O Voleibol Brasileiro no Mundo

Competições, Notícias e Regras Oficiais.

Clínica de Voleibol realizada no México no Mundial Juvenil Feminino

10268_t1

http://www.arbitrosdevoleibol.com/PT/Arquivos/Clinic%20do%20Mexico%202009.pdf

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3 de setembro de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Regra de Volei de Praia

 

http://www.arbitrosdevoleibol.com/PT/Arquivos/regpraia2006.pdf

3 de setembro de 2009 Posted by | Regras Oficiais | Deixe um comentário

PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO

CAPÍTULO CINCO – INTERRUPÇÕES, INTERVALOS &

RETARDAMENTOS

15.2.1 Interrupções regulamentares do jogo podem ser solicitadas pelo

técnico, ou na ausência do técnico, pelo capitão em jogo, e somente por

eles.

A solicitação é feita através da correspondente sinalização manual

quando a bola está fora de jogo e antes do apito para o saque.

15.10 PROCEDIMENTO DA SUBSTITUIÇÃO

(Substituição rápida) – 15.10.3a A real solicitação de

substituição é a entrada do jogador(es) substituto(s) na

zona de substituição, pronto para jogar, durante uma

interrupção regulamentar.

15.10.3.b Se isto não ocorrer, a substituição não está

garantida e a equipe é punida por um retardamento.

15.10.3c A solicitação de substituição é reconhecida e

anunciada pelo apontador ou segundo árbitro,

respectivamente pelo uso da campainha ou apito.

23 de julho de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | 2 Comentários

Esclarecimentos sobre a Alteração da Regra

Se um jogador aproxima a mão da rede, buscando a posição onde a bola vai tocar na rede vinda da quadra adversária,  para que a mesma impulsionada pela bola, toque sua mão e caia, deve ser considerado FALTA de toque na rede.

Tal falta deve ser marcada baseado na Regra abaixo:

Regra 11.4.4 – “realiza ações que obstruam uma tentativa legítima de um adversário jogar a bola”.

Veja o video no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=E4qOb2kyWMA&eurl=http://cimino-ca.com/web/index.php&feature=player_embedded

Composição das Equipes  

1-Para World League 2009: 12 jogadores regulares e mais 2 líberos os 14 são inscritos na súmula e podem ficar os 14 em quadra.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 12 jogadores regulares, sendo 13 em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve apenas 12 jogadores regulares, sendo 12 em quadra.

2-Para o Grand Prix 2009 e Mundiais Juvenis e Infantos: 10 jogadores regulares e mais 2 líberos e são inscritos 12 jogadores em súmula somando os líberos.Caso a equipe opte por 1 líbero inscreve mais 11 jogadores regulares, sendo 12 no máximo em quadra.Caso a equipe opte por não ter líbero, inscreve 12 jogadores regulares, sendo 12 jogadores em quadra.

3-Para o Brasil e RS são 12 jogadores inscritos em súmula, podendo entre estes inscrever 1 ou 2 líberos, sendo 12 jogadores no máximo em quadra..

4-Para a Champions CUP 2009 no Japão será efetuado um novo teste, a substituição dos jogadores de defesa em quadra, por um dos líberos de forma ilimitada.Isto significa que a cada vez pode entrar um líbero diferente em quadra.Não poderá haver a troca direta de líbero por líbero.Não poderão estar os 2 líberos jogando em quadra ao mesmo tempo.

23 de julho de 2009 Posted by | Notícias, Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Diretrizes e Instruções de Arbitragem

Diretrizes e Instruções de Arbitragem

http://www.cbv.com.br/cbv2008/arquivos/cobrav/diretrizes_e_instrucoes_de_arbitragem_2005-2008.pdf

Mais informações você pode obter no Site da Confederação Brasileira de Voleibol

http://www.cbv.com.br/cbv2008/institucional/arbitragem.asp

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Orientações para o Apontador

Regra 25 – Apontador


Localização
O apontador desempenha suas funções sentado na mesa do apontador, no lado oposto e de frente para o 1º árbitro.

Responsabilidades
Manter a súmula de acordo com as Regras, cooperando com o 2º árbitro.
Usar uma campainha ou outro aparelho sonoro para comunicar aos árbitros o que estiver sob sua responsabilidade .

Antes da partida e do set, o apontador:
– registra os dados da partida e das equipes, incluindo o nome e o número do jogador Líbero, de acordo com os procedimentos em vigor e obtém as assinaturas dos capitães e dos técnicos;
– registra a formação inicial de cada equipe, a partir da papeleta de ordem de saque. Se não receber a papeleta de ordem de saque a tempo, ele imediatamente informa este fato ao 2º árbitro.

Durante a partida o apontador:
– registra os pontos marcados;
– controla a ordem de saque de cada equipe e avisa aos árbitros sobre qualquer erro, imediatamente após o saque;
– registra os tempos e as substituições dos jogadores, controlando seu número e informa ao 2º árbitro;
– notifica os árbitros sobre uma solicitação de interrupção indevida;
– anuncia aos árbitros o final dos sets e a marcação do 8º ponto no set decisivo;
– registra quaisquer punições;
– registra todos os outros eventos, conforme instruído pelo 2º árbitro: substituições excepcionais, interrupções prolongadas, interferência externa, etc.

