  • CBV: 2 sets de 18 pontos e o 3º com 15 pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença.
  • FIVB: 2 sets de 21 pontos e o 3º com 15 pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença
SORTEIO E AQUECIMENTO:

  • antes do 1º e do 5º set (decisivo)
  • o ganhador escolhe entre sacar, receber ou a quadra.
  • nos demais sets saca primeiro quem não sacou primeiro no set anterior.
  • aquecimento na rede de 3min ou 5min para cada equipe, ou, se juntos, soma-se (6min ou 10min).
SORTEIO E AQUECIMENTO:

  • antes do 1º e do 3º set (decisivo).
  • o ganhador escolhe entre sacar, receber ou a quadra.
  • para o 2º set o perdedor do sorteio inicial é quem tem o direito de escolher entre sacar, receber ou a quadra.
  • aquecimento na rede de 3min ou 5min no total SEM soma.

POSIÇÕES E FALTASSUBSTITUIÇÕESLÍBERO:

  • seis titulares e seis reservas
  • até seis substituições por set
  • posições “fixas” na quadra (1,2,3,4,5,6) com falta de posição.
  • falta de rotação
  • líbero é opcional
  • substituição por expulsão e excepcional

POSIÇÕES E FALTASSUBSTITUIÇÕESLÍBERO:

  • somente a dupla sem QUALQUER possibilidade de substituição
  • SEM posições “fixas” e SEM falta de posição.
  • SEM FALTA DE ROTAÇÃO
  • SEM líbero
  • expulsão acarreta a perda do set
BOLA DENTRO:

  • toca o solo dentro ou PARTE da linha.
BOLA DENTRO:

  • toca o solo dentro
  • toca a linha, MESMO QUE CAIA COMPLETAMENTE FORA DA QUADRA.
CARACTERÍSTICAS DO TOQUE:

  • “duplo contato” permitido na primeira ação em QUALQUER SITUAÇÃO, desde que numa única ação.
  • a bola não pode ser retida ou lançada EM NENHUMA SITUAÇÃO.
  • “bola presa” entre dois oponentes no bloqueio é falta dupla.
CARACTERÍSTICAS DO TOQUE:

  • “duplo contato” permitido na primeira ação EXCETO SE FOR DE VOLEIO/TOQUE;
  • É PERMITIDO “DUPLO CONTATO” E “RETER MOMENTANEAMENTE” A BOLA COM OS DEDOS NUMA AÇÃO DEFENSIVA DE QUALQUER BOLA DIRIGIDA COM VIOLÊNCIA (p/ ex. retorno do bloqueio)
  • “bola presa” (“mão de ferro”) entre dois oponentes no bloqueio NÃO é falta, a equipe que recebe a bola tem direito a mais 3 toques.
BOLA EM DIREÇÃO À REDE:

  • se pisar na quadra adversária para tentar recuperar é falta.
  • invasão (linha central é a referência) é sempre falta.
BOLA EM DIREÇÃO À REDE:

  • pode “invadir” (pisar na quadra adversária) para buscar a bola, bem como para impedir que a bola passe sob a rede
  • não existe invasão, só INTERFERÊNCIA, se influir na habilidade do oponente jogar a bola.
SAQUE:

  • 8s para executar o saque após o apito.
  • sacador errado é falta assinalada após o saque.
  • Se o sacador errado fizer pontos, eles são anulados, corrige-se a ordem de saque e a equipe perde o “rally”.
SAQUE:

  • 5s para executar o saque após o apito.
  • NÃO pode haver sacador “errado” – o apontador deve avisar.
  • Se o sacador errado fizer pontos ESTES NÃO SÃO ANULADOS, somente corrige-se o sacador, que segue sacando.
BARREIRA:

  • se ocorrer, assinala-se a falta.
BARREIRA:

  • se ocorrer, o atleta deve mover-se a uma solicitação do adversário.
GOLPE DE ATAQUE:

  • restrições ao líbero e jogador da linha de trás.
  • pode “pingar” a bola com uma mão aberta(ponta dos dedos).
  • pode enviar a bola de toque em qualquer direção.
  • proibido atacar a bola que vem do saque se ela está mais alta do que o topo da rede e na zona de frente
GOLPE DE ATAQUE:

  • NÃO pode “pingar” a bola com uma mão aberta(ponta dos dedos).
  • NÃO pode enviar a bola de toque a não ser em trajetória perpendicular (frente e trás) aos ombro (estabilizado), ou quando está “levantando” para o companheiro.
  • proibido atacar a bola que vem do saque se ela está mais alta do que o topo da rede DE QUALQUER LOCAL DA QUADRA.
BLOQUEIO:

  • NÃO conta no limite de três toques; quem bloqueia pode tocar em seguida e é o PRIMEIRO toque da equipe.
  • restrição de bloqueio pelo líbero (inclusive tentativa) e jogadores de trás
BLOQUEIO:

  • CONTA no limite de três toques; quem bloqueia pode tocar em seguida, mas é o SEGUNDO toque da equipe.
  • qualquer um pode bloquear, inclusive duplo

INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES:

  • Dois tempos de 30s por set.
  • 2 tempos técnicos de 60s (8º e 16º pontos), do 1º ao 4º set. No 5º set não.
  • até 6 substituições
  • somente técnico ou capitão podem solicitar tempo e substituição.

INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES:

  • Na CBV, um tempos de 30 segundos nos dois primeiros sets e dois tempos de 30s no 3º set. (Na FIVB só um tempo de 30s em cada um dos sets).
  • Um tempo técnico de 30s no 1º e no 2º set. Na CBV com a soma de 16 pontos (2ª troca). Na FIVB com a soma de 21 pontos (3ª troca)
  • QUALQUER atleta (ou técnico, CBV) pode solicitar um tempo.
TEMPO ENTRE OS RALLYS:

  • sem limite específico entre cada rally.
TEMPO ENTRE OS RALLYS:

  • 12s entre cada rally, podendo ir até 15s, ou mais dependendo das condições climáticas (CBV 15s).
RETARDAMENTOS:

  • retardamentos SÃO cumulativos NA PARTIDA
  • ADVERTÊNCIA é sem cartão, só há a sinalização apontando o pulso (nº 25)
  • PENALIDADE é com o cartão amarelo
RETARDAMENTOS:

  • retardamentos são cumulativos para cada SET
  • ADVERTÊNCIA é com cartão amarelo
  • PENALIDADE é com o cartão vermelho
LESÃO:

  • uma lesão determina a substituição do atleta de forma normal ou excepcional.
  • se não houver possibilidade de substituição é dado TRÊS minutos para o atleta recuperar-se.
LESÃO:

  • é dado CINCO minutos para o atleta recuperar-se (um tempo médico por jogador por partida).
  • pode haver atendimento médico na quadra e o médico pode impedir que o atleta continue jogando.
INTERRUPÇÃO PROLONGADA:

  • interrupção (ões) de menos de 4h no total: se reinicia na mesma quadra, mantém o placar e formação das equipes do set; se reinicia noutra quadra o set é cancelado, mas mantém a mesma formação e jogadores
INTERRUPÇÃO PROLONGADA:

  • interrupção (ões) de menos de 4h no total: SEMPRE mantém o mesmo placar e formação das equipes do set, mesmo se reinicia noutra quadra.
TROCAS DE QUADRA:

  • ao final de cada set troca-se de quadra.
  • no set decisivo troca-se no 8º ponto.
  • o tempo de intervalo entre os sets é de TRÊS minutos.
  • entre o 2º e 3º set pode haver intervalo de até 10min.
  • os reservas trocam de banco.
TROCAS DE QUADRA:

  • Na CBV, no 1º e 2º sets a troca de quadra é a cada soma de 8 pontos e no 3º set a cada soma de 5 pontos. A troca pode durar, no máximo, 15s.
  • Na FIVB, no 1º e 2º sets a troca de quadra é a cada soma de 7 de pontos e no 3º set a cada soma de 5 pontos. A troca pode durar, no máximo, 12s.
  • o tempo de intervalo entre os sets é de UM minuto.
  • o banco para descanso das equipes é o mesmo durante todo o jogo.
PENALIDADES:

  • condutas incorretas menores: advertência verbal sem cartão
  • cartão amarelo: perda do rally
  • cartão vermelho: expulsão (vai para a área de penalidade)
  • ambos os cartões juntos: desqualificação
  • não existe conduta previamente definida para receber penalidade
PENALIDADES:

  • cartão amarelo: advertência
  • cartão vermelho: perda do rally É possível mais de um cartão vermelho no mesmo set para o mesmo atleta/técnico
  • ambos os cartões juntos: expulsão
  • ambos cartões separados: desqualificação
  • atleta que atravessa a quadra para ver a marca da bola
  • que apaga a marca da bola
  • ou que “envia” a bola para fora da arena
SINALIZAÇÃO:

  • sempre sinaliza a falta e,  se necessário, o jogador faltoso.
SINALIZAÇÃO:

  • sinaliza a falta e o jogador faltoso, QUANDO necessário.

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | 4 Comentários

Modificações da Regra (Em Arquivo)

Alterações:

http://cimino-ca.com/web/especiais/cimino_modificacoes_regras_2009_2012.pdf

Texto Completo:

http://cimino-ca.com/web/especiais/novas_regras/regr2009_2012.pdf

2 de maio de 2009 Posted by | Notícias, Orientações Gerais | Deixe um comentário

Árbitro pra quê??

É REALMENTE NECESSÁRIO ALGUÉM PARA CONDUZIR UMA PARTIDA DE VOLEIBOL?

Arbitragem Brasileira

Arbitragem Brasileira na Liga Mundial

Em função da importância dos eventos, e principalmente ao ” RESPEITO “ aos que deles participam, aqueles que estão designados para conduzir o bom andamento das partidas, os Árbitros, devem estar preparados para cumprir seus deveres, entendendo o significado e a importância do seu desempenho. 

Arbitrar não consiste simplesmente em conduzir uma partida, a competência exigida ao Árbitro, é adquirida por intermédio de experiência adquirida na participação de eventos de voleibol durante anos. ( Imagine um jogo, sendo arbitrado por uma criança, sem conhecimento, sem responsabilidade, inocente dos seus atos ).

O Árbitro, deverá tratar a todos com respeito e manter distância dos atletas, eliminando assim qualquer dúvida sobre a sua neutralidade. ( Imagine um jogo, com um dos seus  adversários arbitrando ).

O Voleibol não é jogado apenas para a satisfação dos jogadores, sem platéia, e sim para um público que igualmente merece o “respeito” pelo bom andamento do espetáculo.

O Árbitro é imprescindível na Competição, seu dever é ajudar na retaguarda dos jogos e conduzir as partidas com imparcialidade e conhecimento. 

O Árbitro deve ser uma parte integrante do jogo, ele deve ser um especialista, trabalhando para o jogo e jogadores, e somente se for absolutamente necessário tomará uma ação negativa, intervindo somente quando houver absoluta necessidade.

Ao Árbitro se exige uma postura ética, esta postura pode ser definida por alguns aspectos:

  

·         Boa comunicação para os Esclarecimentos;

 

·         Conhecimento das Regras do Regulamento;

 

·         Consistência para a aplicação da Regras;

 

·        Capacidade de tomar Decisões. 

 

Para uma ” Boa Arbitragem “ é imprescindível uma decisão clara é rápida, demostrando a todos, o conhecimento da Regra e que sua decisão foi acertada, e assim inibindo qualquer tipo de reclamação, e problemas com o espetáculo.

O Árbitro, se encontra sempre sob pressão e sua capacidade  será colocado à prova, pois é sua, a responsabilidade de aplicar a regra da forma correta, e isso permite ao Árbitro não ter medo de errar, e assim como é interesse de todos, a Competição estará fadada ao sucesso,  sempre!!