Ao final da partida, o apontador:
– registra o resulta final;
– em caso de protesto, com a prévia autorização do 1º árbitro, escreve ou permite ao capitão da equipe em jogo solicitar que seja registrado na súmula que seguirá seu protesto.
– após assinar a súmula, colhe a assinatura dos capitães das equipes e a dos árbitros.

O R I E N T A Ç Õ E S

O trabalho do apontador é muito importante. Todos os árbitros e juízes de linha devem saber como preencher uma súmula; e, se necessário, eles devem ser capazes de realizar o trabalho do apontador.
O Apontador
Deve conferir, depois de receber as papeletas de ordem de saque com a formação inicial das equipes e antes do começo de cada set, e se os números nelas contidos estão na relação das equipes (se não, deve relatar ao 2º árbitro).
Informar ao 2º árbitro o segundo tempo e a 5ª e a 6ª substituições de cada equipe (que informará ao 1º árbitro e ao técnico).
Deve cooperar bem atentamente durante o processo de substituição:
O 2º árbitro, depois de autorizar apitando uma substituição, aproxima-se do encontro das linhas de ataque e lateral e posiciona-se de frente para o apontador.
Ao mesmo tempo, o jogador substituto deve ir para a zona de substituição, de frente ao 2º árbitro, elevando uma mão com a plaqueta numerada.
Se o técnico solicita mais de uma substituição, o processo de substituição deve ser feito um de cada vez, assim o 2º árbitro e o apontador têm tempo para conferir e verificar a legalidade delas.
O 2º árbitro olha para o apontador que, vendo a plaqueta numerada e o número na camiseta do atleta, confere se a solicitação é legal; se for legal, o apontador imediatamente levanta uma das mãos.
Neste ponto, o 2º árbitro, vendo a mão levantada do apontador, entende que a solicitação é legal e imediatamente deixa o jogador substituto entrar na quadra enquanto o outro a deixa.
O apontador, depois de mostrar ao 2º árbitro que a substituição é legal levantando a mão, imediatamente escreve o número do reserva e o placar no momento da troca no espaço apropriado da súmula.
Então, ele deve imediatamente levantar suas duas mãos para mostrar que os procedimentos administrativos foram completados. No caso de múltiplas trocas, o apontador deve usar o mesmo procedimento para cada substituição.
Depois de o 2º árbitro ver a sinalização manual do apontador de “OK”, ele repete este sinal para o 1º árbitro que agora poderá apitar autorizando o próximo saque.
Neste momento, o apontador deve se concentrar em conferir se o sacador segue ou não a ordem de rotação.
Se não, ele deve parar a jogada imediatamente após o saque, acionando a campainha, mas nunca antes da execução do saque. O 2º árbitro deve ir até a mesa do apontador para conferir a decisão do apontador e informar às equipes e ao 1º árbitro da situação.
Se o apontador descobre que a substituição é ilegal, depois de olhar para o reserva próximo ao 2º árbitro e comparar o número da camiseta e da plaqueta na mão dele com os “jogadores iniciantes” e ”reservas” da súmula, ele imediatamente levanta uma mão e a balança dizendo: “a solicitação de substituição é ilegal”.

Neste caso, o 2º árbitro deve ir imediatamente até a mesa do apontador e conferir, com base nos dados da súmula, a ilegalidade da solicitação.

Se confirmada, a solicitação deve ser rejeitada pelo 2º árbitro.

O 1º árbitro deve penalizar a equipe com um “retardamento de jogo”.

O apontador deve registrar o retardamento de jogo na seção “penalidades” da súmula.

O 2º árbitro confere o trabalho do apontador acompanhando o procedimento.

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | Deixe um comentário

Comparativo Quadra x Praia

Quadra Praia
ÁREA DE JOGO:

  • 18 x 9m com área livre mínima de 3m e 7m de altura. Em competições mundiais são 5m lateral e 8m no fundo e 12,5m na altura.
  • linha central, linha de ataque, linhas pontilhadas e linhas da zona de saque (5cm).
  • FIVB linhas brancas, cores claras e  contrastantes entre a quadra de jogo e a zona livre.
  • Existem Zonas de frente, de substituição, de aquecimento para os reservas e de penalidade
ÁREA DE JOGO:

  • 16 x 8m com área livre mínima de 3m  7m de altura. Em competições mundiais são de 5 a 6m lateral e no fundo e 12,5m na altura.
  • Só existem as linhas de delimitação da quadra (5 a 8cm) sem linha central.
  • 40cm de profundidade de areia.
  • linhas coloridas contrastantes e de material flexível.
  • Só zona de saque, também de 8m
TEMPERATURA E ILUMINAÇÃO

  • mínimo de 10ºC (50ºF)
  • Para competições mundiais temperatura entre 16ºC (61ºF) e 25ºC (77ºF) e de 1000 a 1500 Luxes.

TEMPO E ILUMINAÇÃO

  • as condições climáticas não devem apresentar risco de lesão para os jogadores. Não há limites fixos.
  • Para competições mundiais jogadas à noite é que há os 1000 a 1500 Luxes.
REDE E POSTES:

  • 9,50 ou 10m de comprimento.
  • Faixa horizontal superior (7cm) e inferior (5cm) de cor BRANCA, malhas pretas.
  • pode aproximar a mão/corpo para desviar a bola que vem em direção à rede
  • tocar a rede NÃO É FALTA, exceto se o contato ocorre na ação de jogar a bola ou interfere na jogada
  • só altura 2,43m Masc. e 2,24m Fem está prevista na regra
  • postes ficam a 0,5m/1m das linhas laterais

REDE E POSTES:

  • 8,50m (+/- 3cm) de comprimento. (FIVB rede especial, SWATCH NET, com exatos 8m, malhas menores e publicidade)
  • Faixa horizontal SUPERIOR E INFERIOR (7 a 10cm ambas) de cor azul escuro ou brilhante, malhas qualquer cor.
  • aproximar a mão/corpo para desviar a bola que vem em direção à rede É FALTA DE REDE!
    • tocar a rede SEMPRE É FALTA, exceto toque acidental do cabelo
    • altura 2,43m Masc. e 2,24m Fem e diferentes alturas para diferentes idades já previstas na regras: 2m (M/F até 12 anos), 2,12 (M/F até 14 anos) e 2,24 (M/F até 16 anos)
    • postes ficam a 0,7m/1m das linhas laterais
FAIXAS LATERAIS:

  • brancas

FAIXAS LATERAIS:

  • mesma largura e cor das linhas (permitida publicidade)
BOLA:

  • feita de couro ou couro sintético
  • cor clara uniforme ou combinação de cores.
  • pressão: 0,3 a 0,325 kg/cm²
  • circunferência: 65/67cm

BOLA:

  • feita de couro, couro sintético ou outro material que não absorva umidade
  • cor BRILHANTE uniforme ou combinação de cores.
  • pressão: 0,175 a 0,225 kg/cm²
  • circunferência: 66/68cm
EQUIPES E LOCALIZAÇÃO:

  • 12 atletas
  • técnico, assistente, médico ou massagista
  • pode ter líbero
  • cada equipe permanece do mesmo lado da quadra até o fim do set
  • os reservas ficam sentados ou na área de aquecimento e não podem usar bola durante tempos e tempos técnicos, só nos intervalos e fora da quadra de jogo
  • banco de reservas deve ficar ao lado da mesa do apontador fora da zona livre

EQUIPES:

  • SOMENTE os DOIS atletas
  • técnico (CBV sim – FIVB não; a regra expressamente PROÍBE técnico e instruções)
  • há trocas de lado durante o set
  • não é proibido o uso da bola durante tempos, tempos técnicos e intervalos
  • cadeiras devem ficar a 3m, no mínimo da mesa do apontador e a 5m da quadra
UNIFORME:

  • calção, camiseta, meia e tênis idênticos, exceto líbero.
  • numeração 1 a 18 no peito (15cm) e nas costas (20cm), 2cm largura.
  • em competições mundiais dever ter número também no calção (4 a 6cm e 1 cm largura)
  • pode-se autorizar a jogar descalço.
UNIFORME:

  • Bermuda/sunquini(FIVB medida padrão), camiseta/top (de acordo com o torneio); expressamente autoriza o uso de boné
  • numeração 1 e 2 no peito (10cm), 1,5cm largura. Se jogar sem camiseta o número é obrigatório na frente do calção
  • deve jogar descalço; pode-se autorizar a jogar de tênis/meias.
CAPITÃO:

  • somente ele pode falar com árbitros.
  • capitão identificado (8x2cm)
CAPITÃO:

  • AMBOS os atletas podem falar com árbitros.
    • capitão só é identificado na súmula.
FORMA DE DISPUTA E PONTOS:

  • 5 sets: 1º-4º c/ 25 pontos e o 5º c/ 15, pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença.
  • “rally point system”
FORMA DE DISPUTA E PONTOS:

  • CBV: 2 sets de 18 pontos e o 3º com 15 pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença.
  • FIVB: 2 sets de 21 pontos e o 3º com 15 pontos, sem limite de pontos e com 2 de diferença
SORTEIO E AQUECIMENTO:

  • antes do 1º e do 5º set (decisivo)
  • o ganhador escolhe entre sacar, receber ou a quadra.
  • nos demais sets saca primeiro quem não sacou primeiro no set anterior.
  • aquecimento na rede de 3min ou 5min para cada equipe, ou, se juntos, soma-se (6min ou 10min).
SORTEIO E AQUECIMENTO:

  • antes do 1º e do 3º set (decisivo).
  • o ganhador escolhe entre sacar, receber ou a quadra.
  • para o 2º set o perdedor do sorteio inicial é quem tem o direito de escolher entre sacar, receber ou a quadra.
  • aquecimento na rede de 3min ou 5min no total SEM soma.