 

11 de dezembro de 2008 Posted by | Orientações Gerais | 1 Comentário

Orientações importantes na Prática Desportiva

 

 

Nalbert em Treinamento Fisico

Nalbert na Seleção Brasileira em Treinamento Físico

Obviamente todos aqueles que realizam o famoso e indispensável bate-bola aos finais de semana, já tiveram algum tipo de desconforto, dores, mal estar ou algum tipo de lesão devido muitas vezes á falta de orientação.

Muitos já tiveram esta orientação, vinda de um Profissional de Educação Física, seja na infância ou na adolescência, ou mesmo que somente na escola, para conduzir sua atividade física seja por recreação ou treinamentos. E é de suma importância, que este momento de lazer e descontração não se torne um risco para a integridade daqueles que praticam o Voleibol, dentro dos parâmetros na nossa realidade.

O treinamento de atletas de voleibol varia obviamente dos objetivos á serem alcançados, objetivos estes que são definidos previamente nas planilhas de treinamento das Equipes, que tem um Calendário definido, porém a nossa realidade difere bastante, vem daí então, o interesse em orientar os praticantes para alguns detalhes muito importantes.

Entre ele iremos destacar as seguintes preparações:

·        Física

·        Técnica

·        Tática

·        Psicológica e repouso

 

PREPARAÇÃO FÍSICA

Dentro deste tipo de preparação são desenvolvidas principalmente as atividades aeróbicas para melhora do condicionamento físico como a corrida. Este tipo de atividade necessita de suprimento energético constante sendo que começam com uma fase anaeróbia e passam por uma fase mista chegando até a fase totalmente aeróbia.

PREPARAÇÃO TÉCNICA

Este tipo de preparação é fundamentado nos movimentos do voleibol, incluindo: cortada, saque, manchete, bloqueio. Esse treinamento consiste em repetir os movimentos em busca de uma maior precisão. É uma atividade caracterizada como intermitente, assim como a própria partida de vôlei com piques de força e velocidade.

PREPARAÇÃO TÁTICA

Na preparação tática o posicionamento dos jogadores é enfatizado. São treinados os posicionamentos de ataque e defesa.

PREPARAÇÃO PSICOLÓGICA E REPOUSO

Como todo esporte, a dedicação é muito intensa com treinos exaustivos. Tanto a forma física quanto a psicológica é bastante importante. O repouso consiste no relaxamento muscular sendo de suma importância o alongamento prévio e após a atividade. Hidroginástica e massagens.

 

Serginho alongando

Serginho alongando

 

ALIMENTAÇÃO NO VOLEI


CARBOIDRATOS

Antes do treino

A ingestão de carboidratos deve ser feita cerca de 1 hora antes do treino/ competição na forma de carboidratos complexos como: pão, macarrão, batata, torrada e etc.

Durante

Os carboidratos também devem ser ingeridos, para que, na segunda parte do tempo, ocorram reservas suficientes para que o atleta não diminua o rendimento. Essa ingestão normalmente depende do tempo de descanso e ocorre com a ingestão de bebidas a base de carboidratos.

Depois

Logo após a atividade física, as reservas de glicogênio muscular são reduzidas necessitando de reposição dos nutrientes utilizados durante o exercício.

PROTEÍNAS

Os alimentos ricos em proteínas devem ser evitados ou consumidos com moderação próximos antes dos treinos por serem digeridas mais lentamente o que pode ocasionar em desconforto gastrintestinal aos atletas. As proteínas devem ser consumidas ao longo do dia durante as refeições para suprir as necessidades individuais.

LIPÍDEOS

Os lipídeos são importantes para os treinos de longa duração, para atingir o total de energia necessária durante o dia e para poupar o glicogênio muscular. Como as proteínas os lipídeos também possuem absorção e digestão lenta não sendo indicado o seu consumo antes das atividades. Os lipídios são a segunda fonte principal de energia durante o exercício. Apresentam função energética e são utilizados na síntese de hormônios, na formação de membranas celulares e de vitaminas lipossolúveis. Os praticantes de atividades físicas devem ser evitados molhos cremosos à base de manteiga e maionese, gordura hidrogenada, bolos, biscoitos, batatas fritas e frituras. Utilizar preferencialmente carnes grelhadas, cozidas e produtos lácteos com baixo teor de gordura.