POSIÇÕES E FALTASSUBSTITUIÇÕESLÍBERO:

  • seis titulares e seis reservas
  • até seis substituições por set
  • posições “fixas” na quadra (1,2,3,4,5,6) com falta de posição.
  • falta de rotação
  • líbero é opcional
  • substituição por expulsão e excepcional

POSIÇÕES E FALTASSUBSTITUIÇÕESLÍBERO:

  • somente a dupla sem QUALQUER possibilidade de substituição
  • SEM posições “fixas” e SEM falta de posição.
  • SEM FALTA DE ROTAÇÃO
  • SEM líbero
  • expulsão acarreta a perda do set
BOLA DENTRO:

  • toca o solo dentro ou PARTE da linha.
BOLA DENTRO:

  • toca o solo dentro
  • toca a linha, MESMO QUE CAIA COMPLETAMENTE FORA DA QUADRA.
CARACTERÍSTICAS DO TOQUE:

  • “duplo contato” permitido na primeira ação em QUALQUER SITUAÇÃO, desde que numa única ação.
  • a bola não pode ser retida ou lançada EM NENHUMA SITUAÇÃO.
  • “bola presa” entre dois oponentes no bloqueio é falta dupla.
CARACTERÍSTICAS DO TOQUE:

  • “duplo contato” permitido na primeira ação EXCETO SE FOR DE VOLEIO/TOQUE;
  • É PERMITIDO “DUPLO CONTATO” E “RETER MOMENTANEAMENTE” A BOLA COM OS DEDOS NUMA AÇÃO DEFENSIVA DE QUALQUER BOLA DIRIGIDA COM VIOLÊNCIA (p/ ex. retorno do bloqueio)
  • “bola presa” (“mão de ferro”) entre dois oponentes no bloqueio NÃO é falta, a equipe que recebe a bola tem direito a mais 3 toques.
BOLA EM DIREÇÃO À REDE:

  • se pisar na quadra adversária para tentar recuperar é falta.
  • invasão (linha central é a referência) é sempre falta.
BOLA EM DIREÇÃO À REDE:

  • pode “invadir” (pisar na quadra adversária) para buscar a bola, bem como para impedir que a bola passe sob a rede
  • não existe invasão, só INTERFERÊNCIA, se influir na habilidade do oponente jogar a bola.
SAQUE:

  • 8s para executar o saque após o apito.
  • sacador errado é falta assinalada após o saque.
  • Se o sacador errado fizer pontos, eles são anulados, corrige-se a ordem de saque e a equipe perde o “rally”.
SAQUE:

  • 5s para executar o saque após o apito.
  • NÃO pode haver sacador “errado” – o apontador deve avisar.
  • Se o sacador errado fizer pontos ESTES NÃO SÃO ANULADOS, somente corrige-se o sacador, que segue sacando.
BARREIRA:

  • se ocorrer, assinala-se a falta.
BARREIRA:

  • se ocorrer, o atleta deve mover-se a uma solicitação do adversário.
GOLPE DE ATAQUE:

  • restrições ao líbero e jogador da linha de trás.
  • pode “pingar” a bola com uma mão aberta(ponta dos dedos).
  • pode enviar a bola de toque em qualquer direção.
  • proibido atacar a bola que vem do saque se ela está mais alta do que o topo da rede e na zona de frente
GOLPE DE ATAQUE:

  • NÃO pode “pingar” a bola com uma mão aberta(ponta dos dedos).
  • NÃO pode enviar a bola de toque a não ser em trajetória perpendicular (frente e trás) aos ombro (estabilizado), ou quando está “levantando” para o companheiro.
  • proibido atacar a bola que vem do saque se ela está mais alta do que o topo da rede DE QUALQUER LOCAL DA QUADRA.
BLOQUEIO:

  • NÃO conta no limite de três toques; quem bloqueia pode tocar em seguida e é o PRIMEIRO toque da equipe.
  • restrição de bloqueio pelo líbero (inclusive tentativa) e jogadores de trás
BLOQUEIO:

  • CONTA no limite de três toques; quem bloqueia pode tocar em seguida, mas é o SEGUNDO toque da equipe.
  • qualquer um pode bloquear, inclusive duplo

INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES:

  • Dois tempos de 30s por set.
  • 2 tempos técnicos de 60s (8º e 16º pontos), do 1º ao 4º set. No 5º set não.
  • até 6 substituições
  • somente técnico ou capitão podem solicitar tempo e substituição.

INTERRUPÇÕES REGULAMENTARES:

  • Na CBV, um tempos de 30 segundos nos dois primeiros sets e dois tempos de 30s no 3º set. (Na FIVB só um tempo de 30s em cada um dos sets).
  • Um tempo técnico de 30s no 1º e no 2º set. Na CBV com a soma de 16 pontos (2ª troca). Na FIVB com a soma de 21 pontos (3ª troca)
  • QUALQUER atleta (ou técnico, CBV) pode solicitar um tempo.
TEMPO ENTRE OS RALLYS:

  • sem limite específico entre cada rally.
TEMPO ENTRE OS RALLYS:

  • 12s entre cada rally, podendo ir até 15s, ou mais dependendo das condições climáticas (CBV 15s).
RETARDAMENTOS:

  • retardamentos SÃO cumulativos NA PARTIDA
  • ADVERTÊNCIA é sem cartão, só há a sinalização apontando o pulso (nº 25)
  • PENALIDADE é com o cartão amarelo
RETARDAMENTOS:

  • retardamentos são cumulativos para cada SET
  • ADVERTÊNCIA é com cartão amarelo
  • PENALIDADE é com o cartão vermelho
LESÃO:

  • uma lesão determina a substituição do atleta de forma normal ou excepcional.
  • se não houver possibilidade de substituição é dado TRÊS minutos para o atleta recuperar-se.
LESÃO:

  • é dado CINCO minutos para o atleta recuperar-se (um tempo médico por jogador por partida).
  • pode haver atendimento médico na quadra e o médico pode impedir que o atleta continue jogando.
INTERRUPÇÃO PROLONGADA:

  • interrupção (ões) de menos de 4h no total: se reinicia na mesma quadra, mantém o placar e formação das equipes do set; se reinicia noutra quadra o set é cancelado, mas mantém a mesma formação e jogadores
INTERRUPÇÃO PROLONGADA:

  • interrupção (ões) de menos de 4h no total: SEMPRE mantém o mesmo placar e formação das equipes do set, mesmo se reinicia noutra quadra.
TROCAS DE QUADRA:

  • ao final de cada set troca-se de quadra.
  • no set decisivo troca-se no 8º ponto.
  • o tempo de intervalo entre os sets é de TRÊS minutos.
  • entre o 2º e 3º set pode haver intervalo de até 10min.
  • os reservas trocam de banco.
TROCAS DE QUADRA:

  • Na CBV, no 1º e 2º sets a troca de quadra é a cada soma de 8 pontos e no 3º set a cada soma de 5 pontos. A troca pode durar, no máximo, 15s.
  • Na FIVB, no 1º e 2º sets a troca de quadra é a cada soma de 7 de pontos e no 3º set a cada soma de 5 pontos. A troca pode durar, no máximo, 12s.
  • o tempo de intervalo entre os sets é de UM minuto.
  • o banco para descanso das equipes é o mesmo durante todo o jogo.
PENALIDADES:

  • condutas incorretas menores: advertência verbal sem cartão
  • cartão amarelo: perda do rally
  • cartão vermelho: expulsão (vai para a área de penalidade)
  • ambos os cartões juntos: desqualificação
  • não existe conduta previamente definida para receber penalidade
PENALIDADES:

  • cartão amarelo: advertência
  • cartão vermelho: perda do rally É possível mais de um cartão vermelho no mesmo set para o mesmo atleta/técnico
  • ambos os cartões juntos: expulsão
  • ambos cartões separados: desqualificação
  • atleta que atravessa a quadra para ver a marca da bola
  • que apaga a marca da bola
  • ou que “envia” a bola para fora da arena
SINALIZAÇÃO:

  • sempre sinaliza a falta e,  se necessário, o jogador faltoso.
SINALIZAÇÃO:

  • sinaliza a falta e o jogador faltoso, QUANDO necessário.

7 de maio de 2009 Posted by | Orientações Gerais, Regras Oficiais | 4 Comentários

Esclarecimentos sobre a alteração da Regra Oficial

ESCLARECIMENTOS PARA O I TORNEIO MY BRASIL DE VOLEIBOL MASCULINO E FEMININO

Congresso Mundial da FIVB

Congresso Mundial da FIVB

COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES – Para as Competições Oficiais  adultas, uma equipe pode conter um máximo de quatorze (14) jogadores, doze (12) jogadores regulares e (2) jogadores líberos. Isto é, as equipes poderão ter dois líberos inscritos entre os 14 jogadores, no entanto, somente um poderá atuar. Caso haja a troca direta de um líbero pelo outro, por qualquer motivo, o jogador que for trocado não terá o direito de retornar à partida. 

PENETRAÇÃO SOB A REDE – Tocar a quadra adversária com qualquer parte do corpo acima dos pés é permitido, desde que isto não interfira com o jogo do adversário. Isto é, será permitido invadir a quadra adversária com qualquer parte do corpo, desde que uma parte dos pés do jogador esteja sobre a linha central ou dentro da quadra de sua equipe, não sendo permitida a invasão, caso haja contato direto com o adversário por baixo da rede, influenciando diretamente no jogo.

 CONTATO COM A REDE – Jogadores podem tocar o poste, cabo de fixação ou qualquer outro objeto além da antena, incluindo a própria rede, em toda a sua extensão, menos o bordo superior, desde que isto não interfira no jogo. O toque na rede, só será falta quando o jogador tocar no bordo superior ou na antena na parte de cima do bordo superior. Os atletas poderão tocar na malha da rede desde que esta ação não seja uma vantagem para a sua equipe, não atrapalhe o jogo do adversário, e ele não se apóie na rede para realizar o movimento.

 FALTAS  DOS  JOGADORES  NA  REDE  – Um jogador  interfere  no  jogo  do  adversário  quando  penetra  no espaço adversário sob a rede interfirindo no jogo do adversário, isto é, o jogador  interfere  no  jogo  do  adversário  por tocar  a  faixa superior da  rede, ou os  80 cm  de cima da antena durante sua ação de jogar a bola, ou apoiar-se na rede simultaneamente ao jogar a bola, ou criar uma vantagem sobre o adversário, ou  fazer  ações  as  quais  obstruam  uma  tentativa  legítima de um adversário jogar a bola. 