HIDRATAÇÃO

Antes

Deve-se assegurar a hidratação adequada antes do início do jogo ou do treino, significando a ingestão constante de líquidos durante o dia

Durante

Durante o exercício prolongado, os atletas devem repor a água perdida em intervalos regulares e quantidades suficientes para manter o seu peso pré- exercício. A sede não é um indicador seguro da necessidade de líquido. Uma perda de 1,5 a 2 litros de líquido é necessária antes que o mecanismo da sede seja ativado. Este nível de perda de água já tem um sério impacto sobre o controle da temperatura corporal. A reposição contínua é necessária, durante os exercícios a reposição deve ser feita com líquidos ricos em água, eletrólitos e carboidratos.

Depois

Após o exercício a reposição hídrica deve ser de 1,5l de repositores hidroeletrolíticos (Aquarius, Gatorade, e outros) para cada 1 Kg perdido.

 

1 de dezembro de 2008 Posted by | Orientações Gerais | Deixe um comentário

Como a FIVB realiza a Estatística?


Estatistica

Estatística com o V. I. S.

O Sistema V.I.S. (Volley-Ball Information System), é uma forma estatística, pelo método de coleta de dados, com orientação, descrição e análise, com a interpretação de dados qualitativos, baseando na utilização dos dados para a tomada correta de decisão, e é usada para calcular as habilidades individuais no decorrer de uma partida de voleibol.

Utilizada nos jogos de voleibol desde 1990 e exigida pela FIVB (Federação Internacional de Volley-Ball) nos torneios internacionais, a estatística se tornou uma ferramenta importante em seus principais campeonatos.

Avalia-se o desempenho técnico dos jogadores em todos os fundamentos do voleibol como o saque, o bloqueio, a recepção e outros. Os jogadores são avaliados em diversos fundamentos, e diferentes habilidades, sendo reconhecidos e recompensados no final de um torneio. Esse sistema é usado para identificar os melhores jogadores nas partidas.


Abaixo um exemplo de como são avaliados alguns dos fundamentos específicos:

  • Melhor Atacante
    Calculada pelo número de pontos obtidos, menos o número de falhas, por números totais de tentativas.
  • Melhor Bloqueador
    O jogador com a maior parte dos bloqueios concluídos, por quantidade realizada pela equipe.
  • Melhor Passador/Defensor
    O jogador com excelentes recepções, por quantidade realizada pela equipe.
  • Melhor Levantador
    O jogador com o maior número de execuções, por números totais de tentativas.

Utilizados para diversos fins, os dados da estatística são muito importantes tanto para o esporte quanto para os próprios jogadores, pois executada de maneira correta, a estatística é bastante útil para os técnicos, que a partir desses dados, podem trabalhar melhor o seu time, avaliando o que precisa ser melhorado em sua equipe, e também podendo premiar o jogador mais eficiente em determinado fundamento.

Deve-se lembrar que uma estatística usada de forma errada, pode causar desconforto entre os atletas, além de injustiçar aqueles que realmente deveriam ser premiados, podendo infinitamente fazer com que a competição perca em brilho e em credibilidade.

O método, que deveria ser usado de forma isenta e tendo como objetivo premiar o atleta, e não prejudicá-lo; não de modo político ou compensatório, e sim fundamentado, por pessoas qualificadas para exercer tal função.

Entendemos que a análise, quando não é feita de forma qualificada, influi diretamente nos objetivos traçados  para a conclusão fiel dos resultados, e assim evita os casos de premiar sem embasamento qualificado, e assim sendo extremamente deselegante e desagradável!

25 de novembro de 2008 Posted by | Orientações Gerais | 2 Comentários