***No caso de dúvidas, questinamentos ou esclarecimentos, sinta-se a vontade para questionar ou comentar.

2 de dezembro de 2008 Posted by | Regras Oficiais, Temporada 2009 | Deixe um comentário

Psicologia de Arbitragem

No desenvolvimento de qualquer competição esportiva, os árbitros da competição, constituem em um dos elementos mais relevantes, sua importância é imensa, pois são os que se encarregam de coordenar e de intermediar os jogos, causando reações diversas no evento esportivo em atletas, treinadores e espectadores.

Os árbitros são essenciais para o funcionamento das competições organizadas, desde o esporte infantil até o profissional de alto nível.

Existem variáveis psicológicas, que permitem uma boa atuação do árbitro, e recolhendo a opinião de vários árbitros esportivos chegamos a um conjunto de características psicológicas, sendo elas:

 

  • Estar consciente em suas decisões,
  • Estabelecer uma boa decisão com os outros árbitros,
  • Atuar com decisão e rapidez,
  • Mostrar um bom domínio e controle emocional,
  • Atuar com integridade,
  • Ter autoconfiança,
  • Estar motivado durante a competição,
  • Ser imparcial.

 

Para que as atuações do árbitro esportivo se desenvolvam sob justiça e imparcialidade absoluta, deve-se ter em conta, uma série de fatores, pois o árbitro tomará decisões em tempo mínimo, a respeito das quais não lhe permite errar, pois delas dependerá, o resultado do evento, e unido a tudo isto, as explicações que lhes são exigidas por parte de atletas e treinadores, e reações do público, que em diversas situações desconhecem a forma aplicada da Regra da Modalidade.

 

Carlos Alberto Cimino Árbitro Internacional

Carlos Alberto Cimino Árbitro Internacional

ASPECTOS PSICOLÓGICOS DO ÁRBITRO

 

A psicologia do esporte, na área da arbitragem, é uma das principais ações que se pode desenvolver no trabalho direto, numa série de variáveis. As variáveis psicológicas mais utilizadas na área da arbitragem são as seguintes:

 

Concentração

 

De fato, a atenção é um dos aspetos psicológicos tidos como fundamental para o desempenho de um processo de arbitragem esportivo.

Manter o foco da atenção aos estímulos relevantes da arbitragem é uma das principais funções do árbitro, sendo o que se deseja é realizar uma atuação eficiente.

E esta é manifestada como uma das qualidades psicológicas mais desejáveis para um bom desempenho do árbitro.

 

Controle emocional

Manter o autocontrole e mostrar um bom domínio das diferentes emoções é uma das qualidades que este deve assumir como destreza a demandar qualquer pessoa que desenvolve processos de arbitragem esportiva.

 

Motivação

 

Estar motivado nas competições é uma das condições que também se mostra como básica para otimizar e dirigir a tarefa do árbitro a níveis de excelência global.

 

Autoconfiança

Diferentes estudos mostram que para ser um bom árbitro é necessário ter boa autoconfiança e uma consolidada segurança em si mesmo.

 

Rapidez nas decisões

Atuar com decisão e rapidez nas decisões em uma eficaz tomada de decisões é o princípio de uma boa arbitragem. Neste sentido, a experiência na arbitragem é o melhor indicador para a tomada de decisões.

O limitado tempo que possuem os árbitros para a tomada de decisões, é um dos aspetos fundamentais que mais causa stress e interfere na tomada de decisões. Estímulos como o barulho e as críticas, só contribuem para dificultar na tomada de decisões.

Bom senso

É o parâmetro e diretriz básica para uma boa arbitragem, que associa a experiência e o conhecimento, a concentração a motivação e a autoconfiança e a integridade na tomada de decisões.

 

 

 

 

17 de novembro de 2008 Posted by | Regras Oficiais | Deixe um comentário

Líbero pode Bloquear?

 

 

No jogo contra o Perugia, válido pelo Campeonato Italiano, Serginho fez um BLOQUEIO fundamental para o ponto do seu time, o Piacenza, tanto é que seus companheiros correram para abraçá-lo após o ponto, reconheceram o mérito do brasileiro, ainda se já não bastasse ser bom nas defesas, o Líbero mostrou ser imprevisível em quadra.

 

No vídeo, além de surpreender, o melhor do mundo também faz um levantamento.

 

Na matéria acima, veiculada em alguns órgãos de imprensa, fica a seguinte dúvida?

 

O jogador definido como Líbero pode realmente bloquear?

 

O questionamento porém, vai mais além… foi um bloqueio?

 

Vejamos o que diz a Regra Oficial sobre o Líbero:

 

AÇÕES ENVOLVENDO O LÍBERO

 

19.3.1.2 Ele está restrito a atuar como um jogador na linha de trás e não está autorizado a completar um golpe de ataque de qualquer lugar (incluindo a quadra de jogo e zona livre) se, no momento do contato, a bola estiver mais alta do que o bordo superior da rede.

 

19.3.1.3 Ele não pode sacar, bloquear ou tentar bloquear.

 

Seria o caso de uma tentativa de Bloqueio?

 

Caso ainda haja dúvidas, vejamos então o que se diz em relação ao Bloqueio:

 

BLOQUEIO

 

14.1.1 Bloquear é a ação dos jogadores próximos à rede de interceptar a bola vinda do adversário, estendendo-se mais alto que o bordo superior da rede. Somente aos jogadores da linha de frente é permitido completar um bloqueio.

 

*** Portanto, mesmo o lance aparentando ser um bloqueio, na realidade na interpretação da ação, não configura um bloqueio pelo fato deste, não ter interceptado a bola mais alto que o bordo superior da rede.

 

Lances como estes no Voleibol que é praticado nos dias atuais, somente demonstram o quanto, a destreza, a velocidade de raciocínio e conseqüentemente os reflexos aguçados acompanham os atletas, e onde as regras, sendo bem aplicadas por profissionais qualificados somente faze com que esse esporte tenha cada vez adeptos, e se torne mais fascinante a cada dia.

17 de novembro de 2008 Posted by | Regras Oficiais | Deixe um comentário

A evolução das regras visando o espetáculo no voleibol

American University volleyball

American University volleyball

Em 1947 surge a FIVB, com sede em Paris,  e visando uma maior organização, a Federação Japonesa adota as regras internacionais decidida a introduzi-las em todo o continente asiático.

Em 1957, o voleibol é reconhecido como desporto olímpico, tendo a 1ª disputa por medalhas em 1964 nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

A partir da década de 80, o voleibol começa a ser visto como um ótimo meio de comercialização de produtos esportivo. Este fenômeno apresenta uma vertiginosa escalada na década de 90 e, a FIVB, já tendo o mexicano Rubem Acosta na presidência (eleito em 1984) e já na nova sede na Suíça, vê-se com a obrigação de alterar algumas regras para a melhoria do voleibol enquanto espetáculo, já que a alta performance alcançada pelas equipes vinha tornando enfadonhas as competições.

No século XXI há o surgimento de equipes como a do Brasil (comandada pelo técnico Bernardinho) e Sérvia e Montenegro que vieram contribuir com o voleibol espetáculo, já que este vinha sucumbindo ao voleibol força imposto por seleções como Rússia, Itália e Polônia.

AS ALTERAÇÕES NA REGRA

1921 – Uma linha é traçada sob a rede dividindo o campo de jogo em duas metades iguais.

1937 – Múltiplos contatos com a bola são permitidos particularmente em defesas provenientes de ataques “violentos”.

1942 – A bola poderá ser tocada com qualquer parte do corpo acima do joelho.

1947 – Somente aos jogadores da 1ª linha (posições 2, 3 e 4) serão permitidas as trocas de posição para o bloqueio e o ataque.

1948 – Após a Guerra as regras foram reescritas de modo que fossem mais facilmente interpretadas. O serviço foi limitado a uma área de 3 metros na linha de fundo, sendo necessária que cada jogador mantivesse sua posição durante o serviço, e intervalo entre os sets seria de 3 minutos, e tempo pedido pelo técnico passaria a ter a duração de 1 minuto.

1953 – Durante o Congresso da FIVB, foram definidas as ações do árbitro e a terminologia a ser adotada.

1957 – Foi dada consideração à entrada de um 2° árbitro.

1959 – No Congresso realizado em Budapeste foi decidida a limitação da invasão na quadra adversária com o pé que ultrapassava totalmente a linha central.

1964 – Aos bloqueadores é permitido o 2° toque após o toque feito durante a ação de bloqueio.

1968 – O uso das antenas para delimitação do espaço aéreo da quadra foi recomendado.

1974 – No Congresso realizado na Cidade do México ficou decidido que os 3 toques após o bloqueio seriam permitidos.

1982 – A pressão da bola é alterada de 0,40 para 0,46 kg/cm2.

1984 – Fica proibido após as Olimpíadas de Los Angeles o bloqueio do saque.

1988 – Foi aprovada a mudança do 5° set para o Rally-point System, no qual cada saque equivale a 1ponto.

1992 – Quando o set estiver empatado em 16-16, o jogo irá continuar até uma equipe obter dois pontos de vantagem.

1994 – Foram aprovadas novas regras que seriam introduzidas em 1995, que a bola poderá ser tocada com qualquer parte do corpo (inclusive os pés), a zona de serviço se estenderá por toda a linha de fundo e a eliminação dos “dois toques” na 1ª bola vinda da quadra adversária;

1996 – Uma bola que tenha ido para a zona livre adversária por fora da delimitação do espaço aéreo poderá ser recuperada. A mão poderá tocar a quadra adversária desde que, não ultrapasse completamente a linha central. A linha de ataque terá um prolongamento de 1,75m com linhas tracejadas de 15 cm com espaçamento de 20 cm. Diminuição da pressão da bola (0,30 – 0,325 kg/cm2).

1998 – Começa a ser testada a adoção do Rally-point System com 25 pontos nos quatro primeiros sets e 15 pontos no tie-break. A mudança da cor da bola, a introdução do libero e uma maior liberdade por parte dos técnicos para darem instruções (entre a linha de ataque e o fundo da quadra).

2004 – A nova regra em relação à “bola presa” na disputa por jogadores adversários na rede.

2008 – Será permitido invadir a quadra adversária com qualquer parte do corpo, desde que uma parte dos pés do jogador esteja sobre a linha central ou dentro da quadra de sua equipe. Não será permitida a invasão caso haja contato direto com o adversário por baixo da rede.

Ao toque na rede, só será falta quando o jogador tocar no bordo superior ou na antena na parte de cima do bordo superior. Os atletas poderão tocar na malha da rede desde que esta ação não seja uma vantagem para a sua equipe, não atrapalhe o jogo do adversário, e ele não se apóie na rede para realizar o movimento.

2009 – As equipes poderão ter dois líberos inscritos entre os 14 jogadores. No entanto, somente um poderá atuar. Caso haja a troca direta de um líbero pelo outro, por qualquer motivo, o jogador que for trocado não terá o direito de retornar à partida.

Conclui-se que, até o surgimento da FIVB, poucas foram as mudanças nas regras havendo, inclusive, uma grande variedade destas, de acordo com a região praticante do desporto. A partir de 1947, com o advento da FIVB, começa uma reestruturação das regras visando a unificação das várias versões assim como, um maior dinamismo do desporto.

A grande dúvida era: como promover este dinamismo que privilegiava o voleibol espetáculo? Para a FIVB estava claro. Era preciso moldar a regra para que a virulência cedesse vez ao espetáculo. O ataque está muito superior à defesa: então, vamos privilegiar a defesa dando a ela recursos legais para tal.

Foi assim até meados da década de 80, havendo diversas mudanças na regra com o intuito de modernizar cada vez mais o esporte.

A partir de meados da década de 80 até os dias de hoje, é o período de grandes contratos publicitários e da grande cobertura da mídia assim como, de grandes premiações nos torneios organizados pela FIVB. É uma época de adequação do jogo ao formato televisivo. Partidas com uma duração menor para adequação à grade, bolas coloridas permitindo uma melhor visualização pelos telespectadores, um jogador especialista na defesa para aumentar o tempo do rally, maior interatividade dos técnicos junto aos atletas e o tempo técnico foram algumas das mudanças propostas para a melhoria do espetáculo junto à TV, que com todo o seu poderio econômico, é um grande parceiro do desenvolvimento deste esporte no mundo.

Desta forma junto ao público, que vinha ficando desmotivado e as mudanças feitas pela FIVB, adequaram o jogo aos padrões televisivos e assim voltou o interesse do público pelo jogo, que vinha se tornou mais plástico com as mudanças na regra.

 

 

16 de novembro de 2008 Posted by | Regras Oficiais | 8 Comentários

Alteração das Regras Oficiais

 

Foto By Fred

Foto By Fred

Alteração das Regras Oficiais

A Comissão Brasileira de Arbitragem  de Voleibol (COBRAV) adotará, a partir da Superliga 08/09, as novas regras para o voleibol mundial, aprovadas no 31º Congresso da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que aconteceu em Dubai, em junho.

“Como a Superliga começa em 2008 e termina no próximo ano, resolvemos adiantar as alterações para que nossos jogadores e técnicos se adaptem às novas regras. Assim, quando nossas seleções entrarem em quadra, os jogadores já conhecerão as mudanças”, explica Josebel Palmerim, coordenador da COBRAV.

A primeira mudança será com relação à invasão da linha central. Será permitido invadir a quadra adversária com qualquer parte do corpo, desde que uma parte dos pés do jogador esteja sobre a linha central ou dentro da quadra de sua equipe. Não será permitida a invasão caso haja contato direto com o adversário por baixo da rede.

Outra modificação será com relação ao toque na rede. Anteriormente, qualquer movimento que o jogador fizesse e tocasse na rede com qualquer parte do corpo era considerado falta. Agora, só será falta quando o jogador tocar no bordo superior ou na antena na parte de cima do bordo superior. Os atletas poderão tocar na malha da rede desde que esta ação não seja uma vantagem para a sua equipe, não atrapalhe o adversário, e ele não se apóie na rede para realizar o movimento.

Novas regras a partir de 2009 nos campeonatos nacionais e internacionais

Outra alteração é que as equipes poderão ter dois líberos inscritos entre os 12 jogadores. No entanto, somente um poderá atuar. Caso haja a troca direta de um líbero pelo outro, por qualquer motivo, o jogador que for trocado não terá o direito de retornar à partida.

Na inscrição das equipes para as competições, o número de atletas aumentará de 12 para 14, com a possibilidade de dois líberos inscritos. No entanto, para a partida, a equipe poderá usar 12 jogadores, dentre eles até dois líberos, caso queria.

“No entanto, as alterações começarão a ser adotadas nas competições internacionaisno próximo ano, diz Josebel. “Todas as modificações nas regras do voleibol nos últimos anos são em benefício do esporte”, completa o presidente da COBRAV.

10 de novembro de 2008 Posted by | Regras Oficiais | 1 Comentário